É véspera de Natal.
A família está toda reunida. Avós, tios e primos estão hospedados pela casa
inteira. Andreza, a filha dos anfitriões, conversa com Verônica, sua melhor
amiga, que convenceu os seus a passar este Natal fora. Elas estão
confortavelmente acomodadas em espreguiçadeiras à beira da piscina, observando
as brincadeiras selvagens dos meninos na água, quando de repente...
— Verônica,
olha aquilo!
— Que foi?
— Olha o
Cláudio lá do outro lado!
— Que é que
tem? diz a amiga, desatenta.
— Olha melhor,
pô!
— Caraca!
Do lado oposto da piscina, sentado de frente para
elas, esse primo, Cláudio, brinca negligentemente riscando o chão com uma
varinha, aparentemente sem se dar conta de que as bocas largas do seu short
Adidas não escondem nada.
— Está vendo?
pergunta Andreza.
— Tudinho!
responde a amiga, elétrica.
— Sou doidinha
no Cláudio. Acho ele um tesão.
— É, mas ele é
teu primo!
— E daí? Já
ouviu falar em gozar fora?
— Está falando
sério, Andreza?
— Cara, se ele
me der a menor chance, eu ataco.
— Doida!
— E você pode
me ajudar.
— Te ajudar a
trepar com o Cláudio?
— Não só eu,
não é, panaca!
— Você está
falando de... cantar o Cláudio para fazer um trio com a gente? indaga Verônica,
incrédula.
— Aposto que
ele topa, e lugar é que não falta aqui. Olha o pauzão dele escapulindo pela
boca do short. Vai dizer que não está a fim?
— Eu acho o
Cláudio bonito e gostoso, não vou mentir, mas daí a chegar nele para isso... A
gente nem se conhece!
— E por acaso
precisa conhecer para trepar, Vê? Deixa comigo que eu bolo um plano rapidinho. É
só você fazer tudo que eu disser.
— É com você
então, amiga.
— Primeira
coisa: você vai deitar de bruços.
— Agora?
— Já. Vai
mostrar essa bunda linda pra ele.
— Haha! Tudo
bem, chefe!
Assim que Verônica se vira, as duas elevações se
destacam do seu corpo delgado, emergindo da pronunciada concavidade das costas,
delimitadas pela fina tira azul-mar do biquíni que as invade profundamente para
emergir bem ajustada ao monte de Vênus. Apesar da algazarra na piscina que os
separa, Andreza percebe que Cláudio não tarda a dirigir uma primeira olhada,
muito rápida e discreta, para o corpo escultural da sua amiga loura.
— Ele já olhou,
Vê!
— Sério? E aí?
— Bom, deu só
uma olhada e voltou a brincar com aquela varinha idiota. Vou ter que reforçar o
ataque. Me passa o bronzeador.
Verônica entrega-lhe o frasco plástico e Andreza
começa lentamente a passar-lhe o produto pelos ombros, demorando-se nas costas
e, assim que ela detecta uma nova espiadela de Cláudio, descendo mais e
causando em sua amiga um frisson de volúpia.
— Precisava passar a mão na minha bunda também, é?,
diz a outra, levemente excitada.
— Fisgado!
cochicha ela para sua cúmplice.
— Sério? diz a
outra, entusiasmada.
— Ele finge que
não, mas não para de olhar. Deve estar doido para estar no meu lugar!
— Tomara! E o
que você vai fazer depois?
— Não sei. Vai
depender dele.
Andreza continua espalhando o produto pelo corpo da
amiga sem temer invadir-lhe as dobras e contornar-lhe sa curvas, deixando-o
reluzente ao sol escaldante das onze horas. Verônica se esforça para não
demonstrar o prazer que isso lhe causa. Ela não sente atração por mulheres, mas
é a primeira vez que ela experimenta um contato tão íntimo de alguém do mesmo
sexo, e isso a perturba. Seu desejo é o de gemer e pedir que a amiga não pare,
mas ela se limita a admitir os sutis tremores do corpo a cada toque mais
inesperado. Andreza, por sua vez, observa a beleza da anatomia de sua amiga,
mas isso não a desvia de seu objetivo. Assim que ela dá por terminada a
operação em Verônica, ela começa a espalhar o bronzeador em seu próprio corpo
moreno, percorrendo os ombros, braços, peito e barriga, erguendo a borda do
sutiã do biquíni para ajustá-lo minuciosamente sobre a marca e passando em
seguida para as coxas, sem esquecer o interior delas, o que ela faz de pernas
negligentemente abertas para dar a Cláudio uma visão do seu monte de Vênus bem
demarcado pela ínfima calcinha amarela. O olhar de Cláudio é inevitavelmente
capturado por essa imagem lânguida das duas jovens ao sol. E não só o olhar...
— Olha lá!
sussurra Andreza.
— Que foi,
menina? Até me assustou!
— Ele ajeitou o
pau! Ele ficou de pau duro!
— Fala sério,
cara!
— Te juro! Vou
lá e você fica aqui.
— Quê?! exclama
a outra, erguendo a cabeça, atônita.
— Ele é meu
primo; vou lá conversar com ele.
— Tem certeza?
Não acha que é meio cedo?
— A hora é
essa, Vê. Se a gente perder, ele levanta e sai de lá, e a gente tem que
recomeçar tudo. Afinal, você quer ou não quer entrar nessa comigo?
— Quero, claro.
Vai lá que eu fico aqui deitada.
De fato, Claudio fora tomado de uma súbita ereção e
pena para repor o membro indócil no short largo que ele pegou quase sem ver na
gaveta das roupas velhas trazidas do Rio há décadas pela família para a casa de
praia. Quando os pés da sua prima invadem seu campo de visão, ele tira
precipitadamente a mão do colo, deixando em equilíbrio instável o teimoso órgão
que se apóia como uma ponte no alto de uma das coxas.
— E aí,
priminho! Há quanto tempo, hein! exclama Andreza, pondo-lhe a mão no ombro. Resolveu
vir, este ano?
— Pois é, os
amigos viajaram e não tinha nada para fazer em Miami.
— Haha! Nada
para fazer em Miami, Cláudio?
— É sério! Todo
mundo viajou.
— Até a Britney?
— A gente não
se fala há um tempão mesmo, hein, Andreza! A Britney e eu brigamos faz seis
meses!
— Verdade,
estive lá em fevereiro.
— Pois é. Sem
querer mudar de assunto, quem é aquela? pergunta Cláudio apontando com a cabeça.
— Ah, ela? É a
Verônica, minha melhor amiga.
— Melhor amiga
da vez, você quer dizer! Até hoje, conheci umas dez melhores amigas tuas.
— Deixa de ser
mau! responde a prima dando-lhe um tapa no braço.
— Calma! Não
precisa ficar violenta. Eu só queria dizer que você escolheu bem.
— Como assim?
Você nem conhece a Vê!
— E precisa?
retrucou ele, olhando explicitamente para o corpo perfeito da jovem deitada de
costas.
— Quer que eu
te apresente? Ela te achou bonito.
— Agora?
pergunta o primo, receoso com a ereção ainda em curso.
— É. Vem, anda!
faz ela, puxando-o pela mão.
— Daqui a
pouco. Dá mais um tempinho.
— Por quê?
pergunta ela, olhando com ar malicioso para o colo do primo e continuando a
puxá-lo.
— Pô, deixa de
ser chata! Já reparou, né?
— Quem mandou
botar esse short horrível? Estava com tudo para fora!
— É, eu sei.
Estava distraído e peguei justo esse que nem tem cueca por dentro.
— Mas, que mal
lhe pergunte, priminho, "ele" ficou assim por quê? Foi porque você
viu a gente tomando sol?
— Mais ou
menos, responde ele, embaraçado.
— Ela é
gostosa, não é? instiga a prima virando-se para a amiga.
— Nessa pose,
não dá para não olhar.
— Se você visse
a Vê nua pirava. O corpo dela é todo perfeito.
— Não falta
muito, com esse biquíni minúsculo. Mas eu não olhei só para ela não, priminha. Você
está um tesãozinho, queimada de sol nesse biquininho amarelo.
— Você acha
mesmo? responde Andreza pondo gentilmente a mão no alto da coxa do primo, já
invadindo a boca do short.
— Ei! Assim é
que não vou conseguir levantar daqui!
— Faz isso
amolecer e vamos lá para eu te apresentar a Vê, anda.
— Então arruma
um assunto bem cavernoso. Morreu alguém da família recentemente?
— Haha! Bobão!
O membro indócil acaba voltando ao repouso e Andreza
pode levar Claudio para conhecer sua amiga. Sendo os três mais ou menos da
mesma idade, logo se entendem e a comunicação flui entre eles. Porém, sentado
entre uma prima de primeiro grau e uma desconhecida, Cláudio não se sente à
vontade para retomar a conversa que ele tivera com Andreza há instantes. Ele
viaja, enveredando por assuntos como séries televisivas, o novo Star Wars,
jogos de computador, Facebook e até as aulas do cursinho pré-vestibular das
meninas. Andreza, aflita, procura uma saída desesperada.
— Gente, estou
a fim de pegar uma sauna, vamos?
— Eu topo!
exclama de pronto a cúmplice loura.
— Sauna? Só se
for rapidinho. Curto mais o banho gelado depois, diz Cláudio, num resto de
embaraço, agora por estar tão próximo ao corpo exuberante de Verônica.
— Lá a gente
vê, pondera Andreza. Vamos? diz ela, encaminhando-se para a construção de
tijolinhos envernizados separada da casa pela piscina e pela quadra
poli-esportiva.
Eles caminham pelo lado da quadra, ocupada por
parentes e amigos jogando vôlei. Acostumado agora às discretas roupas de banho
americanas, Cláudio não consegue furtar-se ao exame dos corpos de três
jogadoras cujos biquínis são tão diminutos que desaparecem entre as nádegas bem
feitas. Ele celebra intimamente o fato de estar indo tomar sauna com a prima e
sua amiga deliciosa. Não é sem esforço que ele consegue manter apenas arqueado
o membro que insiste em pressionar o short. Sua mente trabalha: "E se
rolasse?" pensa ele, esperançoso.
Ao olhar pela janelinha, Andreza descobre que a sauna
foi invadida pelas crianças. Ela empurra a pesada porta já ordenando que todos
saiam, alegando que sauna é coisa de gente grande. A miuçalha sai reclamando e
desejando que o trio torre lá dentro. Cláudio prefere começar por uma ducha
fria e, antes de entrar, vai em direção aos chuveiros. Sua prima e a amiga se
instalam nos degraus da sauna.
— Acho que
regularam o calor no mínimo, diz a anfitriã.
— Para mim está
bem, e acho que o Cláudio prefere.
— Tudo bem
então. Mas e aí, o que você está achando?
— Ele é um
gato, Andreza, mas ainda não deu para notar se ele está a fim de alguma coisa.
— Ele achou
você gostosa.
— Ele te disse?
— Com todas as
palavras, e o pau dele não amolecia nem por decreto.
— Caraca!
Confesso que estou bem a fim.
— E eu! Se eu
não der para ele hoje, depois disso tudo, enlouqueço, te juro!
— Haha! Chiu!
Ele vem aí!
Cláudio entra, sacode o cabelo molhado e vai
instalar-se no último banco de ripas da mini-arquibancada. Traído pela bruma e
pela pouca luz da sauna a vapor, ele descura novamente da roupa e as meninas
logo avistam o objeto do seu desejo bem exposto, volumoso e claro em seu
envólucro espesso, repousando entre as coxas flexionadas que ele abraça contra
o peito, a cabeça repousando nos joelhos. Dessa vez, Andreza não perde tempo.
— Você só usa
esse shortinho aqui, não é, primo?
Verônica dá uma gargalhada. Cláudio, visivelmente
encabulado, estende as pernas e faz que vai cruzá-las.
— Relaxa! Só
tem a gente aqui, diz a prima.
— É, Cláudio.
Se você não puder ficar à vontade com a própria família, o mundo está perdido!
acrescenta Verônica.
— Bom, se vocês
não ligam... diz ele, relaxando as pernas.
As meninas trocam risadinhas e resolvem aproximar-se
dele. Andreza ocupa o banco abaixo do seu e Verônica senta-se junto aos seus
pés, as plantas coladas à coxa. Cláudio pressente a tentação no ar. E de fato,
Andreza não tarda a tomar a iniciativa. Levando a mão à sua coxa, ela vai
diretamente procurar o membro ainda em repouso por dentro da boca
desmesuradamente larga do short. Ele vence um sobressalto.
— Hum! Todo
lisinho. Meu primo se depila, Vê! comenta ela, chegando à lisa pélvis do rapaz
e já sentindo o enrijecimento do sexo.
— É, Cláudio?
Você raspa tudinho?
— Raspo no
banho sempre que começa a despontar, diz ele, sentindo a ereção formar-se na
mão da prima que já empunhou seu sexo e começa a recuar o prepúcio.
— Senta direito
para a gente poder aproveitar um pouco, vai, pede Andreza com voz felina.
— É Cláudio,
vamos aproveitar o calorzinho e a calma, acrescenta a outra, empurrando as
pernas dele e pousando a mão em sua coxa.
Andreza, impaciente, ajoelha-se no banco inferior e
posiciona-se entre as pernas do primo. Encorajada, Verônica tira o sutiã do
biquini da amiga liberando um lindo par de seios pontiagudos extremamente
excitantes. Em seguida, ela tira o próprio sutiã e oferece a ele todo o
esplendor dos seus próprios seios, deixando o rapaz deslumbrado. Ele se inclina
para abocanhar-lhe um mamilo enquanto leva a mão entre suas pernas já
entreabertas. Enquanto ele beija, lambe e suga, os seios de Verônica, sente seu
membro envolvido pelo calor molhado da boca de Andreza.
— Ah! Assim,
priminha... Chupa gostoso..., diz ele, levando a mão livre à cabeça da prima
que se serve gulosamente e sem cerimônia do seu generoso atributo.
Verônica observa excitada a carícia de Cláudio através
da calcinha do biquíni. Ele a pressiona com força, procurando percorrer a fenda
na carne macia e estimular a região do clitóris. Sua atenção só é interrompida
pelas intensas sugadas que a prima lhe dá na cabeça do pênis agora
completamente intumescida, alternando-as com séries de movimentos firmes da mão
que o masturba.
— Ah, priminha!
Assim você me mata!
— Não vai
gozar, hein! Quero esse pau todinho em mim daqui a pouco.
— Então vai com
calma senão vou inundar essa boquinha nervosa.
— É melhor
parar, Dreza. Ele está... com muito... tesão, geme a amiga, que puxou a
calcinha do biquíni para o lado e recebe agora a carícia direta de Cláudio,
cujos dedos escovam-lhe o clitóris e vão mergulhar no orifício encharcado.
— Hum. Então é
hora de falar sério, diz Andreza, levantando-se no banco. Ela despe
completamente o primo, puxando-lhe o short até os pés. Em seguida, vai
aninhar-se entre suas pernas, beijando-o lascivamente na boca enquanto leva as
mãos dele à tira da calcinha do biquíni para que ele a tire.
— Depiladinha
também, prima?
— É de lei!
— Hum! Vou
querer provar.
— Ai, primeiro
eu! suplica Verônica, agora deitada ao lado dele, escancarando as pernas, já
sem calcinha.
Cláudio não precisa ser empurrado para mergulhar entre
as coxas da oferecida, que logo começa a gemer. Ele cobre a fenda com a língua,
depois a invade para procurar o entrelábios e o orifício que verte fluido
profuso. Verônica geme, manipulando os seios e mantendo as pernas abertas
próximas do corpo o mais possível para dar o máximo de liberdade ao rapaz. Ele
lambe e suga tão bem que ela não tarda a ter um orgasmo, puxando-o pelo cabelo
e gemendo a cada espasmo.
— Ai, cara,
você chupa bem demais! As-sim... Não para, por favor.
Concentradíssimo em dar prazer, Cláudio perde um pouco
em ereção e seu membro vai curvando-se em direção à coxa. Percebendo isso,
Andreza procura agir rápido, sentando-se em seu colo e rebolando enquanto, com
a mão por entre as pernas, massageia-lhe o saco. Claudio então dá as últimas
lambidas e beija carinhosamente a vagina de Verônica, dando-lhe uma piscadela
para assegurar-lhe de que não terminou, e volta-se para a prima, puxando-a pela
cintura e sentindo seu membro voltar a endurecer entre as deliciosas nádegas
que o comprimem. Andreza não precisa mais do que um gesto para fazê-lo
penetrá-la fundo, e o faz soltando um gemido longo, como se não esperasse pelo
efeito do diâmetro. Olhando para baixo, ela o vê começar a entrar e sair,
encharcado pela lubrificação vaginal. Na boca, ele não lhe pareceu tão grande,
mas ali ele parece alargá-la desmesuradamente, levando-a a crer que deva ser
por falta de sexo recente que sua vagina fechou-se tanto.
— Ai, priminho,
que pauzão! Está me abrindo toda.
— Está ruim? pergunta
ele, atencioso.
— N-não... mas
tenho que acostumar! É grosso!
— Quatro
centímetros de diâmetro. Tem que caber na boa, senão você nem poderia ter filho!
— Ai, cala a
boca e fode, Claudinho! suplica ela, trotando em seu colo e contorcendo-se a
cada impacto.
Vendo que a amiga ainda não encontrou o conforto que
lhe permita desfrutar plenamente do primo, Verônica levanta-se e vai
ajoelhar-se entre as pernas do casal. Envolvendo com a mão o saco róseo e
inchado de Cláudio, ela aplica-se a lamber o grosso tronco do membro, o
contorno dos lábios e o botão róseo do clitóris. Isso gera o efeito esperado:
Andreza, agora duplamente lubrificada, começa a sentir-se penetrada mais
confortavelemente pelo sexo avantajado do primo, engrenado num vaivém profundo
e incessante. As contorções dão lugar a uma ondulação voluptuosa do corpo e as
respirações breves e entrecortadas a um gemido lascivo e constante que denuncia
claramente o grau de delícia experimentado por ela. O orgasmo não tarda a vir e
Andreza se agita tanto que acaba provocando o orgasmo do primo, que a previne
da sua iminência.
— Tira, tira!
diz ela, ansiosa, impelindo-se para a frente.
Agilmente, Verônica empunha o membro recém-saído da
vagina da amiga e o masturba uma, duas, três vezes, aproximando-se do pênis
fremente. Cláudio geme, o rosto contraído, sentindo a sucessão dos espasmos
fortíssimos que ejetam o esperma no rosto da jovem. Ela o acolhe apertando os
olhos, mas dando uma risadinha satisfeita.
— Goza! Goza,
meu lindo! Dá o teu creme facial pra mim que eu adoro!
— É... todo...
teu. balbucia ele, oferecendo-lhe os últimos jatos que, enfraquecidos, recobrem
os lábios e descem pelo queixo.
— Ficou toda
melada, sua putinha! exclama Andreza, vendo a mão que empunha o membro e o
rosto da amiga repletos de esperma gotejante.
— Não quer
lamber, prima? indaga o rapaz, malicioso.
— Eca! Não!
— Ah, lambe o
rostinho dela e deixa o meu pau limpinho, vai!
— É, Andreza. A
gente nunca fez isso. Vem. Encoraja a amiga.
— Ah sei lá,
gente... Bom, vou tentar.
Andreza se inclina e dá uma linguada ampla no rosto da
amiga, acolhendo o esperma em sua boca diante dos olhos maravilhados dos dois. Ela
deglute ruidosamente.
— Eca! Não,
gente, não dá pra mim não, exclama ela, livrando-se dos resíduos com fartas
cuspidas.
— Deixa que eu
faço, Verônica. Não tenho nojo do meu leite.
— Caraca!
exclama a garota, oferecendo-lhe o rosto, divertida.
Cláudio a lambe como uma mãe que lambe a cria,
engolindo sem hesitar o próprio esperma. Quando ele termina, sorri para Andreza
que continua com cara de nojo. Enquanto isso, Verônica volta-se para fazer a
higiene em seu membro ainda encharcado. Ela está concentrada na tarefa
quando uma voz de mulher madura ressoa fora da sauna.
— Andreza!
Andreza! Cadê essa menina? Andreza!
— Caraca! Minha
mãe, diz ela, voando até o biquíni para repô-lo. Vou lá rapidinho e volto.
Vocês não precisam sair. Deve ser uma besteira, minha mãe não deve estar
encontrando alguma coisa. Já volto!
É a primeira vez que Cláudio e Verônica se vêem juntos
a sós. Ele está em pé num dos bancos, o longo membro pendente, ainda arqueado e
inchado, a volumosa cabeça à mostra. Ela, sentada junto dele, ainda aturdida
com o susto, mas sentindo a presença do sexo recém ereto próximo ao seu rosto. Eles
estão calados, um tantinho tímidos, mas a solidão logo reaviva o desejo e
Verônica toma a iniciativa de acariciar o apêndice oscilante do seu companheiro
de sauna.
— Ainda está
grosso e quente. Você e a Andreza nunca tinham...?
— Não, não. Só
tínhamos brincado de esfregar e beijar, mas não passava disso. Depois, meus
pais se mudaram para Miami e só nos víamos às vezes, nas férias.
— Mas ela é
gostosa, não é? Vocês estavam lindos trepando.
— É sim,
apertadinha!
- Verdade! Não acreditei quando vi que ela estava
sofrendo para aguentar.
- Mas graças a você, ela acabou gozando muito. Aliás,
eu ainda não disse, mas acho o teu corpo um tesão também. Acho que eu nunca
tinha visto uma bunda tão gostosa.
— É, todo mundo
fala que eu tenho uma bunda bonita. Sempre foi assim. Assim que eu ganhei
corpo, a bunda cresceu e ficou bonita. Novinha ainda, eu chegava a ficar meio
sem jeito de sair de short ou colocar biquíni muito pequeno.
- Mexiam contigo, é?
- Nossa, nem fala!
— Posso ver de
perto?
— Quer ver
minha bunda, é? faz ela com ar sapeca, já levantando-se.
— Quero, de
pertinho.
Verônica se levanta e dá as costas a Cláudio,
olhando-o de rabo de olho, estupefato.
— Posso tocar?
— Claro! Que
pergunta!
Assim que as duas mãos a tocam, Verônica empina-se
toda. Cláudio olha para baixo e vê sua ereção novamente formada, pulsando a
centímetros do sulco. Ele se aproxima e envolve Verônica pela barriga,
colando-se a ela por trás, fazendo-a sentir as pulsações do seu sexo novamente
pronto. Ele respira forte em seu pescoço e ouve seus curtos gemidos de
excitação.
— Você deixa?
sussurra ele em seu ouvido.
— O quê? Atrás?
pergunta ela, esfregando-se nele como uma gata.
— É. Me deixa
comer essa bundinha?
— Ai não sei,
Cláudio. E se a Andreza volta?
— O que é que
tem? A gente não veio para isso? diz ele, já meio agitado, sentindo o
repuxamento do freio da glande totalmente inchada.
— Mas atrás...
vou morrer de vergonha se ela vir.
— Vai nada! E
de repente ela nem volta, argui ele, indo acariciar os seios da garota e
encontrando os mamilos rígidos de excitação.
Verônica não diz nem que sim nem que não. Seu
consentimento vem do corpo, que se insinua malgrado a hesitação. Cláudio então
agacha-se, separa-lhe suavamente as nádegas e insere a língua em pleno botão,
lambendo-o e inundando-o de saliva. Mal se aguentando nas pernas, Verônica
procura apoio na viga central da sauna, torturada pelo trabalho da língua que
explora seu orifício, penetrando-o com estocadinhas e varrendo-o intensamente.
— Aiiii, está
me matando, Cláudio! Mete logo!
— Só mais um
pouquinho.
Ele então cospe
várias vezes no orifício e introduz gentilmente o dedo para prepará-lo. Andreza
espera, como um animal ansioso. Ela sabe que o diâmetro que ela está para
experimentar será inédito. Sempre apoiada na viga, ela se empina o quanto pode
e sente o primeiro contato da cabeça com o ponto de entrada. Cláudio pressiona,
ela geme, diz estar com medo. Ele a tranquiliza garantindo-lhe que vai parar
assim que ela quiser e quantas vezes for preciso. Tomada de excitação, ela pede
que continue e ele investe novamente. A cabeça se encaixa, ela o retém com uma
mão espalmada no alto da coxa. Enquanto espera, ele cospe fartamente na verga
e, segurando firmemente Verônica pelas ancas, faz um último esforço que o leva
até o fim do percurso, durante o qual ela dá um longo gemido, contorcendo-se
como se fosse desbar aos seus pés. Mas ele permanece dentro dela, encorajando-a
a aguentar firme e assegurando-lhe de que o prazer assumirá assim que as
sensações de desconforto se forem. Ele continua cuspindo abundantemente no tronco
maciço e claro do seu membro que começa a ir e vir, e isso o lubrifica. Verônica
começa a reagir favoravelmente, contribuindo com movimentos da bacia. Enfim, o
prazer se instala e ela leva a mão entre os lábios encharcados de fluido
viscoso.
— Não para... Assim... Mete... Fode... Está me
deixando louca com esse pau.
— Viu só? Eu sabia que você ia gostar.
— Quero ele
todo no meu cu. Não para, fode
assim, gostoso até gozar.
- Pode ser dentro,
então?
- Pode não, deve, geme ela, levando uma mão atrás para
tocar na barra que a penetra.
— Vou te dar
tudo, Verônica, prometo. diz ele, arrastado num vaivém rápido e intenso.
— Quanto ele mede? Quanto está entrando em mim?
— Dezessete e
poucos centímetros por um pouco mais de quatro de diâmetro.
— Nunca tive um
assim... mas está gostoso demais agora, declara ela, entre gemidos, chocando-se
contra a pévis de Cláudio.
— Vou... gozar,
previne ele.
— Goza gostoso,
meu lindo! Me dá o tudo que eu
quero uma lembrança dessa foda maravilhosa.
— Lá vai, vou go... Ahhh!
As expansões do
grosso membro a cada espasmo alargam ainda mais o orifício de Verônica, que
mais uma vez se contorce diante das inesperadas dimensões de Cláudio. Ela se
agarra com uma mão à viga e espera pelas últimas contrações violentas enquanto,
com a outra, masturba-se vigorosamente, invadindo a vagina com, dois, três
dedos e escovando furiosamente o clitóris, até que seu próprio orgasmo é
desencadeado pouco depois que o dele. O prazer volta a predominar e ela se
sente maravilhosamente preenchida pela tora viva que a penetra mais lentamente,
mas ainda ritmada e profundamente. A conjugação dos orgasmos leva o casal a um
estado de fusão que ainda lhes era desconhecido. Cláudio procura os lábios de
Verônica e introduz-lhe profundamente a língua, que ela chupa avidamente
sorvendo sua saliva e engolindo-a de pronto. Ela recebe suas últimas estocadas
durante esse longo beijo e chega a sentir a paixão tomar-lhe o corpo,
arrepiando-a do couro cabeludo aos pés. Quando Cláudio se retira dela, Verônica
vira-se para aninhar-se ao seu corpo, revelando uma vulnerabilidade que ela só
expõe àqueles que podem vir a ser mais do que simples "fuck
friends". Ele a abraça, beija-a nos lábios e é tomado por uma
sensação recíproca que ele acolhe favoravelmente. Eles ficam assim por alguns
instantes, sem tentar interpretar o que lhes passa pela mente. O momento é
propício e eles se beijam aproveitando o contato e o ardor de seus corpos nus.
Cansados de
esperar, Verônica e Cláudio acabam tomando banho e vestindo-se para sair da
sauna. Caminhando pela quadra agora vazia, eles encontram Andreza vindo na
direção oposta.
— Para onde
vocês vão? pergunta ela.
— Sei lá, para
a piscina. Você não voltava
nunca! exclama Verônica, distraidamente de mãos dadas com Cláudio.
— Vocês dois
andaram aprontando! exclama Andreza.
— Nós? Não! responde o rapaz, sem nenhuma
convicção.
— Cláudio, me
faz um favor, vai até a cozinha pegar cerveja para nós, vai! Enquanto isso, vou ter uma conversinha com a
minha amiga.
— Está bem,
está bem, já entendi! responde o rapaz.
— E agora, Vê,
trata de me contar essa história de mãos dadas do comecinho, senão esse vai ser
o último Natal que você passa aqui!
E a eterna
curiosidade e ciumeira femininas preenchem o resto desse dia 24 de dezembro das
duas amigas. Mas Verônica conta tudinho e Andreza acaba achando sensacional ver
a amiga tão desinvolta e talvez apaixonada. Mais amigas que nunca, as duas se
preparam para a copiosa ceia dentro de algumas horas.
Feliz Natal e um
ótimo 2016 a
todos os amantes do erotismo, em especial aos frequentadores do Erotexto!

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