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Fantasias da Norinha


  Tudo começou quando a minha nora Ana passou a vir aqui em casa sozinha, sem meu filho, a pretexto de me fazer companhia. Como sou viúvo - um jovem viúvo cinquentão, não obstante viúvo -, achei gentil da parte dela. Embora eu tenha relações esporádicas, sinto-me bastante só em casa. Quando o dia está bonito, passamos umas horas na piscina, depois comemos juntos e ela vai embora quando o meu filho liga avisando que está para chegar em casa. Somos vizinhos de bairro, então ela vem a pé.

Já fazia cerca de seis meses que a minha nora vinha me visitar regularmente quando aconteceu algo que, embora previsível, foi inesperado. Já tínhamos muita intimidade, nossas conversas abordavam todo tipo de assunto inclusive os mais pessoais. Ela sabia que podia confiar em mim e não se privava de fazer confidências. Aninha tem 25 anos, é muito bonita e estava usando um bikini novo, amarelo, perfeitamente adequado à sua tez morena clara e ao cabelo castanho. Eu já fizera os elogios que a lisongeavam pela discrição e delicadeza, mas senti a necessidade de fazer um comentário sobre o novo bikini, cuja parte de baixo desaparecia literalmente entre as nádegas. Ainda me lembro bem do teor da conversa.

— Teu marido não se zanga de te ver com esse bikini, menina? perguntei em tom brincalhão.

— E como, Carlos! Ele só me deixa usar isso em casa!

— Ah! Foi o que imaginei.

— Mas, sinceramente, é tão "indecente" assim?

— Aninha, não vou ser hipócrita, qualquer homem adoraria estar em companhia de uma mulher bonita e agradável como você, mas esse bikini mexe com a libido da gente!

Deitada de bruços na espreguiçadeira ao lado da minha, ela olhou para trás com ar incrédulo, como se não estivesse consciente do efeito provocado pelo seu corpo deslumbrante.

— Mas ele é feito para ser "enfiadinho", Carlos! A ideia é não tapar o bumbum.

— Nada contra, mas entendo que o Bruno se oponha que você use em público. E, me diz uma coisa, esse "fio" não incomoda em nada?

— No começo estranhei porque ele roça um pouco lá no fundo, mas a mulher tem que acostumar com tanta coisa, não é mesmo?

— E na frente é quase um tapa-sexo!

— Haha! É bem por aí! Mas fica bem ajustado.

— Vocês são corajosas de ir à praia quase nuas.

A conversa ilustrada pela presença dela foi-me excitando, e a última coisa que eu queria era que isso transparecesse, mas minha nora não tinha papas na língua.

— Mas Carlos, cá entre nós, seu filho saiu a você. Ele fica desse jeito aí quando se "empolga" na praia. Não consegue esconder!

— Q-quê? "Desse jeito" como?!

Eu disse isso flexionando discretamente uma perna para fazer um anteparo ao que minha nora parecia ter reparado. Meu membro avantajado sempre me dera trabalho em momentos embaraçosos.

— Relaxa, sogrão! O Bruno é teu clone. Estou me sentindo ao lado dele no futuro!

— Quer dizer que eu posso me orgulhar?

— Se pode! Ele me esgota!

— A mãe dele dizia a mesma coisa de mim, coitada. Mas me diga, vocês têm uma boa vida conjugal? Me desculpe a intromissão, mas você gosta de tudo em matéria de sexo?

— E eu lá tenho escolha, com o Bruno? Oral, anal, espanhola, tapinhas, brinquedos... E não vá dizer que eu comentei sobre isso, mas até de xixi ele gosta.

— É bem a cara dele. Quando novo, ele não saía do banheiro!

Eu queria mudar o rumo da conversa, mas o olhar da minha nora viajara dos meus olhos até a cintura.

— Você é saudosista, Carlos. Essas sunguinhas, ninguém mais usa, disse ela, apalpando com os dedos a borda de uma das bocas.

— Pois é, só o pessoal de natação ou a turma mais velha. No meu caso é saudosismo mesmo porque o meu pai deixou uma coleção para mim. Ele comprava isso aos montes e não chegava a usar. Você sabe que o avô do Bruno era um verdadeiro garanhão, não sabe?  

— Eu sei! Ele me contou que o avô era um grande conquistador. Mas francamente, não sei como os homens tinham coragem de exibir esse volume na frente! Parecido com isso, só colã de bailarino!

— É isso mesmo! Haha! Bem lembrado!

Quando dei por mim, eu estava olhando a protuberância na minha própria sunga e tocando-a como se estivesse mostrando um objeto qualquer.

— Xi! Desculpa, Ana! Devo estar gagá!

— Caramba! Já se empolgou tanto assim? Ha! Ha!

— N-não, é que...

Eu estava roxo de vergonha, mas não havia mais razão para tentar esconder o meu estado porque bastou-lhe estender o braço para pousar a mão diretamente sobre o objeto da nossa atenção.

— Tal pai tal filho! disse ela, alisando a região proeminente.

— Menina, menina... não abusa!

Eu estava sensível ao menor comentário depois daquele contato tão ousado. Embora a Ana fosse minha nora, éramos adultos e a minha atração por ela era inegável. Ela continuou me acariciando, indiferente à reação involuntária do corpo. Quando a pressão da sunga tornou-se desconforto, não pude me conter.

— Assim, a fera vai acabar rebentando a jaula!

Não precisei falar duas vezes. Ela mesma se encarregou de libertar o animal que saltou armado e deitou-se de barriga para cima com a cabeça pousada em meu umbigo.

— Acho que o teu ainda é maior que o do Bruno, disse ela com ar perscrutador. Quanto mede?

— A última vez que medi - faz séculos -, dezenove de por cinco. Você está familiarizada com essas medidas?

— Claro! Comprimento e diâmetro. Medi o de alguns namorados, inclusive o do Bruno.

— Safadinha! O dele é menor que isso?

— Pouca coisa, mas não vou ser eu a dizer quanto mede o pau do teu filho!

— Ele dá trabalho, pelo que você disse.

— Me deixa desancada! Ele custa muito a gozar. Fico morta depois de fazer amor com ele.

— Esse filhão! Nunca me enganei com ele. Haha!

Ela sentara-se virada para mim e manipulava gentilmente o meu membro agora ereto, olhando-o atentamente.

— Posso puxar a pele? Estou curiosa.

— Fique à vontade.

Excitado como eu estava, não faltou lubrificação para suavizar o recuo do prepúcio que deslizou de uma vez até ficar retido pela aba da glande.

— Uau, Carlos! Que cabeça é essa?!

— Grossa, não é?

— Põe grossa nisso! Posso?

— Sirva-se! É toda sua!

Curvando-se para abocanhar a glande, ela pôs-se a chupá-la engolindo ruidosamente o abundante fluido pré-seminal. Abri seu sutiã para liberar os seios que descobri cônicos, de tamanho médio e de mamilos salientes. Olhei em volta, considerando-me o homem mais feliz do mundo em seu jardim idílico.

— Hmm..., teu pau é delicioso! disse ela, olhando-me.

— Então aproveita, menina!

A boca habituada ao volume pôs-se a trabalhar com língua e lábios ao sabor do vaivém regular que a levava um pouco mais longe a cada vez até admitir o comprimento integral da verga. Assisti boquiaberto ao encontro dos lábios vermelhos com o tapete bem aparado do meus pelos pubianos.

— Hum! O Bruno deve adorar essa boquinha.

A resposta veio sob forma de uma olhadela e dos ruídos guturais dos que se lançam num deep throat. Uma saliva espessa insinuou-se pelos cantos da boca e seguiu verga abaixo enquanto eu me continha para não urrar de prazer. Era cedo demais para um orgasmo.

— Levanta e fica de costas para mim, pedi.

Ela obedeceu, dando-me as costas já com as mãos na tira da calcinha fio-dental.

— Não, ainda não. Quero te ver assim.

Eu a via de baixo para cima, a começar pelas coxas morenas e bem torneadas, subindo até seu encontro com as nádegas redondas e perfeitamente proporcionais, junção que formava duas dobras graciosas entre as quais se via o vértice do triângulo têxtil que recobria a fenda com precisão. A minúscula peça de roupa sumia no fundo do sulco para ressurgir sob forma de outro triângulo que emergia sem tapar o que quer que fosse. A viagem prosseguia rumo acima até as espáduas acariciadas pelo cabelo castanho longo e volumoso.

— Teu corpo é um tesão, Ana. Agora vira de frente.

A barriga plana, de cor bronzea, e seu umbigo ornado de um piercing discreto e precioso impuseram-se à minúscula calcinha que cobria o estrito necessário ao cumprimento da lei. Mais acima, descobri um par de seios móveis de mamilos intumescidos que denunciava a excitação do momento. Minha nora sorriu ao ver-me olhar extasiado.

— Vem, ordenei, livrando-me da sunga e empunhando o membro para pô-lo na vertical.

Aninha passou uma perna por cima de mim e, boa amazona, acomodou-se deixando-se empalar pela frente. Seus olhos apertaram-se e a boca entreabriu-se para exclamar um "Ahn!" ao mesmo tempo que a minha glande abria espaço entre os pequenos lábios para ser tragada junto com o resto rumo ao interior escaldante. Ao peso do corpo instalado em meu baixo-ventre somou-se a aflição das mãos que agarravam-me os pelos do tórax.

— Ahn! Mete tudo, gemeu ela. Fode a tua norinha, vai.

De olhos semicerrados, ela entregou-se a um vaivém longo, regular e profundo que lhe permitia aproveitar cada polegada do meu generoso membro. Ao mesmo tempo, eu atacava os mamilos, espremendo-os entre os polegars e indicadores, provocando gemidinhos estridentes.

Eu teria sido capaz de permanecer assim durante longos minutos sem temer um orgasmo intempestivo. Para a minha nora, ao contrário, um primeiro clímax impôs-se rapidamente e durou como só o orgasmo feminino pode durar, forçando-a jogar a cabeça para trás, gemer e proferir enigmas.  

— Aaaah! Vocês sabem me faz gozar como eu gosto! Ah, como é bom com vocês! Ahn! Não tem coisa melhor que um... Ahn!

O que ela dizia não me parecia ser dirigido apenas a mim. Ela mostrava-se à vontade não só em companhia de outro homem, mas... Havia algo mais por trás daquelas palavras.

— Um tesão, esses pelos cor de prata..., prosseguiu ela, cavalgando-me enquanto afagava meu peito bem guarnecido.

Dois orgasmos seus sucederam-se, longos e intensos, fazendo-a desabar sobre mim, aninhando a cabeça em meu ombro e gemendo baixinho. Não parei de mover-me dentro dela, e ela entendera que um orgasmo meu não viria. Puxando-a pelo cabelo, beijei-a com vigor introduzindo a língua em sua boca enquanto disferia as últimas estocadas no que me pareceu ser uma gruta repleta de lava incandescente. Minha excitação estava no ápice e ela sabia que podíamos ir além.

— F-fode meu cu, Carlos, balbuciou ela.

Era tudo que eu queria ouvir. Levantei-me e observei-a por-se de quatro na espreguiçadeira. Quando a bunda linda alinhou-se ao meu membro, esfreguei a glande pela fenda para lubrificá-la e estabeleci o contato.

— Você vai aguentar, não vai? perguntei.

— Eu quero aguentar!

Direcionando a minha longa verga pela base, comecei lentamente a forçar a glande para dentro enquanto observava um longo fio de saliva ir lubrificar ainda mais a região do contato. Minha nora se contorceu, grunhiu, mas firmou-se nos braços e pernas e preparou-se a aguentar a intrusão.

— Ahhh! Como é grosso! Parece que está me rasgando!

— Se você visse o espetáculo daqui! brinquei.

De fato, quando o máximo diâmetro da glande foi completamente admitido no orifício, senti que a Ana ia desfalecer; seus braços afrouxaram e sua cabeça pendeu. Mas em vez de retirar-me para recomeçar quando ela tomasse fôlego, decidi dar-lhe um vigoroso puxão e encerrar a etapa inicial, a mais difícil. Seu cu fechou-se com toda força sobre o tronco maciço do meu membro.

— Uff! Está me matando.

— Pronto, meu amor, a cabeça entrou, tranquilizei-a.

Produzi outro fio de saliva lubrificante antes de perder-me nas entranhas da minha norinha. Assim que pude ingressar num vaivém regular, o prazer nos uniu.

— Ahn! Ahn! Ahn! Ass-sim! Está gostoso. Fode meu cu, Carlos. Mete tudo. Me faz mulher como eu gosto. Ai, que delícia! Com vocês é tão diferente...

"Com vocês...". Que plural era aquele? E por que "diferente"? Seria uma referência a mim e ao meu filho? À nossa maneira de fazer sexo? Seu corpo logo ajustou-se ao meu para juntos gerarem um movimento coordenado em que a cada recuo seu correspondia um avanço meu, produzindo o ruído de tapa característico. A cada penetração completa, eu me conscientizava do fato de ter introduzido dezenove centímetros por aquele ânus que eu vira anteriormente acariciado pelo fio delicado do bikini amarelo. Meu períneo não tardou a anunciar o orgasmo com sua dorzinha sui generis.

— Ana, v-vou gozar.

— Goza tudinho dentro de mim, seu gostoso! Enche o cu da tua norinha com o teu mel.

Liberado, abandonei-me aos disparos em jatos fartos, usando meu membro como um aríete para escancarar definitivamente as portas do prazer entre nós. Quando terminei, vi meu sêmen escorrer do orifício desmesurado e gotejar sobre a almofada da espreguiçadeira. Rogando-me que eu aliviasse com a língua a ardência em seu cu, minha nora ainda permaneceu na posição por alguns momentos, dando-me uma nova ocasião de deleite.

— Que bunda perfeita, Aninha! O Bruno deve ficar em contemplação diante dela.

— Carlos, se os homens que eu conheci - inclusive o Bruno - soubessem apreciar o corpo de uma mulher, como vocês, eu seria a mulher mais feliz do mundo.

Mais uma vez  surgia aquele "vocês" de aparência incongruente. A curiosidade me venceu.

— Como assim, "como vocês", Aninha? A quem você está se referindo? Não é a primeira vez que você usa o pronome no plural, hoje.

Ela repusera a calcinha do bikini e estava para repor o sutiã, mas a pergunta interrompeu-a.

— Ai, ai, ai... fez ela com a entonação de quem se arrepende de ter falado demais.

— Relaxa, menina. Tudo que for dito aqui vai morrer aqui. Afinal, somos um sogro e uma nora atípicos! Só perguntei porque estou percebendo há algum tempo que você usa esse plural intrigante. Pode se abrir comigo, viu!

— Bom... fez ela, suspirando e voltando a sentar-se de frente para mim, desta vez com a cabeça entre as mãos.

— Pode confiar no sogrão!

Ela soltou um longo suspiro, depois sorriu e sentou-se frente a frente comigo decidida a falar. Segundo ela, uma primeira relação sexual em contexto de colônia de férias acontecera com um monitor de cerca de trinta anos e fora extremamente prazerosa. Isso a motivara a procurar novas relações com homens bem mais velhos, até o dia em que, ainda aos dezoito, ela vivera um namoro com um diretor de estágio largamente quarentão. O encontro com meu filho, de apenas três anos mais velho, fora, segundo ela, fruto do puro acaso, e ela aceitara o compromisso mais por conveniência do que por paixão, embora se tivessem entendido muito bem desde o início. Por sorte, a maturidade intelectual do Bruno e o fato de ser ótimo amante têm deposto ao seu favor.

— Quer dizer que o meu Bruno não corre perigo?

— Ha! Ha! Não, pode ficar tranquilo, sogrinho, porque não tenho a menor intenção de me separar dele. Mas o senhor não pense que vai se livrar de mim tão cedo, ouviu? Hoje foi só uma primeira vez!


" Sua boca entreabriu-se para exclamar um 'Ahn!' "



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