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Mostrando postagens com o rótulo HHM

Excentricidades Notívagas

Ela vinha pela calçada, cercada por quatro amigos da mesma faixa dos vinte anos, enquanto eu ia em sentido inverso preparando-me a passar por eles, inquieto com a possibilidade de ter sido notado a olhar as coxas que ela exibia integralmente. Quando o grupinho passou, certifiquei-me de que ninguém me veria e virei-me discretamente para renovar as sensações geradas pela imagem daquele corpo vestido em trajes minimalistas. Com mais de um metro e setenta, pernas imensas, cabelo ruivo atado em duas tranças demodê, ela estava usando um top que mal cobria os seios, uma microssaia que deixava as polpas de fora e nos pés o tênis-fetiche da estrela branca, tudo em estrita obediência aos preceitos atuais do delicioso vestir que apelidei carinhosamente de "desleixado". Eram onze e meia da noite e eu estava à toa. Resolvi dar meia-volta e segui-los. Eles percorreram algumas quadras, entraram numa transversal e, sem mudar de calçada, dirigiram-se a uma casa onde uma ruidosa festa par...

Nossa Deliciosa Amante

Ah, como é bom lembrar da Mariana! Ir à casa dela era uma das coisas de que eu mais gostava nos momentos finais do que chamam de adolescência. Meu  amigo Marcos e eu tínhamos uma atração louca por aquela vizinha morena de olhos de jade, peitinhos lindos e bundinha empinada que ela não se inibia de destacar mesmo sendo casada. Depois que estivéramos lá pela primeira vez para ajudá-la a deslocar um móvel pesado, ela passara a nos chamar para quebrar todo tipo galho: mudar o botijão de gás, trocar lâmpadas, puxar móveis e até ir à feira ou ao supermercado para ajudá-la a carregar as bolsas. Éramos mais novos que ela, mas nem tanto, talvez uns cinco anos apenas. O que enganava era o fato de ela ser recém-casada. Aliás, era raríssmo vermos o marido, um engenheiro que passava duas semanas por mês numa plataforma de petróleo. Certo dia, Mariana me ligou pedindo ajuda para trocar os espelhos dos interruptores e tomadas por outros que ela acabara de comprar. O apartamento de dois quartos,...

Aos Cuidados da Dinda

Hoje é segunda-feira e ontem... Bem, ontem foi um domingo tão único que não posso deixar de registrar por escrito o que aconteceu. Se vou ou não conservar este registro, ainda não sei, mas sei que estou precisando escrever. Sou a madrinha de dois dos filhos da minha melhor amiga Sandra. Ela e o Rui têm uma menina de quinze anos que ainda mora com eles e dois gêmeos de dezoito que já estão na faculdade e dividem apartamento com colegas. Os gêmeos são razoavelmente autônomos, mas ainda passam muitos fins de semana na casa dos pais, um amplo apartamento de prédio antigo, em Copacabana, a poucas quadras da praia. De sexta à noite até a segunda de manhã, eles voltam ser os filhinhos-da-mamãe paparicados que foram até bem pouco tempo. Na sexta-feira à tardinha, a Sandra e o marido iam com a filha e duas coleguinhas para a casa de praia na Região dos Lagos e me pediram que ficasse com os gêmeos no apartamento para evitar a bagunça. Como já vivi a experiência de chegar lá num domingo de ma...

O Talentoso Jaime

Ana e Gilberto são um casal de professores universitários, ambos dinâmicos e antenados na atualidade. Ela ensina artes visuais numa universidade federal e ele história numa universidade particular. Ana tem uma afinidade toda especial com um dos seus alunos, que além de considerar promissor, ela acha bonito e atraente. Jaime não só é educado como tem um jeito cativante que a seduziu desde o primeiro dia de aula. Quando ele lhe pediu para ser seu bolsista, Ana não hesitou nem por um segundo. O que vou contar aqui é o extraordinário encontro entre ele e meus dois amigos professores. A própria Ana relatou-me o episódio e deu-me toda liberdade para divulgá-lo  —   com outros nomes  —   no Erotexto. Espero que ele seja do agrado do leitor assíduo e do visitante. M.F. **********   Assim que a campainha toca, Ana levanta-se do sofá da sala e precipita-se até a porta para acolher seu aluno bolsista predileto. Ele estende-lhe um buquê de flores do campo e ela...

Espetáculo Interativo

Em três anos de casamento, ainda sem filhos, Tininha e eu já havíamos percorrido todas as situações sexuais possíveis e imagináveis a dois. Eu realizara quase todas as minhas fantasias, ela idem. O que nos faltava era uma aventura grupal e eu acalentava há algum tempo o desejo de assistir a uma cena de sexo entre minha mulher e outro homem. Sendo assim, propusemo-nos a não perder a menor chance que acaso surgisse, e foi numa noite de sexta-feira de 2013, no Baixo Leblon, que encontramos o que nos pareceu ser a oportunidade áurea.      Fred é casado com uma colega de trabalho da Tininha, a Ana, que se tornou uma grande amiga. Naquela noite, como fazíamos com certa frequência, saímos com eles para iniciar o fim de semana. Passamos umas horas num barzinho e na hora de voltar, cerca de uma e meia da manhã, descobrimos que o carro deles não arrancava. Como a Ana estivesse cansada, levamos as mulheres à nossa casa, em Ipanema, e Fred e eu voltamos até o carro para resolver...