Menino bonito, fui iniciado nos prazeres do corpo sem
sair de casa. Sendo filho
único, fui poupado dos constrangimentos e pudores tão frequentes entre irmãos e
irmãs de boa família, o que me facultou a liberdade de ir e vir pela casa,
transitando por vezes nu em pelo do banheiro para o quarto e
vice-versa. Isso excitava as empregadas, mulheres simples, movidas em grande
parte pelo que lhes ditavam os sentidos. Meus pais trabalhavam fora, e
algumas delas — por sorte, eles as escolhiam a dedo — tiravam proveito da
situação. Alegando ter algo a perguntar ou algum motivo de reprimenda, elas
adentravam o meu quarto em momentos estrategicamente escolhidos, em geral
coincidentes com a volta da escola, e conseguiam surpreender-me despindo-me ou
vestindo-me, quando não apenas de toalha ou até — quantas vezes! — completamente
nu. No início, isso me enfurecia e eu as expulsava energicamente, mas aos
poucos, constatando que muitas das vezes em que elas conseguiam realizar seu
intento, resultavam momentos de grande prazer para mim, acabei aprendendo a
lidar com essas invasões e, agraciado com um oralzinho aqui, uma cavalgadinha
ali, um analzinho acolá, fui tornando-me um jovem amante dos mais competentes.
Tão competente que, após centenas daqueles rápidos
intercursos pós-banho, concluí que eu nascera de bumbum virado para a lua, que
o sexo jamais viria a faltar-me e que, portanto, eu podia compartilhar esse
privilégio com meus amigos, bastando para isso que eu convencesse a empregada
do momento, a Maria, uma mulatinha bonita e fogosa, quatro anos apenas mais
velha que eu, a tornar-se minha cúmplice.
— Maria, disse eu, cochichando no ouvido da gostosinha
que gemia choramingando embaixo de mim, se um amigo meu viesse aqui em casa,
assim, a essa hora, tu...
— Eu o quê, menino? Isso lá é hora pra conversar?
interrompeu a safadinha, fingindo irritação.
— Farias com ele também?
— Faria o quê? Trepar?
— É, respondi, com a entonação mais inocente do mundo.
— Nunca! E eu lá tenho cara de puta?
— Não é nada disso, Maria! É que como nos vemos o
tempo todo, não precisa ser todo dia, não achas? Mas estou perguntando porque,
como só posso ver-me em ação através de espelhos, achei que se chamasse um
amigo, poderias trepar com ele e eu ficaria olhando e...
— Pó parar, Daniel! Eu vou é pro banho! interrompeu a
moça, empurrando-me para o lado e já saindo da cama para voar para um
banho-relâmpago, como ela fazia quase diariamente, às vezes mais de uma vez.
— Ô, Maria! Estou pedindo! Nunca te neguei nada! E
olha que às vezes não estou nem muito a fim! roguei, simulando profunda
decepção.
Mas a Maria já saíra do quarto e tive que ir atrás
dela. Vendo-me à porta do banheiro, pelado como uma rã e argumentando com ampla
gesticulação enquanto ela se curvava para tentar enxergar a xana, que ela
cavucava furiosamente com dois dedos para livrar-se do esperma, Maria resolveu
dar-me uma chance e parou para ouvir minha proposta com um sorriso
condescendente, como se o assunto versasse sobre o tipo de cereal que eu
desejaria para o café da manhã do dia seguinte. Pude enfim exprimir-me com
bastante calma e seriedade, levando Maria a admitir que a ideia de, vez por
outra, trocar-me pelos meus amigos — alguns deles bonitos e bem feitos de
corpo, garanti — não deixava de ser excitante. Ela só impôs uma condição: que
eu não lhe trouxesse mais de um de cada vez. Condição aceita, pus-me a pensar
no primeiro candidato.
Não precisei procurar muito. Na mesma tarde, meu
vizinho Caio esteve lá em casa e pelo risinho que vi no rosto da Maria quando
nos entreolhamos, adivinhei que ela o aprovava. Caio era moreno, um pouco mais
alto que eu (devia ter cerca de 1,75m), mais corpulento e – um tanto convencido
— vivia ajeitando o cabelo, a pretexto de tirar a franja dos olhos. Enquanto
jogávamos, perguntei-lhe se ele toparia trepar com a Maria na minha frente. Em
se tratando do Caio, a resposta foi obviamente um sim incrédulo, mas como ele
não tinha nada a perder, ficou combinado que ele passaria lá por casa no dia
seguinte após as aulas. Muito tempo depois, ele me confessaria que nem dormiu
naquela noite.
Caio chegou à uma hora em ponto e fomos direto para o
meu quarto. Embora calmo, ele queria saber como ia ser, como teria que
preparar-se, etc. Eu lhe disse que a Maria cuidaria de tudo. Dito e
feito; minutos depois, ela irrompeu no meu quarto, como fazia quase diariamente.
— Ô Daniel, cadê o sucrilho? A tua mãe já disse que
não quer que tu "traz" sucrilho pro quarto! disse a mentirosa, percorrendo
o Caio de cima a baixo.
— Eu não trouxe sucrilho nenhum pro quarto! Se
quiseres, procura, respondi, entrando no jogo.
— Vais dizer que não deste sucrilho pra esse aí! Me
engana que eu gosto! fez ela, curvando-se para olhar a boca do Caio — sentado à
beira da cama — fingindo estar à procura de migalhas.
Assim que os vi bem próximos, dei um empurrão na Maria
que a fez cair por cima do meu amigo.
— Pára com isso, menino! fez ela, fingindo embaraço
mas remanchando para não sair de cima do Caio, ainda imóvel sob seu delicioso
corpinho de 19 anos protegido apenas pelo fino guarda-pó de xadrez amarelo.
— Vai, Maria! Ele é como eu, instiguei.
— Será? respondeu ela, olhando nos olhos do Caio, que
já montara um sorrisinho malicioso e relaxara o corpo, apoiando-se nos
antebraços e erguendo a cabeça para olhá-la.
— É sim! retruquei, levantando o guarda-pó até as
costas e descobrindo uma calcinha vermelha toda enfiada no rego.
Caio não perdeu tempo; levou as duas mãos aos
peitinhos da Maria, que empertigou-se toda por cima dele e desandou a
desabotoar o guarda-pó para mostrar-lhe o que tinha a oferecer. Antes mesmo que
ela tirasse o sutiã, ele grudou a boca numa teta arrancando os primeiros
gemidos choramingados, característicos da empregadinha. "Ai, menino! Que
guloso! Espera! Ai, que boquinha deliciosa!" Chupa gostoso, vai! Mama gostoso na Maria, meu bebê!"
A coisa engrenou por si, de modo que pude logo ir
puxar a cadeira do computador e virá-la de frente para o pé da cama a fim de
viver confortavelmente o meu primeiro papel de voyeur.
De costas para mim, Maria desfez-se do guarda-pó e do
sutiã, ficando apenas com a minúscula calcinha vermelha — da qual eu só via o
fiozinho sumindo no rego da bunda deliciosa —, ajoelhada na cama por cima das
coxas do Caio. Foi ela que abriu a bermuda dele, puxando-a junto com a cueca,
de um tranco só, até o meio das coxas. Pude ver-lhe o saco e o pau por entre as
coxas lisas da Maria cor de chocolate ao leite. Ela sentou-se por cima dele,
esfregando-se na vara com a calcinha bem ajustada ao sexo, espremendo o saco
entre os gomos da bunda irretocável. Do meu posto, eu via as coxas do Caio
contraindo-se e relaxando-se, provavelmente acompanhando as pulsações do pau
duríssimo. Maria esfregou-se nele durante alguns instantes, depois pegou suas
mãos e pôs sobre suas coxas, baixou o tronco para oferecer-lhe mais uma vez os
seios, deixou-o mamar um pouco e começou a recuar lentamente, lambendo seu
peito e descendo pela barriga, como uma profissional. As mãos do Caio
crisparam-se nas coxas firmes quando a boquinha da Maria chegou à pélvis. Ela
empunhou o longo pau curvo e abocanhou a glande emitindo um significativo
"Mmmm!" Excitadíssimo, tive que abrir minha calça e liberar meu sexo
que clamava por liberdade.
Caio estava um pouco lento, além de passivo demais
para o meu gosto, mas Maria parecia estar apreciando fazer o papel da meretriz
que desvirgina o menino. Enquanto ela chupava gulosamente, interrompendo-se vez
por outra para ameaçá-lo de parar tudo se ele tivesse uma ejaculação precoce,
comecei a masturbar-me bem lentamente, repuxando ao máximo o prepúcio para
expor a cabeça inchada e reluzente, sacudindo e batendo com o membro na barriga
para enrijecê-lo e observando o fio transparente fluir pelo orifício. A
contemplação do meu próprio corpo, principalmente as coxas e o pau reto e bem
feito, todo esse narcisismo foi levando-me a um estado de excitação que eu
ainda não conhecia. O voyeurismo me pareceu a melhor ideia que eu já tivera.
À certa altura, Maria saiu da cama e, arrebitando-se
toda, tirou a calcinha vermelha. Com uma piscadela cúmplice, ela jogou-a no meu
peito e voltou nuazinha para o Caio. Pendurei-a na glande pela estreita tira
que fica em contato com o sexo e continuei a masturbar-me lentamente com a
minúscula peça que ainda cheirava a nova, talvez providenciada para a ocasião. Maria
avançou um pouco por cima do Caio, exibindo-me a xana, que me pareceu bem
pequena proporcionalmente ao membro que estava para penetrá-la. Centímetros
acima, o cu ornava como um sol o sulco aberto da bunda linda. Segurando o
mastro à sua frente, Maria apontou-o para a entrada, deu uma ajeitada para
encaixá-lo e empalou-se nele até a base.
— Ahhhh! fez o Caio.
— Que foi, amor? perguntou a putinha com voz lânguida.
— Nada, é que eu não estava preparado.
— É assim mesmo, gatinho... disse ela em tom
professoral. Depois vai ficar tudo molhadinho e melhora.
E começou a subir e descer no mastro do Caio, um belo
espécime de uns dezessete centímetros de comprimento por cinco de diâmetro. Do
meu posto, eu a via toda empinada cavalgando a tora, que me pareceu grande para
o seu corpo miúdo. Ocorreu-me que a Maria devia ser muito experiente para descer
sem titubear naquele tronco maciço. A cada vez que ela subia, eu podia
compará-lo com seu corpo e admirar-me com a abertura que ele produzia entre
seus lábios. Eu já a ouvira várias vezes reclamar que a primeira entrada
causava-lhe dor. Pensei com meus botões que ela devia estar querendo exibir-se
para o Caio. Isso excitou-me tanto que — hoje posso confessar — quando
eventualmente o membro dele escapulia da buceta, dava-me vontade de empunhá-lo
e repô-lo para dentro no lugar dela. Na época, delírios como esse estavam fora
de cogitação. Embora vivendo uma situação excepcional a três, eu ainda estava
certo de que dois machos convictos não se tocam. Alguns anos depois, eu viria a
descobrir o quanto estava enganado.
À certa altura, Maria apeou do pau do Caio e ficou ao
seu lado passando um dedo entre os lábios da buceta melada e olhando-o
ternamente.
— Vem, gato, vamos trocar de posição, propôs ela com a
fala mansa de menina da favela, pondo dois grampos na boca e passando as mãos
pelo cabelo para puxá-lo para trás e tornar a prendê-lo.
— Como é que vai ser? perguntou Caio, saindo da cama e
dando-me as costas, exibindo-me sem saber uma bunda magistral, estreita mas bem
saliente e firme, que excitou-me tanto quanto o corpo da Maria e o que eu
acabara de presenciar.
— Ai, me come de quatro! fez a vadia, já
oferecendo-lhe o traseiro bem arreganhado, apontando-o na a minha direção.
Não sei o que me excitou mais, se a xana da Maria
esperando para ser penetrada ou a bunda do Caio naquele vaivém ritmado,
enquanto as bolas, entre as coxas, acompanhavam o movimento como um badalo de
sino. Acho que o fato de o Caio não importar-se com a minha presença acabou
tornando-o involuntariamente outro objeto de prazer. Longe de vê-lo como
simples coadjuvante, comecei a vê-lo como protagonista no mesmo plano que a
Maria. Cada vez que ele saía dela para arremeter novamente, eu via-lhe o
sombreado do cu no fundo do sulco e torcia para que em algum momento ele
aparecesse inteiro para mim. Enquanto o Caio penetrou a Maria de quatro, isso
foi impossível, mas assim que eles mudaram novamente de posição e ela deitou-se
de pernas erguidas para que ele a possuísse ajoelhado na cama, o belo par de
nádegas do meu amigo ofereceu-se completamente aos meus olhos e pude enfim
entrever o cu, o que obrigou-me a baixar a cadência da masturbação para evitar
um orgasmo intempestivo.
— Ahn! Ahn! Ahn! fazia Caio, enterrando-se na Maria
até o saco.
— Isso... Mete gostoso, mete! Fode essa buceta, bebê!
gemia, de pernas escancaradas, choramingando e cravando as unhas nas costas
largas do nosso primeiro "cliente", enquanto eu me deliciava com as
sensações do meu sexo e com aquela visão duplamente tentadora.
Foi nessa posição que a Maria gozou. Ela foi gemendo
cada vez mais alto e choramingado, agarrada aos antebraços do Caio. O barulho
dos impactos dos dois corpos foi-se intensificando, a respiração dele foi
ficando mais ruidosa e o que eu via era impressionante: o membro, como um
aríete impelido pelos glúteos, investia com toda a força contra a vagina
indefesa e encharcada, fazendo um ruído líquido seguido de um fechamento surdo.
Maria pôs-se literalmente a soluçar e a proferir impropérios, parecendo
completamente transtornada. Achei que ela fosse perder o controle.
— Mete, seu puto! Aiiiiiiiiii! Me arromba! Detona a
minha bucetinha! Soca! Soca mais! Soca forte! Soca, putinho! Mostra que sabe
foder como macho! gritava ela, desvairada pelo orgasmo, entre uma mordida no
ombro e um arranhão no antebraço do Caio, que parecia não estar com a menor
pressa de gozar.
— Vou dar-te um presente, queres? disse ele à certa
altura, fazendo mistério e espantando-me com uma súbita e incomum desinvoltura.
— Quero tudo, gato! Estás me deixando doidinha.
Caio não respondeu, mas saiu dela e avançou até a
altura do rosto, empunhou o membro, masturbou-o algumas vezes e pôs-se a
disparar inúmeros jatos longos no rosto da Maria, contraindo e relaxando a
bunda, gemendo e expirando ruidosamente. O espetáculo foi tão apoteótico que
precipitou meu próprio orgasmo fazendo-me ejacular copiosamente na barriga e
peito. Quando terminou, Caio passou o membro pelo rosto da Maria, recolhendo
esperma com a glande e levando-o à boca entreaberta, ordenando-lhe que
engolisse e não deixasse sequer uma gota em seu sexo. Tanto Maria quanto
eu ficamos surpresos com a transformação do meu pacato vizinho que roubara
completamente a cena.
Quando Caio saiu da cama e perguntou-me se podia tomar
um banho, vi Maria ainda deitada de costas, descomposta, apalpando o cabelo à
procura de gotas de esperma e novamente passando os dedos entre os lábios da
vagina intumescida, agora para examiná-la, verificar se tudo estava no lugar,
se o Caio não a avariara com suas dimensões e com o furor dos seus ímpetos. Quando
ela levantou-se da cama e veio até mim para recuperar a calcinha, ergui o
troféu com o dedo indicador em gancho e o exibi ela, encharcado do meu esperma.
— Gostaste, putinha? Eu não disse que ia ser bom?
— E foi mesmo! Quando vai ser a próxima? perguntou
ela, ainda recuperando o fôlego e tentando inutilmente tomar a calcinha de mim.
— Ainda não sei. Se te comportares, arrumo outro,
respondi, estendendo o braço para passar a mão na vagina em flor.
— Me dá, Daniel! Eu só estou com essa e vou ter que
lavar no banho!
— Só dou se fizeres uma coisa.
— O quê? respondeu ela, já prevendo alguma sandice
minha.
— Põe a calcinha na boca.
— Safado! respondeu ela fingindo zanga.
— Senão não devolvo!
Maria não se fez de rogada; pegou a pecinha de roupa e
meteu inteira na boca, mastigando-a e salivando-a bem enquanto eu lhe
acariciava com um dedo o entrelábios ainda úmido.
— Assim. Engole o meu leitinho que gostas tanto.
— Hmpf! grunhiu ela. Frio não gosto!
O corpo dessa menina era realmente divino, com seus
1,65m, sequinho, sem a menor gordurinha. Depois que autorizei-a a tirar a
calcinha da boca, puxei-a junto de mim, beijei-lhe a barriga, lambi seu umbigo
e fi-la ajoelhar-se para mamar o patrãozinho e lamber-me o saco enquanto eu me
masturbava de leve. Ela fazia sexo com tanto gosto que ainda pude sentá-la em
meu colo e penetrá-la afagando-lhe os seios, forçando-a a deixar ressoar no meu
quarto uns últimos gemidos.
Quando Caio voltou do banho, essa cena o excitou e
sugeri que ele tomasse o meu lugar na cadeira, o que ele fez prontamente. Pus
Maria em seu colo, já oferecendo-lhe o membro a chupar. Minha intenção era
chegar a uma dupla penetração, mas não consegui realizar meu intento porque ela
recusou o sexo anal, alegando não ter mais tempo para tomar banho e voltar para
isso. Como dois bons meninos, Caio e eu acabamos liberando a nossa refém sob a
condição de conceder-nos uma dupla felação. Empunhando nossos membros com uma
só mão, Maria admitiu ambos na boca sem muita dificuldade, levando-nos a um
último orgasmo que ela dirigiu para os seios, correndo em seguida para o banho,
apavorada com a quantidade de trabalho doméstico que ela teria que realizar em
pouco tempo.
Lembro-me de ter levado vários amigos em casa para
realizar com a Maria as minhas fantasias de voyeur. Isso durou mais de um ano,
talvez ano e meio. Não tenho dúvida de que ela gostava tanto quanto eu do nosso
jogo erótico. Um belo dia, ela apareceu lá em casa em pleno fim de semana
dizendo à minha mãe que estava grávida do namorado e que ia parar de trabalhar
porque queria que eles fossem morar num sitio que a família dele possuía em Miguel Pereira. Minha mãe
não pôde objetar, pagou pela fração de mês trabalhada e, não podendo privar-se
de um curto e carinhoso sermão, desejou-lhe boa sorte lamentando um pouco que
ela tivesse engravidado tão cedo. Lembro-me até hoje de vê-las despedindo-se
com beijinhos e, mais nitidamente, do último olhar da Maria para mim, um olhar
meio indefinido, como se ela quisesse que eu adivinhasse alguma coisa. Por
causa do meu joguinho voyeur, a incerteza era grande. Senti um alívio quando a
porta fechou-se para sempre atrás da Maria.
(*) Experimentalmente, esta narrativa é redigida de uma forma híbrida de português
carioca e português "supergramatical" que poderia causar estranheza
ao leitor habituado ao Erotexto.

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