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Mostrando postagens com o rótulo Grupal

Espetáculo Interativo

Em três anos de casamento, ainda sem filhos, Tininha e eu já havíamos percorrido todas as situações sexuais possíveis e imagináveis a dois. Eu realizara quase todas as minhas fantasias, ela idem. O que nos faltava era uma aventura grupal e eu acalentava há algum tempo o desejo de assistir a uma cena de sexo entre minha mulher e outro homem. Sendo assim, propusemo-nos a não perder a menor chance que acaso surgisse, e foi numa noite de sexta-feira de 2013, no Baixo Leblon, que encontramos o que nos pareceu ser a oportunidade áurea.      Fred é casado com uma colega de trabalho da Tininha, a Ana, que se tornou uma grande amiga. Naquela noite, como fazíamos com certa frequência, saímos com eles para iniciar o fim de semana. Passamos umas horas num barzinho e na hora de voltar, cerca de uma e meia da manhã, descobrimos que o carro deles não arrancava. Como a Ana estivesse cansada, levamos as mulheres à nossa casa, em Ipanema, e Fred e eu voltamos até o carro para resolver...

Recreio Arriscado

O que me perturbava, com a Cléia, era saber que ela fazia sexo oral com colegas meus. Assim que ela entrava em sala, eu olhava para aquele sorriso falsamente inocente e ficava imaginando quem teria sido o felizardo da véspera, e à medida que as aulas iam se sucedendo eu ia aprendendo as novidades e ficando cada vez mais excitado ao olhar para essa colega de mente tão aberta.      Certo dia, o Caio, um colega com quem eu me entendia sempre muito bem conseguiu que um dos que recebiam os favores da Cléia o autorizasse a assistir escondido a uma dessas felações tórridas, que se passaria na própria escola, durante o recreio, na sala do material esportivo. Isso me valeu um convite para ir com ele e, alguns minutos antes da hora H, lá fomos nós para o local combinado, procurar um esconderijo. Decidimos ficar atrás de uma pilha de tatames de judô, de onde teríamos acesso visual a tudo que se passasse na sala, e assim que ouvimos vozes, ficamos absolutamente imóveis. ...

Liberação Pelas Gêmeas

Dois homens conversam ao telefone. — O que me fez desconfiar foi vê-la virar de quatro, afastar as pernas e pedir: "Põe atrás um pouquinho, vai. Hoje estou querendo." A Mariana não é disso, foge do anal como o diabo da cruz. Mas com a mesma cara, o mesmo corpo, a mesma voz, a Andrea quase me enganou. Aposto que não é a primeira vez que elas me aprontam essa. — Considere-se um homem de sorte, meu caro. Com essas gêmeas deliciosas querendo se divertir desse jeito, você realiza uma das fantasias recorrentes do imaginário masculino. — É, eu sei, e não me queixo, mas sou casado com a Mariana e tenho medo que algum dia o ciúme entre em jogo. — É só você nunca fazer nada com a Andrea sem a Mariana por perto.  Ela estava em casa, não é? — Ah sim, claro. Andrea veio trazer umas coisas e elas devem ter combinado a brincadeirinha. — Pois continue assim e tudo vai dar certo. O que queima esse tipo de jogo é quando o homem ver separadamente uma e outra. — Não, não, isso ...