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Vizinhança tórrida II


2. Em bando é melhor!

Um belo dia, resolvi ir bater na casa do Francis. Foi ele que atendeu, mas nem me deu tempo de falar; saiu, trancou a porta e voou desabalado escadaria abaixo, me deixando sozinho na varanda. Como a casa dele é elevada, pude ver a direção que ele tomou e segui-o por um bom trecho com os olhos, e conhecendo como eu conhecia a vizinhança toda, não tive dúvida de que ele estava indo para o bairro fronteiriço, separado do nosso por uma ponte, onde tínhamos uns colegas que moravam numa enorme casa velha. Assim que me certifiquei de que não seria visto, segui-o, e de fato, ele desapareceu pela entrada principal da casa grande. Como eu não tinha nada para fazer naquele dia e estava sem ver o Francis há cerca de dois meses, resolvi bancar o detetive e descobrir se aquela pressa toda era uma banalidade ou se ocultava alguma coisa. Francis era habitualmente tão pacato, tão indiferente que o comportamento dele me intrigou.

    A tal casa era de fato enorme. Não tanto de frente, mas devia ter uns trinta metros de parede lateral, com umas dez janelas de cada lado, se não mais. Entrando de mansinho, fui percorrendo o lado direito para descobrir quem estava em casa, até começar a ouvir as vozes. "Agora sou eu!", exigiu alguém, que reconheci imediatamente ser o Kleber, ao que outro respondeu: "Po, cara, pára aí!" e outras duas vozes, quase em uníssimo, exigiram: "Pode parar agora!" Ouvi também uma voz fina protestando e, por fim, a voz do Francis, recém-chegado, cobrando: "Cheguei, galera! Também quero!" Eram portanto seis vozes, a turma da casa velha estava toda lá. Resolvi trepar no largo rodapé da parede externa para tentar suspender-me até o parapeito da janela. Com muito cuidado para não ser visto, fui lentamente esticando o corpo para tentar ver alguma coisa lá por dentro. Para alívio meu, as vozes não vinham daquela peça. Resolvi pular a janela e entrar, era um dos quartos. Entrei, caminhei pé ante pé até a porta e espiei. Do outro lado do corredor, na peça em frente, havia cinco caras completamente nus olhando para o Kleber, que estava de bruços, numa cama, deitado por cima de alguém que me pareceu ser a Natália, filha da empregada dos pais dele, mulatinha gostosa que todo mundo já tinha visto vestindo tudo que havia de mais sexy, inclusive de biquini branco semitransparente, na piscina da casa, quando os pais do Kleber não estavam. Ela estava deitada, atravessada numa cama, com as pernas levantadas por cima da bunda do Kleber, que metia desajeitadamente nela em posição de papai e mamãe. Os outros, todos com a mão no pau, observavam ansiosos, esperando sua vez. Fiquei sem jeito ao constatar que Francis era perfeitamente masculino e que até exibia um pinto bem maior que os outros, já endurecido. Então era por isso que ele saíra desabalado: para trepar! pensei, sentindo-me corar sozinho por ter imaginado coisas a respeito dele. Mas o mais importante era dar um jeito de me fazer notar e convidar para a festinha. Enquanto arquitetava uma estratégia, fui assistindo ao que me era visível.

    Kleber foi retirado à força de cima da Natália. Ela se ajeitou um pouco e, colocando os pés na beira da cama, de pernas arreganhadas, esperou pelo próximo da fila. Vicente se meteu entre suas pernas e, num suspiro fundo, enterrou o pinto até o fim. Natália deu um murro nas costas dele soltando um palavrão e: "Seu puto! Não vai gozar dentro, hein!" Ele se mexeu dentro dela por uns segundos, mas logo saiu, aflito, deitando-se de costas para ver seu pinto duro disparar jatos nervosos na própria barriga. Frustrado e desanimado, remanchando para sair, ele acabou levando uns tapas para dar lugar ao próximo.

    Eles se revezaram até que chegou a vez do Francis. Para ele, Natália olhou detidamente, talvez porque seu pinto parecesse maior que os dos outros, de cabeça exposta e colada na barriga porque ele era curvado pra cima. Ela decidiu sentar-se na cama para olhar melhor, manipulou-o um pouco, esfregou a cabeça para limpar, puxou para baixo e o meteu na boca na frente de todos sem o menor acanhamento. Os outros ficaram olhando boquiabertos, enquanto meu amigo revirava os olhos de prazer. Com a outra mão, Natália acariciava as coxas e a bunda dele sem parar de chupar. Quando ele avisou que ia gozar, ela se afastou e ajoelhou na cama, oferecendo-lhe a bunda mais bonita que eu jamais vira, a bucetinha entre as coxas. Francis deixou seu pinto roçar na fenda e foi ela que o ajeitou para a penetração. Bem agarrado à cintura fina da Natália, que gemia de prazer com o grosso calibre que a invadia, ele se entregou a um vaivém bem ritmado. Os olhares dos outros não escondiam uma ponta de inveja pelo espetáculo tão maduro que o casal proporcionava. Natália caminhou de joelhos para dentro da cama e Francis seguiu-a habilmente, sem se desencaixar, comendo-a como gente grande por uns bons minutos, até que ela se deitou de barriga para cima e pediu-lhe que avançasse. Francis chegou perto de seu rosto e ela tomou-lhe o pau para mamá-lo. Pudemos ver Francis gozar vários jatos em sua boca e Natália engolir tudinho, sem desperdiçar nenhuma gota. Estávamos paralizados de espanto, mas sempre com seu ar indiferente, Francis saiu da cama limpando-se com a mão e sentou-se na beira dela, como se aguardasse o que viria a seguir. Natália não apresentava nenhum sinal de cansaço ou perda de interesse e, claro, não gozara. Foi então que resolvi entrar em cena.

    Vim caminhando lentamente, com ar de quem não quer nada, até chegar ao quarto em que rolava a suruba (ou curra consentida, talvez seja mais exato). Choveram exclamações do tipo: "Xi! Mais um!", "Po, outro não!", "Caraca! Vai melar!", etc. Natália foi a única que não se manifestou. Francis espantou-se ao me ver lá, mas parecia satisfeito. 
— E aí, galera! lancei. Mor lambança, hein! Oi Natália!
— Oi! respondeu a menina, desinibida.
— Se quiser vai ter que esperar, Caio! irrompeu um dos caras.
— É lógico! respondi com ar de desprezo.

    Na verdade, eu não estava muito entusiasmado para fazer como os outros: meter na Natália, gozar e pronto. Eu estava obcecado por bundas e estava achando que aquela bem poderia ser a hora. Aliás, não era só a Natália que tinha bunda bonita ali. Francis e mais uns dois tinham bundas perfeitas também, e o que eu queria era enfiar numa delas, pouco importava qual. Mas não sabia como; sexo anal é complicado, não é preciso ser muito experiente para entender isso. Pensei em propor de fazermos alguma coisa mais "solta", perguntar se a galera toparia ou se, pelo menos, alguns topariam. Afinal, todo mundo ali se conhecia há um tempão. Mas me faltou coragem para falar sozinho; abandonei a idéia e fui perambular pela casa.

    Assim que me vi sozinho, veio-me imagem do Francis na cabeça. Procurei por ele e o vi sentado numa poltrona de couro, vendo uma revista de carros, na sala. Fui até lá, sentei no imenso sofá do mesmo estilo, olhei bem para ele e comecei.
— Cara, você sabe que eu sou fissurado por bunda, não sabe?
— E quem não sabe? Só falta você pichar isso no muro das casas, pô!
— Pensa bem; eu nunca mais vou ter a chance que estou tendo hoje. Está todo mundo nu, no maior clima, Natália está super a fim e, de repente, algum dos caras até topa.
— Peraí! Você tá falando em comer um dos caras?
— Tô!
— Caraca! Neguinho não vai querer nem a ca...
— Você é que pensa! interrompi. Eu vi a cara de todo mundo quando chegou a tua vez de comer a Natália. Não vou dizer quem, mas teve gente que que ficou olhando para o teu pau com cara de guloso!
— Sério? Pô, fala aí quem foi!
— Só falo se você me ajudar.
— Ajudar a fazer o quê?
— A convencer a galera a fazer suruba, pô!
— Cara, mesmo que alguém tope, você acha que vai rolar alguma penetração? Acorda, pô: comer bunda é sujo!
— É, isso é verdade, admiti. Mas a gente pode ir para o banheiro, tomar banho junto, sei lá.
— É, pode ser, mas haja lábia para convencer alguém hoje. Eles estão a fim de comer a Natália, não está vendo?
— Eu sei. Mas putaria é putaria, e clima não falta.
— Mas com quem você queria fazer? Eu tô fora!
— Você reparou a bundinha do Ricardo? É gostosa, cara!
— Aposto que foi ele que me olhou, não foi? O viadinho!
— É, foi sim. Ele não parou de te olhar, e muito mais do que para a Natália. E eu não sei se você reparou, mas ele não foi com ela; ficou enrolando, enrolando e acabou não indo.
— É mesmo! Não lembro de ter visto ele trepando. Só se ele está lá agora.
— Ei! Sabe o que a gente podia fazer?
— O que?
— Chamar ele aqui!
— Não vou falar com ele não, cara. Sem chance!
— Eu falo, pode deixar. Mas você fica aqui.
— Tudo bem. Vai lá chamar então.

    Sai da sala e voltei ao quarto. Ricardo estava sentado numa cadeira, enquanto Natália, trotando no colo de um dos caras, chupava outro e era bolinada por mais dois que chupavam seus peitinhos. Cheguei bem perto do Ricardo e perguntei se ele não queria ficar com a gente na sala. Ele fez que sim, levantou-se e me seguiu. Chegando lá, ele instalou-se em outra poltrona e eu fiquei no sofá. 
— Você não está a fim de comer a Natália? foi a pergunta que me ocorreu para dar partida ao meu plano.
— Bah! Aquilo tá chato demais!
— Mas você trepou com ela? insisti.
— Eu não. Não tava a fim, respondeu ele, brincando com a ponta de uma almofada.
— Eu também não estou. Queria mesmo era comer o cuzinho dela.
— Sério? Por que é que você não pediu?
— Vai que ela não podia. Ia deixar a menina com vergonha.
— Isso é.
— Quem foi que você mais gostou de ver trepando? perguntei para provocar a resposta esperada.
— O Francis, claro! disse ele corando um pouco e baixando a cabeça.
— Por que? instiguei.
— Porque sim, ué! Ele fode legal.
— Não sei o que eu fiz de mais, disse o Francis, sincero.
— Fez sim, retrucou Ricardo. Você é diferente.

    Ele estava mordendo a isca e eu estava todo orgulhoso por ter acertado em cheio: ele queria esse encontro, estava adorando ficar perto do Francis. Agora, o papo era entre os dois e eu podia me dedicar a conduzir o assunto para onde eu queria.
— Diferente como? perguntou Francis, curioso.
— Ah! Primeiro o "teu" é bem grande e grosso, como mulher adora.
— Só mulher? interferi maliciosamente.
— Como assim? respondeu ele, se fazendo de confuso.
— Tem caras que gostam, ou vai dizer que não sabe?

    Ricardo estava afundado no sofá, agarrando uma almofada que ele tinha posto no colo. 
— Isso eu não sei. Não conheço nenhum.

    Francis estava começando a ficar entediado, querendo levantar-se.
— Vou tomar banho, disse ele de repente. Estou sentindo cheiro de pinto sujo.
— Eca! exclamou Ricardo, rindo, enquanto eu o fuzilava com o olhar.
— A gente vai com você, então, e fica conversando no banheiro, valeu?
— Por mim... foi a resposta.

    Ricardo se animou todo, mas não fez comentários. Francis pegou suas roupas e fomos os três para o banheiro social. Chegando lá, ele tirou a cueca, única peça que estava vestindo, e entrou diretamente na banheira-chuveiro. Ricardo sentou-se no vaso e eu fiquei encostado na pia. 
— Pô, tô todo melado, reclamou Francis, começando a lavar o pinto.

    Podíamos vêlo perfeitamente por trás da cortina de plástico transparente e Ricardo o olhava fixamente sempre que julgava que eu não o estava observando. Para provocar um pouco mais, lancei:
— Francis, você sempre teve pau grande?
— Sempre. O do meu pai é enorme. Uma vez ele me disse que media mais de vinte centímetros.
— Caraca! respondi, exagerando meu espanto.
— O teu tem quanto, perguntou Ricardo timidamente.
— Sei lá, uns dezessete.
— Pô! O meu tem doze! confessou ele, desanimado.
— Relaxa, vai crescer. A bundinha, em compensação... provoquei.
— Pára com isso, cara! protestou ele, exagerando.
— É linda, sério! Eu vi bem, agora há pouco.
— Nem tanto, respondeu ele, empertigando-se um pouco, fisgado pela vaidade.
— Tenho uma idéia! exclamei. E se cada um mostrasse a bunda e o pinto duro para os outros avaliarem? Eu posso ser o primeiro.

Francis, botou o rosto para fora da cortina e sorriu meneando a cabeça em tom de quem diz: "Você não tem jeito mesmo!"
— Tá, concordou Ricardo, mas para que mostrar o pinto duro?
— Porque senão não tem graça, decidi.
— Tá legal, tá legal.

    Eu, que já tinha começado a manipular meu pinto, estava pronto. Virei de costas e mostrei a bunda que, na minha opinião, não tinha nada de mais, saliente mas magra. Eles olharam, Francis fez um "fiu-fiu" de pura gozação e Ricardo nem parece ter prestado atenção. Depois virei-me de frente.
— Dezesseis centímetros de pura tentação! Quem vai? Brinquei.

    Ricardo olhou atentamente e parecia gostar de me ver manipulá-lo, fingir masturbar-me e exibi-lo em todos os ângulos. Subitamente, Francis saltou do box e começou sua exibição no meio do banheiro. Empunhando o cacete, ele ora rebolava como um garoto de programa, ora fazia os movimentos da cópula, o que nos deixava ver tanto a sua bunda perfeita empinar-se, quanto o pau privilegiado e bem feito destacar-se da barriga plana. Ricardo não cabia em si de exaltação ao vê-lo tão perto. Depois do show, Francis foi sentar-se na beira da banheira, esperando a vez do último. Ricardo avançou para o centro do banheiro, mas seu pinto não estava duro e ele não parecia nem um pouco tentado a exibi-lo. Ele preferiu dar três ou quatro giros completos, mostrando uma bunda muito bem feita que brotava harmoniosamente da pronunciada curvatura das costas.
— Muito bem! fiz eu, aplaudindo. Agora as notas.

    Deliberamos e o melhor pau ficou para o Francis, a melhor bunda para o Ricardo. Como Ricardo tinha votado em Francis, achei um bom argumento para fazê-lo conhecer de perto o avantajado apetrecho do meu amigo. Não tive muito trabalho para convencer Francis a deixar-se tocar pelo seu admirador. Ricardo sopesou-o e, à medida que ele foi endurecendo em sua mão, empunhou-o cada vez mais firmemente. A cena era impressionante porque apesar dos dezoito anos recém-completados, Francis mal chegava a um metro e sessenta.
— Tá lavadinho, pode cair de boca! disse eu, sempre provocando.
— Que é isso, cara! reagiu Francis, sem jeito pelo Ricardo que corou e parecia querer enfiar a cabeça num ralo, de tanta vergonha.
— Só tem a gente aqui. Você acha que alguém vai contar, se rolar alguma coisa? Nada do que acontecer aqui sai por essa porta, valeu galera?

    Eles entreolharam-se, cheios de dúvida, mas percebi que Francis simpatizara com a idéia depois que impus o sigilo entre nós e isso parece ter tranquilizado um pouco Ricardo. Só precisei pousar a mão no ombro ele para que ele se curvasse e aproximasse a boca da cabeça vermelha à sua frente. Celebrei intimamente o momento e comecei a me preparar. Era flagrante que ricardo ansiava silenciosamente pelo que estava acontecendo. Ele pôs-se a chupar gulosamente o pau do Francis enquanto eu contemplava sua bunda. Meu pau começara a molhar, me livrei da cueca e fui por trás do Ricardo me grudar nele.
— Ei! fez ele, encolhendo-se.
— Pô, Ricardo, deixa vai... não tem ninguém mais aqui, pedi.

    Ele não disse nada, e quem cala consente. Comecei a esfregar-me lentamente, passando a cabeça do pau ora pelo seu rego, ora por baixo, entre as coxas. Francis gemia baixinho, forçando a cabeça dele com uma das mãos. Meu pau liberava uma torrente de baba, a tal ponto que o rego do Ricardo ficou todo melado. Separei as duas bandas com as mãos e dei pequenas estocadas no cuzinho fechado. Ele estremecia a cada vez que o botãozinho alargava um pouco. Decidido, comecei a pressionar com a intenção de realmente penetrá-lo. Ele apoiava-se com as duas mãos nas coxas do Francis e devorava-lhe o pau gemendo de apreensão. Quando senti o buraquinho um pouco mais frouxo recuei um pouco e tornei a investir. Ricardo gemeu, erguendo a cabeça e olhando para mim. Então resolvi não recuar mais e ir enfiando continuamente mas muito devagar. Ele deixou-se penetrar plenamente, gemendo baixinho e apertando com força as coxas do Francis. Meu pau deslizou para dentro e só parou quando minha barriga encontrou a bunda. Ricardo não sabia se retomava o pau do Francis, se masturbava seu próprio pau, se tentava olhar para mim, se acariciava minhas bolas... Fazendo um pouco de tudo isso, ele acabou entrando num ciclo de prazer alucinado que de certa forma o denunciou. Não fiz comentários, mas iniciei meu vaivém, firmemente agarrado em sua cintura. Ele optou por voltar a chupar Francis e masturbar-se. Seu reto estava fervendo e perfeitamente lubrificado pelo meu suco. Por duas ou três vezes meu pau saiu completamente e ele imediatamente pedia: "Volta que está gostoso." Extremamente excitado, não aguentei muito tempo, inundando Ricardo por dentro.

    Meu prazer deve ter despertado a curiosidade do Francis. Fui me lavar na pia e Ricardo, de pernas bambas, ajoelhou-se no chão para continuar a chupar seu pau. Em dado momento, pude ouvir, quase num cochicho: "Eu também queria comer o teu cuzinho, posso?" Olhei para o lado e percebi que Francis corou ao fazer a pergunta. Sem razão, porque tudo o que Ricardo mais queria era experimentar dentro de si aquele piruzão que ele vira entrando e saindo da bucetinha da Natália e que ele agora estava provando. Depois do assentimento, a conversa continuou.
— Vamos fazer no chuveiro, pediu Ricardo. 
— Tá legal, concordou Francis, animado.

    Os dois entraram no box e Ricardo aproveitou para tomar um banho, lavando-se bem (quanto a isso, me arrependi de não ter sido o autor da idéia!) Em seguida ele se virou para a parede e Francis começou a ensaboar sua bunda inteirinha. Eu assistia sentado à beira da banheira, na outra extremidade, confortavelmente recostado nos ladrilhos mornos, com uma perna para dentro e outra para fora. Muito excitado, Francis agarrava Ricardo por trás e sarrava-o, puxando-o para si com força, envolvendo sua barriga com os braços e fazendo deslizar o pau entre suas coxas ensaboadas. Os dois gemiam de tesão e Ricardo aproveitava para tirar uma casquinha, passando o braço por trás da cabeça do Francis, fazendo-lhe cafuné e puxando sua cabeça para junto de seu pescoço. Francis não mostrava muita inclinação para esse carinho, mas, talvez para não ofendê-lo, mordeu-lhe a nuca uma ou duas vezes. A certa altura, ele afastou-se um pouco e, sempre segurando Ricardo pela cintura, encostou-lhe o pau diretamente no rego. Ricardo levou uma mão atrás e posicionou-o corretamente. 
— Caraca! será que vai doer? indagou ele, relutante mas com muita exitação na voz.
— Vai não, respondeu Francis amistosamente, já começando a pressionar.

    Como não estivesse muito fácil penetrar, Francis teve a boa idéia de pegar o sabonete e passá-lo pelas costas do Ricardo. A água ensaboada que desceu lubrificou tudo e pude ver seu pau afundar-se de uma vez só na bundinha redonda e brilhante até que os dois corpos se uniram. Ricardo jogou a cabeça para trás com o tranco e soltou um gemido longo e gutural, as mãos crispando-se nos braços do Francis, que o agarrava pela barriga puxando-o fortemente contra si.
— Está doendo muito? perguntou Francis, com intonação sincera.
— Pra caralho, cara, mas é a dor mais gostosa que eu já senti na vida!
— Vou ficar dentro até passar, tá? propôs Francis.
— Com o Caio foi a mesma coisa, só que mais fraco porque ele não é igual a você, disse ele.
— Gostei do elogio! interferi, irônico.
— Não é nada disso, Caio, precipitou-se Ricardo; você sabe do que é que eu estou falando.
— Claro, disse eu. Você está falando do pau dele que é muito maior que o meu. Está gostando aí?
— Está ficando gostoso agora, respondeu ele entrando em êxtase e começando a contribuir com movimentos de bunda.

    Ver a vara do Francis entrar e sair da bundinha molhada do Ricardo produziu em mim uma onda de excitação que me fez quase engasgar com a saliva. Meu pau voltara a ficar duro e eu me masturbei lentamente e sem intenção de gozar logo. A certa altura, os dois saíram da água para que a espuma não fosse toda embora e caminharam de lado em minha direção. Francis renovou o ensaboamento, espalhou espuma pela bunda do Ricardo, por dentro e por fora, depois em seus próprios pentelhos, e iniciou uma vigorosa série de movimentos que fizeram Ricardo emitir um gemido contínuo. Ouvia-se o barulho das coxas do Francis batendo contra a bunda do Ricardo. Tomado de tesão, chamei os dois para o meu lado e, vendo o pinto do Ricardo sacudir-se, entre o mole e o duro, para cima e para baixo, tomei-o com uma mão e comecei a masturbá-lo.
— Você não fica de pau duro quando dá, cara? perguntei realmente curioso.
— Sei lá, nem penso no meu pau nessa hora, respondeu ele com a voz trêmula. Pode tocar punheta se quiser.

    Fiquei um pouco espantado com a espontaneidade da permissão, mas não me fiz de rogado e, pondo-me de joelhos, comecei nao a masturbá-lo, mas a chupar. Ricardo não mostrou espanto. A ereção logo veio e, vendo que Francis estava prestes a gozar, comecei a sugar seu pinto com toda força. Ele respirava ruidosamente pelo nariz, sem parar de gemer. Usei minha mão direita para matar uma curiosidade e sentir o pau do Francis indo e vindo. Esperei que ele se afastasse e massageei seu saco, depois autorizei-me a acariciar sua bunda bem feita e não menos bonita que a do Ricardo. Isso durou por alguns minutos quando, de repente, ele anunciou, entre gemidos "Vou gozar!" e desfechou uma série de golpes vigorosos. Resolvi tomar coragem e toquei com um dedo em seu cu. Francis não se opôs e, sem dizer palavra, relaxou-o. Nesse momento, Ricardo pôs-se a gemer forte, como se chorasse, e a gozar copiosamente em minha boca. Isso e a ação do meu dedo devem ter amplificado o tesão do Francis, que chegou ao máximo de aceleração de seus movimentos e também começou a gozar. Ele agarrou Ricardo pela cintura a cada emissão de esperma, ficando dentro dele por uns segundos para sair frouxamente e voltar a investir. Isso fez com que o pau do Ricardo me saísse da boca e voltasse a entrar violentamente, o que espalhava o esperma pelo meu rosto todo. E cada vez que ele retirava o pau de dentro do Ricardo, Francis permitia que meu dedo entrasse completamente em seu cu, que já havia-se acostumado a ele e não apresentava mais qualquer resistência. Eu ficava então com seu saco em minha mão e o dedo médio profundamente enterrado em seu cu, que eu sentia pulsar devido ao orgasmo. Aos poucos, ambos foram parando e Francis passou um bom momento sem se mexer, o pau completamente enterrado em Ricardo, que aproveitou para lamber-me o rosto e recolher com a língua o seu próprio esperma, procurando minha boca para divivi-lo comigo. Isso me fez voltar a desejar gozar e me masturbei enquanto sentia o calor da língua percorrendo-me o rosto, os olhos, a boca. Quando anunciei meu orgasmo, Ricardo curvou-se mais e envolveu-me a glande com os lábios, recolhendo todo o meu gozo em sua boca. Confiante na ousadia do Francis, ele se virou para trás e, puxando-lhe a cabeça, beijou-o, passando-lhe todo o meu leite. Francis arregalou os olhos mas, como eu o olhasse fixamente, não se opôs e resolveu entrar na onda, fazendo passa-passa com meu sumo. Por fim, Ricardo, com a boca cheia, fez barulho de gargarejo para chamar a atenção e, quando olhamos para ele, engoliu de uma vez todo o conteúdo. Francis fez cara de nojo, eu fiquei admiradíssimo e Ricardo sorria, todo satisfeito com a super transa que lhe dera tanto prazer.

    Tomamos banho e nos preparamos para sair do banheiro com cara de quem não quer nada. Fiquei todo satisfeito por ter conseguido minha suruba e agradeci meu amigo Francis por ter-me ajudado a atrair Ricardo. Quando chegamos no quarto da "curra consentida", Natália e Christian — o bonitinho do grupo — estavam deitados abraçadinhos na cama conversando com Kleber e Maurício.
— Onde é que vocês estavam? perguntou Kleber.
— Ah! Por aí, respondi. 
— Eu vou nessa, disse Ricardo.
— Também, acrescentou Francis. Tchau Natália, você estava demais!
— É mesmo! respondemos.

    Natália sorriu e, passando uma perna por cima da coxa do Christian, arrebitou ligeiramente a bunda para seu garanhão predileto, deixando entrever a fenda ainda úmida.
— Ah! Quando é que a gente vai brincar mais? perguntou ela, fingindo choramingar.
— Quando você quiser; é só a gente marcar.
— Com você eu queria todo dia, gato!

    Francis foi saindo, todo orgulhoso. Ricardo e eu o seguimos e me lembro de ter dito à Natália que da próxima vez ela não me escapava. Ela se fez de indiferente... ou talvez não tivesse mesmo ligado para mim.




"Natália, filha da empregada, mulatinha gostosta..."

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