No fim de semana, me aconteceu um lance incrível. Sábado, acordei cheio de
tesão, louco para meter. Eu tinha sonhado com mulher nua e trepadas a noite
inteira, tinha batido uma na cama e ainda acordei com tesão, pronto para outra.
Mas eu não estava nem um pouco a fim de desperdiçar; o que eu queria mesmo, era
achar um jeito de me aliviar numa bucetinha.
Durante a semana, tudo era mais fácil porque só precisava dar uma cantada na Flávia ou na Renata, duas garotas do cursinho que estão sempre a fim, e ir trepar no apê que elas racham. Mas no fim de semana só rola sexo se tiver alguma festa, e até ali, nenhum convite tinha pintado. Pensei, pensei, pensei e, de repente, achei uma saída: a empregada do César, meu colega que mora no décimo-segundo andar. Mas eram oito da matina, cedo demais, fora que a Marilene não devia ter chegado. Meu pau estava estourando a cueca e não baixava nem por decreto. Tive que deixar o bicho solto e ficar mexendo para aliviar um pouco a tensão.
Fiz um ovomaltine e quando deu oito e meia, disparei para o apê do César. Toquei e foi ele que veio atender, com cara de sono: "Porra cara, tá fazendo o que aqui a essa hora?!" Expliquei o meu estado e ele me deixou entrar para esperar a Marilene. Mas ia ser foda porque tinha que esperar a família dele ir para a praia. Tudo bem, fazer o quê, né? O negócio era esperar!
Deu nove horas e a
Marilene chegou. Ela deve ter uns 19 anos, é uma mulatinha clara de cabelo
alisado e carinha linda que fica um tesãozinho só de calcinha e sutiã por baixo
do uniforme xadrez rosa. Eu sempre pensava nela pelada, imaginando aquela
bundinha empinada que parecia bem gostosa e os peitinhos uma delícia de mamar.
O César já tinha comido e dizia que era uma foda maravilhosa, que ela geme e
mexe que nem gente grande. Ela entrou, falou com a gente e foi para o quartinho
trocar de roupa. Eu tomei café com o César, os pais dele e a irmãzinha. Depois
do café, eles foram se arrumar para ir à praia (eles vão sempre cedo porque a
Clarinha só pode ficar até umas 11h e parece que o pai tinha umas coisas para
fazer à tarde). César falou que ia mais tarde comigo e, quando a família saiu,
soltei um "yesss!" O apê era nosso.
A gente foi direto
para a cozinha, claro. Marilene estava acabando de arrumar a louça nos armários
e ia fazer as camas. Ficamos rondando, zoando com ela e dizendo que íamos
ajudar a fazer as camas. Ela riu, fingiu que ia bater na gente e foi indo para
o quarto da Clarinha. Pior é que a gente ajudou de verdade a fazer as camas, e
foi muito comédia! O segundo quarto foi o do César. Assim que ela entrou, ele
fechou a porta e disse: "Agora eu vou te mostrar uma coisa!" Ela
perguntou o quê, com cara de deboche, e ele só fez um gesto: baixou o zíper da
bermuda que já estava desabotoada. Ela olhou bem e disse, rindo: "Não tô
vendo nada de homem aí, Cesinha!" Dando um sorriso bem sacana ele abriu a
bermuda e baixou a cueca vermelha até o saco. O pau dele pulou para fora e
ficou balançando, entre o mole e o duro. César é alto, tem mais de 1,80m. O pau
dele deve ter uns 15cm, grossura normal também. A Marilene tinha dado para ele
e conhece o César desde novinho, porque trabalha na casa deles desde os quinze
anos. Mas ele tem prepúcio (aquela pele que cobre a cabeça), então ela zoa
sempre com ele dizendo que é piru de criança, e sábado não foi exceção.
Aproveitei a deixa para dizer que eu não tinha a pele. Ela olhou para mim e
disse que duvidava. Não vacilei, também abri a bermuda e mostrei meu pau, que
não amolecia nem com reza braba. Ele ficou apontando para o teto, a cabeça
vermelha brilhando, molhada. Marilene olhou um pouco e, virando para o César,
disse: "Tá vendo, Cesinha, isso é que é pau de homem!" César me olhou
fingindo desdém e comentou que quem tinha fodido com ela era ele. Ela concordou
mas disse que tinha dado um banho de buceta nele. Louco de tesão e ligado à
menor oportunidade, aproveitei de novo e propus, na lata: "Se você quiser
eu posso te dar uma surra de pau, Marilene." Ela ficou olhando para nós
com ar debochado, mas notei pelo olhar e pela atitude que ela estava doidinha
para dar.
César se jogou na
cama arrancando a bermuda e eu, já sem chinelo, atravessei a cama andando e fui
ficar de frente para Marilene. Ela não esperou: pegou meu pau e me perguntou:
"Isso tá limpo, Marcelo?" Respondi que estava prontinho para ela e só
vi a Marilene caindo de boca. Tive que avisar para ela ir com calma se não
quisesse levar um esguicho. Ela riu e continuou mais devagar. Pedi a ela para
tirar a roupa e ela foi se livrando do uniforminho enquanto chupava. Ficou só
de sutiã e uma calcinha branca toda enfiada no rego da bundinha gostosa. César
logo passou para trás dela e foi desabotoando o sutiã, que caiu no chão, enquanto
começava a se esfregar nela. Marilene gemia enquanto me chupava e eu sentia meu
pau dolorido de tão duro. Ela empunhava meu pau para olhá-lo e passava a língua
de alto a baixo por ele, enquanto, com a outra mão, acariciava meu saco,
apertando de leve para massagear as bolas. Quando ela tirava meu pau todo da
boca e o levantava para passar a língua por baixo da cabeça, olhava para mim
diretamente nos olhos, mostrando a putinha que ela era. Para me distrair e não
gozar eu perguntei umas coisas a ela, tipo se ela gostava muito de pau, se dava
muito, se gostava de tomar no cuzinho de vez em quando, se já tinha sentido um
pau muito grosso entrar nela. As respostas eram todas "hum-hum", o
que me deixava mais alucinado ainda: ela só era um ou dois anos mais velha que
nós! Enquanto isso, o César passava o pau pelo rego da bunda dela e se
preparava para meter, mas ela não deixou, dando um empurrão nele e dizendo que
eu é que ia começar. Adorei isso e pulei da cama passando para trás dela
enquanto César tomava meu lugar para dar de mamar.
Comecei logo a
sarrar a bundinha deliciosa, colando meu pau na barriga e apertando-o contra o
rego tesudo que tinha a marquinha de um biquini que devia deixar os dois gomos
todinhos de fora. Depois forcei meu pau para baixo e fiquei roçando entre os
dois lábios da xaninha, agarrando a Marilene pela cintura e fazendo vai e vem
como se a foda tivesse começado. Na minha frente eu só via o César se
contorcendo para não gozar e a cabeça da Marilene subindo e descendo. O barulho
de alguém chupando dá muito tesão e fui ficando louco para meter. Me preparei,
afastando um pouco a cintura e colocando uma camisinha. Marilene parou de
chupar e virou a cabeça para o lado tentando me olhar, abriu bem as pernas e
segurou firme na cintura do César. Me abaixei para ver o buraco da xaninha,
enchi a cabeça do pau de saliva grossa, encostei na portinha e forcei. Marilene
deu um pulinho, um grunhido, mas meu pau logo deslizou facil e completamente
para dentro. Assim que meus pentelhos encostaram na bundinha comecei a mexer e
Marilene voltou a chupar César. Enquanto eu metia perguntei se ela estava
gostando do meu cacete e se queria que eu gozasse muito. Ela só fazia
"Hum-hum!" Eu podia ver que ela não só estava chupando o pau do César
como estava lambendo suas coxas, a barriga e o peito. Dava para sentir que ela
estava com muito tesão, como um animal no cio. Ela queria tudo, queria os dois
e gozar feito doida.
À certa altura,
falei para o César deitar atravessado na cama com as pernas para fora. Ele fez
isso e, sempre metendo, fui empurrando a Marilene, até que ela entrou na cama
de joelhos e ficou por cima dele, que já estava segurando o pau em riste.
Quando tirei o meu da bucetinha encharcada, só precisei dar um empurrãozinho na
Marilene, pela cintura, para ela ir se encaixar no do César. Fiquei descansando
e olhando para ela de costas e de quatro por cima do meu amigo, fazendo o pau
dele entrar e sair da bucetinha mole, mexendo a bundinha, ficando sentada sobre
as pernas dele e, cheia de tesão, erguendo os braços para mexer no cabelo.
Sempre gostei de ver trepada assim, por trás. Acho excitante ver um pau duro e
grosso entrando na buceta por baixo da bundinha. César aproveitava para
acariciar e apertar aqueles dois gomos firmes, enquanto Marilene massageava os
seios e espremia os bicos, gemendo.
Me deu tesão ver o saco do César colado na bunda da Marilene, sinal de que o pau estava todo enfiado na xana e que ela devia estar sentindo aquilo tudo dentro dela. A gente não consegue imaginar essas sensações de mulher, mas é certo que deve ser bom também, senão elas não gostariam tanto de trepar. Percebi que quando marilene estava completamente sentada no César, passava de vez em quando a mão por trás do corpo e acariciava o saco dele. Aproveitei uma dessas vezes para satisfazer uma velha curiosidade; assim que ela tirou a mão, coloquei a minha. Deu certo, ele não percebeu e pude, pela primeira vez na vida, tocar num saco que não o meu e sentir a textura da parte mais estranha do corpo masculino. Em seguida, subi pelo rego da Marilene até tocar no cuzinho. A reação foi imediata: ela se empinou toda e se afundou ainda mais completamente no pau do César. Eu tinha me ajoelhado no chão, bem pertinho deles, e fui massageando o cu com o líquido que eu recolhia entre o pau, que entrava e saía como um bate-estaca, e a buceta. Aos poucos, o buraquinho foi cedendo e meu dedo entrando. Estava apertado e quente. Marilene jogou a cabeça para trás, dando um gemido alto. César perguntou o que estava acontecendo e eu pedi a ela para contar: "O Marcelo tá enfiando o dedo no meu cu. Ai que gostoso! Não pára, Marcelo!", fez ela. Isso aumentou o tesão do César, que acelerou o vaivém. Ela começou a gemer mais alto até desmbestar a falar: "Mete, Cesinha! Me dá esse pau que nem homem, que hoje eu quero tudo! Vou querer surra de pica! O Marcelo prometeu! Não foi, Marcelo?" ela disse, trotando como uma desvairada.
Ouvindo isso,
resolvi reentrar em cena. Subindo na cama por cima das pernas do César, grudei
na Marilene e, sem tirar o dedo do cuzinho dela, encostei meu pau. Depois, foi
só tirar o dedo, deixar a cabeça encostada no cuzinho amaciado e ir empurrando
bem devagar. Marilene praticamente deitou por cima do César, arrebitou a bunda
ao máximo e me deixou entrar. Forcei, forcei, ela gemeu alto, cuspi no rego e
deixei a saliva escorrer até o meu pau. Repeti a operação até que, de repente,
a cabeça foi tragada e ele deslizou lentamente para dentro. Marilene voltou
para trás e me deixou entrar. Quando ela sentiu que meu pau tinha entrado todo,
sentou com todo o peso no pau do César e começamos a dupla penetração. Desse
momento em diante, ela ficou alucinada: "Mete tudo nessa buceta, Cesinha!
Fode esse cu, Marcelo, arromba! Vou querer o leitinho dos dois dentro de
mim!" Ela gemia e, apoiada no César, fazia força para trás para empalar-se
mais e mais em nós dois. César estava a ponto de bala, quase para gozar,
mas eu dizia a ele para aguentar mais um pouco, então ele parava de mexer. Isso
deixava Marilene insatisfeita e ela voltava a gritar: "Mete! Não para não!
Tá na hora de provar que é macho!" E ele voltava a mexer um pouco, mas
logo parava. Eu aguentei firme durante bastante tempo, me distraíndo com os
mamilos da Marilene para não gozar. Quando eu apertava ou torcia demais ela
protestava: "Assim dói, caralho!" E quando eu parava: "Mas não
pára não que tá gostoso! Assim, e soca esse pauzão gostoso todinho no meu
cu!"
Durante toda a DP,
Marilene ficou gritando, gemendo e falando coisas sacanas até que entrou
subitamente num orgasmo alucinado. "Não pára que eu tô gozando!" ela
suspirou. Nós coordenamos os movimentos para que ela subisse e descesse com
mais facilidade. Ela agarrou os seios, subiu até os cabelos, jogou a cabeça
para trás e gemeu alto. Depois, senti a mão dela procurando meu pau que invadia
seu cu. Ela se acariciava toda, as coxas, os peitos, o pescoço, o cabelo, os
braços. A cabeça dela ia de um lado para o outro, num contínuo não que queria
dizer sim, e suas pernas faziam força para cima, parecendo que ela queria sair
de nossos paus. Nós a puxávamos para baixo, César fazendo peso nas coxas e eu
puxanco pela cintura. Quando a encaixamos de novo, ela começou a subir e
descer, se empalando selvagemente em nossas picas. Cheguei a sentir dor. A
certa altura, o César avisou que não aguentava mais e começou a gozar. Pude
sentir a estocada profunda que acompanha o primeiro jato seguida de golpes de
cintura fortíssimos, que faziam a Marilene trotar e gemer mais ainda. Eu
continuava agarrado à cintura dela, completamente enfiado em seu cu. Aos
poucos, os orgasmos foram cessando e ela se entregou ao meu aperto, descansando
a cabeça no meu ombro. Pude sentir quando o pau do César escapou da buceta
molhada e, ainda pulsante, deu uma batidinha no meu saco, por baixo. Mais uma
vez, aproveitei um momento em que a Marilene passou a mão para trás para
manipular bem o pau do César e sentir, sem que ele percebesse que era eu, a
grossura e o comprimento de um pau diferente do meu. Como não tenho coragem de
falar dessas coisas, foi uma sorte ter rolado assim. Não sinto vontade de fazer
nada com amigos, minha curiosidade pára por aí. Pude sentir a camisinha do
César cheia e o pau amolecendo até despencar entre as coxas.
Eu queria gozar na
boca da Marilene, mas depois do anal, era complicado, e ninguém ali era ator
pornô! Então fui me lavar rapidinho. Quando voltei, ela e o César estavam na
cama, lado a lado, só conversando. Fui até a Marilene e fiquei de joelhos, meio
que sentado no peito dela e com o pau logo acima de sua boca. Ela entendeu,
sorriu, ajeitou o travesseiro para ficar bem alto e sorriu para mim. Agarrando
na cabeceira da cama, me empinei bem para que o meu pau apontasse para baixo e
entrei. Ela olhou para mim como se me mandasse foder gostoso com aquela
boquinha linda que me dava tanto tesão. Foi uma loucura ver o meu pau indo e
vindo entre os lábios dela. Aguentei o máximo que pude, até que senti o orgasmo
vindo. Ela percebeu, virou o rosto e gozei à vontade. Ela mexia lentamente a
cabeça, fechando os olhos, mas sorrindo, certamente por saber que estava me
dando tanto prazer. Tentei empurrar o que eu gozava com a cabeça do pau para
dentro da boca, como a gente vê nos filmes, mas ela não quis. O máximo que
consegui foi passar a cabeça melada pelos seus lábios entreabertos e forçar a
entrada bloqueada pelos dentes branquinhos e perfeitos. Ela chegou a abrir a
boca e deter meu pau só com a língua, mas expulsando o meu leite, que escorria
pelo rosto junto com a saliva e que ela tinha que recolher com a mão para
evitar de sujar o lençol. César, deitado ao nosso lado, assistia a tudo
instigando a Marilene: "Deixa ele gozar na tua boquinha, vai! Engole um
pouco para a gente ver; só um pouquinho, por favor!" Mas a única coisa que
ela consentiu fazer foi engolir meu pau inteiro, molhado e ainda inchado, mas
já amolecido. Foi como um falso deep throat, mas pude ter a imagem
dos lábios dela colados nos meus pelos e meu saco esmagado em seu queixo.
Infelizmente, meu pau não demorou a encolher e acabou escapando todo mole
daquela delícia de boca.
Antes de terminar, eu quis dar um beijo Marilene, que tinha me dado tanto prazer e me feito gozar tanto. César se aproximou acariciou os seios dela enquanto ela brincava com nossos paus. Ficamos nessa brincadeira de beijar e passar a mão por mais uns minutos, até que César olhou para o relógio e se assustou; a família dele devia estar para voltar da praia. Nos vestimos, Marilene arrumou foi arrumar o quarto de casal rapidinho e voou para a cozinha fazer almoço. Me despedi e fui para casa pensar na trepada que tinha salvo o meu sábado. Ironicamente, no fim do dia, o Cláudio telefona me convidando para uma festinha. Eu fui e, se já não estivesse tão satisfeito, teria aproveitado muito mais com a Nininha, uma amiga dele que me dá mole.

Comentários
Postar um comentário
Comente! Ajude a aprimorar o Erotexto!