Tomando-nos pelas mãos, Marta levou-nos até um lugar do estábulo onde duas vigas eram interligadas por uma larga tábua que devia funcionar como bancada de trabalho para os peões. Ela nos fez sentar lado a lado sobre a tábua, passou as mãos por nossas coxas e nos olhou com malícia.
— Que foi, Marta? lançou Tomás.
— Quero ver vocês fazerem uma coisa. Acho que tenho direito. Vocês invadiram a minha propriedade e estou sendo um anjo!
Eu já imaginava o que viria. Tomás não, daí sua resposta temerária.
Eu já imaginava o que viria. Tomás não, daí sua resposta temerária.
— Claro!
— Quero ver vocês se tocarem.
Tomás soltou um riso nervoso como se jamais lhe tivesse ocorrido fazer tal coisa. Inteligente, Marta sorriu sem de modo algum voltar atrás.
Tomás soltou um riso nervoso como se jamais lhe tivesse ocorrido fazer tal coisa. Inteligente, Marta sorriu sem de modo algum voltar atrás.
— Estou esperando!
Tive vontade de dizer alguma coisa que desmontasse a súbita hipocrisia do meu amigo, mas optei por deixá-lo se virar para lidar com aquela oportunidade única de provar a si mesmo que a intimidade sexual entre amigos não os torna necessariamente incompatíveis para uma relação heterossexual. Marta estava decidida a nos ver interagir e, vendo que Tomás não se decidia, fez-me um sinal com os olhos para que eu tomasse a iniciativa. Tomás olhou para baixo, incrédulo, quando minha mão foi-se aproximando do seu membro ainda bem duro colado à barriga e o empunhou sem hesitar. Olhei-o nos olhos, bem sorridente, numa tentativa de mostrar que não havia nada de mais mostrar à Marta o que de fato já acontecera entre nós, ali mesmo, cerca de uma hora antes. Mas Tomás não se decidia a admitir diante de uma mulher que concebia tocar no sexo de outro macho.
Marta então resolveu quebrar o gelo. Pondo-se entre as pernas de Tomás, ela tomou seu membro da minha mão e começou a senti-lo entre os dedos, olhando-o fixamente. Fiquei esfuziante com a cena que até então eu só vira em fotos e vídeos. Agora mais confiante, Tomás se apoiou na bancada e ofereceu-se a essa criatura desinibida que começava a chupá-lo ávidamente, projetando os lábios e salivando em abundância. Procurei os olhos de Tomás para fazê-lo notar que eu reprovava aquela sua atitude hipócrita de hétero inveterado. Ele respondeu com um careta, visivelmente encabulado, mas não tomou nenhuma atitude para provar o contrário. Movendo unicamente os lábios, articulei claramente as palavras "Vai pegar no meu pau na frente dela, sim senhor!", ao que ele respondeu, do mesmo modo mudo, "Sem chance!"
Tive vontade de dizer alguma coisa que desmontasse a súbita hipocrisia do meu amigo, mas optei por deixá-lo se virar para lidar com aquela oportunidade única de provar a si mesmo que a intimidade sexual entre amigos não os torna necessariamente incompatíveis para uma relação heterossexual. Marta estava decidida a nos ver interagir e, vendo que Tomás não se decidia, fez-me um sinal com os olhos para que eu tomasse a iniciativa. Tomás olhou para baixo, incrédulo, quando minha mão foi-se aproximando do seu membro ainda bem duro colado à barriga e o empunhou sem hesitar. Olhei-o nos olhos, bem sorridente, numa tentativa de mostrar que não havia nada de mais mostrar à Marta o que de fato já acontecera entre nós, ali mesmo, cerca de uma hora antes. Mas Tomás não se decidia a admitir diante de uma mulher que concebia tocar no sexo de outro macho.
Marta então resolveu quebrar o gelo. Pondo-se entre as pernas de Tomás, ela tomou seu membro da minha mão e começou a senti-lo entre os dedos, olhando-o fixamente. Fiquei esfuziante com a cena que até então eu só vira em fotos e vídeos. Agora mais confiante, Tomás se apoiou na bancada e ofereceu-se a essa criatura desinibida que começava a chupá-lo ávidamente, projetando os lábios e salivando em abundância. Procurei os olhos de Tomás para fazê-lo notar que eu reprovava aquela sua atitude hipócrita de hétero inveterado. Ele respondeu com um careta, visivelmente encabulado, mas não tomou nenhuma atitude para provar o contrário. Movendo unicamente os lábios, articulei claramente as palavras "Vai pegar no meu pau na frente dela, sim senhor!", ao que ele respondeu, do mesmo modo mudo, "Sem chance!"
Enquanto isso, Marta massageava-me as bolas e masturbava-me gentilmente. Eu podia ouvir os ruídos salivares da sua boca molhada no sexo do meu amigo, que começava a se contorcer ao meu lado, tomado de excitação. Mas Marta era sensível ao mínimos sinais e logo mudou de lugar, vindo aninhar-se entre as minhas pernas para distribuir equitativamente a sua generosidade entre os dois adolescentes desajeitados e inexperientes que ela se incumbira de desasnar.
O contato da sua boca com a minha glande, que eu mesmo expusera puxando corajosamente o prepúcio ao máximo, foi avassalador, uma mistura de quase dor com o calor molhado da boca que envolveu de pronto e completamente a extremidade intumescida da parte mais misteriosa do meu corpo viril. A compressão simultâneo da língua por baixo e do céu da boca por cima, sem falar dos lábios premendo o tronco do órgão e do efeito inédito da sucção que Marta imprimia com a boca transportaram-me para uma dimensão de prazer que eu até então sequer imaginara. Meu membro parecia um corpo indefinido, rígido e pulsante, muito maior que aqueles dezessete centímetros que eu conhecia bem e manipulava diariamente. Suas pulsações agora eram curtas devido ao estado de total ereção e a glande me parecia ter inflado descomunalmente. Concentrada, Marta percorria-o de alto a baixo produzindo uma ondulação inenarrável de prazer localizado.
O contato da sua boca com a minha glande, que eu mesmo expusera puxando corajosamente o prepúcio ao máximo, foi avassalador, uma mistura de quase dor com o calor molhado da boca que envolveu de pronto e completamente a extremidade intumescida da parte mais misteriosa do meu corpo viril. A compressão simultâneo da língua por baixo e do céu da boca por cima, sem falar dos lábios premendo o tronco do órgão e do efeito inédito da sucção que Marta imprimia com a boca transportaram-me para uma dimensão de prazer que eu até então sequer imaginara. Meu membro parecia um corpo indefinido, rígido e pulsante, muito maior que aqueles dezessete centímetros que eu conhecia bem e manipulava diariamente. Suas pulsações agora eram curtas devido ao estado de total ereção e a glande me parecia ter inflado descomunalmente. Concentrada, Marta percorria-o de alto a baixo produzindo uma ondulação inenarrável de prazer localizado.
Que emoção foi, para mim, contemplar pela primeira vez aquele corpo tão bonito e bem feito junto ao meu, a mão segurando carinhosamente o meu sexo enquanto a língua o explorava, seu olhar de vez em quando procurando o meu para descobrir nele o sinal do êxtase! Como o meu membro me pareceu bonito daquela primeira vez, claro, grosso e ligeiramente curvado para cima, de tão duro, com sua glande bem desenhada e ampla reluzente da saliva da Marta! Ela parecia tirá-lo da boca intencionalmente para mostrá-lo e fazer-me experimentar aquela emoção estética tão narcísica. Eu sabia que estava pronto para o resto e o desejava intensamente.
Quando Marta terminou comigo, desembestou em direção ao carro, exibindo em movimento a sua nudez e gritando um "Já volto!" que nos imobilizou. Ela abriu o porta-malas e voltou trazendo uma pequena lona que ela instalou cuidadosamente sobre a palha. Em seguida, disse-nos para nos acomodarmos e caminhou até o famoso bebedouro cuja água ela havia renovado. Ouvimos barulho de água jorrando e inferimos que ela estava improvisando um banho. Minutos depois, ela reapareceu toda molhada, exceto o cabelo, diante de nós, dizendo que era a nossa vez. Acabamos tomando um banho completo de mangueira e fomos nos juntar a ela, que esperava por nós sentada na lona protetora.
Quando Marta terminou comigo, desembestou em direção ao carro, exibindo em movimento a sua nudez e gritando um "Já volto!" que nos imobilizou. Ela abriu o porta-malas e voltou trazendo uma pequena lona que ela instalou cuidadosamente sobre a palha. Em seguida, disse-nos para nos acomodarmos e caminhou até o famoso bebedouro cuja água ela havia renovado. Ouvimos barulho de água jorrando e inferimos que ela estava improvisando um banho. Minutos depois, ela reapareceu toda molhada, exceto o cabelo, diante de nós, dizendo que era a nossa vez. Acabamos tomando um banho completo de mangueira e fomos nos juntar a ela, que esperava por nós sentada na lona protetora.
Sentados lado a lado com a Marta, retomamos as carícias e beijos, até que ela se recostou no meu peito e abriu as pernas para Tomás. Acariciei seus seios enquanto meu amigo admirava o seu corpo, encantado com a pélvis perfeitamente lisa.
— Você se depila tão bem!
— Detesto ter pelos. Só servem para ter cheiro e atrapalhar nessas horas.
— Concordo, disse ele, aproximando-se mais.
Abrindo generosamente as pernas, Marta convidou-Tomás a servir-se, mas vendo que ele limitava-se a lamber os grandes e lábios, precisou ajudá-lo com as mãos a afastá-los para expor os pequenos, úmidos e vermelhos como as pétalas de uma rosa. Tomás pôs-se então a lambê-la vorazmente. Os dedos dela crisparam-se em torno do meu membro que ela voltara a manipular e um longo gemido soou como música em nossos ouvidos.
Abrindo generosamente as pernas, Marta convidou-Tomás a servir-se, mas vendo que ele limitava-se a lamber os grandes e lábios, precisou ajudá-lo com as mãos a afastá-los para expor os pequenos, úmidos e vermelhos como as pétalas de uma rosa. Tomás pôs-se então a lambê-la vorazmente. Os dedos dela crisparam-se em torno do meu membro que ela voltara a manipular e um longo gemido soou como música em nossos ouvidos.
Embora inexperiente, Tomás levou-a rapidamente ao orgasmo, certamente porque toda a nossa atividade já a excitara o suficiente. Ela pôs-se a gemer, dizer coisas desconexas, palavrões e a agitar convulsivamente as pernas. Quando ele parava por um momento, ela invadia a vagina com os dedos e esfregava energicamente o clitóris, gemendo ainda mais forte. Foi então que ouvi as palavras mágicas: "Agora me fode, Tomás..."
De joelhos entre as pernas dela, o mastro em riste e pulsando à toda, Tomás preparou-se para o momento mais esperado de sua vida até então. Ela mesma puxou-o pelo sexo conduzindo-o até a fenda e fazendo-o desaparecer gradativamente dentro dela. Suspirando de êxtase, Tomás iniciou a série voluptuosa de vaivéns que me permitiram saborear a visão dos dois corpos movendo-se em uníssono enquanto esperava pela minha vez.
A cada vez que Tomás me surpreendia a olhá-lo, exibia sorrindo o prazer que estava auferindo de sua primeira penetração, mal sabendo que eu me deleitava com as curvas de ambos, com as peles de ambos, com os gemidos de ambos. Seu possante membro arrancava gemidos crescentes da Marta, que se preparava novamente para ter um orgasmo, agora da maneira mais plena. Gemidinhos curtos iam ficando mais frequentes e agudos enquanto Tomás aumentava a velocidade dos impactos. A certa altura, Marta fechou as pernas em torno do seu corpo, elevou-se do chão, soltou-me e começou a bater furiosamente com as mãos no chão, proferindo impropérios e fazendo também vaivéns convulsivos.
De joelhos entre as pernas dela, o mastro em riste e pulsando à toda, Tomás preparou-se para o momento mais esperado de sua vida até então. Ela mesma puxou-o pelo sexo conduzindo-o até a fenda e fazendo-o desaparecer gradativamente dentro dela. Suspirando de êxtase, Tomás iniciou a série voluptuosa de vaivéns que me permitiram saborear a visão dos dois corpos movendo-se em uníssono enquanto esperava pela minha vez.
A cada vez que Tomás me surpreendia a olhá-lo, exibia sorrindo o prazer que estava auferindo de sua primeira penetração, mal sabendo que eu me deleitava com as curvas de ambos, com as peles de ambos, com os gemidos de ambos. Seu possante membro arrancava gemidos crescentes da Marta, que se preparava novamente para ter um orgasmo, agora da maneira mais plena. Gemidinhos curtos iam ficando mais frequentes e agudos enquanto Tomás aumentava a velocidade dos impactos. A certa altura, Marta fechou as pernas em torno do seu corpo, elevou-se do chão, soltou-me e começou a bater furiosamente com as mãos no chão, proferindo impropérios e fazendo também vaivéns convulsivos.
Semi-imobilizado por essa chave de pernas, Tomás tentava não interromper seu próprio vaivém e ganhar algum espaço para chocar-se com força ao corpo dela. Subitamente, ele anunciou gaguejando que ia gozar e, ato reflexo, ela lhe pediu que não gozasse dentro. Assim que ele saiu dela, vi cinco ou seis jatos fortes que não só chegaram até o rosto de Marta como respingaram no meu corpo qui e ali.
Ofegantes e suados, Marta e Tomás ficaram por um momento abraçados, até que ele se levantou para lavar-se. Ela ficou deitada no meu colo, de olhos fechados e em estado de semitorpor. Foi nessa ocasião que, beijando-a, provei discretamente o esperma do Tomás. Não o achei muito diferente do meu próprio, que eu já estava há algum tempo acostumado a ingerir nos momentos de prazer solitário.
Tomás voltou gotejante de água da mangueira, todo orgulhoso pela proeza de ter levado a um orgasmo tão intenso a primeira mulher com quem transara. Marta deu-lhe um beijo no rosto e apertou-lhe o membro como quem diz "Bom trabalho!" antes de desaparecer em direção à mangueira.
Tomás voltou gotejante de água da mangueira, todo orgulhoso pela proeza de ter levado a um orgasmo tão intenso a primeira mulher com quem transara. Marta deu-lhe um beijo no rosto e apertou-lhe o membro como quem diz "Bom trabalho!" antes de desaparecer em direção à mangueira.
— E aí? É gostoso mesmo? Perguntei, interessado.
— Demais, cara! É quente, macio, molhado... E viu só como ela gozou? Pena que não pude gozar dentro.
— Sem camisinha, não dá. A gente deveria ter trazido.
— Foi na hora de vir pra cá. Cheguei a abrir a gaveta da mesinha, mas acho que alguém ligou e esqueci.
— Nem me passou pela cabeça. Nunca imaginei que isso que está rolando hoje fosse acontecer. Mas francamente, acho que ela não estava preocupada com isso não. Ela só pediu para você não gozar dentro, mas não estava nem um pouco nervosa.
— É, pode ser. Eu podia ter pedido a ela.
— Fica para a próxima! brinquei.

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