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Tatiana e Walter VI


6. Dois é bom, quatro é melhor

Na volta para Laranjeiras, Walter dirige de com a mão de Tatiana em sua coxa, roçando carinhosamente os dedos na sunga. Ela não fala muito, parecendo preferir ouvir seu corpo entregue à volúpia do que está por vir. Débora e Tomás, no banco de trás, contam suas aventuras no Rock in Rio II. Ela brinca de enfiar a mão por dentro da sunga do namorado que tenta impedi-la, nervoso.

    Chegando em casa, mal a porta se fecha, Tatiana se livra da canga e aponta a cozinha, indicando a geladeira a Débora e fazendo gesto de beber para que ela providencie cervejas. Quando ela entra na sala com quatro latinhas, Tatiana e Walter, sentados no sofá, interrompem um beijo lascivo. A ereção dele é explícita, mas ele parece não dar a mínima. Débora olha para Tatiana dando-lhe um sorriso cúmplice. Tomás encontrou a janela e está de costas para todos. É Walter que quebra o gelo, levantando-se para falar.
— Gente, ninguém mais aqui é criança, então não vamos fazer de conta que a gente veio para cá só para beber uma cerveja e papear, ok? A idéia é ficar à vontade e fazer o que quiser. Tatiana me disse que vocês não têm muita liberdade para ficar sozinhos de vez em quando. Então aproveitem que estão na minha casa e que a Tati e eu acabamos de nos conhecer, ok? Vamos tomar uma cerveja para desinibir e aproveitar essa chance.
— Eu não preciso nem de cerveja! exclama Tatiana.
— Então dá o exemplo, Tati. Mostra para eles.
— Tatiana puxa Walter pelo elástico da sunga, senta-se na beirada do sofá e libera o membro que fica pairando semiduro à sua frente. Ela desencapa a glande encharcada, toca-a com a ponta da língua e envolve-a completamente. Walter olha para o jovem casal como se lhes dissesse: "Estão vendo? Sigam o exemplo!"

    Débora aproxima-se de Tomás, que continua perto da janela, ainda um pouco inibido, dividido entre olhar para fora e para o sofá. Carinhosamente, ela invade com os dedos o elástico da sunga dele, acariciando a região pélvica logo acima do membro discretamente endurecido. Ele acaba sentando-se no "parapeito" da janela - baixo demais para merecer esse nome - e ela se encaixa entre suas pernas para beijá-lo. De vez em quando, o olhar dele cruza o de Tatiana, que continua sentada no sofá presenteando Walter com uma felação de mestre. Isso excita Tomás. Ele pede à Débora que se vire de frente para ele. Ela se reinstala em seu colo e ele começa a acariciar-lhe as coxas e seios, ainda por fora do biquíni. Débora cochicha em sua orelha e troca novos olhares cúmplices com Tatiana.

    No sofá, Walter está prestes a ter seu segundo orgasmo do dia, agora diretamente na boca de Tatiana, que não recusa nada e prossegue chupando ruidosamente.
— Quero te ver engolir, pede ele.
— Me dá tudo, ordena ela olhando-o nos olhos.

    Tatiana permite que o esperma escorra um pouco da boca para, em seguida, recolhê-lo com os dedos e sugá-lo, engolindo tudo diante do olhar atento do outro casal que continua excitando-se mutuamente sem ainda despir a roupa de banho. Findo o orgasmo, Walter se ajoelha no chão, tira a calcinha do biquíni de Tatiana, ergue-lhe as pernas escancarando-as e mergulha de cabeça em sua vulva encharcada. Ela reage agarrando-lhe a cabeça, revolvendo e puxando seu cabelo, como se pudesse forçá-lo a penetrar inteiro dentro dela. Ele pincela energicamente o clitóris enquanto introduz dois dedos na vagina melada, vendo Tatiana oferecer-se mais e mais, de pernas rebatidas sobre o corpo. A cada vez que Walter se afasta, focaliza os pequenos lábios vermelhos, bem expostos entre os dois grandes lábios brancos e carnudos, e, centímetros abaixo, o orifício raiado e pulsante que ele ainda ignora se Tatiana cede ou não aos seus amantes. Ele o prova com a língua. Ela tem um sobressalto acompanhado de um gemido expressivo, que denuncia o quanto a região é erógena para ela.
— Você gosta de lambida no cuzinho, Tatiana? pergunta ele, entre um toque e outro da língua.
— Mm-hm... adoro... Não está vendo como eu me derreto toda? Mas depois você vai tratar bem ele, não vai?
— Por quê? Você nunca deu a bundinha, não?
— Já, mas...
— "Mas" o quê?
— Mas tem que ir devagarinho... Promete? faz ela, dengosa.
— Claro, Tati, retruca ele dando um beijo no ínfimo orifício rosado.
— Ai, Walter... não sei não, geme ela, um poco nervosa.
— Mas vamos deixar isso para depois. Agora quero te levar para a cama.
— Então me leva que eu estou toda molinha.

    Walter ergue Tatiana do sofá ostentando uma monumental ereção e carrega-a como uma recém-casada, exibindo sua vagina comprimida entre as coxas. Eles entram no quarto sem fechar a porta. Excitadíssmo e agora mais à vontade, Tomás se livra da sunga e pede a Débora que também fique nua. Empunhando o membro avantajado, ele a põe de volta ao seu colo penetrando-a profundamente e arrancando-lhe um gemido. Agarrando-a pela cintura, Tomás beija a nuca da namorada, lambe suas orelhas, cochicha coisas eróticas e devora-lhe a boca. Débora sussurra-lhe que sente o pau grosso alargar-lhe a buceta enquanto os pentelhinhos fazem cócega em sua bunda. Eles ficam nesse abraço enquanto ouvem os gemidos que vêm do outro cômodo.

    No quarto, Walter está de pé contemplando o corpo deslumbrante de Tatiana. De quatro na cama e olhando para trás, para ele, ela espera impaciente, após semanas de fornicação no carro. Mas Walter não tem pressa. Ele a contempla, masturbando-se lentamente, percorrendo com os olhos o corpo tão sensual que ele está para possuir. O pequeno orifício, objeto dos temores de Tatiana, exibe-se agora a ele, deliciosamente pequeno entre os dois gomos abertos da bunda perfeita. Logo abaixo, a bucetinha se oferece sob forma de fenda no centro de dois generosos lábios carnudos que ultrapassam ligeiramente o plano das coxas.
— Parece um sanduichinho! brinca ele, examinando-a de perto por trás.
— O quê?, faz ela, intrigada.
— Tua bucetinha, assim, fechada, com os pequenos lábios vermelhos espremidos entre os grandes lábios brancos e carnudos. Parece um sanduichinho.
— Sei, mas estou achando que "alguém" não é muito guloso, retruca ela.
— Engano seu! Vou comer tudinho! Aliás, já vou dar a primeira mordida!

    E ele de fato abocanha os grandes lábios como se fossem os dois pães de um saboroso hamburger, pondo-se a lambê-la enquanto deixa um dedo distraído acariciar exteriormente o botãozinho anal. Ela geme, alucinada para que ele a penetre, mas ele não tem pressa e lambe a fenda de alto a baixo, sentindo Tatiana empinar-se ao máximo, contorcer-se e abrir as pernas na esperança de convencê-lo. Ele observa de perto essa flor que rega a si própria com o muco transparente que escorre da entrada. Ele torna a lambê-la, como se faz com um sorvete gotejante, detendo-se no pequeno orifício anal, espalhando nele o muco e percebendo na língua o seu relevo.

    Tatiana reage como a égua no cio que está sendo oferecida ao garanhão. Apreensiva e cheia de desejo, ela saltita, se contorce, geme, arfa, resfolega, sem conseguir entender por que Walter não a penetra de uma vez. Para acalmá-la, ele caminha por fora da cama e vai oferecer-lhe seu membro para chupar. Ela o ataca com fúria, acolhendo-o inteiro, engolindo o fluido que reveste a glande.
— Assim... Chupa gostoso... Você gosta da babinha? pergunta ele, testando sua resistência.
— Mm-hm, responde ela de boca cheia, consolando-se com mais essa preliminar.

    Na sala, Débora levou Tomás para o sofá e está trotando sobre ele, enquanto ele massageia seu cu penetrando-o com o dedo ao sabor dos movimentos. Ela gosta de trepar assim, de frente para ele, seus seios contra o peito dele e chupando sua língua. O pau de Tomás é muito grosso, mais confortável na frente do que atrás. Mas ela não dispensa esse estímulo anal que amplifica a excitação e multiplica os orgasmos. O que a impressiona em Tomás é sua incrível resistência. Enquanto ela goza sucessivamente, ele é capaz de continuar a fodê-la por um tempo que lhe parece interminável e praticamente decidir o momento de gozar. Ela então se sente livre para subir e descer nesse mastro grosso e incansável e desfrutar dele ao máximo. Tomás, por sua vez, entrega-se à volúpia das carícias e beijos, sem mostrar o menor temor de que a excitação desencadeie um orgasmo intempestivo. Ora agarrando Débora pela bunda, ora dedando profundamente o cu relaxado, ele a beija enterrando a língua em sua boca e sentindo os bicos intumescidos de seus seios roçando-lhe o peito liso.

    Enquanto isso, extasiado com a nova felação, Walter continua olhando para o corpo divino de Tatiana, dourado de sol, todo empinado e impaciente. Ele percorre a coluna admirando-se com a incrível curvatura que produz um efeito de garupa equina e projeta a linda bunda para cima. Tatiana, sem deixar de chupá-lo, olha-o esfaimada diretamente nos olhos, quase implorando pela penetração. Ele retira o membro de sua boca e lhe dá um beijo molhado, buscando sua língua.
— Você está me matando, Walter! Se você não meter, vou acabar terminando com a mão! Me fode agora, por favor!

    Isso dá a Walter a certeza de que ela está pronta para recebê-lo. Voltando ao pé da cama, ele testa a dureza de seu seu membro: não poderia estar mais rígido. Em seguida, ele pincela com a glande a vagina encharcada, espalhando bem o muco e procurando o ponto exato de entrada. Tatiana está imóvel, olhando para a frente como se tentasse antecipar a sensação de ser penetrada por esse membro que ela ainda não conhece e cujo calibre lhe parece grosso. Ela sente a extremidade arredondada e lisa percorrer sua fenda de alto a baixo, afastando os lábios rechonchudos para acomodar-se na entrada, avançar o suficiente para testar sua elasticidade, recuar e, finalmente, investir, alargando-a subitamente de cinco centímetros. Com um profundo gemido, ela tenta reestabilizar seu corpo firmando as coxas e braços, sentindo o coração palpitar.

    Enquanto o possante membro força mais a entrada e começa a invadi-la, Tatiana deseja que essa sensação dure para sempre. Ela fecha os olhos, sua boca saliva abundantemente, um arrepio percorre-lhe a espinha e ela se contrai para tentar impedir que o caminho seja percorrido muito rapidamente pela cabeçorra que avança cobrando mais e mais espaço. Quando o corpo de Walter vem bater contra o seu, consumando o ato e provando-lhe que ela é capaz de acolher completamente esse novo pau, uma expressão ilumina-lhe o rosto.
— Está gostoso? pergunta ele.
— Está me rasgando... mas é bom demais! diz ela, se contorcendo e gemendo como uma gata.
— Eu bem que notei que você tinha pouca abertura, Tati, mas como você parecia ter prática fiquei quieto.
— É que ele é grosso... Ahn! Não estou mais acostumada com um assim... Mas entrou e estou quase desmaiando de tesão... Fica um pouco dentro de mim, por favor... Ahh...
— Então morde mais o meu pau com a buceta, Tati... Assim... Gostoso demais.

    Na sala, Débora está estendida de bruços enquanto Tomás, recostado num braço do sofá com as pernas abertas e jogadas para cima, oferece-se à sua língua voraz.
— Teu cuzinho está tão salgadinho do mar, Tom!
— Então tira o sal todinho com a língua que depois eu vou tirar do teu, diz ele, entre gemidos, masturbando o grosso membro e contemplando a bunda estreita e empinada da namoradinha. Entre uma lambida e outra, ela abocanha seu saco, levando Tomás aos píncaros do prazer.
— Você nunca mais pediu meu dedo e eu sei que você gosta, Tom. Quer hoje?
— Débora… diz Tomás, embaraçado.
— O que? Relaxa, Tom.
— Quero, mas se eles vierem, você para, ok?
— Prometo. Mas, Tom, você tem que ficar mais à vontade aqui, porque pode ser que role alguma coisa diferente, deu para entender?
— Eu sei, eu sei…
— Tudo bem, mas faz um esforço. Promete?
— E ele? sussurra Tomás, apontando para frente.
— Esquece, finge que ele não está aqui. Lembra do que a gente combinou na praia? Agora levanta essas pernas, anda!

    Assim que ele obedece, Débora aplica o polegar na entrada do orifício e começa a introduzi-lo lentamente. Tomás fecha os olhos e progressivamente vai deixando que o prazer se instale.
— Adoro esse teu corpo de menino, Tom. Dá vontade de lamber todinho, diz Débora, contemplando a pele tão lisa liso do namorado enquanto seu dedo vai sendo tragado pelas pulsações anais.
— Ahn... Está gostoso... Quero gozar enquanto você faz isso... Chupa meu pau vai, por favor...

    Ela aquiesce e introduz na boca a grossa verga, chupando vorazmente. O prazer anal e oral combinados é tão intenso que a resistência de Tomás não demora a cair. Os jatos se sucedem na boca da namoradinha que se agita, sempre de bruços no sofá. Tomás, sentado em sua mão, acolheu inteiramente o polegar de Débora, e geme, duplamente estimulado. Quando os espasmos cessam, ela o convida a beijá-la. Eles compartilham o esperma, que viaja de uma boca à outra até que eles o engolem, terminando com um risinho.

    Os gemidos no quarto indicam que Walter está entregue há longos minutos a uma penetração de estocadas rápidas e profundas, batendo com força contra a bunda de Tatiana que tenta recuperar algum controle porque enquanto a penetra, Walter acaricia-lhe o anel róseo do cu, cospe nele e ameaça mergulhar-lhe o polegar.
— Você não dava esse cuzinho para os namorados, Tatiana?
— Ahn… mais ou menos... diz ela, vaga, entre duas vigorosas estocadas.

    Ela desconversa e começa a fazer movimentos lentos com as ancas, induzindo Walter a um vaivém mais suave. Ele desliza livremente na vagina superlubrificada que envolve estreitamente o seu pau. À medida que ele acelera, Tatiana emite cada vez mais líquido e seus gemidos aumentam. Walter nota que ela começa a masturbar-se, esfregando nervosamente o clitóris e dando-lhe palmadinhas. Ele então se retira dela e, indo até a mesinha de cabeceira, pega um estojo.
— Que é isso?, pergunta ela, intrigada.
— Surpresa. Você vai adorar. Não olha para trás, tá?

    Ela aquiesce e ele tira do estojo um vibrador em forma de zepelim, de cerca de dois dedos de diâmetro. Em seguida, ele volta a penetrá-la na buceta enquanto massageia-lhe o cu com a parte carnuda do polegar.
— O que você vai fazer? pergunta ela, entre gemidos, fazendo-se de desentendida e um pouc apreensiva.
— Vou te fazer gozar muito. Quer?
— Ai, quero! Quero ficar fraca de tanto gozar...

    Ele então encosta a extremidade arredondada do dildo no orifício anal e aciona o vibrador. Tatiana tem um sobressalto, mas logo entende e se entrega, confiante. A sensação é tão inusitada que em segundos ela é tomada por um orgasmo avassalador. Seus próprios movimentos fazem com que o cu acolha o vibrador mais profundamente, provocando-lhe uma sensação extremamente intensa.
— Ahhhh! Que loucura é essa, Walter? Nunca fiquei assim! Estou... estou até tonta! Ahn! Ahn!
— Mas está tudo bem, Tati? Posso continuar?
— Continua… continua... não para de meter nem tira o vibrador, pelo amor de Deus! Ahn!

    Controlando o vaivém do dildo anal, Walter concentra-se em seus próprios movimentos, fazendo-os bem longos e profundos. A cada vez que seu pau sai completamente, percebe o quanto Tatiana está excitada.
— Ah... não tira! choraminga ela, enquanto ele lhe dá batidinhas na bunda com a verga dura.
— Tua buceta está linda, Tatiana. Vermelhinha e encharcada desse jeito, parece uma flor cheia de orvalho.
— Ahn... Você vai foder muito essa florzinha, não, vai?
— E a outra florzinha também, se você deixar.
— Ai, não sei...
— Você não está gostando do vibrador?
— Estou, não é isso... Ahn… Continua assim, gostoso...

    Walter desconfia que Tatiana não queira revelar algum mistério sobre sua experiência com o sexo anal, mas decide não explorar o assunto por ora e se limita a deixar que o vibrador a excite ao máximo e prepare o terreno.

    Nos dois cômodos, a atividade é intensa para os quatro integrantes, que dão mostras de estarem apreciando muito o programa. Na sala, Débora, sentada ao lado de Tomás, com uma perna sobre a dele e brincando com seu membro interrompe um beijo.
— O que será que eles estão fazendo, Tom?
— Sei lá. Trepando como a gente, imagino!
— Ai, estou louca para ir dar uma espiada!
— Não faz isso! exclama ele nervoso.
— Que é que tem? É só uma espiadinha!
— Curiosa! Vai lá então.

    Pé ante pé, ela vai até a porta do quarto e depara com uma nova cena. Tatiana agora cavalga o Walter, saltitando na sela, gemendo a cada vez que ele espreme seus seios e lhe diz coisas obscenas.
— Trota no meu pau. Assim... Trota nele com essa carinha de quem adora uma rola grossa, vai...
— Ai, Walter, eu adoro mesmo. Me faz gozar outra vez... Me fode gostoso, Walter... Quero dormir exausta de tanto gozar nessa pica deliciosa...

    Ao ouvir isso, Débora não pode deixar de emitir um risinho, que não escapa à atenção do casal. Walter ergue a cabeça e sorri olhando amistosamente para ela, convidando-a a entrar com um grande gesto.
— E chama o Tomás! grita ele, extrovertido.