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Nossa Deliciosa Amante


Ah, como é bom lembrar da Mariana! Ir à casa dela era uma das coisas de que eu mais gostava nos momentos finais do que chamam de adolescência. Meu  amigo Marcos e eu tínhamos uma atração louca por aquela vizinha morena de olhos de jade, peitinhos lindos e bundinha empinada que ela não se inibia de destacar mesmo sendo casada. Depois que estivéramos lá pela primeira vez para ajudá-la a deslocar um móvel pesado, ela passara a nos chamar para quebrar todo tipo galho: mudar o botijão de gás, trocar lâmpadas, puxar móveis e até ir à feira ou ao supermercado para ajudá-la a carregar as bolsas. Éramos mais novos que ela, mas nem tanto, talvez uns cinco anos apenas. O que enganava era o fato de ela ser recém-casada. Aliás, era raríssmo vermos o marido, um engenheiro que passava duas semanas por mês numa plataforma de petróleo.

Certo dia, Mariana me ligou pedindo ajuda para trocar os espelhos dos interruptores e tomadas por outros que ela acabara de comprar. O apartamento de dois quartos, sala, cozinha, banheiro e varanda tinha umas trinta dessas placas velhas e amareladas e ela queria fazer uma surpresa ao marido que chegaria no dia seguinte. Liguei imediatamente para o Marcos e minutos depois estávamos tocando a campainha e sendo atendidos por ela, toda sexy, como de costume.

— Oi, lindões! Vieram rápido!

— Assim que o Felipe me ligou, retrucou o Marcos.

— Felipe, você pode começar por aqui mesmo. Vou pegar o material.

— Tudo bem! respondi prontamente.

— Marcos, você vem comigo.

Your wish is my comand! soltou ele, caprichando na pronúncia.

Fiquei esperando do lado de fora, com a porta aberta. Instantes depois, ela voltava sozinha com o material. Enquanto ela se aproximava, passei rapidamente os olhos pelo seu corpo que um shortinho de lycra e um top exíguo deixavam praticamente todo exposto. Mariana me abraçou e beijou carinhosamente, resvalando os lábios na comisura dos meus. Quando ela voltou para dentro, pude apreciar melhor a bundinha moldada pelo short tão justo que a dividia em dois gomos curtos e projetados, de redondeza perfeita. Pus-me imediatamente ao trabalho jurando não mais perdê-la de vista naquele dia.

Devemos ter trabalhado em silêncio e com afinco por cerca de uma hora e meia, ao som de sinfonias de Beethoven que a Mariana punha num impressionante toca-discos com regulagem estroboscópica de rotação e tampa acrílica. À certa altura, ela chamou da cozinha.

— Vocês dois são maiores, né? Posso pegar cerveja ou tem que ser refrigerante?

— Eu tenho dezoito. O bebê é ele! brincou o Marcos.

— Muito engraçado! fiz eu, fingindo zanga. Fiz dezoito há um tempão!

— Eu pergunto porque vocês sabem como anda esse mundo doido, não é? Daqui a uns anos, a pessoa vai poder trocar de sexo aos dez anos, mas não se pode comprar uma cerveja aos dezessete!

Rimos juntos de algumas idiotices e contrasensos da atualidade, e foi nesse momento que deduzimos a idade da nossa anfitriã. Ela se tornara professora aos vinte e dois anos mas só trabalhara dois anos e parara naquele ano para se casar e ter filhos.

— É sério? Pensei que nao existisse mais dona de casa! brinquei.

— O Robson é engenheiro, ganha bem, é careta e prefere que eu não trabalhe. E, quer saber de uma coisa? Foi melhor. Dar aula para criança, hoje em dia, é um terror. Os pais ficam em cima, é impossível manter a disciplina, não se pode falar de nada livremente... Até algumas palavras são proibidas, e não estou falando de palavrões! E como estamos planejando ter um primeiro filho, até que foi bom.

Uma série de bips ressoaram na cozinha. Mariana espichou-se toda para tirar pasteizinhos do micro-ondas encrustado numa prateleira alta. Contemplando o seu corpo, me dei conta de que passar o dia com uma mulher linda como ela era uma sorte única! Marcos e eu nos entreolhamos, ele sorrindo maliciosamente.

Cerca de meia-hora depois, voltamos ao trabalho. Recomecei pelo corredor e eles foram para os quartos. Precisei de um alicate e fui em busca da Mariana. Quase chegando a um dos quartos, ouvi sussurros. Espiei discretamente e vi os dois aos beijos num dos cantos, Mariana tentando evitar uma mão que tentava insinuar-se por dentro do short.

— Para, Marcos! Isso não! sussurrou ela, inquieta.

— Deixa, vai, só um pouco! cochichou ele, suplicante.

— Está bem, mas só passar a mão!

— Hmm! Molhadinha! Segura no meu pau, vai, pediu ele, já abrindo a bermuda.

— Está louco? Fecha isso! E se o Felipe entrar?

— Se entrar, entrou. Ele é meu amigo e você gosta dele. Acho até que gente devia chamá-lo.

— Não precisa, já estou aqui.

Mariana olhou bruscamente para trás e deu comigo parado na porta. Na hora, me senti um pouco traído ou deixado em segundo plano, mas eu era consciente de ser o mais retraído dos dois, então sabia administrar esse tipo de situação que eu vivia com frequência. Enquanto isso, o Marcos, mais descolado e indiferente ao flagrante, deliciava-se com o odor e o sabor dos dois dedos úmidos que ele usara para explorar as regiões inferiores da Mariana.

— Gente, acho melhor parar, pediu ela, agitada, ajustando o short.

— Que besteira! soltou o Marcos, tentando agarrá-la e sendo repelido por ela. Vai me dizer que você não está gostando!

— Não é isso, mas... eu sou casada, lembra?

— E daí? A gente só está se divertindo, objetou ele, voltando a tentar tocá-la e sendo interceptado por uma mão nervosa.

Até ali, eu estivera dividido entre apoiar meu amigo ou atender aos temores da Mariana, mas as palavras dele e a incerteza dela despertaram em mim a vozinha da consciência: "É agora ou nunca!"

— Ele está certo, Mariana. Não tem mal nenhum, é só brincadeira.

— Está vendo? Se o Felipe, que é o Felipe, pensa assim...., arguiu o Marcos.

Parcialmente convencida, Mariana afrouxou a guarda. Aproximei-me dela por trás e puxei-a pela cintura enquanto Marcos, já parcialmente despido e muito excitado, recomeçava a beijá-la e acariciá-la entre as coxas. Minha ereção foi imediata em reação à firmeza da bundinha que saltitava a cada susto que a Mariana tomava com a exploração digital do meu amigo. Beijei sua nuca delicada enquanto procurava a barra do top para retirá-lo por cima. Ela ergueu os braços para facilitar-me a tarefa e assim que os seios saltaram livres, Marcos atacou sugando-os com avidez enquanto eu a livrava do shortinho e descobria uma minúscula calcinha fio-dental vermelha profundamente enterrada entre os dois gomos deliciosos. Em instantes estávamos os três nus esfregando-nos sofregamente.

— Ai, assim vocês vão me deixar louca! gemeu ela, deixando-se beijar ora por um, ora por outro sem saber como lidar com o duplo assédio.

— Chupa o meu pau, pediu o Marcos, beijando-a e apertando-lhe os bicos entumescidos dos seios perfeitos.

— Não! Aposto que vocês não tomaram banho e estão com o pinto cheio de "queijo"! Eu tenho irmãos, sei como é isso!

A um sinal do Marcos, sumimos porta afora para ir tomar uma ducha relâmpago que só fez estimular mais nossas ereções. De volta ao quarto menos de cinco minutos depois, Mariana levou-nos até a cama puxando-nos pelo pau como dois cachorrinhos na coleira, sentou-se na beira e recuou um pouco para admirar nossos corpos, sorrindo-nos, claramente satisfeita, antes de por-se a chupar alternadamente, acariciando sacos, coxas e bundas e vez por outra oferecendo-nos a boca entreaberta que beijávamos gulosamente sem pensar na velha gozação de estar chupando pau "por tabela".

Foi mais uma vez o Marcos que tomou a iniciativa pedindo à Mariana que ela se deitasse e erguesse bem as pernas, o que ela fez um tanto intimidada. Em seguida, ele empurrou-as contra o corpo dela, abrindo-as, o que expôs a vagina depilada e bem feita da qual emergiam as bordas delicadas dos pequenos lábios vermelhos, intumescidos e brilhantes. Mariana tentou discretamente ocultar o outro orifício com as costas da mão, mas foi em vão. Notei que ela enrubescera, mas Marcos, indiferente a essas sutilezas, pôs-se a devorá-la com tanta gula que ela rapidamente esqueceu a timidez.

— Ai, meu lindão, que delícia! Lambe! Ass-sim! Lambe a minha bucetinha, vai! Passa a língua no meio! Assim! Ai, que gostoso! No cuzinho também é bom demais! Enfia a  pontinha da língua. Assim! Que gostoso!

Mariana agora entregava-se sem restrições. Éramos seus homens, seus dois machos, e ela estava decidida a tirar todo proveito da nossa companhia. Seus gemidos foram intensificando-se e ela agitou-se, chutando o ar com as pernas.

— Nossa, estou g-gozando! Não para! Hmm!

Marcos engrenara como uma máquina de dar prazer, afundando a língua na fenda aberta e lambendo-a de alto a baixo intensamente. Ele não só levou Mariana ao orgasmo como teve maturidade para deixá-la desfrutar do seu prazer até o final. Eu passara para o lado dela na cama e lhe oferecera meu pau a chupar, mas a intensidade do clímax impediu-a de continuar. Mergulhado na vulva encharcada, o Marcos erguia de vez em quando a cabeça trazendo na língua um fio espesso e transparente. De pernas trêmulas, ela choramingava como uma garotinha desamparada.

Adivinhando a etapa seguinte, fui ajoelhar-me com a cabeça da Mariana entre as pernas e puxá-la pelos tornozelos para mantê-la na mesma posição e liberar as mãos do Marcos. Ela olhou para cima procurando meu olhar enquanto ele forçava o pau para baixo e o direcionava apontando a fenda. Estabelecido o contato, ele afundou-se nela de uma vez e até o fim.

— Aaaaaah! fez ela.

— Doeu? perguntou ele.

— Não, mas ele é grosso. Continua, fode bem gostoso, vai!

Assim que o Marcos encontrou um ritmo regular, Mariana pediu-me que avançasse um pouco. Eu continuava por trás dela, puxando-a pelos tornozelos. Ao avançar, fiquei praticamente sentado sobre seu rosto, um pouco apreensivo porque ainda não experimentara nada semelhante em minhas poucas explorações sexuais com namoradas. Com as mãos espalmadas em minha bunda e abrindo-a com os polegares, Mariana pôs-se a lamber sem medo, gemendo a cada arremetida do Marcos, que parecia estar longe de uma ejaculação precoce. De vez em quando, ela me perguntava se "estava bom" e eu aquiescia, transtornado com o prazer inovador causado pela língua quente e ágil que pincelava o meu orifício inexplorado provocando pulsações involuntárias. Acabei soltando suas pernas e vi-me praticamente deitado em posição de 69 sobre seu corpo, surpreso com a intensidade da excitação que a sua língua me provocava. Tentei disfarçar esse prazer para evitar que o Marcos fizesse algum comentário constrangedor. Passados alguns minutos ele anunciou, resfolegante...

— V-vou gozar!

— Dentro não! berrou ela por baixo de mim.

Marcos retirou-se prontamente dela e, empunhando o pênis como se dominasse um potro selvagem, pôs-se a ejacular como se regasse um canteiro, em jatos densos que chegavam à altura dos seios da Mariana deixando filetes translúcidos na barriga. Assisti ao espetáculo de camarote, observando meu amigo contrair-se todo enquanto seu membro disparava o esperma que a Mariana recolhia aqui e ali com os dedos, levando-o à boca e engolindo diante dos nossos olhares embasbacados.

— Mas que putinha! disse ele, passando-lhe o polegar no clitóris.

— Ah, quero guardar de lembrança! disse ela lambendo um dedo e revirando os olhos de excitação.

Enquanto eles tomavam uma ducha, fiquei perambulando pelo apartamento. A cada passo, eu sentia o efeito das lambidas da Mariana. Meu ânus estava úmido e escorregadio, outra sensação nova para mim. Percebi ao tocar-me que a ponta do dedo entrava facilmente. Tive vontade de masturbar-me assim, como faço no banho às vezes, mas isso estragaria tudo. Minutos depois, eles saíram do banheiro e me chamaram. Estavam com um ar conivente, um sorriso misterioso nos lábios.

— Que foi? Que cara é essa? perguntei, dirigindo-me ao Marcos.

— A gente vai fazer uma coisa, respondeu ele.

— Que você vai adorar! completou ela.

— Ah é? Fala!

— Você vai ver. Senta ali no sofá, ordenou ele.

Sentei no meio do sofá e olhei para eles. Mariana aproximou-se e montou em mim de frente, pousando as mãos em meus ombros. Em seguida, posicionando meu pau com a mão, empalou-se profundamente, ficando sentada sobre minhas coxas. Acariciei-lhe os seios e devorei-lhe a boca enquanto ela começava a cavalgar suavemente. Marcos, que nos observava de pé, aproximou-se dela por trás. Adivinhei do que se tratava quando ela gemeu intensamente.

— Aiê! Devagar, né! Eu já disse que o teu pau é grosso! protestou ela.

Marcos sodomizou-a em pleno trote. Estávamos realizando a primeira DP de nossas vidas. Sentado sob os dois, eu não tinha muita liberdade de movimento, mas ela podia subir e descer e ele estava livre para iniciar o vaivém que a faria subir pelas paredes.

— Fode meu cuzinho, fode meu cuzinho, fode meu cuzinho... repetia ela, infinitamente, com uma vozinha choramingada e quase inaudível.

Meu amigo e eu estávamos radiantes com a aventura. Agora éramos parceiros também no sexo e ao que tudo indicava, nossa dupla estava agradando. Admirei mais ainda esse amigo ousado. Sem o primeiro passo dado por ele, não teríamos chegado até aquele ponto. Vendo-o arrancar tanto prazer da nossa amante, fui tomado por um desejo ambíguo. Com a Mariana em meu colo, eu tinha tudo ao alcance das mãos. Comecei então a acariciar-lhe o alto das coxas, deslizei até as costas e desci até conseguir resvalar discretamente as pontas dos dedos no membro em ação do meu amigo. Ele não percebeu de pronto, mas acabei tocando a sua virilha com as costas da mão e não pude mais esconder o jogo. Um sinal seu bastou para encorajar-me a empunhar o pau que emergiu vibrante e molhado das entranhas da Mariana. Ela não percebeu a manobra, até porque eu anunciara anteriormente que queria tocá-la enquanto a penetrávamos, para avaliar a abertura. Mas fiquei tão excitado que tive medo de gozar dentro dela e retirei-me com a sua aprovação.

— Aaaah! Vou gozar! gemeu o Marcos.

— No cuzinho pode. Goza bastante, pediu ela, olhando para trás.

Mais livre, Mariana pôde erguer-se um pouco nos joelhos, ainda apoiada nos meus ombros, oferecendo-me seus deliciosos peitinhos cônicos enquanto recebia em delírio as investidas da grossa verga do Marcos. Seus gemidos ásperos foram aos poucos transformando-se em "Ahn... Ahn... Ahn..." de puro prazer. Quando tudo acabou, ela desabou no sofá, exausta com a "surra", repousando a cabeça em minhas pernas, brincando com meu pau amolecido enquanto Marcos afundava-se uma vez mais entre suas coxas para lambê-la como um gato.

— Você não tem nojo de nada, não é, Marcos? perguntou ela, admirada.

— Acho que não, de nada. Lambo e engulo na boa. E você?

— Também gosto.

— Sério? perguntei, vivamente interessado.

— Sério, meu lindo. Por quê?

— Porque eu ainda não gozei, então estava pensando se...

— É mesmo, Mariana, você tem que fazer um agrado ao Felipe! cobrou o Marcos.

Mariana pensou durante uns instantes, olhou para o Marcos, para mim e, fazendo a expressão marota que começávamos a conhecer bem, falou.

— Vocês fizeram tudo que quiseram, não é? Agora é minha vez de pedir.

Nos entreolhamos intrigados enquanto Mariana levantava-se para dirigir-se a nós dois. Eu continuava sentado no sofá e Marcos de pé.

— Gente, acho que seria legal a gente viver coisas diferentes também, quebrar tabus. Eu percebi que vocês se tocaram enquanto a gente fazia DP, então...

— Hã? Não estou entendendo, falei, fazendo-me de desentendido.

— Nem eu. Como assim "vocês se tocaram"? indagou o Marcos.

— Bom, deixa pra lá, não vou insistir nisso, vocês é que sabem.

Marcos já estava pronto para mudar de assunto ou talvez até mesmo voltar ao trabalho, mas eu de fato ainda não tivera um orgasmo e estava interessado não só em continuar, mas estava atento ao que a Mariana ia dizendo porque, no fundo, eu sabia que ela tinha razão.

— Continua, Mariana. A gente só não estava entendendo bem.

— Tudo bem. Só vou dizer o que eu gostaria que vocês fizessem.

Um tanto apreensivo, incapaz de continuar sentado, levantei-me. Marcos, ao contrário, deitou-se no sofá bocejando e espreguiçando.

— Você acha o corpo do Marcos bonito, Felipe? lançou ela, de chofre.

— Acho, respondi, francamente.

— Você já ficou excitado pensando nele?

— É jogo da verdade, é? disparou o Marcos, insolente.

— Não vou mentir. Já fiquei, sim, respondi.

— E você, Marcos, já sentiu tesão vendo o corpo do Felipe?

— Ah, sei lá... Talvez vendo a bunda dele, disse ele, zombeteiro.

— Para com isso, cara! exclamei, encabulado.

— Se vocês são amigos, têm que poder falar de tudo.

Percebi que a conversa ia descambar para algo constrangedor. A Mariana tinha visivelmente percebido que a nossa intimidade ultrapassava certos limites. Eu não teria problema em admitir isso para ela, mas o Marcos jamais reconheceria que tivera experiências com alguém do mesmo sexo, principalmente pelo fato de que ele fazia questão de exibir-lhe a figura do garanhão, do macho alfa inveterado. Ele não estava preparado a admitir essas coisas e a Mariana estava claramente levando a conversa para esse tipo de confissão.

— Olha, acho melhor a gente voltar ao trabalho, sugeri, tentando salvar a pátria.

— Concordo! lançou o Marcos.

— Ah, tudo bem, deixa para lá. Vamos tomar um banho, Felipe?

Ufa! Que alívio! Ainda bem que a Mariana tinha bom senso. Hoje sei que ainda estávamos longe de formar um "trio bi". Fiquei feliz com o convite dela, mais do que justo, já que eles haviam tomado um banho sem mim. Debaixo do chuveiro, ela me beijou carinhosamente dizendo que me achava bonito e gentil. Em seguida, sentando-se na borda da banheira, puxou-me e pôs-se a chupar lentamente o meu pau enquanto ensaboava minhas coxas e a bunda. Eu não disse nada ao sentir um dedo seu avançar e tentar penetrar-me quando ela acariciou-me o saco, mas essa incursão conjugada ao vaivém da boca em meu membro tão teso causaram-me um prazer de tal intensidade que não pude evitar um gemido. Percebi que eu não tardaria a gozar, e ela leu meus pensamentos, antecipando-se.

— Pode gozar à vontade, está bem, meu lindo.

— Sério? Na sua boca?

— Hãhã. Posso continuar com o dedo?

— Pode, está gostoso.

Ela continuou a chupar, a acariciar minha bunda e a explorar meu cu inicialmente com um, depois com dois dedos, até levar-me a um copioso orgasmo que ela acolheu todo na boca. Quando terminei, ela levantou-se e beijou-me lascivamente, passando para a minha boca o conteúdo da sua. Engoli parte do meu esperma e ela o resto, num beijo final.

— Você é um tesãozinho, meu lindo.

— Você é que é, retruquei.

—  Olha, eu juro que isso vai ficar entre nós, mas, me fala, você e o Marcos já... Não é?

— Já sim.

— Você deu para ele?

— E ele para mim.

— Eu sabia. Esse jeito dele de só querer mostrar o lado garanhão... Ele é igualzinho ao Robson, meu marido, e eu sei que o Robson já foi passivo com um amigo. Mas isso tudo fica entre nós, assunto encerrado. Eu só queria ter certeza.

— Tudo bem, respondi, sentindo-me leve. Vamos lá continuar a trabalhar?

— Vamos! Estou adorando passar o dia com vocês.


"Ah, como é bom lembrar da Mariana!"


Comentários

  1. Mas que dia gostoso esses três tiveram, hein! Como você anunciou, o conto é leve, sem a atmosfera carregada tão comum aos textos eróticos. Ele nos faz relembrar a descontração da juventude e o sexo como meio de se divertir e de consolidar amizades. Gostei muito!

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