Joca é o faz-tudo do convento da cidadezinha mineira
de interior. Seu avô trabalhara para a congregação na adolescência e seu pai,
que seguiu os passos do pai, orgulha-se de ver o filho ir pelo mesmo caminho. As
religiosas adoram esse menino que elas viram nascer, crescer, ganhar um corpo
forte e exuberante e atingir a maioridade sem perder o rosto angelical da
meninice e uma espontaneidade toda campesina. Sempre gentil e prestativo, Joca
é incapaz de dizer não e, talvez por isso, as freiras não lhe dão um momento de
descanso. Ele é solicitado por todas; quando não é a madre superiora, é a irmã
almoxarife; quando não é esta, é a irmã responsável pela faxina ou a irmã
porteira, uma das irmãs da cozinha, da lavanderia ou da horta ou da capela. Joca
não para um segundo!
São 15h de um dia quente. Cansado e sonolento, de pé
desde as 4h30 da manhã, Joca resolve ir até a estrebaria para tentar
tirar um cochilo de meia hora. Mal fecha os olhos para a ingressar no mundo dos
sonhos, ele ouve passos acompanhados do farfalhar de hábito religioso, tão
familiar seu. Rapidamente, ele se cobre de palha e espia. É a irmã Judith, uma
das noviças mais jovens da comunidade, trazendo em cada mão um pesado balde
repleto de amoras. Ela se detém a um metro do monte de palha em que Joca se
encontra, pousa os baldes no chão e, sem suspeitar de que não está sozinha,
começa a suspender o hábito. Joca se prepara para ver a freirinha aliviar-se
diante dos seus olhos.
Joca logo descobre
que a irmã Judith está longe de ter o corpo de lombriga, esverdeado, magro e
flácido da maioria das freiras do convento. Para agachar-se sem sujar o leve
hábito cor areia ou enchê-lo de palha, ela o suspende bem acima da barriga e
ele pode ver seu corpo sendo lentamente descoberto. Um par de coxas morenas,
perfeitas e, entre elas, para nova surpresa do seu espectador, em vez do
esperado tufo de pelos castanho-escuro, um curto triângulo extremamente bem
aparado guarnece o baixo-ventre, deixando à mostra o fino traço da fenda muito
provavelmente virgem.
Joca é tomado de
vertigem ao ver a freirinha de cócoras com as pernas arreganhadas, de frente
para ele, e quase sufoca com a própria saliva ao perceber que, em vez de
urinar, ela começa a se acariciar. "Isso é siririca!", berra ele em
pensamento, esfregando os olhos e sentindo o coração esmurrar-lhe o peito.
Agachada, a noivinha de Cristo passa a mão ao longo da gorduchinha, percorre a
linha da racha com o dedo, depois separa os grandes lábios com as duas mãos.
"A rosa abriu", pensa Joca, já teso, vendo a freirinha começar a
esfregar vigorosamente o grelinho, gemendo nervosamente e passando a língua
entre os lábios. De vez em quando, ela leva dois dedos à boca, suga-os,
encharca-os de saliva e volta rapidamente entre as coxas, introduzindo
delicadamente a extremidade de um deles na entradinha, mas, fazendo ar de
preocupada, logo desiste para voltar à manipulação do pequeno botão que lhe
proporciona tanto prazer, centímetros acima. Sua excitação é tanta que o
orgasmo logo se anuncia. Resfolegante, ela joga a cabeça para trás e lança no
ar um "Aiiii, meu Deus!" que ressoa na estrebaria, despertando a
atenção do cavalo, que se volta para olhá-la placidamente. Não se contendo,
Joca, que deu um jeito de abrir a calça, entrega-se a uma ruidosa punheta.
Ofegante e ainda zonza do orgasmo avassalador, irmã
Judith permanece um pouco de pé, com o hábito erguido enquanto improvisa um
"banho de gato", lambendo os dedos e passando-os na xana gozada. Joca
continua masturbando-se furiosamente, tentando chegar ao orgasmo antes que ela
recubra suas coxas e volte a ser noiva de Cristo. Descontente com a higiene
manual, a freirinha torna a agachar-se e, concentrando-se, começa a urinar
fartamente, numa parábola amarela que vai fazendo uma poça entre suas pernas. Agitadíssimo,
Joca descura do barulho da palha seca, que produz um
"tchac-tchac-tchac..." em velocidade crescente. A irmãzinha não tarda
a ouvir — e estranhar — esse ruído atípico. Baixando o hábito e alisando-o com
as mãos espalmadas, ela começa a caminhar para fora do estábulo, arriscando
umas olhadas para trás. Mas ela se lembra das frutas para fazer geléia e volta
para buscá-las. Ela levanta as alças dos baldes e, quando se prepara a
erguê-los simultaneamente, ouve uma voz juvenil: "Eu vi tudinho,
irmã." Paralizada, a noviça fecha os olhos e sussurra: "Ai, minha
santinha!" Ela toma coragem, pedindo à sua padroeira que lhe conceda a
graça de que essa voz pertença a um espectro, mas, ao reabrir os olhos, ela vê
Joca de pé a um metro de distância, todo corado, cobrindo a calça com as duas
mãos.
— Pelo amor de Deus, Joca, não vá contar isso a
alguém! suplica a novica, desesperada.
Joca olha seu rostinho lindo e saudável de menina de
família tradicional do campo. Ela tem as bochechas coradas e os olhos
brilhantes da precedente atividade lúbrica, além de alguma palha ainda grudada
no hábito, o que lhe dá um ar de moleca. O rapazola, animando-se, decide tentar
mantê-la ali.
— Que é que a irmãzinha estava fazendo?, pergunta ele,
mal intencionado.
— Nada ué! E se você viu, está visto. Vou ser freira,
ainda não sou santa! declara ela desculpando-se, baixando a cabeça e
agarrando-se às alças dos baldes, mais corada que as próprias frutas.
Joca então se aproxima e posta-se a dois passos da
freirinha, sorrindo e procurando seus olhos, isento de qualquer inibição. A
noivinha do Senhor, por sua vez, encabuladíssima, não consegue despregar os
olhos do chão. Puxando-a pela
larga manga do hábito, ele a faz largar os baldes e aponta para a baia onde se
encontra Espeto, o cavalo que puxa a charrete do convento.
— Sabe porque ele
se chama Espeto?
— Não, responde a
irmãzinha, toda rubra.
Joca entra na baia
e, levando sua mão ao ventre do animal, começa a acariciá-lo. Pouco a pouco, o
enorme membro vai descendo, avolumando-se, endurecendo-se, até assumir
proporções assustadoras. A irmãzinha, visivelmente embraçada, porém curiosa,
olha boquiaberta.
— Venha, irmã! diz
Joca, fazendo sinal com uma mão.
Ela entra na baia e
fica ao lado do animal. Joca então empunha o colosso e a convida a fazer o
mesmo. A irmã reluta, mas acaba vencendo-se e, ao primeiro contato, sente a
incrível tensão sexual do corpulento eqüino. A coisa deve medir cerca de cinco
palmos de comprimento e a mão da freirinha não lhe comporta a circunferência.
Espeto fica imóvel, parecendo desfrutar serenamente do prazer de ser
manipulado. Joca mostra à freirinha como fazer e ela põe-se a masturbar o
enorme cacete preto. Espeto agita-se um pouco, arfando, balançando as orelhas e
batendo uma pata, mas não sai do lugar.
Vendo a empolgação
da freirinha, Joca desafivela seu velho cinto e a calça larga desce até os pés
enquanto seu pau balança na vertical, pulsando como o de Espeto.
— Joca! Exclama a
noviça, entre a surpresa e a indignação.
— Ara! Se a senhora
pegou no do Espeto, pode pegar no meu, uai!
— Eu estava curiosa
com o cavalo, só isso. Sempre fui curiosa e inteligente, fique você sabendo!
defende-se ela, largando o colosso animal e limpando a mão com um pouco de
palha.
— Não pare, irmã! A
senhora não viu a melhor parte.
— Que parte, Joca?
— Continue!
A irmã volta a
empunhar o caralhão pulsante e recomeça a masturbá-lo ritmadamente. O cavalo
volta a ouriçar-se, olhando para trás, fazendo movimentos com a garupa e
flexionando as patas traseiras.
— Assim, irmã.
Continue!
— Estou
continuando, mas não acontece nada, Joca.
De repente, o
colossal membro põe-se a ejacular em quantidade impressionante. Joca leva a mão
da freirinha até a estranha glande que lhe parece feita de borracha e o esperma
quente e espesso inunda-lhe os dedos e a palma da mãozinha delicada. O cavalo
bufa, inchando as ventas e suas patas traseiras tremem com o orgasmo bestial. A
quantidade de esperma parece suficiente para encher meio balde, avalia a
noviça, impressionadíssima. Espeto olha para trás e mexe os beiços e vai
serenando aos poucos. Enquanto isso, Joca exibe seu membro em esplendorosa
ereção.
— Esse aqui não é
maior que o do Espeto mas também cospe muito, irmã! exclama ele, orgulhoso,
olhando-a expressivamente nos olhos.
A irmãzinha de
dezenove anos incompletos está quase engasgando ante a possibilidade de
realizar ali o que ela supõe que jamais poderá fazer senão em sonhos
pecaminosos. Está muito tentada a deixar-se seduzir pelo rapaz e seu imponente
instrumento, mas lembrando-se dos votos que está para fazer e, ao mesmo tempo,
dos ensinamentos de humildade que lhe administram no convento, ajoelha-se
diante de Joca e começa a subir-lhe a calça, no intuito de vencer-se e
vesti-lo. Ocorre que, ao erguer a cabeça em busca do olhar do rapaz, ela
percorre involuntariamente suas pernas e topa com a volumosa bolsa rósea e
peluda na convergência das coxas musculosas. Logo acima, o membro duríssimo
paira, imponente, encobrindo parcialmente o rosto agora intrigado mas sempre
sorridente do peão. A freirinha engole em seco, faz o sinal da cruz, faz que
vai desviar o olhar, mas não consegue reprimir o desejo de guardar na memória o
resto desse corpo tão viril. Ela volta então a erguer os olhos para esse
semideus pagão e contempla demoradamente a barriga plana e desenhada, o peito
forte com as pequenas elipses dos mamilos, os antebraços musculosos, as mãos
fortes. Voltando os olhos para o membro que oscila logo acima dela, a noviça se
deixa finalmente levar pelo irresistível poder do sexo, elevando os braços para
envolver com as duas mãos a cintura de Joca. Sentindo-o reagir ao seu toque,
ela cola o rosto a uma de suas coxas, fechando os olhos e pedindo perdão a Deus
enquanto observa o mastro da tentação.
Exultante, Joca
empunha seu membro e oferece o saco à freirinha, ainda de joelhos. Ávida, ela o
abocanha como se faz com uma bola de sorvete, aplicando-lhe a língua como se
pudesse levá-lo ao interior da boca. Joca acaricia-lhe o cabelo enquanto ela
suga cada bola e inspira sem medo de respirar livremente. Ele abre as pernas,
pede-lhe que abra bem a boca e vê todo o seu saco ser tragado, gemendo ao
sentir o repuxar do períneo e a dorzinha característica das bolas. "As-sim,
irmã!" diz ele jogando a cabeça para trás e fechando os olhos, sentindo
suas coxas serem acariciadas pelas mãos ainda nervosas da freirinha. Da glande
brotam gotas transparentes que se desfazem num terço de prata. Cada vez mais
sedenta, a noviça toma-lhe o membro da mão, empunha-o pela primeira vez,
travando conhecimento com sua rigidez, pulsação, temperatura, cor, odor. Ela
contempa extasiada esse símbolo maior de todas as civilizações e da prática que
lhe é vedada pela Igreja. Ela estima seu tamanho comparando-o às bisnaguinhas
de pão que as irmãs fazem no convento, de cerca de dezessete centímetros de
comprimento por cinco de diâmetro enquanto, por baixo do hábito, percorre com
um dedo a fenda imaculada até encontrar o ponto de introdução. Ela se assusta
ao comparar o diâmetro da glande que pulsa acima dela ao minúsculo orifício em
sua tenra vulva.
Em posição de
oração, a freirinha começa a passar a língua pela cabeça brilhante e úmida,
colhendo o muco transparente, engolindo-o, primeiro com receio, depois com mais
confiança, suspirando de aprovação, o que agrada Joca. Em seguida, ela abocanha
a glande inteira, sugando-a com força e arrancando gemidos do rapaz, admirado
com a destreza da debutante. O rosto da freirinha ferve, uma placa vermelha em
cada face. Joca se contorce de excitação enquanto a vê tentar engolir o máximo
do seu membro, ora fazendo-o sumir entre os lábios espessos e bem feitos, ora
escancarando a boca e deixando-o colidir lá no fundo sem dar sinal de
desconforto.
Embora extremamente
resistente ao orgasmo, Joca não quer perder a chance de passar um longo tempo
comendo a bucetinha e – quem sabe? – o cuzinho da noviça. Ele não é de modo
algum experiente, mas já andou ensaiando com meninas das redondezas, algumas
das quais, para se manterem virgens, ofereram-lhe o cu. Isso lhe deu o gosto
pela coisa, mas faz tempo que ele não consegue obter esse favor. Tirando o
membro da boca da freirinha, ele lhe pede que fique de quatro, ergue-lhe o
hábito até as costas e expõe a bunda resplandescente. Ele se afasta para
contemplá-la, os grandes lábios apertados entre as coxas trêmulas e o sombreado
do cuzinho com no fundo do sulco, logo acima. Na baia, ao lado, Espeto ainda
exibe seu enorme membro negro, como se a cena o mantivesse excitado. A
freirinha olha para trás, apreensiva.
Ajoelhando-se por
trás dela, Joca aproxima-se ao máximo e, separando-lhe as nádegas como se
fossem dois gomos de uma fruta exótica, expõe o cuzinho aparentemente intocado.
Ele aproxima o rosto; isso incomoda a freirinha. Ele a tranquiliza dizendo que
está fazendo exatamente o que quer. Ela relaxa e ele passa a língua molhada ao
longo do rego, sentindo o orifício pulsar na passagem. A irmãzinha, temerosa,
quase desmaia de prazer com esse primeiro contato. Joca concentra-se no buraquinho,
lambendo-o abundantemente e cutucando-o com a ponta da língua, fazendo-o pulsar
e provocando pequenos espasmos na freirinha, cuja vagina começa a ser inundada
de líquido espesso. A língua voraz trabalha ao longo da fenda, atravessa o
períneo, pincela o cu e volta para terminar no final do rego. Joca refaz o
caminho inúmeras vezes, provando os sabores íntimos da freirinha, fazendo-a
gemer e relaxar todos os orifícios. Ela sente o sexo encharcar-se vezes sem
conta, seguida, a cada vez, de uma nova passagem da língua quente e molhada de
Joca. Quando ele se afasta, ela se sente desamparada e olha para trás com olhar
interrogativo. Qual será a próxima etapa dessa deliciosa via crucis? Ela vê que
Joca continua extremamente excitado, o pau duríssimo, apontando para cima,
vibrante. De joelhos, ele se aproxima dela e, forçando o membro para baixo, o
faz deslizar entre suas coxas. A cabeça chega quase até o umbigo da feirinha.
Ela a vê por baixo e sente o contato da tora com os lábios da buceta em chamas.
— Isso é encoxar. A
irmazinha conhecia?
— Que pergunta,
Joca! Claro que não! responde a religiosa, fazendo-se de ofendida. Mas você só
vai ficar brincando assim?
— A irmã já tá com
pressa?
— Não é isso, mas é
que...
Sem deixá-la
terminar, Joca aplica a cabeça do pau na entradinha. A freirinha emudece e
sente o coração sair pela boca. Ele força.
— N-não!
— Que foi, irmã? Tá
com medo, é?
— Um pouco.
Continue brincando por fora, Joca. Por favor. Só mais um pouqinho.
Ele a encoxa
novamente, percorrendo a rachinha, ultrapassando-a, sentindo cócegas na glande
quando ela atravessa o campo de pentelhinhos curtos e indo esfregá-la na
barriga, quase no umbigo, pedindo à freirinha para fechar bem as pernas. Ele
suspira de prazer sentindo o pau aprisionado enquanto separa os dois gomos
rechonchudos da bundinha para dar outra espiada no buraquinho raiado.
A freirinha está
tão encharcada que seu sumo molha o pau de Joca. Ele o espalha em seus pelos
pubianos e barriga. Ela está começando a suar e os bicos entumescidos de seus
seios pontiagudos estão doloridos do atrito com o hábito. É hora de livrar-se
desse traje incômodo. Com agilidade, ela retira os grampos de fixação do véu,
depois puxa o hábito pela cabeça, deixando-o mais ou menos bem dobrado numa
área limpa ao seu lado. Joca vai assistindo maravilhado ao desnudar gradativo
da cintura, das costas, dos ombros, do pescoço. Por fim, ela liberta o longo
cabelo castanho, soltando-o com movimentos de cabeça. Joca a considera linda e
só agora se dá conta de que ela está sem calcinha.
Duas mãos fortes
agarram-na pelas panturrilhas convidando-a a abrir bem as coxas. Isso a
desequilibra forçando-a a apoiar-se nos antebraços. Procurando a melhor
posição, ela permite que suas costas se curvem completamente para baixo e fica
assim, com a cabeça bem abaixo das ancas e da bunda saliente. Joca pode então
ver perfeitamente a fenda que ele se prepara a penetrar pela primeira vez. Não
é mais que um simples traço formado pela junção dos dois lábios carnudos, do
qual despontam, como duas pétalas de rosa, as extremidades irregulares dos
pequenos lábios. Recolhendo toda a saliva que tem na boca e tornando-a o mais
espessa possível, Joca a despeja diretamente sobre o botãozinho do cu, vendo-a
escorrer pela fenda. Em seguida, ele põe-se a lamber generosamente a região. A
freirinha começa a agitar-se sem saber exatamente o que está acontecendo.
Involuntariamente, seus dedos agarram a palha do chão e, na boca, sua própria
saliva desce límpida e abundante pela língua. Sua buceta se oferece a Joca,
querendo desabrochar enquanto este a lambe com pressão e profundidade
crescentes, o dedo polegar colado ao cu pulsante, massageando-o. Joca
aprofunda-se na fenda molhada e sente na língua os lábios e o orifício por onde
ele vai invadi-la. Ele alterna entre tornar sua língua fina e pontiaguda para
explorar o interior da gruta e abri-la amplamente para envolver toda a vulva e
subir até o interior da bunda, passando-a como uma lixa sobre o cu, provocando
um sobressalto na freirinha que, vez por outra, para não perder totalmente o
contato com a realidade, olha para o lado e procura o caralho do garanhão
Espeto.
Joca decide que é
chegada a hora da penetração. Ele empunha seu pau, molha-o com saliva e encosta
a cabeça bem na entrada, logo acima das duas pétalas que, após tanto estímulo,
afastaram-se um pouco e deixam entrever o hímen. A freirinha acaricia
voluptuosamente seus pequenos seios bicudos. Ela se convence de que está
preparada para ser penetrada pelo grosso pau que começa a invadir-lhe a vulva
causando-lhe a mais nova sensação de sua vida.
— E não é que a
freirinha é "virge" mesmo! exclama o camponezinho iluminando-se todo.
— Claro que sou,
Joca! Que pergunta! retruca a religiosa.
O pau de Joca
entala no hímen. Sem pressa, ele resolve acariciar as bonitas coxas da
irmãzinha para descontraí-la e conhecê-la melhor. Ela impacienta-se olhando por
baixo o percurso das mãos grandes e ásperas do peãozinho, que descem, sobem,
resvalam nas laterais da xoxota, agarram-lhe os gomos da bunda, separando-os de
para ver o cu e, passando por fora, vão explorar as costas, descer pelo peito e
envolver os seios, pressionando-os e torcendo os biquinhos entumescidos.
— A senhora jura
que nunca deu o fiofó?, pergunta Joca, observando mais atentamente e ponderando
que aquele cu até que poderia ter sido visitado por algum compadre mais
intrépido.
— Pára com isso,
Joca! Não vou falar disso com você! responde a irmã, visivelmente sem jeito.
— Não tem mal
nenhum em contar! insiste o rapazinho, pressionando o anel raiado e constatando
que, de fato, ele poderia já ter sido alargado.
— Já disse que não
vou dizer nada, Joca, repete a freirinha, um tanto impaciente para que ele
volte a concentrar-se em seu defloramento.
— Então foi porque
deu! impõe Joca.
— Não! berra a
noviça.
— Não minta, irmã,
que Deus não gosta. Deu o rabicó ou não deu? Se a senhora falar para mim, vou
ter mais vontade e vai ser "mais bão" ainda!
Isso deixa a
freirinha confusa. Se ela já está à beira do orgasmo, o que poderia ser mais do
que isso? Ela pensa por alguns segundos e resolve confessar.
— Está bem, Joca,
eu fiz, confessa ela, mergulhando num silêncio de morte.
— Fez muito ou fez
pouco, perguntou ele, curioso.
— Pouco, responde
ela, visivelmente embaraçada.
— Quantas vezes?
insiste ele, forçando um pouco mais a cabeçorra na rachinha encharcada.
— Não lembro. Mas
eu gostava dele e a gente não podia fazer mais nada senão meus pais descobriam.
— Quem era?
— Um colega da
escola. Fui muito apaixonada por ele.
Numa fração de
segundos, ela visualiza Robertinho, seu único amor, filho do fazendeiro
vizinho, cuja viagem para fora do país e a rápida cessação da correspondência
foram decisivas para o seu ingresso no convento. A pressão do dedo de Joca em
seu cu evoca as sensaçõs vividas com o namoradinho de adolescência que a
possuía por trás para não desvirginá-la, mas fazendo-o com todo carinho e
respeito, como se fosse um verdadeiro ato de amor. Ela deitava-se de lado na
relva e ele vinha por trás, abraçando-a ternamente, massageando seus seios
recém-despontados e, lentamente, introduzia-lhe o membro previamente untado em
óleo vegetal. Quantas vezes eles rolaram no mato nessa posição, imaginando-se
entregues ao sexo irrestrito dos amantes, ele profundamente enterrado por trás
e ela masturbando-se e imaginando-o penetrando lá, como os adultos, que podiam
desfrutar plenamente um do outro! A freirinha começa a ter lembranças tão
vívidas que, inconscientemente, começa a fazer movimentos que acabam
facilitando a penetração do dedo de Joca em seu cu já massageado e relaxado por
tanta excitação. De olhos fechados, ela revive os prazeres daqueles dias de
calor em que eles ficavam nus na grama e ele a lambia até relaxá-la
completamente para introduzir-lhe o sexo no único lugar possível. Joca,
entusiasmado, afunda seu polegar ao máximo e sente que a freirinha pede mais,
tragando-o com poderosas pulsações.
— Dá para perceber
que a senhora já deu o cuzinho, irmã, comenta ele sem pudor.
— É? responde a
noviça, intrigada e perturbada por ser despertada de seu sonho idílico.
— É. Meu dedo entra
fácil e a senhora pede mais, explica ele, olhando sempre para o mesmo lugar.
A freirinha cora e
para momentaneamente de mexer-se, voltando à realidade, igualmente prazerosa,
mas com Joca em lugar de seu namoradinho afortunado e culto.
— Que foi? pergunta
o peãozinho, sentindo a diferença.
— Nada, Joca,
responde ela, voltando a tomar consciência de que aquele é o dia de seu
defloramento tardio, e a concentrar-se.
As pernas da
freirinha tremem no chão do estábulo. Ela mal se aguenta de quatro. Satisfeito
com a exploração, Joca volta a empunhar sua ferramenta e, reaplicando a ampla
glande à abertura obstruída da gruta, começa a empurrar. A noviça fica
estática, apreensiva, amedrontada. Joca torna a retirar seu pau da entrada para
olhá-la de perto. O hímem é ínfimo. Ele reposiciona-se e, agarrando a irmãzinha
pelas ancas, começa a forçar. A freirinha despenca sobre os antebraços e cola a
cabeça no chão, empinando-se toda. De cima, Joca pode ver o cu pulsante e sua
glande começando lentamente a sumir entre os grandes lábios. Ele força, força,
força, mas é inútil, o sexo da irmã Judith parece ser tão acessível quanto a
porta do Céu. Juntando coragem e forças, ela então volta a erguer-se nos braços
e, chegando um pouco para frente para tomar impulso, impele-se para trás,
espetando-se na verga que se afunda até a metade. Numa explosão de dor
lancinante, a freirinha congela, de olhos arregalados, em apnéia, reprimindo um
berro e sentindo as lágrimas escorrerem. Com tato, Joca se retira dela e recua.
Um filete de sangue já corre da rosa deflorada e prepara-se a gotejar.
— Pronto irmã.
Agora, virgem nesse convento, só Maria! exclama o moço, todo prosa.
— Não blasfeme,
Joca! protesta ela, suspirando.
A irmã volta a
repousar sobre os antebraços e colar o rosto no chão, calada e quieta como um
bicho no cio. Joca interpreta a mensagem e volta à carga. Desta vez, a cabeça
entra com mais facilidade e não é preciso muito esforço para enfiá-la
completamente pela passagem recém-inaugurada. A irmã, salivando, morde o lábio
inferior, passa a língua nele, geme, agarra palha no chão e concentra-se em
cada centímetro do corpo ao mesmo tempo rígido e flexível que a invade
gradativa e vorazmente. Joca, sempre agarrado em suas ancas, inicia curtos
movimentos de vaivém, aprofundando-se a cada investida. A temperatura interior
é escaldante, ele sente seu pau como envolto em lama quente. Chegando ao final,
ele toca suas coxas contra as dela, sentindo cócegas nos pentelhos e o roçar do
saco contra as coxas. E ele começa a ampliar seus movimentos para permitir que
ela sinta toda extensão da sua vara. Ele olha as costas da freirinha e vê as
duas covinhas lindas, aplicando-lhes os polegares enquanto a puxa para si para
chocar ruidosamente suas coxas contra as dela. Enquanto o grosso membro a
invade, ela massageia seu grelo, o que a deixa num estado de torpor e
quase-gozo constantes. Joca chega ao ritmo ideal, num vaivém regular e amplo
que lhe permite sair completamente dela, afastar-se de alguns centímetros da
entrada para em seguida voltar à carga sem nem precisar olhar para baixo. A
cada investida seguida da brusca expansão da vagina pela glande, a freirinha
ergue bruscamente a cabeça e, olhando para frente, engole um grito, fazendo cara
de susto. Ela considera o tratamento um tanto violento, mas não pode deixar de
admitir que essa componente de brutalidade causa-lhe muito prazer. Afinal, ela
passou a vida entre mulheres e a família. Até Robertinho, que só a penetrava
por trás, era tão carinhoso... Ela jamais foi submetida ao que quer que seja de
minimamente bruto. A excitação eqüina de Joca a está levando à loucura e
encaminhando-a deliciosamente para um nível de orgasmo que ela desconhece.
Joca-super-resistente
continua a arremeter tão francamente golpes de seu poderoso cacete contra a
abertura já desguarnecida, que a freirinha começa a despojar-se de suas últimas
defesas. Faces vermelhas, olhos fixados no chão da estrebaria, mãos crispadas
agarrando a palha seca, literalmente delirando de prazer graças ao atrito do
grosso membro com as paredes da buceta, ela começa a desejar aquilo e mais
nada, revoltando-se ao ver retrospectivamente sua vida entre a partida de
Robertinho e aquele momento. Mas, por mais que ela se esforce, as palavras que
ela deseja dizer não querem sair de sua boca. Seu prazer é tamanho que ela
sorri diabolicamente pensando na Virgem Maria. A tensão crescente rumo ao
orgasmo a faz sentir-se ora quente, ora fria, ora arrepiada, ora formigando,
ora semi-anestesiada pelo corpo que a invade numa frequência tão ritmada. Ela
sente que se não fosse por seu recato, Joca estaria lhe dizendo, ao seu modo
rústico e simplório, coisas imorais que potencializariam sua excitação. É por
desejar ouvir essas coisas e senti-lo totalmente à vontade que a noviça, num
esforço inaudito, rompe o silêncio.
— M-mete, Joca!
Mete com mais força! Estoura esse cabacinho e me alarga! Tua freirinha quer
virar mulher! implora ela, quase desmaiando de emoção ao ouvir-se a proferir
tais coisas e ao sentir que, em consequência, caem definitivamente por terra as
barreiras que a impediam de dizer o seu prazer.
— Então a irmãzinha
está gostando? retruca o rapazola, percebendo a mudança.
— Que pau, Joca!
Ele está me convertendo! Eu sabia que gostava tanto, mas tinha decidido por uma
cruz em cima do sexo e me enterrar neste convento.
— Não, irmãzinha! A
senhora é boa demais para parar de se deitar com "home".
— E de agora em
diante, não me chame mais de irmã nem de senhora nem de Judith, Joca. Me chame
de Andrea. Esse é meu verdadeiro nome de batismo e, com você me comendo desse
jeito, estou me sentindo nascer de novo! jubila a moça, com lágrimas nos olhos.
Joca, que continua
penetrando fundo, vai ficando tão excitado pela liberação da freira que começa
a acelerar, contemplando extasiado o desaparecimento dos seu avantajado membro
na bucetinha recém-convertida. Tirando as mãos do chão e erguendo-se nos joelhos,
a moça se cola ao corpo forte e liso do peão. Joca passa a mão pelos seus
peitinhos, acaricia um a um e aperta carinhosamente os mamilos, em seguida
menos carinhosamente, fazendo-a gemer de prazer e dor. Enquanto isso, sua mão
invade a buceta, friccionando vigorosamente o clitóris e provocando um gozo
intempestivo que o força a agarrar a moça para que não desabe novamente. Suas
pernas bambas balançam e ela aperta a mão de Joca para que ele aumente a
pressão no grelo. Sua cabeça se agita furiosamente de um lado para o outro,
procurando a boca do peão para invadi-la com a língua. Joca, às voltas com
tanta movimentação, tenta da melhor maneira corresponder ao beijo, mas encontra
certa dificuldade. Ela então lhe diz coisas e o beija molhado.
— Vem, meu peãozinho,
mete gostoso, desimpede essa gruta que vai abrigar tantos outros!
Joca se espanta com essas palavras. Ela queria virar mundana?
— Não, dona
Andrea...
— E pára de me
chamar de dona ou de irmã!
— Tá certo, sô! Mas
você vai virar rampeira?
— Não sei, Joca,
mas quero ter muitos homens para recuperar o tempo perdido.
— Não faça isso
não! Dê tudo para mim, sempre, todo dia! Eu posso lhe fazer feliz quantas vezes
quiser por dia, assegura o moço, ainda desnorteado com o que acaba de ouvir.
— Não, Joca. Você
não pode ser meu último homem. Quero conhecer muitos outros, quero ser
encoxada, enrabada, comida, mamada, chupada, lambida por homens de todo tipo.
Quero gozar para eles todos, pretos, brancos, fortes, fracos, altos, baixos,
jovens, adultos, velhos... Quero todos, muitos, sozinhos ou vários ao mesmo
tempo!
— Tá falando sério?
retruca o rapaz, aturdido.
— Sério, Joca.
Quando a gente terminar aqui, vou-me embora do convento e nunca mais ninguém
vai ter notícias minhas. Você vai me ensinar tudo e eu vou voltar para o Rio,
onde eu nasci e de onde nunca deveriam ter me tirado para me trazer para essa
roça.
— Mas você poderia
morar na fazenda da sua avó, como antes, e a gente poderia se ver sempre.
— Não, Joca. Vou
ter que sumir daqui ao eu deixar o convento, senão vou ser mal falada.
Joca relaxa o ritmo
e mantém uma frequência de penetração bem reduzida mas regular, sempre abraçado
a Andrea, que continua de joelhos, colada contra a sua barriga e peito. Ele
está se apaixonando e não quer de modo algum afastar-se dela. Mas tudo está tão
claro que só lhe resta ser um bom professor, o melhor de todos. Ele espera que
isso a faça mudar de idéia e ficar com ele.
— Então vou lhe
ensinar tudo que sei! Lança ele com renovado entusiasmo.
— Eu quero!
responde Andrea, virando-se para acariciar-lhe o rosto imberbe.
Joca sai de Andrea
e coloca-a confortavelmente deitada de costas sobre seu hábito, de pernas
erguidas e bem abertas. Em seguida, mergulha o rosto entre as coxas e começa a
lamber vigorosamente. Andrea vai logo às nuvens, não tardando a gozar. Um dedo
de Joca trabalha na buceta quente e encharcada enquanto a língua lixa o
clitóris. Agarrando-o pelo cabelo, Andrea vocifera:
— Me faz gozar, meu
menino gostoso, meu primeiro homem de verdade! Judia de mim! Me faz mulher!
Sua buceta está tão
inundada que o dedo de Joca desliza livremente nela. Subitamente, a moça
desembesta numa série de espasmos de cintura, golpeando-o furiosamente com a
pélvis. Ela geme, arfa, envolve a cabeça dele com as pernas, depois puxa as
pernas completamente para trás com as mãos, arreganhando-se ao máximo e
oferecendo-lhe a buceta para que ele a chupe livremente. Joca mordisca-lhe o
grelo, brinca com ele, passando-lhe a língua com força. Ela ataca os próprios
seios e maltrata os mamilos, quase arrancando-os e mordendo os lábios.
Vendo que seu gozo
intensíssimo a deixa num semi-transe, Joca resolve tentar algo inédito.
Mantendo-a de pernas erguidas e completamente jogadas para trás, ele
encosta-lhe a cabeça do pau no cu e começa a empurrar, enquanto, com o polegar,
fricciona-lhe com mais força do que nunca o clitóris, mantendo a moça num
orgasmo interminável. Ele cospe no pau e, após algum esforço, vê a cabeça ser
tragada pelo cu que logo se mostra bem guloso. Andrea tem um sobressalto, mas o
orgasmo a mantém embriagada de prazer e não lhe permite entender bem o que se
passa. Enquanto a enraba, Joca enfia-lhe o polegar na vagina e volta
esfregando-lhe o grelo – ela está atônita! Mas à medida que o pau começa a
abrir caminho e invadir o reto, Andrea entende e, arregalando os olhos para
Joca, tapa a boca com a mão escondendo um riso nervoso.
— Você, hein!
Pensou que fosse me sodomizar e eu não sentiria?
— Sodo... o quê,
irmã... euh... dona Andrea?
— Sodomizar. É
botar atrás, como você está fazendo comigo agora.
— Ah, sei, meter no
cuzinho, né?
— Isso mesmo, Joca,
responde ela dando um sorriso condescendente.
Ele faz cara de
santo e chega ao fim do caminho. Andrea, coxas esmagando os seios, sente a
maciça tora em seu interior e o repuxar do cu exageradamente expandido. Joca
está ajoelhado no chão, com as pernas abertas e as mãos forçando as coxas de
Andrea contra o corpo. Logo acima do orifício obstruído, a vagina deflorada
desponta vermelha, molhada, os pequenos lábios entumescidos, completamente
desabrochada. Andrea chupa lascivamente um dedo e, com o outro, esfrega o
clitóris, sem dó, masturbando-se continuamente para não parar de gozar. E, de
fato, seu orgasmo, que vem sendo ininterrupto há longos minutos, amplifica-se
tremendamente com o vaivém amplo da jeba do peãozinho.
Trocando de
posição, Joca põe-se em posição de flexão de braços e começa a penetrar Andrea
como o apaixonado Robertinho jamais teria imaginado fazer. Esmagada sob o corpo
musculoso do peãozinho, contraindo o cenho e lambendo os lábios, gemendo forte,
Andrea só consegue olhar para baixo e ver o tronco roliço e branco entrando e
saindo, ou para os lados e ver os bíceps de Joca contraíndo-se, os belos
músculos dos antebraços vibrando atleticamente. Ela se sente uma garotinha
indefesa sob aquele feixe de músculos. De vez em quando, ele retira
completamente o pau do seu cu para tornar a investir e a súbita
expansão-contração anal a leva ao sétimo céu. Ela engole em seco, engasga, depois
geme e diz o nome de Joca, chamando-o de gostoso numa voz que se desmilingue.
Uma vez descoberto
o segredo, o rapaz não se cansa de repetir a dose e fazê-la experimentar a
quintessência do prazer. Francamente apoiado em suas coxas, ele sai dela e balança
jocosamente o pau para exibi-lo antes de tornar a mergulhá-lo certeiramente no
cuzinho ávido, agora aberto, liso e vermelho do atrito. A garota já espera de
boca aberta, pronta para dar um gritinho quando a grossa glande atravessa
rapidamente o cu fazendo-o expandir-se e contrair-se em frações de segundo.
Aproveitando-se do
peso do rapaz que mantém-lhe as coxas premidas contra os seios e aproxima seus
rostos, ela o beija, invadindo sua boca com a língua e colhendo sua saliva.
Isso o excita tanto que o faz descarregar uma considerável quantidade de
líquido lubrificante. Seu pau desliza sem parar e ele o sente pulsar
violentamente. Andrea também sente essa pulsação e começa a mastigar o pau com
o cu, para estimulá-lo ainda mais. Isso é o suficiente para induzir Joca ao
gozo, que vem numa sucessão de jatos quentes e copiosos. Ela leva a mão ao sexo
para masturbar-se e, vez por outra, toca o membro que a invade, mal acreditando
na rigidez e grossura da tora que ela é capaz de suportar e que a maltrata daquele
jeito. Joca geme, beijando-a, lambendo—a, arfando como um cavalo, chupando sua
língua e engolindo sua saliva. Ele sua — está quentíssimo — e seu corpo molhado
a encharca, passando-lhe o cheiro acre de homem do campo. Sabendo que ele não
vai suportar por muito tempo mais nessa posição exigente, ela o envolve-o com
as pernas e braços. Joca resiste uma, duas, três flexões, não mais. Desaba por
cima de Andrea todo enfiado nela, ouvindo-a gemer alto com a expansão final do
cu pelo talo do pau. Joca permanece dentro dela por alguns momentos, mas acaba
saindo dela e ficando de costas ao seu lado, ofegante, sentindo seu membro
pulsar, dolorido. Ela o empunha gentilmente, lambendo-o e chupando-o, depois
aninha-se contra o corpo de Joca e os dois adormecem profundamente.
Ao despertar, a
ex-noviça põe em execução o seu novo projeto de vida. Abandonando Joca em seu
sono juvenil, ela se despede dele com um beijo que mal tange o rosto
transfigurado, depois levanta-se com cuidado, vai até o fundo da estrebaria e
veste o macacão surrado que ela avistara pendurado num prego enquanto Joca
mostrava-lhe o dote do Espeto, e sai para nunca mais ser vista por aquelas
paragens. Há quem diga que Andrea foi para o Rio de Janeiro, onde é hoje a
esposa de um rico industrial, numa relação aberta que lhe faculta a tão sonhada
vida temperada de luxúria.

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