7. Dois mais dois são cinco
Tomás vem juntar-se à Débora
na entrada do quarto. Tatiana, um pouco inibida por ter sido
surpreendida em plena ação, limita-se a olhar a amiga, cobrindo o rosto com a
mão e fingindo vergonha.
— Até que enfim! exclama Walter. Terminaram o "aquecimento"?
Débora caminha até
a cama, entra nela de joelhos e, abraçando a amiga que continua sentada em seu homem, dá-lhe um beijo ruidoso na
bochecha, ajeitando-lhe o cabelo desarrumado. Desinibida, ela dá um apertão de leve no saco do Walter e termina com um tapinha no bumbum saliente da lourinha.
— Pode usar e abusar, ouviu, Débora! diz Walter, dando o seu recado.
Tomás observa da
entrada, ainda reticente. Como antes, ele é atraído pela janela e caminha até
ela, passando pelo longo guarda-roupa que ocupa uma parede inteira. A janela é
voltada para outros prédios da Rua das Laranjeiras. Walter olha discretamente
para o corpo claro vermelho de sol, as coxas musculosas e a bunda bem
feita, carnuda e lisa do rapaz. Não há muito que ver do lado de fora, portanto Tomás não
demora a voltar-se para dentro constatando imediatamente o quanto a sua namorada
se entrosa rápido com o casal de amigos. Enquanto Tatiana continua a
cavalgar, Débora afaga-lhe o cabelo e acaricia suas costas até o final, buscando o contato com o sexo do homem.
As
meninas são tão bonitas que Tomás decide começar como mero espectador. Ele se acomoda no parapeito da janela e se delicia com o espetáculo,
deixando seu sexo reagir livremente ao sabor da excitação. De vez em quando,
Walter olha para ele e, com uma piscadela cheia de sentido, convida-o a participar,
mas logo entende que ele quer assistir e dedica-se a integrar completamente
Débora a uma transa a três. Na primeira ocasião em que seu pau escapa de dentro
de Tatiana, ele segura as mãos da namorada e deixa Débora adivinhar o que se
espera dela. Gentil, ela olha com todo carinho para Tomás, em seguida para o imponente mastro de Walter que pulsa contra as costas da amiga. Sem
vacilar, ela o empunha, abocanha a glande para chupá-la uma vez e e repõe o grosso membro na vagina ensopada da
amiga, arrancando-lhe um gemido.
— Adorei, minha linda, diz Walter, inebriado.
— Eu sei!, responde ela, espevitada.
Tomás observa a cena calado enquanto seu pau pulsa tanto que o força a pegá-lo. A pergunta que ocorreria a qualquer
espectador é se, em seu foro interior, a atração de Tomás se estende ao sexo
desse parceiro de programa claramente mais maduro e confiante. Mas os gemidos
de um orgasmo intensíssimo de Tatiana tiram-no do devaneio e só então ele
percebe que Débora passou para trás da amiga e, estreitamente colada a ela,
massageia seus seios enquanto ela geme, se contorce e agita a cabeça.
— Goza gostoso, Tati! Quero nadar nessa buceta!, exclama o Walter, sem permitir que ela pare.
— Ai, está me matando! Fode! Fode! brada ela, trotando
e entregue ao êxtase.
Tomás decida enfim aproximar-se da cama e Walter observa novamente o
seu corpo liso e tão branco, parecendo impressionado ao ver de perto o volumoso
atributo sexual desse rapaz quase dez anos mais novo que ele. Pelinhos
castanhos claros muito bem aparados ornam o final da virilha formando um
estreito trapézio invertido, mas o saco é completamente liso e de cor rosada. Os
olhos fixos no grosso tronco encabeçado por uma glande comprida e de abas
largas não deixa a menor dúvida: Walter quer ver essa bela máquina de sexo
entrar em ação.
— Acorda esse colosso, Débora! brada ele, sempre
brincalhão, dirigindo-se à namorada do rapaz, que continua sentada sobre suas
coxas, afagando o cabelo da amiga ofegante.
Enquanto Tatiana repousa empalada em Wagner, Débora chama Tomás, que se aproxima dela por fora da
cama. Ela empunha o seu pau e o introduz na boca, chupando-o suavemente, mais
para molhá-lo e despertá-lo pela temperatura e pelo carinho da língua do que
pela intensidade. A resposta não tarda e o volumoso membro força seus
lábios, mal cabendo em sua boca. O saco perfeitamente depilado
destaca-se, amplo e redondo e espesso.
Excitado com a
perspectiva de enfim realizar sua fantasia grupal, Walter guia a
mão de Tatiana para que ela envolva esse belo instrumento com os dedos, o que surpreende agradavelmente a sua namorada. A beleza de Tomás
sempre a seduziu, ela tem fantasias eróticas com ele e chegou a sonhar com esse
momento. Com suas carícias, ela sabe que não haverá mais limite ao que ela
poderá desfrutar neste dia.
Débora, perspicaz, aproxima-es para dividir com a amiga o suculento pau do namorado.
Deliciando-se com essa alternância do belo colosso em duas bocas delicadas,
Walter volta a vigorosamente à carga, arrancando gemidos da Tatiana, que geme ao cavalgar apoiada com as mãos em suas coxas.
À certa altura, não mais podendo refrear seu desejo,
Walter faz com que Tatiana avance para que Débora assuma o lugar de amazona. Encharcada de tesão, mas ainda receosa quanto à reação de Tomás, Débora aquiesce, deixando-se discretamente
penetrar. Tomás não percebe de pronto porque está de olhos fechados, extasiado
com a felação que sua namorada continua a proporcionar-lhe. Tatiana, excitada com o
ménage enfim lançado, avança ainda mais e vai oferecer-se à boca ávida de Walter
que logo começa a devorar-lhe avidamente a buceta. São seus gemidos que despertam Tomás do transe. Constatando que agora é sua namorada que está sendo penetrada por Walter, ele
afunda o membro em sua boca puxando-a pela cabeça e sentindo-a trotar habilmente o outro homem.
A cena, o calor dos corpos, os gemidos de prazer e o
reflexo no espelho vão enchendo o quarto de uma atmosfera carregada de
erotismo. O grupo está harmoniosamente entretido e nada parece ser excessivo. A
excitação de Tomás dispara quando ele depara com o cu de Tatiana sendo revelado
por Walter, que, separando as nádegas perfeitas da lourinha, olha
para ele com ar malicioso. Inicialmente, ele interpreta o gesto como uma
sugestão do que fazer com Débora, o que o deixa um tanto apreensivo porque ela
costuma ser bem parcimoniosa quanto a essa variante sexual. Mas um gesto do Walter logo o faz descobrir que talvez a intenção seja outra, bem mais
inesperada. Enquanto ele procura um sinal que o certifique, Walter cochicha
alguma coisa na orelha da Tatiana e ela se vira, olhando significativamente
para Tomás. Não resta muita margem à dúvida.
Tomás retira o membro da boca da
namorada, beija-a voluptuosamente e a ajuda a desmontar. Tatiana
permanece literalmente sentada no rosto de Walter que continua a devorar-lhe a
buceta com profusão de ruídos. Tomás ainda hesita um pouco, mas um toque na
coxa o faz descobrir, na mão de Walter, um tubo de lubrificante. Débora,
ajoelhada na cama ao lado deles, dá uma risadinha.
— É o que você mais gosta, amorzinho! cochicha ela,
sorridente.
Tomás sorri de volta e lhe dá um beijo. Em seguida,
desatarracha a tampa e, espremendo a bisnaga macia, deposita uma boa porção de
lubrificante sobre sua glande, espalhando em seguida o produto por todo o
tronco do pau, como se se masturbasse. Tatiana, que já teve a oportunidade de
observá-lo, está excitadíssima e quase a ponto de ter outro orgasmo com a
língua de Walter que não para de fustigar-lhe os lábios e o clitóris. Assim que
ela se empina para oferecer-se a Tomás, sente os dedos do rapaz untando-lhe
abundantemente o orifício com lubrificante. Mais uma vez, ela se prepara como
uma fêmea no cio, encharcando a boca do namorado com descargas profusas.
Tatiana se imobiliza quando Tomás estabelece o
contato. Ela parece olhar fixamente o espaldar da cama, diante de si, mas é
mais provável que ela esteja apenas concentrando-se em relaxar o ânus para
acolher todo o diâmetro que está para alargá-lo. Tomás avança, ela geme em resposta. Débora massageia
por trás o saco do namorado e afaga a bundinha curta e rechonchuda tantas vezes
mordida e beijada por ela. Tomás investe novamente, segurando Tatiana
firmemente pelas ancas. O pau escapa. Débora então o empunha e o direciona
firmemente para o namorado. A cabeça alarga o orifício e Tatiana emite um
gemido longo e grave, numa clara demonstração de que a operação não será das
mais fácies. Tomás repete as tentivas, mas acaba pedindo à Débora que aplique
um pouco mais de lubrificante diretamente sobre seu pau. Ela faz isso e,
aproveitando o excesso de lubrificante nos dedos, massageia-lhe o cu e
penetra-lhe um dedo. Estimulado, Tomás investe novamente e a Tatiana cede finalmente ao grosso e membro que avança deslizando estreitamente pelo
anel. Ela se contorce, gemendo e choramingando. O vaivém se inicia em meio
a essa misteriosa combinação de prazer e dor.
— Caramba, Tomás! Teu pau é grosso demais!
— Quer que eu tire? pergunta ele, atencioso.
— Não, mas tá que tá! geme ela, suando.
Sem entregar os
pontos, Tatiana vai procurando relaxar-se e Tomás aplica mais lubrificante
sobre o tronco do pau, que acaba deslizando com mais liberdade. Mais alguns instantes e eles engrenam numa penetração prazerosa.
— Não pára, por favor, Tomás. Mete... Mais fundo... Me
fode com esse pauzão grossão... Assim... Assim... Não para... Ai, Tomás, que
gostoso! Nossa, Walter, o pau dele é... Ah, estou gozando! Ahn! Não para de lamber minha buceta... Ahhh!
Débora apenas espera pelo sinal de Tomás. Assim que
ele olha para trás, ela lhe introduz o indicador e o dedo médio no cu bem
untado de lubrificante. Ele empina-se convidando-a a ir mais fundo e, quando
ela chega ao ponto desejado, ele inicia um ritmo longo e regular que lhe
permite penetrar profundamente em Tatiana enquanto desfruta do estímulo anal pela
namorada. Ao mesmo tempo, ele não ignora que a estranha sensação em seu saco se
deve ao Walter, que agora consegue "tirar uma casquinha" do seu
dote. Quando, vez por outra, ele se imobiliza completamente cravado em
Tatiana, Walter consegue desfrutar de suas bolas antes de passar a língua pela
buceta da namorada, que entra na fase esperada de orgasmos sucessivos e otras cositas más. É que, embora, no caso dela, o
fenômeno não chame tanto a atenção, Tatiana não se sente muito à vontade de
dizer que faz parte do grupo restrito de mulheres que ejaculam em jatos.
O quarteto dá por terminada a deliciosa sessão de sexo grupal descansando lado a lado na cama, conversando e
trocando impressões. A primeira a falar é Débora.
— Não vai agradecer a Tatiana, Tomás? O Tomás adora comer um cuzinho, Tati!
— Ele acabou comigo, isso sim! Adorei, Tomás!
— Legal, Tati, responde o rapaz. É verdade que eu curto anal, mas…
— Mas eu sou apertadinha demais pra ele, sabe Tati? Não
é, meu gatinho? interrompe a Débora, com a cabeça em seu peito.
— Você diz que é, mas eu acho que é medo, argumenta o namorado.
— Isso é porque não é em você! retruca ela, aludindo muito sutilmente à "versatilidade" do namorado.
— Você comeu o cuzinho da Tati antes de mim, Tomás. O
privilégio merece compensação. Não é Débora? diz o Wagner encarando-os maliciosamente.
— Vamos pensar no caso, não é, Tomás? responde ela, entendendo a ambiguidade enquanto acaricia os pentelhinhos do rapaz que começa a corar.
— Estou morta! declara Tatiana, desconversando,
deitada de bruços e acolhendo como uma gata o carinho de Walter em sua bunda.
— Então era isso, hein! Você gosta de dar a
bundinha para os dotados!
— Pára, Walter! retruca ela, fingindo-se encabulada.
— Assim que você viu o Tomás "armado" quis
dar para ele, aposto, insiste o homem.
— O que não quer dizer que eu não vou dar para você. Só
não pode ser agora porque estou morta. Esse menino me deu uma surra!
— Morta a ponto de recusar uma balada? pergunta Walter.
A gente poderia sair para comer alguma coisa e tomar umas cervejas, o que vocês
acham?
— Legal, responde Tomás. Só não pode ser muito tarde,
senão minha mãe vai me encher o saco o domingo inteiro. Eu ainda moro com meus
pais, mas ela ainda não entendeu que eu cresci.
— Xi, é mesmo! A mãe do Tomás é f..., endossa
Débora.
— Vocês não podem avisar que vão ficar para dormir?
sugere Walter. Lugar não é problema!
— Não sei..., responde o rapaz, reticente.
— Ah, gatinho, liga para a tua mãe! suplica a namorada. Eu posso ficar; só preciso ligar avisando.
— Bom, vou ligar lá da sala para me concentrar na desculpa, diz o rapaz já se levantando.
Ele volta minutos depois, iluminado.
Ele volta minutos depois, iluminado.
— Está tudo bem. Eu disse a ela que vou dormir na casa
de um colega.
— E agora, chega, diz Walter. Vamos descansar um pouco senão ninguém vai ter coragem de sair para comer.
Exaustos, os dois casais acabaram caindo num sono profundo até cerca de 23h30. A roupa do Walter caiu como uma luva em Tomás e foram todos a um barzinho no Leblon. Comeram, beberam e conversaram como se se conhecessem desde sempre. O domingo prometia ser ainda mais rico de experiências que esse sábado inesquecível.