Dotado de uma bela cor de chocolate ao leite e de um corpo de dar inveja a
qualquer ginasta, José Paulo sempre despertou a curiosidade das meninas mais
velhas das escolas que frequentou. A lenda de que os negros são dotados se
propaga rápido também entre os mais jovens! Quando Paulinho - ele prefere ser
chamado assim - se deu conta de que não havia ninguém digno de competir com ele
em termos de dimensões, viveu anos de euforia, sendo invejado por todos os
colegas, vizinhos e outros meninos da família. Da puberdade aos quinze anos ele
pôde desfrutar desse privilégio na hierarquia peniana que se estabelece entre
os varões. Ao completar dezoito anos, porém, o sonho virou pesadelo. A menina
com quem ele descobriu o sexo desenvolveu uma tal obsessão pela idéia de que
namorava um "garanhão", que não se furtava de divulgar isso a todas
as amigas e conhecidas. A conseqüência foi que, à certa altura, Paulinho
descobriu que, aonde quer que fosse, tornava-se alvo da curiosidade de todos.
Como é impossível confiar em alguém cujo móvel é a pura curiosidade, isso foi
minando toda nova possibilidade de amizades verdadeiras, forçando-o a
isolar-se. No curso secundário, a vida desse menino até ali tão saudável
limitava-se a ir de casa à escola e vice-versa. Ele namorava em casa e os pais,
preocupados, passaram até mesmo a fazer vista grossa para o fato de que ele
tinha relações sexuais em seu quarto com a namorada. Mas esta era apenas a
ponta do iceberg.
A curiosidade em
certas pessoas é tamanha que não lhes basta ficar sabendo; precisam a todo
custo tocar o objeto que a desperta. No segundo semestre de 2003, Paulinho
devia um trabalho a um professor de história, um professor que sempre se
mostrara mais autoritário que competente. Ocorre que o trabalho deveria ter
sido feito em grupo e o menino pedira para fazê-lo sozinho. O professor
aceitara mas o trabalho era tão grande que Paulinho não conseguira terminá-lo.
Assim, findo o prazo, o professor resolvera agrupar alunos em atraso e
exigir-lhes o trabalho em grupo até o final do mês de agosto. Desesperado,
Paulinho vira-se ditatorialmente reinserido na sociedade escolar. Esse grupo de
alunos difíceis reunia quatro meninas e dois meninos. Paulinho os sabia
curiosos a seu respeito, como todas as demais pessoas que o cercavam, porém as
meninas o preocupavam em dobro, porque duas delas, Priscila e Rosane eram
precisamente as que mais haviam ajudado a propagar o que sua namorada fazia
questão de exibir sobre ele. Assim que o grupo foi declarado formado e que o
cronômetro começou a correr, Paulinho viu os rostos dos componentes se
iluminarem com a idéia de que, afinal, a coisa não ia ser tão monótona assim. E
não deu outra: no primeiro encontro do grupo, Priscila esperou a hora do lanche
e, entre um gole e outro de refrigerante, lançou: "Gente, vocês repararam
quem está no nosso grupo?" A avalanche do tormento fora desencadeada.
Risinhos das quatro meninas e comentários pejorativos dos dois garotos foram a
constante ao longo das quatro semanas em que o grupo se reuniu quase diariamente.
Mas Paulinho precisava dessa nota e enfrentava brava e discretamente cada
episódio desagradável.
O mês de agosto
foi-se passando e o trabalho de história foi sendo lentamente fabricado, as
versões se sucedendo à medida que o professor fazia as correções. Paulinho
limitava-se a comparecer e fazer sua parte, evitando qualquer proximidade maior
com os integrantes do grupo. Na última semana, as reuniões se multiplicaram e,
por uma série de fatores, o lugar que mais se prestava aos encontros era a casa
de Priscila. Paulinho viu-se então obrigado a frequentar essa pessoa que, em
tempos normais, seria a última no mundo a receber sua visita. O prazo final
estabelecido para a entrega do trabalho fora a primeira segunda-feira de
setembro e sábado à noite todas as peças se encaixavam, restando apenas
costurar a versão digitada final, o que ficaria a cargo da anfitriã. Paulinho
se lembra de, naquela noite de sábado, ter sentido o grupo – habitualmente
heterogêneo e muito mal integrado – estranhamente coeso. Mas na hora ele não
deu maior importância a essa intuição e uma vez mais separaram-se,
comprometendo-se a reunir-se pela última vez na tarde de domingo para lerem
juntos a versão final. Cansado e apreensivo, Paulinho chegou em casa e foi
deitar-se sem jantar, dormindo até ao meio-dia de domingo, sendo despertado
para almoçar. Às duas horas ele tocou a campainha na casa de Priscila. Mário
veio atender; ele e Carlos haviam chegado antes e estavam lendo gibi enquanto
Priscila, ainda grudada ao computador, dava os últimos retoques na Introdução,
parte que ela tinha feito sozinha por ter uma boa capacidade de síntese.
Minutos depois os demais integrantes chegaram, a leitura do trabalho foi feita,
aprovada, o texto foi impresso e posto numa pasta para ser encapado no dia seguinte,
no centro de fotocópias da escola.
Mal integrado ao
grupo, não se sentindo nada à vontade, Paulinho declarou que, se tudo estivesse
terminado, ele iria para casa. Priscila ergueu a cabeça e olhou para Mário com
o canto dos olhos; este foi caminhando lentamente para a porta do quarto e, de
mãos nos bolsos, ombro no batente, ficou olhando o grupo sentado no chão sobre
um tapete redondo de cerca de cinco metros de diâmetro entre as duas camas do
amplo quarto. Um instante depois, Priscila fez um sinal a Carlos, que
precipitou-se sobre Paulinho, segurando-o por trás, pelo pescoço. Sendo o mais
corpulento e forte dos três meninos, Carlos imobilizou-o facilmente. Ao mesmo
tempo, Priscila, de joelhos, aproximou-se de Paulinho e foi abrindo-lhe o cinto
e o botão da calça jeans. O menino debatia-se furiosamente, gritando, mas era
inútil pois não havia mais ninguém na casa enorme de bairro isolado. Duas das
outras três meninas seguravam-lhe as pernas, enquanto a outra desfazia os
cadarços dos tênis e, em seguida, atirava-os longe. A calça escorregou pelas
pernas lisas de Paulinho, sendo tão-logo arrancada de seu corpo e também jogada
para trás. O menino debatia-se, vociferando inutilmente que parassem com a
brincadeira de mal gosto. Deixaram-no de camiseta e cueca, estirado de costas
no tapete, a cabeça sobre as coxas de Carlos que, de joelhos, continuava a
mantê-lo imobilizado pelo pescoço. As quatro meninas já estavam paralizadas
ante a visão do enorme volume que se via na interseção das coxas negras e bem
feitas. Mário, que trancara a porta e tirara a chave, estava de pé junto ao
grupo e alternava um olhar incrédulo entre o sexo de Paulinho e o olhar também
surpreso de Carlos. Então era verdade! Paulinho ocultava um monstro e todo
aquele tempo se passara sem que as meninas tivessem sequer podido comprová-lo
com os olhos. Priscila, ajoelhada entre o par de esculturais pernas de ébano
que suas duas cúmplices mantinham coladas ao chão, exibia um sorriso radiante e
preparava-se para desvelar, ao seu pequeno comitê, aquele que havia sido o
grande segredo da escola até então. Passando as pontas dos dedos por dentro do
elástico da cueca branca, ela iniciava o gesto solene quando Rosane sugeriu que
a deixassem lá e, invertendo a ordem previamente combinada, fizessem primeiro
outras coisas. Paulinho, envergonhado, sentindo-se humilhado naquela posição e
naquela situação, implorava que não lhe tirassem mais nada e dispunha-se a
negociar, sugerindo que ele se mostrasse isoladamente aos que desejassem ver
seu sexo.
Mas a razão dos
grupos nunca é a razão individual e vedou-se toda e qualquer possibilidade de
discutir o assunto. Aceitando a sugestão da colega, Priscila saltou a etapa do
desnudamento e passou à seguinte, não sem antes informar Paulinho do que é que
o acusavam para estar passando por tudo aquilo. Ela lhe disse em alto e bom tom
que sua atitude na escola era inadmissível porque pedante e discriminatória. Se
ele era bonito, dono de um corpo escultural, de dentes perfeitos e, como se não
bastasse, sexualmente superdotado, isso não lhe dava o direito de desprezar os
demais alunos e alunas. Paulinho, desnorteado, tentou defender-se alegando a
situação de assédio que vivera como consequência do que fizera sua namorada,
mas Carlos forçou-o a calar-se. Priscila então fez um sinal a Mário, que veio
por-se de joelhos sobre o corpo estendido de Paulinho, ficando a um palmo de
seu rosto. Ante os olhos interrogativos do rapaz, ele abriu sua própria calça e
começou a manipular seu sexo para que endurecesse. As meninas contorciam-se
para ver e trocavam risinhos histéricos. Carlos então agarrou Paulinho pelos
cabelos e, puxando-os com força, obrigou-o a aceitar o membro em sua boca.
"Agora abre a boca devagar e chupa!" ordenou ele, já pressionando seu
sexo contra os lábios do rapaz que, negando-se a abri-los, fazia ar de pavor e
repulsa, agitando bruscamente a cabeça de um lado para outro. Carlos redobrou
de força no braço e obrigou Paulinho a ceder. Ele tentava empurrar Mário com as
mãos mas este, muito mais corpulento e forte, mantinha-as impotentes enquanto
fazia movimentos de ir e vir. Cerca de dois minutos depois, ele irrompeu em
gozo, arqueando-se todo para trás e ejaculando no rosto, cabelo, pescoço, peito
e ombros de Paulinho, que cuspia em todas as direções, enojado. "Isso é
para você aprender a não desprezar os que não tiveram a mesma sorte que
você", berrou Mário de longe, já de pé e recompondo-se.
Ao mesmo tempo,
Rosane, dando um passo, veio ficar de pé entre as pernas abertas de Paulinho.
Como ele, ela estava nua da cintura para baixo e, para surpresa de todos
via-se, entre suas pernas, a peluda vagina da qual descia, bem do centro, um
fio azul com um nozinho na extremidade. Adivinhando o que se passaria, Paulinho
recomeçou a implorar que não fizessem mais nada, que o deixassem ir. Então
Priscila lhe disse que assim ele aprenderia a respeitar o chamado "sexo
frágil" e a dar mais atenção às pessoas que demonstravam interesse por
ele. O rapaz tentou ainda uma vez defender-se, dizendo que não estava
entendendo nada daquilo e que tinha tido razões para isolar-se, mas Carlos
impediu-o de prosseguir e preparou-o para a terceira prova do plano
meticulosamente traçado por esse círculo de seres unidos pela arbitrariedade.
Rosane aproximou-se e, pondo-se também de joelhos na mesma posição em que Mário
ficara, ofereceu a vagina para que Paulinho dela retirasse o Tampax
completamente carregado de sua copiosa menstruação. Imobilizado pelas outras
meninas e sentindo a pressão do poderoso braço de Carlos, Paulinho abriu a boca
e, com a ponta dos dentes, foi puxando o absorvente pela extremidade. Sua
expressão de repulsa revelava o quão repugnante devia ser o odor do
dispositivo. Quando ele o teve solto entre os dentes, ouviu em coro o comando
"Espreme e engole!" De olhos arregalados, ele cuspiu para longe o
cilindro vermelho e gotejante, que já lhe havia molhado os lábios e o queixo,
mas Rosane o pegou do chão e, ajudada por Carlos, agarrou firmemente sua vítima
pelos maxilares e forçou-o entre seus dentes até que desaparecesse em sua boca.
"Vai espremer! Vai engolir!", ordenaram mais uma vez, num arpejo.
Paulinho sacudia a cabeça de um lado para o outro, vomitando e resfolegando.
Priscila então deu-lhe a alternativa de mastigá-lo e cuspir seu conteúdo.
Paulinho fechou os olhos e, estrangulado por Mário, pôs-se a mastigar o rolo
ensanguentado. Quando o grupo se deu por satisfeito, Rosane aproximou uma
vasilha da boca de Paulinho e recolheu o curativo mastigado junto com um resto
de sangue. Uma das meninas, que tinha saído momentos antes, voltou com uma
toalha úmida e limpou-lhe o rosto, os ombros e o peito, dando-lhe água gelada.
Mário relaxou o braço, as meninas deixaram suas pernas um pouco mais livres e
ele pôde enfim falar. Disse que jamais se considerara superior e que, se
achavam seu corpo bem feito e proporcional, seus dentes brancos e perfeitos, a
cor de sua pele uniforme e lisa e seu pênis grande e bem formado, ele agradecia
mas não podia fazer nada. Disse que sempre agira naturalmente e jamais pensara
em comparar-se a ninguém. Disse ainda que sofrerera a maior decepção de sua
vida quando sua namorada – e mais branca do que ela impossível! – começara a
falar abertamente sobre seus atributos sexuais, quando ele mesmo dava tão pouca
atenção a isso.
Priscila ergueu-se
da cama onde se deitara gritando-lhe que se calasse. Carlos voltou a
comprimir-lhe a garganta e as meninas a manter suas pernas estiradas no tapete.
"Você trata todo mundo como merda, na escola", esbravejou Geórgia,
outra das sequazes de Priscila, "e a gente acha que você tem que pagar um
pouco por isso", completou ela, cinicamente. As quatro meninas surgiram
diante de Paulinho, em fila indiana e nuas da cintura para baixo. Geórgia
aproximou-se e, dando-lhe as costas, ajoelhou-se. Mário deu dois tapas no peito
de Paulinho para que este não desse nenhum passo em falso. A menina então foi
aproximando-se de quatro até sentir entre as nádegas o nariz e boca do rapaz.
Paulinho mal podia conter o nojo, tomado imediatamente de náusea e ânsia de
vômito. Geórgia esfregava-se contra ele e o odor ia tornando-se acre até mesmo
para Carlos que, por trás dele, afastava-se e virava a cabeça. A menina
apoiava-se nas mãos e forçava sua bunda contra o rosto de Paulinho ordenando
que a lambesse. Forçado a obedecer, ele começou a lamber-lhe o ânus e a vagina,
que não haviam recebido nenhum cuidado higiênico especial. Quando se deu por
satisfeita, Geórgia retirou-se, avançando de quatro em direção às suas pernas.
Rosane então surgiu e tomou seu lugar. O ritual repetiu-se ainda com Janete e,
finalmente, com Priscila. Exausto e enojado, imundo de vômito, Paulinho deixou
sua cabeça tombar, não se importando mais com o que porventura viesse. Mais uma
vez, ele foi limpo por uma das comparsas, que veio com uma bacia fazer-lhe uma
higiene completa da barriga à testa. Um pouco mais recomposto, ele bebeu
bastante água e perguntou se podia ficar livre por uns momentos, garantindo que
não tentaria nada para fugir. Priscila, despeitada, insultou-o e chamou de
"santinho", tentando apontar-lhe como cada um de seus comportamentos
revelava sua discriminação e distanciamento em relação a todos os que o
cercavam. Paulinho não procurou defender-se, reiterando que se comprometia a
não reagir se o deixassem livre. Os componentes do grupo entreolharam-se e
concordaram. Almofadões foram postos por trás dele, livrando-o de Carlos, que
levantou-se tão-logo para descansar os joelhos. Priscila então veio pôr-se
entre suas pernas e anunciou aos demais que era chegada a hora da tão esperada
revelação. Pondo-se de joelhos frente a ele, ela reintroduziu as pontas dos
dedos em sua cueca e, quando certificou-se de que todos olhavam atentamente
para o enorme volume, começou lentamente a baixá-la. À sua direita e esquerda
estavam Rosane e Geórgia, e pouco atrás de sua cabeça, Janete. Mário e Carlos
estavam de pé, lado a lado, logo atrás dela.
O elástico de friso
branco deslizou pelo final do abdomen plano e musculoso de Paulinho, expondo
uma fileira de pelos negros, curtíssimos, rente ao ébano reluzente da pélvis.
Priscila cuidava para que a descida fosse ininterrupta mas lenta. O elástico
percorreu dois centímetros e logo esbarrou no obstáculo, objeto maior da
curiosidade geral. Puxado para frente por Priscila, o elástico foi descobrindo
o maciço órgão negro que despontava do baixo-ventre. Não era um cilindro
perfeito; era ligeiramente achatado, portanto elíptico, com cerca de quatro
centímetros de eixo maior por três e meio de eixo menor. O espanto geral foi
tamanho que todos se voltaram ao mesmo tempo para Paulinho, tentando associar o
rosto tão jovem ao membro tão maduro. O elástico continuou a descer,
percorrendo o longo corpo negro e fosco, até esbarrar na barra da glande, que
se revelava não menos impressionante. Arroxeada, ela ultrapassava, quase da
largura de um dedo, o corpo do pênis, que ela encabeçava como um enorme
capacete. O diâmetro da base da cabeça, que era perfeitamente circular, devia
ser, portanto, de aproximadamente seis centímetros, o que, para um rapaz
brasileiro de dezoito anos, era certamente incomum, sobretudo considerando-se
que estas não eram as dimensões do pênis em ereção. O grupo olhava boquiaberto
para o monstro que, adormecido, media cerca de dezoito centímetros de
comprimento. Priscila expôs por fim a volumosa bolsa escrotal, esticada como a
de um corcel negro e lustrosa, sem um pelo sequer, e prendeu por trás dela o
elástico da cueca. Enquanto fazia isso, ela pôde sentir nas mãos o calor do
membro e nos joelhos a pressão das musculosas coxas de Paulinho.
Um novo sinal de
cabeça e, uma de cada vez, as meninas puderam sopesar o maciço corpo, ante o
espanto do rapaz, que olhava para baixo sem mover a cabeça. Geórgia foi a
primeira, sendo seguida por Rosane, Janete e, finalmente, Priscila. Paulinho
jamais teria concedido a essas harpias um segundo de ereção mas, assim que
Geórgia o passou para Rosane, seu membro despertou e tomou toda a sua dimensão.
Quando chegou às mãos de Priscila, tornara-se algo verdadeiramente exuberante
de perfeição e potência, pulsando em sua mão. Mário e Carlos entreolhavam-se,
verdes de inveja, mas não tiravam os olhos do colossal totem que Priscila
empunhava com uma das mãos sem poder fechá-la. Priscila então tomou a palavra e
declarou iniciada a nova prova, fazendo um sinal para Janete, a menor das
quatro. Esta deu agilmente a volta pela direita das almofadas atrás das quais
se encontrava e, passando uma perna por cima do peito de Paulinho e sentando-se
nele, ofereceu-lhe de costas a plena visão de sua vagina, que já se encontrava
completamente enxarcada, e de seu ânus; em seguida, tentou abocanhar-lhe a
glande monumental. Paulinho teve um sobressalto quando os incisivos da menina
resvalaram-na mas chegou a animar-se, tentando convencer-se de que o pior
passara e o que estava por vir poderia não ser tão mal assim.
Durante cerca de
uma hora, as quatro meninas alternaram-se, ora chupando, ora manipulando, ora
masturbando o imenso membro, jamais permitindo-lhe chegar ao orgasmo. Elas
sentavam-se sobre ele, sem penetrar-se, acariciando os próprios seios e
masturbando-se para levar ao máximo a excitação de Paulinho. Por uma hora houve
esse contato contínuo com seu membro, que enrijecera como aço e começava a
incomodar. Duas a duas, elas lambiam a glande, por pura provocação, enquanto
uma terceira segurava a estaca para que não tombasse e a quarta lambia e sugava
seus testículos. Ondas contínuas de exictação e dor percorriam o corpo de
Paulinho, que jamais era inteiramente saciado e começava a sentir-se padecer
verdadeira tortura. Por duas vezes, os rapazes puseram-se de joelhos diante
dele e forçaram-no à felação. Quando chegou a vez de Mário, que lhe parecia
mais fraco, ele tentou reagir, mas logo sentiu no pescoço o poderoso braço de
Carlos. Em seguida, eram as meninas que chupavam os rapazes diante dele,
algumas delas se fazendo penetrar por eles, provocando-o. Mas, cada vez que ele
levava a mão ao sexo para masturbar-se até o orgasmo e acabar com aquilo, era
impedido e recebia a mesma ameaça de outras vezes, o que o fez acabar por
desistir.
De repente, como
antes, tudo cessou ao comando de Priscila, que voltou à sua posição central,
ladeada por Geórgia e Rosane, Janete à cabeceira e os dois rapazes de pé
próximo aos pés de Paulinho. A excitação das meninas chegara ao máximo e
Priscila sabia disso. A cerimônia parecia estar chegando ao auge. Um sinal de
cabeça foi suficiente para que Geórgia e Rosane passassem as pernas por sobre o
tronco de Paulinho e sentassem em sua barriga, dando-se as costas. Janete, a
menor, mais leve e ágil, saltou por sobre as almofadas e parou pouco acima do
rosto de Paulinho, ficando frente a frente com Rosane, que mal continha o
fôlego, tamanha a excitação. Outro sinal de cabeça e Janeta sentou-se sobre o
rosto de Paulinho, esfregando-lhe os pequenos lábios vaginais em plena boca,
enquanto Geórgia começava a enterrar-se em seu mastro, que Priscila mantinha em
riste enquanto massageava-lhe firmemente as bolas. Rosane, entre Geórgia e
Janete que gemiam, masturbava-se esfregando furiosamente o dedo na vagina em
chamas. Os rapazes entreolhavam-se, mantendo com a mão os pênis colados contra
a barriga para disfarçar a excitação. Percebendo que Paulinho não se entregava,
Janete cochichou a Rosane que ele estava mantendo a boca fechada enquanto ela
se esfregava nele. Rosane então sussurrou no ouvido da menina o que ela deveria
repetir a Paulinho: que ele tinha o pau gostoso e tinha que aproveitar essa
ocasião de comer quatro meninas ao mesmo tempo. Paulinho imediatamente pensou
que as odiava e se negou a ser dobrado pelas bajulações da menstruada. Mas, sentindo
como a pequena Janete se esforçava em tentar carinhosamente convencê-lo a
lamber seu sexo e percebendo com alívio que ela parecia ter-se lavado, resolveu
abrir uma exceção e deixou que sua língua explorasse a fenda rosada. Ele se
lembrou que, com efeito, por breves minutos, durante as
"preliminares", cada uma delas havia saído brevemente do quarto e
que, talvez, conhecendo a próxima etapa, se houvessem preparado para uma fase
menos escatológica. O fato é que o odor de Janete tornara-se perfeitamente normal
e que Paulinho sentia-se à vontade para lamber-lhe tanto a vermelha vulva
quanto o orifício anal pouco acima dela. Sentada em seu rosto, Janete ia e
vinha, gemendo e uivando, apoiada nos ombros de Rosane, que observava Geórgia
empalar-se no poderoso membro. Parecia óbvio que a única que poderia recebê-lo
todo era Priscila, que tinha o corpo maior. As outras, sobretudo Janete, teriam
que contentar-se com uma penetração parcial. Mas Geórgia não parecia
convencer-se disso e tentava por força fazer com que a tora entrasse por
completo. Ao primeiro contato com o útero, porém, ela dava um salto e o deixava
escapar completamente, o que provocava mais dor. Paulinho, satisfeito por, de
certo modo, estar vingando-se de seu primeiro algoz, fazia movimentos lascivos
com a cintura, tentando penetrar fundo a atormentada vagina. Priscila então
empunhava-lhe fortemente o membro e o conduzia para dentro de Geórgia, que se
animava toda com a entrada dos primeiros centímetros para, em seguida, repetir
a mesma fuga desesperada. Algumas tentativas depois, frustrada, ela trocou de
lugar com Rosane que, excitadíssima, foi logo acomodando-se sobre o imenso rolo
deitado e esfregando-se furiosamente nele para masturbar-se. Agora, Geórgia e
Janete estavam voltadas uma para a outra e Rosane era ajudada por Priscila que,
empunhando a grossa verga, começou a fazê-la entrar pelo sexo da amiga. Mas
Rosane era menor ainda que Geórgia e só conseguia acolher parte da glande.
Paulinho estava um tanto confuso porque agora era Geórgia que rebolava em seu
rosto, oferecendo-lhe principalmente um ânus certamente já explorado. Aos
poucos, contudo, ele pôde perceber que Rosane não completava a penetração e
sentia sua glande extremamente apertada na vagina estreita. Ele então resolveu
tentar algo para continuar sua vingança. Concentrando-se todo, juntando
esforços, ele recolheu um pouco a pélvis para, segundos depois, propulsá-la com
toda força para cima. Isso fez com que seu membro vencesse a resistência e
mergulhasse com toda força na vagina de Rosane. A garota soltou um berro
ensurdecedor e pôs-se a chorar desesperada, em pânico, sem saber o que lhe
acontecera e quais seriam as conseqüências. Vendo-se empalada, ela não tinha
coragem de mover-se para tentar retirar o monstro de seu corpo; mantinha as
mãos crispadas acima das coxas de Paulinho e um olhar de horror e pânico.
Paulinho sentia a pressão da vagina insuficientemente elástica contra seu
membro e comemorava intimamente o sofrimento de seu segundo algoz. Vendo-a
aprisionada, ele começou a fazer os movimentos da cópula, mas foi logo
paralizado por Priscila, que empunhou-lhe o falo com toda força por baixo de
Rosane. Os dois rapazes então se aproximaram e, segurando Rosane por baixo dos
braços, começaram lentamente a erguê-la, aos soluços. Quando o grosso cogumelo
saltou da vagina dolorida de Rosane, Priscila pediu explicações a Paulinho,
empunhando seu membro e dobrando-o como se fosse parti-lo em dois. Mantendo a
calma, ele disse-lhe que a pressão da vagina de Rosane fora tanta que lhe
provocara um espasmo. Priscila acreditou e deixou seu sexo em paz, mas
levantou-se e declarou que a prova seguinte seria antecipada como castigo ao
que acabara de acontecer. Geórgia e Janete saíram de cima de Paulinho e Mário e
Carlos ficaram em cada um de seus flancos.
Ao comando de
Priscila, Paulinho foi obrigado a levantar-se. Estava bambo e dolorido após
duas horas deitado sobre o tapete duro. A um sinal de Priscila, Mário e Carlos
o seguraram pelos braços e levaram-no para fora do quarto, até o banheiro social
onde, abaixo do nível do chão, via-se uma Jacuzzi redonda e branca. Ordenaram
que Paulinho entrasse nela e ficasse debruçado para fora. Ele obedeceu e ficou
com a cabeça sobre os braços cruzados, tentando imaginar o que fariam as
meninas quando chegassem. Mas elas não vieram e Carlos veio sentar-se
completamente nu em cima de suas costas, passando-lhe o braço em torno do
pescoço. Intrigado, Paulinho olhou para Priscila mas não viu as outras meninas
por perto. Ele entendeu tarde demais. Hipnotizado pelas sevícias femininas, ele
nem se deu conta de quão longe poderia chegar tudo aquilo. Uma mão brutal veio
chocar-se entre suas nádegas enquanto um pé o fazia afastar as pernas. Dedos
untados de algo gelado invadiram-lhe o sulco, em seguida o ânus e logo após, ele
sentiu-se profundamente penetrado. Uma dor aguda e intensa arrancou-lhe um
grito. Mário, por trás dele, começava a sodomizá-lo brutalmente. Priscila tomou
uma vez mais a palavra, dizendo que aquilo estava sendo feito em reação ao
desprezo com que ele tratava os colegas da escola, especificamente os meninos.
Ele se achava o dono do mundo por ser superdotado sexualmente e não se achava
obrigado a integrar-se, acusava ela. Isso feria o orgulho dos demais meninos e
merecia um castigo, que estava sendo dispensado naquele momento. Enquanto
Priscila falava, Mário entrava e saía de Paulinho, cujo ânus gotejava manteiga
derretida de cor marrom e odor fétido. Carlos, por sua vez, impedia-o de
mover-se e cochichava insanidades em seus ouvidos. Paulinho tentava esquecer
pensando em outras coisas, até que Carlos o largou e passou para a posição de
Mário, não sem antes adverti-lo de que se esboçasse a menor oposição sentiria
dor no pescoço pelo resto da vida. Paulinho ficou imóvel, esperando a próxima
investida. Novo contado gelado da manteiga contra as suas nádegas e novamente a
penetração firme, direta e profunda. Agora era Carlos que o sodomizava, com
redobrado vigor e rapidez, excitado de tanto ter visto e pouco feito sob o
comando da pervertida Priscila. Não é preciso dizer que as nádegas de Paulinho,
tão perfeitas quanto o resto de seu corpo, provocavam nos meninos uma íntima
satisfação e uma excitação indiscritível. Os dois bulbos reluzentes
brotavam-lhe do final das costas e projetavam-se para trás, firmes e perfeitamente
lisos. Durante a penetração, Carlos olhava para o seu próprio pênis movendo-se
rapidamente entre essas prodigiosas almofadas reluzentes e isso multiplicava a
sua já enorme excitação. Não podendo mais, ele acelerou até ingressar num
orgasmo animal, urrando e chocando-se com toda a força contra o corpo de
Paulinho. Este, realmente exausto e mordendo as mãos de dor, esperou que Carlos
saísse e, vendo que não poderia haver nada pior do que aquilo, deixou que seus
intestinos seguissem o curso da natureza. À medida que a matéria fecal ia
saindo, o ambiente ia tornando-se insuportável e Priscila deixou o banheiro. Os
rapazes queriam fazer o mesmo mas, vendo seu próprio estado, viam-se obrigados
a permanecer. A conclusão foi um pacto e uma trégua para que os três se
banhassem e limpassem o cômodo. A frustração estava estampada no rosto de cada
integrante desse bizarro grupo de sádicos, e Paulinho sentia-se fortalecer a
cada nova etapa.
Quarenta bons
minutos depois e sempre escoltado pelos dois rapazes, Paulinho foi reconduzido
ao quarto de Priscila e atirado nu numa poltrona estampada de cores vivas. A
dona do quarto bradava: "O que é que a gente vai fazer com você, cara? O
que é que a gente vai fazer com você, seu porco?!" Os demais olhavam para
sua vítima, que fazia cara de desentendido. Paulinho respondeu que não havia
nada mais natural a se esperar de alguém que jamais fora sodomizado do que
aquilo que acabara de acontecer no banheiro. Mas Priscila não queria ouvir e,
claro, tinha mais projetos para ele.
Vendo Paulinho
sentado na poltrona, Janete veio espontaneamente pôr-se de joelhos ao seu lado
direito, tomando-lhe o membro amolecido, colocou-o entre os lábios. Ele estava
limpo do banho recente e ela aplicou-se avidamente à tarefa. Paulinho parecia
transifigurado aos olhos de Priscila, que olhava a cena com desdém e irritação.
Ela notara nele uma nova disposição, um ar mais seguro. De fato, ele
acomodara-se na poltrona e acariciava o cabelo amarelo, longo e frisado de
Janete que, debruçada sobre suas coxas deleitava-se em fazer novamente
despertar o monstro. Furiosa, Priscila convocou uma vez mais o grupo, desta vez
para a etapa final. A imatura Janete tirou da boca o corpo em ascensão e
dividiu-se entre brincar com ele nas mãos e olhar desatenta para a líder.
Geórgia, que estava deitada, limitou-se a erguer preguiçosamente a cabeça para
olhar. Rosane, de mãos nas ancas e brincando com a ponta do tapete com um dos
pés, olhava para o chão esperando pelas instruções. Quanto aos dois rapazes,
entreolharam-se e aproximaram-se de Priscila em atitude pouco habitual.
Suspeitando uma manobra, esta soltou um "que foi?" antipático e já ia
afastando-se quando dois pares de mãos firmes tomaram-na pelos braços. Janete,
Geórgia e Rosane olhavam bovinamente a confusa Priscila que interpelava a todos
para tentar descobrir o que estava acontecendo. Os dois rapazes conduziram-na à
força até sua cama, forçando-a a sentar-se e ouvir.
Todos
aproximaram-se em semicírculo, exceto Paulinho, que ficou sentado em sua
poltrona. Mário então tomou a palavra, dizendo que ele e Carlos haviam
permitido que Paulinho falasse longamente no banheiro e concluído, entre
homens, que ele não merecia aquele tratamento. Ele explicara claramente as
razões de seu comportamento na escola e os fizera concluir que teriam agido
exatamente da mesma maneira, se estivessem em seu lugar. Priscila tentava não
ouvir isso, tampando as orelhas com as mãos e sendo impedida por Carlos. Quando
Mário chegou ao fim de sua exposição, olhou para cada um dos demais integrantes
do grupo e perguntou-lhes se estavam dispostos a parar com tudo aquilo e
desculpar-se com Paulinho. Todos concordaram exceto, claro, Priscila que,
levantando-se, pôs-se a ordenar que todos saíssem de sua casa e se preparassem
para a sua revanche, que seria impiedosa. Enquanto isso, Carlos, que a olhava
sem ouvi-la, começou a observar a beleza escultural de seu corpo. Priscila era
mais alta que a média feminina, media mais de 1,70m, era esguia e e forte, com
uma barriga plana e o umbigo raso ornado por um piercing de esmeralda. Seu
cabelo curto, as feições finas e o olhar de águia conferiam-lhe um ar andrógino
que ficava cem vezes amplificado pela fúria em seu rosto. Sentindo-se excitado,
o fortíssimo Carlos começou a desejá-la e determinou-se a possuí-la. E foi com
esse intuito que ele propôs ao grupo dar a Paulinho a possibilidade de uma
revanche pessoal. O voto afirmativo foi unânime e Paulinho, levantando-se,
caminhou até a cama cochichando antes um pedido a Janete, que se precipitou
quarto afora. Paulinho então aproximou-se e Priscila e, agarrando-a com uma mão
pelos cabelos curtos, olhou-a nos olhos e ordenou: "Agora é você que vai
chupar!" dirigindo seu olhar para o longo e grosso membro que pendia
curvado entre suas coxas. Priscila tentava desviar o olhar virando a cabeça,
mas Carlos avançou, agachou-se diante dela e lhe disse com toda seriedade que
se ela não cumprisse todas as ordens que eles tinham a dar, seria muito pior e
ela se arrependeria amargamente de ter arquitetado tudo aquilo e induzido seus
colegas a participarem daquele jogo sórdido. Sem olhar para Carlos, Priscila
fez que sim com a cabeça com um ar nada convincente. Enquanto isso, Janete
entrava no quarto carregando na mão uma garrafa e gritando "Achei!",
entusiasmada. Era uma garrafa de uísque, que ela entregou a Paulinho.
Segurando a
garrafa, Paulinho dirigiu-se ao grupo dizendo que não haveria vingança, mas que
ele exigia que Priscila se redimisse entregando-se a todos eles
simultaneamente. Ele abriu a garrafa e, para celebrar o armistício, passou-a de
boca em boca até que todo seu conteúdo desaparecesse pelo gargalo. Priscila foi
amistosamente forçada a sorver a maior dose, o que a encorajou a puxar Paulinho
pelo membro e começar a chupá-lo. Quando este ficou duro, Paulinho deitou-se
transversalmente na cama com os pés no chão e as pernas bem abertas. Janete
veio empunhar o grosso falo negro e Geórgia conduziu Priscila entre suas
pernas. A ex-comandante logo compreendeu e começou a sentar-se. Ela ia
começando a acolher a cabeçorra entre os grandes lábios quando Paulinho,
empunhando seu membro, puxou-o ligeiramente para trás. Priscila logo entendeu:
ia ser sodomizada. Janete espalhou manteiga ao longo do membro de Paulinho e
Rosane e Geórgia seguraram a menina pelos ombros para ajudá-la a descer
lentamente. A visão do enorme e grosso tronco entre as coxas de Priscila era
impressionante. Quando a glande começou a abrir caminho, Priscila cravou os
dentes nos lábios inferiores, horrorizada, apoiou-se nas poderosas coxas negras
que encontrou de um lado e de outro e lentamente deixou-se invadir. Seu ânus já
havia sido penetrado vezes sem conta, mas a penetração anal tem sempre algo de
bestial e, dadas as circunstâncias, o percurso foi extremamente doloroso. A
chegada à base, onde o diâmetro volta a aumentar, em nada aliviou o suplício.
Uma vez Priscila
empalada, Carlos pediu a Paulinho que fechasse as pernas e, pondo-se de joelhos
sobre a cama, empurrou para trás as coxas escancaradas da menina, expondo a
fenda rosada onde o pino vermelho e saliente do clitóris desenvolvido e ereto
fazia par com o imenso corpo negro que se via logo abaixo alargando
desmedidamente o ânus. Então, empunhando seu membro, que também não era
pequeno, enterrou-o de uma vez na vagina desocupada, arrancando um berro de
Priscila, que despencou sobre o corpo de Paulinho. Este espremeu seus seios,
pondo-se a apertar os bicos para maltratá-la e exitá-la. Duplamente penetrada,
ela começou a sentir os movimentos de Paulinho em seu ânus enquanto Carlos,
mais livre para mover-se, desferia-lhe estocadas fortíssimas na vagina. Ela
passou a gemer continuamente, a dar gritinhos e de uma chuva de palavrões.
Rosane, extremamente excitada, veio sentar-se em seu rosto e forçou Priscila a
lambê-la enquanto apertava os próprios seios. A visão das nádegas estreitas mas
carnudas e salientes de Carlos movendo-se para trás e para frente a cada
investida atraíram Geórgia, que veio agarrar seu saco e massageá-lo com força,
fazendo o rapaz urrar de prazer. Enquanto isso, Mário, de pé por trás dela,
encaixara-s em sua vagina e oscilava para frente para trás como um pêndulo.
Como Janete não visse para onde ir, Paulinho chamou-a e convidou-a a sentar
sobre seu rosto, o que ela fez alegremente. Vendo que ela e Rosane estavam
frente a frente, Paulinho sugeriu que elas acariciassem os seios uma da outra,
o que elas fizeram. Depois, ele pediu que se beijassem, mas elas hesitaram. Ele
insistiu uma, duas, três vezes, até que, por fim, Janete veio colar seus lábios
aos de Rosane e a excitação geral cuidou do resto. Em segundos, as duas
meninas, sentadas sobre as bocas de Priscila e Paulinho, começaram a beijar-se
com volúpia. O grupo não era mais do que um só corpo do qual cada um dos
integrantes procurava auferir o máximo de prazer. Prisicla, imobilizada entre
Paulinho, Carlos e Rosane, abria vez por outra a boca para manifestar o que
passara a se tornar um prazer inenarrável. Rosane, que não parava de beijar
gulosamente a boca de Janete, dava pulinhos no rosto de Priscila que, com a
língua, alternava em estimular-lhe o clitóris e penetrá-la o mais profundamente
possível. Rosane, uma mão entre as pernas, esfregava furiosamente seu próprio
clitóris enquanto continuava a brincar com os testículos de Carlos, o qual, num
vaivém ritmado e constante, revirava os olhos de prazer.
A certa altura,
Priscila soltou um gemido mais forte, chamando a atenção de todos para o
orgasmo intensíssimo que estava se desencadeando nela, agitando nervosamente a
cabeça de um lado para o outro e tentando colar-se mais ainda em Paulinho e
Carlos, que continuavam a penetrá-la em golpes fortes e sincronizados. Ela
pulava sobre o corpo de Paulinho, espremendo-lhe o membro entre as nádegas
enquanto Carlos continuava a desferir golpes de cintura entre suas pernas
escancaradas. Ela sentia os dois membros trabalharem nela, separados pela fina
parede que separa a vagina do ânus, quase desfalecendo de excitação, vivendo o
orgasmo mais forte de sua vida. Com os dedos crispados, ela agarrava os braços
de Paulinho enquanto ele espremia-lhe os bicos dos seios causando-lhe dor e
ainda mais tesão. Os movimentos de Priscila tornaram-se tão vigorosos que
Paulinho, não podendo mais, explodiu num gozo apoteótico. Seu enorme membro
entrava e saía violentamente dela, permanecendo completamente cravado durante
um segundo e retornando em seguida para tornar a ser arremetido com força para
dentro. A cada golpe, Priscila respondia com um "Ahn!" e agarrava-se
com ainda mais força em seu braço. A tora negra, duríssima, saia trazendo muco
e um pouco de sangue do ânus extraordinariamente dilatado. Carlos abandonara
momentaneamente a vagina para lambê-la copiosamente enquanto os movimentos
anaislentamente se acalmavam. Quando estes cessaram, ele retomou a penetração
com estocadas secas e profundas em Priscila, até sentir o orgasmo próximo.
Então ele retirou o preservativo e ejaculou profusamente na barriga em seus
seios. Janete, que ficara de joelhos na cama, ao lado do trio principal, pôs-se
a espalhar o esperma pelo corpo de Priscila, principalmente pelos seios e mamilos.
Por fim, empurrando-a lentamente pelas costas e pedindo a dois dos outros que a
ajudassem puxando-a pelos braços, ela e seus amigos desempalaram Priscila e o
grupo contemplou impressionado a emersão progressiva do corpo negro, grosso e
molhado que estivera fincado entre as nádegas da maléfica líder, vermelhas de
tanto atrito. Assim que Priscila se libertou completamente, deitou-se de bruços
ao lado do rapaz, queixando-se de desconforto, mantendo as nádegas abertas com
as mãos e exibindo um ânus excepcionalmEnte dilatado e vermelho. A ereção de
Paulinho desfez-se aos poucos seu sexo pôde enfim descansar. A curra
disciplinar estava terminada.
Terminada? Ainda
não! Janete logo foi descoberta torcendo o nariz, profundamente descontente e
frustrada. Ao ser interpelada, ela perguntou se ninguém havia notado que ela
fora a única a não ser penetrada. Todos a olharam sorrindo mas, saciados, não
lhe dando muita atenção, foram tomar banho para arrumar-se e sair. Ela ficou
ali, sentada ao lado de Paulinho, que ficara deitado na cama de Priscila,
exausto mas agora completamente relaxado. Foi ele que a chamou. Sem hesitar um
segundo, ela passou por cima de seu peito e exibiu-lhe, disponível, a fenda
rosada. Puxando-a mais para si, ele começou a devorar-lhe a gruta, lambendo-lhe
vorazmente os pequenos lábios. Enquanto isso, Mário, ainda nu e sentindo um
resto de excitação aproximou-se e veio agarrar Janete por trás, penetrando-a ao
mesmo tempo que Paulinho a lambia. Ela bem que estranhou que os meninos
aceitassem de pronto essa proximidade entre língua de um e pênis do outro, mas
não deu maior importância ao fato e entregou-se ao prazer. O que importava era
que estava sendo enfim penetrada e seu prazer logo foi aumentando.
Enquanto isso, e
secretamente, Paulinho alternava entre o clitóris de Janete e o membro de
Mário, que acabava deslizando por sua língua. Os rapazes trocavam olhares
cúmplices lembrando-se dos quarenta minutos passados no banheiro, segredo que
não revelariam tão cedo. Novamente muito excitado, Paulinho começou lentamente
a chegar para trás em direção à cabeceira da cama, deslizando sob Mário e
afastando-se de Janete, que voltou a mostrar uma ponta de frustração.
Confortavelmente instalado sobre o travesseiro, ele começou a contemplar os
dois que copulavam sobre seu corpo enquanto, vez por outra, sentia seu membro
em contato com as nádegas de Mário. Este olhou-o nos olhos sem dizer palavra e,
ante sua reação serena – uma piscadela – sentou-se no grosso rolo, fazendo-o
endurecer novamente com seus próprios movimentos de ir e vir dentro de Janete.
Paulinho empunhou discretamente o mastro e, elevando-o de alguns graus,
facilitou o contato. Um tanto apreensivo, Mário procurou o ponto de contato e,
quando sentiu a cabeça contra o seu orifício, começou a saltitar suavemente
contra ela. Paulinho fechou os olhos e esperou. Pouco a pouco, o ânus foi sendo
expandido e podendo comportar mais e mais da volumosa glande, centímetro por
centímetro. Mário experimentava uma dupla sensação que o estava deixando louco
de prazer: quando ele saía de Janete, sentia-se pressionado pelo membro de
Paulinho, que ajudava com movimentos pélvicos. A glande acabou passando,
ficando imprensada no esfíncter. Mário soltou mais o peso e a borda da glande
mergulhou nele, forçando o ânus, que parecia estar começando a rasgar-se, a tornar
a fechar-se firmemente contra o duríssimo tronco do membro. Paulinho e Mário
tiveram um sobressalto e Janete percebeu que algo estava acontecendo. "Que
foi?", perguntou ela, olhando para trás e encontrando Mário de olhos
arregalados e contendo um gemido. "Nada!", respondeu ele, fingindo
redobrar em investidas em sua vagina encharcada. Janete não conseguia descobrir
mais nada. Presa entre Paulinho e Mário, faltava-lhe ângulo para ver o que se
passava logo atrás de seu corpo. Ela então começou a beijar Paulinho na boca,
perguntando o que estava acontecendo com eles, enquanto se sentia profunda e
gostosamente penetrada por Mário. Este começara a sentir a progressão da verga
em seu reto e já não sabia qual das duas sensações estava lhe causando mais
prazer. Lentamente, ele foi deixando-se invadir pelo membro maciço. A grossa
cabeça, lá adiante, abria caminho alargando as paredes do reto e causando uma
fricção que quase levava o rapaz ao orgasmo.
Longos minutos depois, a penetração chegou ao fim e Mário viu-se sentado sobre a barriga de Paulinho. Este dobrara um pouco os joelhos e os fechara para que os demais não vissem o que os dois estavam fazendo e Mário continuou a penetrar Janete, que dava os gritinhos de um orgasmo prolongado, esfregando o clitóris com os dedos e tocando por vezes o membro que entrava e saía do seu sexo. Mário via que a menina logo o deixaria mas não queria que Paulinho saísse dele. Ele queria senti-lo gozar dentro dele, queria sentir como era ser inundado de esperma quente tão lá no fundo. Ele então começou a fazer amplos movimentos de levantar e sentar, arrastando consigo Janete, que acreditou estar participando de uma nova experiência e continuava a gozar. Paulinho, cada vez mais excitado, preparou-se para ejacular no interior de Mário. Seu membro entrava e saia cerca de quinze centímetros do túnel estreito, o que proporcionava uma fricção mais do que suficiente para um orgasmo brutal. De repente, num movimento inesperado e involuntário, ele enterrou-se todo em Mário, que não conteve um gemido forte, quase um início de grito. Janete, não podendo mais de curiosidade, mergulhou uma mão entre as próprias coxas e começou a procurar. Apalpando a virilha de Paulinho, encontrou seu membro duro e voltado para cima, imóvel, e estranhou. Permanecendo alguns instantes com ele entre os dedos e começando a percorrê-lo no sentido ascendente, acabou percebendo que ele estava cravado em Mário e soltou um "Caraca!" de espanto. Paulinho pôs um dedo sobre seus lábios, fez "Psss!" e os três continuaram a mexer até que Paulinho anunciou, num gemido cochichado, que estava para gozar. Mário, que já subia e descia ritmadamente em seu mastro, começou a receber os jatos quentes que lubrificaram suas entranhas e lhe permitiram intensificar os movimentos. A sensação era indescritível e ele foi levado a gozar também. O segredo do prazer é a fricção e era justamente a fricção tão intensa daquele corpo enorme contra as paredes lubrificadas de seu reto que o fazia ir à lua e voltar.
Janete acabou saíndo de Mário e sentando-se ao lado dos dois para acompanhar o desfecho dessa penetração alucinante. Paulinho então pousou as mãos sobre as coxas de Mário e, num último esforço, intensificou seus golpes pélvicos. Por trás de Mário, Janete podia ver a enorme barra negra entrando e saindo rapidamente e adivinhava o diâmetro impressionante que o ânus do rapaz estava sendo forçado a atingir, sentindo seu proprio orifício pulsar de empatia. Paulinho gozara muito para um segundo orgasmo tão próximo do primeiro! Seu membro saia brilhante, trazendo consigo tiras de liquido viscoso e esbranquiçado. Ela quis experimentar mais de perto e envolveu com uma das mãos os testículos de Paulinho, tocando o tronco do membro com os dedos. A dureza a impressionou ainda mais que a circunferência, que ela não conseguiu envolver completamente. Ela massageava os testículos equinos do rapaz quando, de repente, viu o falo emergir por completo do orifício avermelhado e ir bater de encontro à barriga. Mário ficou por uns instantes na mesma posição, exibindo o tunel aberto por Paulinho. O esperma saía por ele e, escorrendo pelos testículos, ia gotejar sobre o grosso membro que o tinha ejaculado e agora jazia mole sobre a barriga de seu dono. Impressionada com a cena grandiosa, Janete levou à mão à boca e, de olhos arregalados, sorriu maliciosamente para Mário, dizendo: "Como é que pode, um viadinho me foder tão gostoso?!" em franca alusão ao prazer que ele lhe proporcionara. Os três caíram na gargalhada e, levantando-se, extenuados mas satisfeitos, foram tomar banho juntos.
O que nos resta a
dizer sobre esse dia tão longo e sobre esse grupo de jovens
"especiais", arbitrariamente reunidos por um professor incompetente
para um trabalho escolar em atraso, é que o grupo nunca mais se reuniu.
Priscila saiu do colégio e nunca mais foi vista. A apagada Geórgia, amorfa
demais para ser notada, diluiu-se em outros grupos da mesma escola. Rosane
passou por um escândalo, meses depois, ao apaixonar-se por sua professora de
literatura. Janete ganhou corpo e, depois de um concurso, tornou-se uma
exuberante funcionária pública, jamais atingida pelo tédio e de intensíssima
atividade sexual, satisfazendo-se sobretudo com garanhões negros e dotados.
Cláudio e Mário ficaram profundamente marcados pelos quarenta minutos passados
com Paulinho no banheiro da casa de Priscila, naquele dia totalmente fora do
comum. Como vimos, Mário quis pôr imediatamente em prática o seu novo
aprendizado e acabou optando por uma vida 90% homossexual. Cláudio, por sua
vez, jamais deixou de apreciar um corpo feminino mas, vez por outra e com muita
discrição, procura satisfazer um inexplicavel desejo de felação e cópula anal
com rapazes negros e dotados.
Quanto ao Paulinho, como ele teve a oportunidade de fazer com que Priscila se redimisse do assédio tão cruel, a incrível experiência vivida por ele não deixou sequelas e ele vai tornando-se não só um rapaz perfeitamente normal como uma excelente companhia... para elas e para eles!

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