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Mostrando postagens com o rótulo Série 2 - Tatiana e Walter

Tatiana e Walter VII

7. Dois mais dois são cinco Tomás vem juntar-se à Débora na entrada do quarto. Tatiana, um pouco inibida por ter sido surpreendida em plena ação, limita-se a olhar a amiga, cobrindo o rosto com a mão e fingindo vergonha. — Até que enfim! exclama Walter. Terminaram o "aquecimento"?      Débora caminha até a cama, entra nela de joelhos e, abraçando a amiga que continua sentada em seu homem, dá-lhe um beijo ruidoso na bochecha, ajeitando-lhe o cabelo desarrumado. Desinibida, ela dá um apertão de leve no saco do Walter e termina com um tapinha no bumbum saliente da lourinha. — Pode usar e abusar, ouviu, Débora! diz Walter, dando o seu recado.      Tomás observa da entrada, ainda reticente. Como antes, ele é atraído pela janela e caminha até ela, passando pelo longo guarda-roupa que ocupa uma parede inteira. A janela é voltada para outros prédios da Rua das Laranjeiras. Walter olha discretamente para o corpo claro vermelho de sol, as coxas muscu...

Tatiana e Walter VI

6. Dois é bom, quatro é melhor Na volta para Laranjeiras, Walter dirige de com a mão de Tatiana em sua coxa, roçando carinhosamente os dedos na sunga. Ela não fala muito, parecendo preferir ouvir seu corpo entregue à volúpia do que está por vir. Débora e Tomás, no banco de trás, contam suas aventuras no Rock in Rio II. Ela brinca de enfiar a mão por dentro da sunga do namorado que tenta impedi-la, nervoso.      Chegando em casa, mal a porta se fecha, Tatiana se livra da canga e aponta a cozinha, indicando a geladeira a Débora e fazendo gesto de beber para que ela providencie cervejas. Quando ela entra na sala com quatro latinhas, Tatiana e Walter, sentados no sofá, interrompem um beijo lascivo. A ereção dele é explícita, mas ele parece não dar a mínima. Débora olha para Tatiana dando-lhe um sorriso cúmplice. Tomás encontrou a janela e está de costas para todos. É Walter que quebra o gelo, levantando-se para falar. — Gente, ninguém mais aqui é criança, então não...

Tatiana e Walter V

5. Praianos* Sábado de manhã. Tatiana vai ligar a qualquer momento e Walter, embora entusiasmado com a nova conquista e satisfeito pelo fim de semana que se anuncia, sente-se ligeiramente ansioso. Torcendo para que ela venha em jejum, ele confere mais uma vez as compras que fez na véspera para um saboroso café da manhã, quando o telefone toca. — Cheguei! — Você já está aqui na rua? — Estou na calçada em frente a um clube ou coisa assim. — Ótimo. Dá uma olhada em volta até achar uma banca de jornais. — Já vi! — A portaria fica em frente. Chama o 1601 pelo interfone. — OK. Estou chegando!      Walter sai para esperar no corredor. É sábado, não há movimento no prédio e o elevador é rápido. Quando a porta deslizante se abre, Tatiana surge deslumbrante, o cabelo louro solto sobre uma blusa verde vaporosa e generosamente aberta. Uma saia cor de areia, muito curta, e as sandálias de couro só fazem realçar as pernas bronzeadas. — Você está linda! — Obrigada! Tudo bem?...

Tatiana e Walter IV

4. A Véspera Sexta-feira, meia-noite. Que fim de expediente esperado! Tatiana eu ficamos de nos encontrar na guarita do seu Jorge, no estacionamento. Cheguei um pouco antes e pude vê-la surgir, deslumbrante como sempre, na saída do prédio envidraçado. "Vai lá, sortudo da peste!", sussurrou seu Jorge, dando uma risadinha. Tive que reconhecer que eu estava saindo com uma das mulheres mais visadas da empresa. Tatiana vinha caminhando com toda naturalidade, num dos seus vestidinhos leves e ultra-curtos, sem mangas, moldado pelos peitinhos e expondo tão completamente as coxas que a calcinha devia estar na mesma altura que a extremidade. Ela cumprimentou o seu Jorge, que a olhou de cima a baixo como bom brasileiro grosso e machão que é (o que o salva é ser um cara legal), e fomos andando até o carro.      Nos beijamos, Tatiana pôs suas coisas no banco de trás e, sabendo que eu gosto de olhá-la, deixou que o cinto de segurança fizesse subir seu vestido até à calcinha na...