Éramos namorados há
pouco tempo, e ela rapidamente ficou curiosa pela coisa que pulsava dentro da
minha calça a cada vez que ficávamos nos beijando abraçados. Era o momento de
mostrá-lo.
Minhas feições
abriam-me as portas a qualquer conquista, mas eu era considerado
"nanico", com meu metro e cinquenta aos quase dezoito anos. Isso
desencorajava muitas meninas que não queriam ser vistas com namorados menores
que elas. O que fazia com que algumas abrissem uma exceção a essa regra era o
meu dote que, devo dizer sem falsa modéstia, contrastava bruscamente com a
minha baixa estatura. Com cerca de dezoito por cinco centímetros, dimensões que
chamavam a atenção até dos meus amigos muito mais altos que eu, ele me valeu o
apelido de "tripé" quando o assunto era sexo.
Renata não era uma
das mais altas, não era da minha escola e não conhecia meus amigos. Sua
curiosidade era real e perfeitamente adequada ao nosso tempo de namoro de quase
duas semanas. Estávamos no carro do meu pai, que ele me emprestava para
ocasiões especiais como aquela, estacionados num "namoródromo" perto
da igreja matriz da cidade. Eu tinha muita liberdade para falar dessas coisas
com meu pai e na maioria das vezes seguia seus bons conselhos. Ele me dizia
para ir com calma no primeiro encontro mais íntimo; mostrar o sexo para a
namorada era um momento sério da relação e podia chocá-la pelo aspecto,
assustá-la pelas dimensões ou repeli-la pelo odor. Era preciso ser
gentil e delicado — nada de grosseria — sem contudo perder o objetivo final de
obter no mínimo uma carícia, de preferência uma masturbação e idealmente, uma
primeira felação. Eu estava
portanto muito bem preparado nesses momentos-chave de minhas relações com as
meninas.
Naquele dia,
estávamos no namoródromo há cerca de uma hora e ambos atingíramos aquele ponto
de excitação a partir do qual, se nada mais acontecesse, seria melhor ligar o
carro e ir para casa para não estragar a noite com a frustração. Tínhamos
passado para o banco de trás e Renata estava a cavalo sobre minhas pernas, toda
quente, de rosto vermelho, boca entreaberta e olhos semicerrados, olhando-me
com aquela expressão que estimularia qualquer namorado menos escrupuloso a ir
sem mais delongas às últimas consequências. Era o momento propicio e não havia
mais razão para protelar.
— Agora mostra, vai, pediu ela, mais uma vez, lambendo
meus lábios.
— Quer mesmo ver agora?
— Quero, disse ela, pondo a mão no meu cinto.
— Está bem, então pode abrir.
Renata
desafivelou-me aplicadamente o cinto, depois o primeiro botão da calça e por
fim o zíper. Ela fez um momento de suspense, olhando-me nos olhos, em seguida
abriu a calça. À primeira vista, a minha cueca não lhe causou maior
estranheza, mas assim que eu desci um pouco a calça e que ela pôde ver
claramente a barra rígida rebatida para o lado, preenchendo-a até quase o meu
osso ilíaco e forçando o tecido elástico para frente, Renata olhou para mim
espantada.
— Como é que você pode ter "isso" tão
grande, menino?
— Pergunta aos meus pais! respondi, dando um
sorrisinho inocente.
Ela olhou por alguns segundos, mas, curiosa, logo
levou as mãos ao elástico da cueca para puxá-lo. Livre, meu pau saltou, armado,
ficando na vertical e colado à minha barriga, a glande ultrapassando a altura
do umbigo. Renata estava imóvel, olhando fixamente para ele, de boca aberta.
— Não estou acreditando! exclamou ela, tapando a boca.
— Pode acreditar, você está acordadinha, disse eu,
dando-lhe um beliscão na coxa desnuda por baixo da saia.
Ela olhou, olhou, olhou de vários ângulos, alternando
expressões de surpresa e caretas, talvez porque ele estivesse muito molhado e
liberando algum odor. Me pareceu que ela não quisesse pegá-lo, então
encorajei-a a fazê-lo. Inicialmente, ela o tocou com a ponta do indicador,
cutucando-o em vários pontos, admirada com a dureza.
— Pode pegar, Renata. Não vai te morder! brinquei.
— Eu sei, mas é que... retrucou ela, levando
timidamente a mão ao tronco grosso e duro.
Assim que ela o
empunhou, tive uma sensação maravilhosa que me fez gemer. Isso a deliciou e
encorajou. Ela o premeu com força e meu pau pôs-se a pulsar vigorosamente em
sua mão. Cheguei a temer o orgasmo precipitado, mas acabei raciocinando que se
isso acontecesse, a excitação era tamanha que outro viria, portanto não tinha
importância. Comecei a acariciar as coxas da Renata enquanto ela descobria o
meu membro em todos os detalhes.
— A cabeça é enorme! E tão lisinha! Posso tocar?
— Pode, mas está molhada.
— Eu sei, não faz mal.
Ela então fechou a mão sobre a minha glande e
apalpou-a com os dedos e o polegar, maravilhada e impressionada ao mesmo tempo.
— Olha quanta babinha está saíndo!
— Você gosta?
— Prefiro a babinha do que a outra gosma, lá.
— Mas você já provou a outra?
— Já... eca! Todo menino quer isso, não sei por quê.
— Porque dá tesão de ver, ora!
Renata continuava empunhando meu pau e eu continuava
com as mãos em suas coxas, tentando fazer com que ela avançasse até sentar
nele, mas logo percebi que isso teria que esperar. Ela puxou mais um pouco o
elástico da minha cueca e passou a mão por baixo do meu saco.
— Ele é grande também.
— É, sou "sacudo", respondi rindo.
— Lisinho! Aliás, você raspa tudo, hein! observou ela,
passando a mão pela minha pélvis barbeada.
— É, fica mais limpo assim, prefiro. Você se depila?
— Depende. Já tive namorado que gostava de um pouco de
pelo, mas o meu último adorava tudo lisinho.
— Você já teve muitos?
— Ah, alguns, respondeu ela, claramente sem intenção
de enumerá-los.
— Faz tempo que você transa?
— Uns três anos. E você?
— Um ano e meio, dois. Não quer dar uma rapidinha
agora? propus, sem muita convicção.
— Ah, disse ela, evasiva, não sei...
— Não está a fim? Não gostou "dele"?
— Não é isso, Bruno; é que...
— Fala!
— Ah, sei lá... Faz tão pouco tempo que a gente está
saindo juntos. Você não acha melhor dar um tempinho a mais?
— Eu não, mas você é que sabe. Eu posso pelo menos ver
a tua bucetinha? pedi, já empurrando a saia dela para o alto das coxas.
— Ai, Bruno, não sei... A gente vai acabar não
aguentando, assim.
— E o que é que tem, se não aguentar? A gente não está
namorando?
— É, mas... Bom, vamos ver, Bruno. Mas agora, assim,
rapidinho, não.
— Então só me mostra, vai.
E ela cedeu. Puxando bem a saia, ela chegou a calcinha
para o lado e me mostrou a rachinha, linda, toda molhadinha entre pelinhos
castanhos bem curtos.
— Não vai reparar, hein! Eu não me depilei toda, só
está aparadinho.
— É linda, Renata! Dá vontade de passar a língua.
— Eca, Bruno! A
gente nem tomou banho!
— E daí? Vai me dizer que nunca chupou o pau de um
cara que não tinha tomado banho!
— Eu nunca! Só chupo limpinho!
— Ah, então quer dizer que eu não tenho esperança de
ganhar uma chupetinha hoje?
— Claro que não, né, Bruno! disse ela, me dando um
tapa no braço.
— E uma punhetinha?
— Aqui, agora?
— É, por que não? Olha como ele está babando.
Ela voltou a empunhar meu pau e olhou para o orifício
que vertia um fio contínuo. Reparei que a mão dela mal se fechava no tronco
maciço e entendi que a mulher precisa se preparar para receber um membro
grande. Quero assinalar que digo isso sem me gabar; eu tinha realmente um dote
que chamava a atenção pelo contraste com a minha estatura. Excepcionalmente, eu
cresci muito entre os dezessete e os vinte e dois anos, passando muito
tardiamente de um metro e cinquenta à estatura atual de um metro e setenta e
três, mas isso ainda não tinha acontecido e Renata estava visivelmente
impressionada com a tora que ela tinha na mão.
— Uma punheta então, Bruno, só para não te deixar
frustrado.
— Oba! exclamei, me oferecendo todo.
Renata me beijou profundamente, enfiando a língua na
minha boca e engolindo ruidosamente para que eu percebesse que ela estava
engolindo minha saliva. Enquanto isso, sua mão começou a trabalhar no meu pau,
um pouco desajeitada no início, sem saber lidar com o comprimento, mas logo
adaptando-se, aplicando a pressão exata e me masturbando com perfeição. Na
época, quando a coisa se tornava explícita e a ansiedade baixava, eu era muito
mais resistente que hoje em dia, então pude ficar por longos minutos alternando
entre os beijos e a contemplação daquela mão delicada e suave subindo e
descendo para me fazer gozar. Enquanto isso, explorei as coxas da Renata até o
alto, apalpando a bundinha que eu estava louco para ver e, de vez em quando,
passando para a frente e resvalando os dedos na calcinha úmida. A tensão foi
aumentando, a pressão da mão da Renata também. Os beijos foram ficando cada vez
mais molhados, ela deu um jeito de se esfregar na minha coxa, a respiração e os
gemidos enchiam o carro e os vidros estavam completamente embaçados. Quando o
orgasmo veio, só tive tempo de puxar a camiseta até o pescoço e mandar a Renata
apontar para o meu peito. Uma rajada de espasmos projetou vários jatos no meu
peito e barriga, diante de um par de olhos arregalados.
— Caraca, Bruno! Você deve encher um copo! exclamou
ela, soltando meu pau e se afastando para ver o quadro.
— Melou tudo, né? eu disse, olhando o
"estrago".
— Como é que a gente vai limpar isso?
— Tem kleenex no porta-luvas.
Renata saiu do meu
colo e debruçou por cima do assento do passageiro para pegar a caixa de lenços
de papel. Pude ver pela primeira vez sua bunda, uma bunda clara, linda, feita de
dois gomos carnudos com a calcinha vermelha toda enfiada entre eles. Renata precisou
se debruçar toda no assento para alcançar o porta-luvas e levou alguns segundos
para abri-lo e pegar a caixa. Sem hesitar, avancei e, erguendo a sainha,
dei-lhe uma mordida na bunda.
— Aaaah! Que é isso, Bruno! Exclamou ela, já voltando
para trás com os lenços.
— Não aguentei, Renata! A tua bundinha é demais.
— Você está impossível! Vamos limpar isso para ir
embora, anda, senão a gente vai acabar fazendo uma besteira hoje!
— Besteira por quê, Renatinha? Está com medo? Eu tenho
camisinha!
— Já falei que hoje não. Ainda não estou preparada. Te
juro que a gente vai fazer tudo.
— Mas quando?
— Bruno, a gente acabou de começar a sair juntos,
esqueceu? Faz menos de duas semanas.
— Hm! Tá legal, tá legal... fiz eu, meio inconformado
e já encharcando vários lenços de papel com o esperma que escorria abundante no
meu peito.
— E não faz essa cara, porque eu fiz "essa
coisa" para você e já acho isso muito!
— Não estou
reclamando, Renata. Aadorei a punheta, mas por mim, a gente dava uma rapidinha
aqui.
— Nada disso. Aliás eu não quero que a primeira com
você seja dentro de um carro. A gente vai arrumar um lugar.
— Bah! Lugar é o que não falta! respondi, ainda
rabugento.
— Ah é? Então me diz um!
— O meu tio Jorge empresta o apê. Ja fiz isso milhares
de vezes.
— Milhares, é, seu Bruno? Será que eu estou namorando
um garoto de programa? fez ela, sarcástica.
— Euh... não, não... Não foi tanto assim.
— Vai falando! Quantas?
— Ah, Renatinha, já vai começar?
— Quero saber!
Ela estava de braços epernas cruzadas ao meu lado,
olhando de cara fechada para as costas do banco do passageiro, esperando pela
resposta. Pela primeira vez em quase quinze dias, me perguntei se valia a pena
investir naquele namoro ou se eu deveria manter apenas os encontros até que a
transa rolasse; porque uma coisa era certa: eu não podia deixar aquele corpinho
me escapar por entre os dedos! Saí pela porta de trás, entrei no lugar do
motorista e comecei a dirigir com a Renata atrás, muda. Todo um programa de
prazer parecia ter sido estragado por um capricho: saber com quantas meninas eu
tinha transado. Mas eu já conhecia bem o temperamento feminino, então resolvi
mentir para por um ponto final na querela.
— Quatro, Renata. Transei com quatro namoradas. Você
deve ter muito mais experiência que eu.
— Jura? Só quatro mesmo? fez ela, fingindo choramingar.
— Juro, juro. Aliás, se eu te perguntar com quantos
você transou, qual vai ser a resposta?
— Para que você quer saber?
— Só para ficar empate! Eu respondi quando você
perguntou.
Nesse momento, ela pulou para a frente, de olho
grudado no relógio de pulso e fingindo-se apavorada com a hora.
— Bruno, pelo amor de Deus, corre! Você já viu a hora?
São 9h45 e minha mãe me mata se eu chegar depois das 10!
Como são espertas! Renata se saiu tão bem que até
hoje, anos depois do namoro, fiquei sem saber com quantos ela transou antes de mim.

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