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Mostrando postagens com o rótulo Voyeurismo

Excentricidades Notívagas

Ela vinha pela calçada, cercada por quatro amigos da mesma faixa dos vinte anos, enquanto eu ia em sentido inverso preparando-me a passar por eles, inquieto com a possibilidade de ter sido notado a olhar as coxas que ela exibia integralmente. Quando o grupinho passou, certifiquei-me de que ninguém me veria e virei-me discretamente para renovar as sensações geradas pela imagem daquele corpo vestido em trajes minimalistas. Com mais de um metro e setenta, pernas imensas, cabelo ruivo atado em duas tranças demodê, ela estava usando um top que mal cobria os seios, uma microssaia que deixava as polpas de fora e nos pés o tênis-fetiche da estrela branca, tudo em estrita obediência aos preceitos atuais do delicioso vestir que apelidei carinhosamente de "desleixado". Eram onze e meia da noite e eu estava à toa. Resolvi dar meia-volta e segui-los. Eles percorreram algumas quadras, entraram numa transversal e, sem mudar de calçada, dirigiram-se a uma casa onde uma ruidosa festa par...

Na Trilha da Francesinha

Eu não percebera a menina bonita, de pele mate, acompanhada dos pais, de um irmão mais novo e de uma irmã mais velha, mas quando eles saíram do hotel para uma excursão pela ilha, minha atenção foi imediatamente chamada pelo short curtíssimo que deixava de fora o final da bundinha linda com as duas curvinhas que pareciam traçadas a pincel. A primeira coisa que me veio à cabeça foi o pensamento de que os pais, sobretudo o pai, não eram cegos ao fato de que, vestida assim, a filha podia tornar-se objeto de agitação dos machos circundantes. E realmente, olhando em volta, logo percebi que homens de todas as idades olhavam disfarçadamente para trás quando ela passava por eles. Não que ela fosse menor, isso não, mas o frescor, a presença dos pais e o aparelho nos dentes eram indícios de que ela devia ter acabado de completar dezoito anos, o que motivou-me a segui-la para descobrir se ela tinha alguma intenção mais específica em relação a algum dos passageiros ou se ela se vestira assim apenas...

O Talentoso Jaime

Ana e Gilberto são um casal de professores universitários, ambos dinâmicos e antenados na atualidade. Ela ensina artes visuais numa universidade federal e ele história numa universidade particular. Ana tem uma afinidade toda especial com um dos seus alunos, que além de considerar promissor, ela acha bonito e atraente. Jaime não só é educado como tem um jeito cativante que a seduziu desde o primeiro dia de aula. Quando ele lhe pediu para ser seu bolsista, Ana não hesitou nem por um segundo. O que vou contar aqui é o extraordinário encontro entre ele e meus dois amigos professores. A própria Ana relatou-me o episódio e deu-me toda liberdade para divulgá-lo  —   com outros nomes  —   no Erotexto. Espero que ele seja do agrado do leitor assíduo e do visitante. M.F. **********   Assim que a campainha toca, Ana levanta-se do sofá da sala e precipita-se até a porta para acolher seu aluno bolsista predileto. Ele estende-lhe um buquê de flores do campo e ela...

Espetáculo Interativo

Em três anos de casamento, ainda sem filhos, Tininha e eu já havíamos percorrido todas as situações sexuais possíveis e imagináveis a dois. Eu realizara quase todas as minhas fantasias, ela idem. O que nos faltava era uma aventura grupal e eu acalentava há algum tempo o desejo de assistir a uma cena de sexo entre minha mulher e outro homem. Sendo assim, propusemo-nos a não perder a menor chance que acaso surgisse, e foi numa noite de sexta-feira de 2013, no Baixo Leblon, que encontramos o que nos pareceu ser a oportunidade áurea.      Fred é casado com uma colega de trabalho da Tininha, a Ana, que se tornou uma grande amiga. Naquela noite, como fazíamos com certa frequência, saímos com eles para iniciar o fim de semana. Passamos umas horas num barzinho e na hora de voltar, cerca de uma e meia da manhã, descobrimos que o carro deles não arrancava. Como a Ana estivesse cansada, levamos as mulheres à nossa casa, em Ipanema, e Fred e eu voltamos até o carro para resolver...

Recreio Arriscado

O que me perturbava, com a Cléia, era saber que ela fazia sexo oral com colegas meus. Assim que ela entrava em sala, eu olhava para aquele sorriso falsamente inocente e ficava imaginando quem teria sido o felizardo da véspera, e à medida que as aulas iam se sucedendo eu ia aprendendo as novidades e ficando cada vez mais excitado ao olhar para essa colega de mente tão aberta.      Certo dia, o Caio, um colega com quem eu me entendia sempre muito bem conseguiu que um dos que recebiam os favores da Cléia o autorizasse a assistir escondido a uma dessas felações tórridas, que se passaria na própria escola, durante o recreio, na sala do material esportivo. Isso me valeu um convite para ir com ele e, alguns minutos antes da hora H, lá fomos nós para o local combinado, procurar um esconderijo. Decidimos ficar atrás de uma pilha de tatames de judô, de onde teríamos acesso visual a tudo que se passasse na sala, e assim que ouvimos vozes, ficamos absolutamente imóveis. ...