Hoje é segunda-feira e ontem... Bem, ontem foi um domingo tão único que não posso deixar de registrar por escrito o que aconteceu. Se vou ou não conservar este registro, ainda não sei, mas sei que estou precisando escrever.
Sou a madrinha de dois dos filhos da minha melhor amiga Sandra. Ela e o Rui têm uma menina de quinze anos que ainda mora com eles e dois gêmeos de dezoito que já estão na faculdade e dividem apartamento com colegas. Os gêmeos são razoavelmente autônomos, mas ainda passam muitos fins de semana na casa dos pais, um amplo apartamento de prédio antigo, em Copacabana, a poucas quadras da praia. De sexta à noite até a segunda de manhã, eles voltam ser os filhinhos-da-mamãe paparicados que foram até bem pouco tempo.
Na sexta-feira à tardinha, a Sandra e o marido iam com a filha e duas coleguinhas para a casa de praia na Região dos Lagos e me pediram que ficasse com os gêmeos no apartamento para evitar a bagunça. Como já vivi a experiência de chegar lá num domingo de manhã e encontrar os dois de ressaca e os "vestígios" de festinhas bem ousadas, aceitei como madrinha e boa amiga que sempre fui.
A sexta e o sábado se passaram sem maiores perturbações. Passei a maior parte do tempo sozinha, os gêmeos voltaram tarde, mas dormiram em casa e respeitaram o regulamento imposto durante a ausência dos pais. Ontem, domingo, eles tomaram café e foram para a praia por volta das 10 horas. Passei o dia lendo, vendo filmes da videoteca deles e deixando a casa em ordem para a volta dos pais com a menina. Eles voltaram por volta das três da tarde um tanto elétricos, mas não quiseram me dizer por quê. Não tomaram banho e ficaram num vaivém irrequieto de um cômodo para outro da casa. Imaginei que fosse alguma coisa ligada a meninas porque era um tal de telefonar que não parava mais. Como toda paciência tem limites, acabei perguntando qual era a razão de tanta agitação. Foi um dia quentíssimo e aquilo estava me deixando irritada. Mas eles não quiseram dizer nada e não davam sinal de que o vaivém fosse parar. Às cinco horas da tarde, os dois continuavam só de sunga do quarto para o banheiro, do banheiro para a cozinha, da cozinha para o balcão, etc. Não suportando mais e valendo-me da autoridade de madrinha, postei-me à entrada do banheiro e exigi que fossem para o banho e pusessem uma roupa.
Não posso criticar os filhos da Sandra e do Rui em termos de educação; eles me obedeceram e entraram no banho sem discutir. O banheiro social é equipado de um box muito amplo e os gêmeos sempre tomaram banho juntos. Bruno passou por mim e foi mais ou menos direto para o chuveiro, mas o Pedro ficou no meio do banheiro olhando para mim com um sorrisinho enigmático e, de repente, começou a me puxar e dizer que eu ia ter que tomar banho com eles. Tentei resistir, mas logo o Bruno saiu do chuveiro e veio ajudar o irmão. Gritei, me debati, mas não tive como lutar com dois marmanjões e acabei indo parar no chuveiro de roupa e tudo. Aproveitei para tentar sondar a razão de todo aquele alvoroço e perguntei como estava a praia. Eles se entreolharam rindo, mas desconversaram e só contaram o trivial. Logo percebi que a turminha devia ter aprontado alguma. Tentei pressioná-los, mas só obtive a revelação de que algo havia acontecido quando eles foram para a água com uma tal de Tatiana. Logo imaginei que o tema era sexo.
Em meio àquela conversa tão "instrutiva", notei que as sungas dos meus afilhados apresentavam volumes consideráveis e me dei conta do quanto eles estavam crescidos. Disfarcei minha surpresa perguntando se a tal Tatiana era a razão da "empolgação", apontando para as sungas com ar de desdém. Eles ficaram encabulados, sem saber o que dizer, mas logo o Pedro, que é mais atirado, foi baixando a dele e dizendo que não via nada de mais nisso. Seu pênis não estava duro, mas bem armado e grosso. Como o Bruno, mais tímido, não queria se desfazer da sunga, foi despido à força pelo irmão e ficou lá, parado, tapando o sexo com a mão, todo vermelho, enquanto o outro caía na pele dele, dizendo em tom zombeteiro que o irmão não podia nem ver um "boquete".
"Que linguajar é esse, Pedro?! Os pais de vocês sabem que vocês dizem essas coisas? E que história é essa? Isso foi hoje, na praia?", perguntei, séria. Acabei apurando que a tal Tatiana, que tudo indica não ser flor que se cheire, foi para a água com os dois e, não satisfeita com o lindo dia de sol, resolveu dar ao Pedro uma demonstração da sua habilidade bucal, e isso na frente do Bruno. Tudo ficou claro: os dois estavam excitados com os favores da sereia em meio às ondas! Fiquei olhando para os dois machinhos que eu tinha diante de mim, um mais ousado, exibindo a ereção com ar de desafio e o outro, mais tímido, mas não menos empolgado, tentando sem êxito fazer com que a sua passasse despercebida.
Pedro não tardou a botar as manguinhas de fora e dizer que agora era a minha vez de tirar a roupa toda. De fato, eu ainda estava vestida, o que não parecia justo. Como eu não tenho muito busto, considerei que não haveria problema em ficar de sutiã e calcinha, mas eles protestaram tanto e estavam tão bem-humorados que acabei concordando em tirar tudo. Sou muito cuidadosa com a aparência e, embora não me depile completamente, mantenho meus pelos aparados bem rasinhos; até porque são castanhos e uso muito biquíni. Mas assim que comecei a lavar minha calcinha com sabonete, percebi que o Bruno mal estava conseguindo conter uma ereção monstro. Fingi não ter percebido que ele pressionava o sexo com ambas as mãos para ocultá-lo. Quanto ao Pedro, me olhou sem nenhum pudor, mas logo voltou a implicar com o irmão.
Enquanto os gêmeos se engalfinhavam como cão e gato, olhei para eles com atenção. Como cresceram rápido! Parecia ter sido ontem que eu imobilizava os dois segurando-os pelos punhos! Agora, são dois grandalhões muito mais altos que eu, de peito largo, braços e coxas de aço e sexo plenamente desenvolvido. A verdade é que eles estão sexualmente maduros e é óbvio que, se o Bruno ainda se limita a ser um mero "espectador", deve estar sendo castigado pelos hormônios. Deve ter sido uma tortura para ele, coitadinho, assistir à cena do irmão sendo servido pela tal Tatiana. Mas que vadia, essa menina!
Perdida nessas considerações, custei a perceber que o Pedro tinha tirado a calcinha das minhas mãos... e vestido! De costas, as mãos nas ancas, ele estava rebolando com ela totalmente enfiada entre as nádegas brancas e lisas. Sorri vendo aquele "galalau" de calcinha, mas na verdade estava impressionada por ver o sexo do meu afilhado e, tenho que confessar, por descobri-lo tão dotado! Ele não estava rindo, mas também não estava sério; sua expressão era de expectativa. Ele queria continuar e não era brincadeira, mas queria minha aprovação e não tinha certeza de que a obteria. Seu rosto era de desafio e falso humor, apenas para que eu não levasse as coisas para o lado sério. Por sua vez, Bruno olhava alternadamente para mim e para o irmão, sem dizer palavra. Pela primeira vez desde que entrara no banheiro, eu não sabia o que fazer, estava perdendo o controle de mim mesma. Pedro estava muito próximo; eu sentia a presença pulsante do seu sexo a centímetros do meu corpo. Olhei para o Bruno, mas ele estava tão incapaz quanto eu de raciocinar. Contudo, não havia sinal de reprovação da parte dele; apenas, talvez, de surpresa diante desse irmão que estava ousando o inesperado. Consegui dedicar alguns segundos à minha tomada de decisão quanto a ficar ou sair do box.
Assim que o Pedro teve a certeza de que eu ficaria, despiu-se da minha calcinha, aproximou-se mais e ofereceu-me o seu pênis agora livre. Imediatamente veio-me à mente a lembrança do que fora o maior erro da minha vida, a breve ligação que eu tivera com o Rui, o pai dele. Não havia dúvida, o Pedro herdara do pai não só a autoconfiança como o dote e o vigor. Com as mãos espalmadas no ladrilho em cada lado da minha cabeça, ele roçou os lábios na minha orelha, esfregando-se em mim. Discretamente, empunhei seu membro grosso e comecei a masturbá-lo enquanto, com a outra mão, acariciei a pele rugosa e espessa do saco. A respiração ofegante dele não deixava dúvida: ele iria às últimas consequências. De repente, ele me abraçou e nos fez girar, tomando o meu lugar de costas para a parede, ao mesmo tempo que fazia um sinal para o irmão. Bruno veio cautelosamente me abraçar por trás, pousando o queixo sobre o meu ombro. Afaguei seu rosto manso sentindo seu pênis pulsar contra as minhas nádegas. Passei alguns instantes masturbando simultaneamente os dois, recebendo beijos e lambidas na nuca, nas orelhas, no pescoço, nos lábios. Pedro acariciou-me os seios entumecidos, depois a vagina, que não pude deixar de oferecer aos seus dedos ávidos que entravam nela e esfregavam-me o clitóris ao sair. Minha excitação disparou. Eu estava ofegante, me sentindo pronta como um animal no cio, mas apreensiva.
O golpe de misericórdia veio quando o Pedro procurou minha boca e enfiou sua língua profundamente nela, enquanto seu pau deslizava entre minhas coxas. Não havia mais como adiar o inevitável; eu estava pronta e ele sabia disso. Bastou que ele se abaixasse um pouco para me pegar pelas pernas, esperar que eu me enroscasse em seu pescoço para suspender-me e fazer-me descer sobre seu membro. Gemi quando me vi empalada no meu afilhado tão forte e viril, sentindo seu peito forte contra os meus seios e suas mãos enormes agarrando minhas coxas para me fazer subir e descer como se fosse uma menininha. A excitação já era tanta e seu pau me preencheu tão completamente que gozei quase instantaneamente, agarrando-o pelo pescoço, soltando o corpo em suas mãos e choramingando de prazer a cada estocada.
Por trás de mim, Bruno me acariciava as costas, a bunda e as coxas beijando-me o rosto, as orelhas, o pescoço, os ombros. Adivinhei seus dedos em contato com o sexo do irmão e me perguntei se esses gêmeos já teriam experimentado algo um com o outro. Mas meus pensamentos não se detinham por muito tempo em minha mente porque o pau encharcado do meu afilhado audaz entrava e saía furiosamente da minha vagina em chamas. Agarrada ao seu pescoço, eu mal conseguia manter os olhos abertos. Nosso ritmo tornou-se frenético e tive a impressão de que um orgasmo contínuo se instalara em mim. Sua resistência lembrou-me novamente a do pai dele, um dos homens mais resistentes que conheci, em matéria de sexo.
Só abri os olhos quando ouvi o Pedro pronunciar o nome do irmão e em seguida pousar-me no chão pedindo-me para me virar de frente para a parede e "empinar o bumbum". Foi a vez do Bruno penetrar-me, desta vez por trás, gentilmente, afagando-me o cabelo, dizendo que eu era a "dinda" mais linda do mundo. Embora ele tivesse um sexo grande como o do irmão, entrou em mim suavemente, com infinito cuidado. Docemente excitada, segui o movimento, acariciando o rosto do meu afilhado amável, virando-me para beijar seus lábios enquanto seu pênis preenchia-me a vagina e seus dedos esfregavam-me clitóris levando-me ao delírio. Percebi que com o Pedro eu fazia sexo e com o Bruno amor. Entreguei-me e sua gentileza devolveu-me a segurança relaxando-me profundamente.
Enquanto eu ainda estava embriagada pelo sexo com meu afilhado gentil, Pedro interrompeu-nos. Abri os olhos, adivinhando uma mudança brusca, mas eu estava por demais lânguida de excitação e amolecida pelos orgasmos para contestar. Ele afastou o irmão, em seguida abriu-me as nádegas e sua língua pôs-se a trabalhar vorazmente em meu ânus. Tentei dizer não, mas a convicção não foi suficiente porque, devo confessar, fiquei logo excitada demais com a sua língua e passei a desejá-lo assim, por trás. Ele ensaboou-me as nádegas e procurou o orifício com um dedo, que ele penetrou fundo e deixou lá até que eu relaxasse. Respirei fundo. Ele tornou a me ensaboar e senti desta vez a cabeça do pênis pressionando o orifício um pouco menos resistente. Relaxei-me ao máximo para facilitar a entrada e logo senti o repuxamento característico. Gemi alto, não tanto de dor, mas de susto com o grau da expansão, então o longo membro percorreu profundamente o meu reto, desnorteando-me de tesão. Minha cabeça começou a formigar e devo ter perdido a consciência por alguns instantes.
Quando voltei a mim, meu afilhado macho, meu afilhado viril e sem sentimentos ativara a sua máquina de guerra, o seu aríete, que me dilacerava a cada investida. Mas não posso negar que amei cada centímetro daquele diâmetro que me alargava como eu raramente fora alargada, proporcionando-me uma sensação indescritível. Tive vontade de falar como eu costumo falar com os meus amantes, mandá-lo me rasgar, meter mais e mais, foder como ele jamais foderia a tal garota impertinente que o chupara, mas fiquei encabulada e guardei para mim as palavras lúbricas. A cada retirada do pênis duro e grosso, eu tinha a impressão de que o Pedro arrastava com ele as minhas entranhas. Mas assim que o túnel aberto se fechava, eu imediatamente desejava de volta o que o abrira tanto. E ele logo voltava, para o meu maior prazer. Pedro arfava, gemendo muito e investindo com força, redobrando a velocidade dos vaivéns e a intensidade das investidas. Percebi que o seu orgasmo vinha chegando e me preparei para os momentos mais intensos. Ele acelerou, acelerou mais e mais, até explodir num gozo desvairado que me encheu de calor e inundou-me as entranhas. No estágio final, senti a base do membro ampliar mais ainda o orifício, abrindo-me como eu jamais fora aberta, e as últimas estocadas fortíssimas enquanto ele espremia meus seios e cochichava obscenidades em meu ouvido: "Está gostando, dindinha, de levar rola do Pedrinho, está? Fala que está gostando, fala!" Ao mesmo tempo que as palavras dele me incomodavam e até me ofendiam, me excitavam. Intimamente, eu não podia negar que estava sendo tão leviana quanto a tal Tatiana que o chupara na praia. Quando por fim ele saiu de mim, eu estava tão bamba que precisei apoiar-me no Bruno para não despencar no chão.
Abraçada ao Bruno, ainda ofegante, notei seu pênis ainda arqueado e grosso e tive vontade de fazer o que ainda não fizéramos. Beijei-lhe carinhosamente os lábios e inclinei-me para colher com a boca a glande ampla e rosada, logo admitindo o mais que pude do longo membro em minha garganta treinada por anos de casamento com um fanático por sexo oral. Bruno gemeu forte e agarrou-me pela cabeça, forçando-me a admiti-lo ao máximo, mas levou menos de um minuto para verter em vários jatos todo o seu esperma em minha boca. Degustei lentamente o sêmen generoso do meu afilhado gentil, deixando-o propagar-se em minha língua e impregnar-me as papilas antes de engoli-lo com lascívia. Em seguida, lambi avidamente o órgão grande e bem feito, até não mais sentir na boca o menor travo do sumo.
Meus afilhados saíram do chuveiro calados e eu também fiquei sem saber o que dizer por longos minutos, talvez vinte, trinta. Quando pus as ideias em ordem, chamei os dois e os fiz jurar que jamais contariam o que houve entre nós aos pais deles ou à irmã. Bruno me perguntou se o que fizéramos era incesto. Respondi que provavelmente não, já que não havia consanguinidade nem morávamos na mesma casa. Se eu fosse tia deles, a coisa seria diferente. Pedro confessou que sempre tivera vontade que aquilo acontecesse, mas não dei continuidade à conversa. Espero de todo coração que eles mantenham o juramento de silêncio porque a mãe deles é a minha melhor amiga e não quero perdê-la. Digo a mim mesma que cedi a um impulso e que isso nunca mais há de se repetir. Amanheci hoje pensando no assunto, aflita com a intuição de que ele não está encerrado.
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| "De fato, eu ainda estava vestida, o que não parecia justo." |

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