Viviane, a filha da empregada, cresceu e já está toda gostosinha. Mulatinha
clara de cabelo comprido louro palha frisadinho, ela vive de roupa curta e
apertada, usa batom e sabe de cor todos os trejeitos que destacam as curvas do
corpo de menina de dezoito aninhos. Quando não tem aula, ela
vem para cá com a mãe e sempre de sainhas minúsculas, shortinhos que deixam as
polpinhas de fora ou jeans de cintura baixa que descobrem o fio da tanga a cada vez que ela se curva. Eu sei que ela sabe que me
alucina.
Um dia desses, a
Viviane estava aqui em casa e eu saí pelado do banheiro, de banho tomado depois
das aulas. Só atravessei do corredor para o quarto, que fica quase em frente,
mas foi o bastante para que ela me avistasse lá da sala. Já no meu
quarto, fiquei em silêncio para ouvir seus passos e quando tive certeza de que
ela estava espiando pela fresta proposital da porta, zanzei peladão pra me
exibir, depois sentei na cama e comecei a acariciar o bicho para mantê-lo a
"meia-bomba". Em menos de trinta segundos, Viviane apareceu,
empurrando a porta e ficando encostada no batente, parada a me olhar com ar
seguro e sacaninha. Estava de sainha jeans curtíssima, exibindo aquelas coxas
de mulher e o piercing barato no umbigo. Eu disse a ela para entrar, fechar a
porta e chegar mais, o que ela fez muito decididamente, ficando em pé diante da
cama, quase entre as minhas pernas. Pus as mãos por trás das coxas dela e fui
escalando até sentir as dobrinhas virarem bunda. Enquanto isso, ela não tirava
o olho do meu pau, que dançava entre as minhas pernas.
Chegando bem para o meio da cama, convidei Viviane a sentar e ofereci-lhe a espada. A reação foi profissional: desembainhando-a destramente, ela exibiu a ponta, contemplou um pouco, deu uma lambidinha rápida, como se para provar o fio, e engoliu. Mal pude acreditar quando a vi desaparecendo entre seus lábios. A sensação foi tão intensa que pedi um 69. Ficamos longos minutos nos lambendo. Ela sentou na minha cara e me deixou invadir com a língua a bucetinha carnuda e depilada, linda, mas deflorada há tempos. Enquanto pincelava entre os lábios e percorria o períneo para ir cutucar o cuzinho, eu me perguntava se, como tantas meninas de família pobre e sectária, ela não teria começado por trás. Viviane mamou meu mastro com todo vigor, masturbando-me ao mesmo tempo com força para acelerar as coisas, até me fazer gozar em jatos fartos que lanharam seu rostinho com trilhas leitosas que ela ia empurrando para a boca, fazendo meu pau de rodo. Ela continuou chupando, lambendo, sorvendo e engolindo, deixando tudo limpinho e brilhando de saliva, até que gozou com as estocadas da minha língua em seu clitóris e a ponta do polegar no buraquinho. Ela ficou toda bamba, as pernas titubearam e a xoxota, embebedada, babou.
Viviane disse que me achava gostoso e que iria querer outra vez, quando a mãe saísse para fazer compras, para termos mais tempo e porque ela queria me dar tudinho. Agradeci sorrindo e a puxei para dar um beijo na boca vulgar de garota vadia de lábios grossos, projetados e pintados de rosa. Já de pé diante do espelho, ela subiu a calcinha, dando uma rebolada sensual para ajustá-la à xana e encaixá-la no rego, depois ajeitou a sainha, deixando-a na altura em que a rapazeada gosta. E saiu do meu quarto tão tranquilamente quanto tinha entrado, prometendo voltar logo. Mas promessa não é dívida e não tive mais sinal dessa putinha.

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