36. Enfim um Porto?
O dia da entrevista chega para Aninha como
um dia de consulta ginecológica ou dentária: inevitavel e indesejado. Ela foi preparada por Kleber, presidente da empresa, e
conhece o seu provável futuro chefe Maximiliano Borges — Max para os mais
próximos — em detalhes.
Tudo que ela precisa saber é que se trata de
um mulherengo mais interessado em ter uma secretária gostosa que ele poderá
formar de A a Z do que uma supercompentente nerd do secretariado casada com um
bancário e mãe de três filhos. Não obstante, Aninha se levanta com frio na
barriga para tomar café e se preparar para a entrevista na Barra da Tijuca.
— Ai, estou nervosa,
Kleber! diz ela ao telefone, nua, tomando café em pé diante da pia da cozinha.
— Sem motivo, Aninha. Relaxa porque o Max já
está sabendo de você e se ele não tiver se encantado por alguma outra, coisa
que acho muito difícil ter acontecido, o posto é seu. Coloca um vestido sóbrio
mas sensual, uma maquiagem leve e relaxa.
— Mas e se ele me
pedir para escrever uma carta cheia de palavras difíceis?
— Ele não vai fazer
isso. Ele já tem secretária executiva. O que ele quer é alguém que faça tudo para ele porque
ele tem a cabeça cheia e esquece até o celular ou a chave de casa na gaveta da
escrivaninha. Você vai "cuidar" dele, mais do que secretariá-lo. Como
eu disse, ele viaja muito e precisa de alguém para lembrar de coisas práticas. Você
vai ser perfeita e vai me ajudar sendo a minha informante.
— Está bem, está
bem, entendi. Eu vou me acalmar pensando nisso. É verdade que
"cuidar" dele eu posso. Obrigada, meu querido. Vou terminar de tomar
café, me arrumar e vou.
— Um beijo, minha
linda. Nem vou te desejar boa sorte!
— Bobo! Beijo.
Aninha nasceu em
ambiente desfavorável, mas é inteligente e aprende rápido. Essas palavras de
Kleber a tranquilizam de uma vez por todas e lhe permitem concentrar-se no
papel principal que ela precisará representar, o de acompanhante de executivo
no sentido mais pleno da palavra. Ela termina o café e vai para o banho,
repetindo seu minucioso ritual higiênico e observando no espelho cada
centímetro quadrado do seu corpo. Em seguida, ela coloca uma calcinha
fio-dental preta e passa um vestido de cor bordeaux que não lhe realça as
formas de maneira vulgar, mas curto o suficiente para que uma boa porção das
coxas fique exposta ao sentar-se e cruzar as pernas. Sapatos e bolsas não lhe
faltam, mas é preciso que combinem com a pasta de couro enviada por Kleber, contendo
um currículo feito por ele, em que constam não só os cargos de vendedora nas
lojas onde Aninha trabalhou, como o gerenciamento da Conchas e Crustáceos em Cabo Frio e outros
tantos itens inventados por ele para simular uma vida profissional intensa. Antes
de trancar a porta, Aninha faz o sinal da cruz e sai.
O prédio da
Sincrotec, um cubo de cimento de três andares no meio de um jardim gramado, não
intimida Aninha. Ela se identifica na entrada e é encaminhada ao último andar,
o da diretoria. Chegando à sala identificada pela placa aque traz
"Maximiliano Borges — Diretor de Produção", ela entra e a secretária
em cumprimento de aviso prévio a recebe gentilmente, pedindo-lhe que espere um
momento. Aninha pega uma revista e se senta num conjunto estofado de bom gosto
em tons de areia.
— Você pode entrar,
Ana, lhe diz a secretária, mantendo a porta aberta e olhando-a de cima a baixo,
admirada com a beleza do seu rosto e corpo.
Ao entrar, Aninha
depara imediatamente com Max de pé junto à porta, muito alto e muito cordial. É
um homem alourado de olhos azuis perfeitamente ajustado aos seus trinta e seis
anos. Ele a convida a sentar-se num sofá e acomoda-se na potrona voltada
obliquamente para ele. Numa breve olhada, ele já explorou o corpo de Aninha e,
fascinado pelo seu olhar e sorriso, não oculta seu o entusiasmo.
— Então você está
interessada por esse cargo louco? Você sabe que a gente não pára, por aqui, não
é? Minha secretária não aguentou o pique. Você não é casada, espero!
— Não, não sou
casada e estou acostumada ao movimento. Eu também tenho uma vida muito agitada.
O senhor quer o meu currículo?
— Ah, sim, quero dar
uma olhada. E vamos deixar o "senhor" de lado, está bem? Meu nome é
Maximiliano, mas aqui me chamam de Max.
— "Seu"
Max?
— Não, só
"Max", diz ele, dando com um sorrisinho irônico, já pondo um primeiro
rótulo na sua nova canditada.
— Eu trabalhei muito
no comércio, até como gerente.
— Ana Cristina
Xavier da Silva, diz ele, detendo-se no alto do currículo de duas páginas.
— É, mas pode me
chamar de Aninha.
— Vendedora…
Vendedora… Vendedora… Você vendia o quê nessas lojas?
— Quase sempre
roupas. São butiques do centro.
— Auxiliar de
fisioterapeuta à domicílio. Como foi isso?
— Ah, a gente ia à
casa das pessoas ajudar a fazer exercício.
— Você e uma
fisioterapeuta?
— É, isso mesmo.
Essa era uma das
"adaptações" feitas por Kleber. Na verdade, tratava-se de um
atendimento a domicílio para pessoas nadando em saúde. Mas Aninha
não perde a atitude e se desincumbe muito bem da tarefa de explicar o seu currículo.
— Conchas e
Crustáceos, gerente. Em Cabo
Frio ?
— Foi meu último
emprego. Pedi as contas há duas semanas.
— O que aconteceu?
— Ah, eu queria
voltar para o Rio.
— Deu saudades de
casa? perguntou ele, não conseguindo impedir-se de lançar um olhar nas coxas
que Aninha, agora de pernas cruzadas, mostrava completamente.
— O Rio é melhor
para se trabalhar, responde ela, descruzando as pernas para dar a Max a chance
de tentar ver sua calcinha e tornando a cruzá-las.
— Você já me disse
que não é casada. Agora quero saber se você está disponível para viajar e não
tem medo de avião.
— Estou totalmente
disponível. E nunca andei de avião, mas não tenho medo e adoraria viajar. Estou
morrendo de curiosidade de saber como é esse trabalho.
— Ana, é simples. Eu
preciso de uma secretária que atenda as pessoas aqui no escritório, mas não só
isso, que me ajude a organizar minha vida prática porque eu sou ocupadíssimo. Preciso
de alguém que me faça café, encomende meu almoço, faça reservas para
restaurantes espetáculos com clientes, marque minhas consultas médicas e até
faça minhas malas durante as viagens. Isso tudo, claro, sem contar com o óbvio:
que saiba manter uma agenda de maneira impecável. Vivo em reuniões com gente
importante e ocupada como eu, portanto não posso perder sequer um compromisso.
— Só isso? pergunta
Aninha, bem mais relaxada e recorrendo à sua velha prática de lidar com os
homens.
— Bem… (pigarro)…
que eu me lembre, é essencialmente isso, Ana. Você se sente competente para o
cargo?
— Se é só isso,
posso fazer muito mais, Seu Ma… — ai, desculpa! — posso fazer muito mais, Max.
— Muito bem, diz
ele, levantando-se. Ainda temos umas entrevistas a fazer, mas na semana que vem,
minha secretária liga informando se você foi ou não a candidata escolhida. Está
bem assim?
— Vou ficar
esperando, hein! diz Aninha, levantando-se para despedir-se do homem que já
espera de mão estendida.
— Seja qual for o
resultado, nós ligamos para você. Até breve.
— Tchau.
Aninha sai do prédio
e liga imediatamente para Kleber. Ele sabe que pode "mexer os
pauzinhos" para que seja ela a candidata escolhida, mas não tem dúvida de
que isso será desnecessário e que será ela a escolhida devido aos atributos que
lhe deu a natureza. Ele lhe diz para relaxar até o dia do telefonema e lhe pede
para olhar na sua conta bancária; ele depositou um presentinho pela entrevista.
Conectando-se ao banco pelo telefone, Aninha constata que três mil reais foram
recém transferidos. Ela exulta. Ela decide voltar de táxi, mas como o dia está
lindo, ela salta no Leblon decidida a entrar numa butique para comprar biquíni,
canga, sandália e ir à praia.
Ah! Nada como
relaxar vendo a rapaziada jogar na areia, pensa Aninha, deitando-se de bruços
na canga recém-comprada. Ela gosta de analisar um por um até encontrar o dono
do corpo ideal, aquele que ela gostaria de ter dentro dela, fazendo-a gemer
entre mil orgasmos. Ela é incapaz de evitar a lembrança da sua tia Deisimar,
defensora das sunguinhas dos anos 70 e é obrigada a concordar com ela; sim, o
homem fica muito mais sexy de sunguinha que de sungão, o que lhe parece óbvio. Ela
então descarta a maioria dos praianos e começa a perscrutar a areia em busca do
Apolo com a sunguinha mais bonita e sexy.
Quem procura, acha,
e ela não tarda a encontrar, aqui e ali, belos espécimes vestidos nas mais
diversas sungas deliciosamente "indecentes", como ela diz. Há
parrudos, malhados e marombeiros de toda espécie, idade e tamanho, todos
orgulhosos de ostentar a protuberância característica desse ultrapassado traje
de banho. Aninha se detém naqueles que as "enchem" da melhor maneira.
Ela também gosta de perceber quando o usuário está excitado, caso em que a
protuberância se desfaz e a barra fica atravessada na sunga a ponto de quase
escapolir pelo elástico. Isso lhe permite avaliar o comprimento e,
principalmente, o calibre, que por vezes provoca-lhe água na boca. Ela está
entregue à sua contemplação quando ouve uma voz masculina de belo timbre
juvenil.
— Sozinha?
Quando ela olha para
cima, depara com dois rapazes bonitos e sorridentes de cerca de vinte e poucos
anos, um deles usando uma sunguinha amarela das mais exíguas, o outro um sungão
estampado muito bonito mas sem graça ao seu gosto.
— Hãhã, diz ela,
fingindo indiferença, mas toda animada com a abordagem.
— A gente pode
sentar?
— Pode, ué! A praia
é pública, responde ela, fazendo-se de difícil.
Eles se sentam cada
um de um lado dela, impressionados com a beleza da bunda que eles vêem
destacar-se abruptamente das costas muito côncavas de Aninha. Ela limita-se a
estar ali, disponível aos olhos, e deixa-os desincumbirem-se da árdua tarefa da
cantada. Enquanto isso, por trás dos óculos escuros, ela explora à vontade as
sungas dos recém chegados e logo chega à conclusão que ali há um material de
diversão. Eles se saem relativamente bem, passando rapidamente das
apresentações a uma conversa descontraída e agradável e, cerca de quarenta
minutos depois, à pergunta que poderia ser decisiva.
— Você vai ficar na
praia muito tempo? Lança o da sunguinha amarela, o mais desinibido dos dois.
— Não sei. Por quê?
pergunta Aninha.
— Porque a família
do Tiago viajou e o apê dele está liberado. A gente podia ir para lá, comer e
tomar umas cervejas.
— É, Ana, vamos para
lá. Minha família só volta amanhã, diz o Tiago, vencendo a timidez.
— Vocês estão de
carro? Estou com preguiça de andar.
— Fala com ela,
Bernardo, diz o Tiago, sorrindo.
— Não precisa de
carro, Ana. Dá para ver o apê daqui.
— Sério? Você mora
na Delfim Moreira?
— Ahan, responde com
simplicidade o menino rico.
Ao abrir da porta,
Aninha não acredita no que vê. Um amplo vestíbulo desemboca numa sala
literalmente "sem tamanho" iluminada pela luz proveniente da parede
de vidro voltada para o mar. Ela caminha até o centro do imenso cômodo, incapaz
de contar a quantidade de objetos, móveis, quadros, espelhos e bibelôs que o
ornam. Ela fica parada lá, boquiaberta, sem entender como é que o mundo é tão
mal repartido entre as pessoas.
— Toma, diz Tiago,
entregando-lhe uma latinha de Budweiser.
Aninha anda pelo
salão de área descomunal percorrendo cada móvel e admirando os belos objetos de
decoração até que ela se vê diante de um espelho que a reflete de corpo inteiro.
— É pena que a canga
estrague a imagem, diz Bernardo, atrás dela.
— Não seja por isso!
retruca Aninha, livrando-se do pano.
— Agora sim! Você
tem um corpo lindo, diz ele, aproximando-se e acariciando-lhe o baixo das
costas enquanto admira as belas formas do seu corpo moreno claro refletido no
espelho. Aninha só precisa levar a mão para trás para apalpar a protuberância
na sunga amarela, que anima-se ao primeiro toque. Bernardo dá um passo para o
lado e encosta-se nela, sentindo-se pela primeira vez em contato com a bunda
deliciosa que Aninha balança enquanto sente sua mão vir acariciar-lhe a barriga
e puxá-la gentilmente para si.
— Galera, vocês
que…, interrompe-se Tiago, deparando com a cena.
— Chega mais, Tiago.
A gente está curtindo aqui, na frente do espelho, diz o Bernardo.
Tiago chega perto
dos dois e Aninha logo procura desinibi-lo tocando-o. Fino, acostumado a reagir
ao estímulo mais sutil, ele baixa a sunga e se aproxima dela para beijá-la na
boca. Aninha se sente mimada entre os dois meninos carinhosos que se excitam
gentilmente com seu corpo. O delicioso contato de Bernardo por trás dela
causa-lhe um arrepio que chega a endurecer-lhe os bicos dos seios.
— Solta o meu sutiã,
Bernardo, pede ela, já lânguida.
Ele desfaz o laço e
Tiago pega o sutiã, iluminado diante da beleza dos seios de Aninha. Ela o
masturba gentilmente enquanto ele começa a sugar um deles, passando a língua
pelo mamilo entumescido. Bernardo, ainda atrás dela, libera seu membro e o cola
entre os gomos deliciosos da bunda. Olhando para baixo, ele vê sua glande
inchada expelir o líquido transparente que a lubrifica enquanto puxa Aninha
para si fazendo-a sentir sua ereção.
— Ai, gente, estou
ficando de perna bamba! Vamos sair daqui, vamos! propõe ela, dirigindo-se a
eles através do espelho.
Bernardo pega Aninha
pela mão e leva até um dos conjuntos estofados do salão. Com receio de estragar
alguma coisa, ela estende a canga no assento e senta-se entre os dois amigos,
que se voltam para ela pondo a perna sobre suas coxas e cobrindo-a de beijos e
carícias. Bernardo sente por fora da calcinha do biquíni o relevo da buceta,
que ele acaricia energicamente.
— Estou encharcada;
vou tirar isso, diz Aninha, afastando os dois rapazes para livrar-se da
calcinha.
Bernardo aproveita
para tirar a sunga e fica sentado de pernas abertas. Aninha ajoelha-se no
tapete sedoso põe-se a chupá-lo gulosamente enquanto Tiago vem por trás dela e
encaixa o pau entre suas coxas, roçando-o na fenda melada. Ele é o primeiro a
penetrá-la, fazendo-a quase engasgar ao afundar-se nela de uma vez até o talo. Aninha
está completamente tomada de excitação por essa dupla tão ávida. Sentindo na
boca o pau de Bernardo também pronto, ela sobe no sofá e se empala nele até
sentir-se em total contato com o seu corpo. Tiago, ainda de joelhos no chão,
aproveita para separar-lhe os gomos da bunda deliciosa e lamber-lhe o cu
enquanto seu amigo pistoneia a buceta com enérgicos movimentos pélvicos. Aninha
procura a boca do menino bonito e descontraído que é Bernardo, sentindo os
seios roçarem em seu peito e o vaivém do pau de bom tamanho excitá-la ao
máximo. Ela geme e tem um primeiro orgasmo nessa posição, dando a Tiago um
primeiro aperitivo na língua que ele não consegue impedir de fazer chegar mais
abaixo, desejoso de um contato roubado com seu amigo.
— Põe no meu cu,
Tiago, geme ela, em pleno orgasmo.
Tiago exulta. Ele já
fez sexo com outras meninas em companhia do seu melhor amigo, mas a perspectiva
da dupla penetração sempre o empolga. Ele espera que Aninha tome posição,
parando um pouco de mover-se sobre Bernardo, e vai introduzindo lentamente o
membro em seu orifício, que o acolhe sem muita dificuldade. Quando ele chega ao
fim, Aninha senta-se completamente em Bernardo e os dois amigos iniciam lentos
movimentos coordenados. Ela geme, grunhe, choraminga na orelha de Bernardo,
sentindo-se dilatar pelos membros que a preenchem pelos dois orifícios.
— Ai, só faltava um
na boca agora, brinca ela.
— A gente pode
chamar outro, quer?
Os três riem e os
meninos têm um primeiro orgasmo praticamente simultâneo, enchendo as camisinhas
de esperma profuso. Mas isso não reduz a avidez anal de Bernardo, que pede a
Aninha que se empale nele, sentado no sofá. Sentando-se de costas e descendo
lentamente, ela sofre um pouco mais nesse pau que é o mais grosso dos dois, mas
Tiago se ajoelha no chão para devorar-lhe a buceta e isso a distrai até que ela
se adapte. Vez por outra, Tiago leva a mão ao saco do amigo e o massageia. Aninha
olha para ele com ar interrogativo e recebe em troca uma expressão de que não
tem importância. Ela geme, custando a acomodar-se ao diâmetro, e qual não é seu
espanto quando, ao erguer-se para relaxar por alguns momentos, vê Tiago
empunhar o pau do amigo recém saído de seu cu e masturbá-lo vigorosamente.
— Não sabia que
vocês eram bi, diz ela, surpresa.
— Só… quando a
gente… transa a três, esclarece o Bernardo, entre gemidos.
Tiago dá uma série
de tapinhas com o pau de Bernardo contra os lábios já bem entumescidos da
vagina, depois o direciona para afundá-lo nela. Aliviada por não tê-lo mais
atrás, Aninha observa o rapaz lamber o pau do amigo que entra e sai dela,
massagear-lhe o saco e escovar com a língua seu clitóris que se destaca, róseo
e brilhante, no ângulo superior de sua vulva. Aninha se sente presenteada nesse
dia que começou tão tenso. Confortavelmente instalada no grosso pau de Bernardo
e fustigada pela língua irrequieta de Tiago, ela tem outro orgasmo intenso. Seus
gemidos ecoam no amplo salão.
Mais à vontade com
ela, os meninos continuam enquanto Aninha descansa. A bunda lisa, bem feita e
carnuda de Tiago excita Bernardo, esse fanático por sexo anal. De joelhos no
sofá, por cima de Aninha, Tiago deixa-se penetrar pelo amigo dotado enquanto
ela o presenteia com uma felação cheia de apetite. Tiago geme enquanto sussurra
"fode, fode, fode…" até que Bernardo explode novamente em gozo, desta
vez sem camisinha. Aninha não se ofende; afinal, eles não a conheciam há duas
horas atrás. Em seguida, eles revezam e é Tiago que vem penetrar Bernardo,
agora deitado de costas com as pernas sobre o peito. Eles terminam exaustos.
Que nos bastem essas
descrições, mas obviamente, o programa dos três continuou noite adentro. Aninha
acordou no dia seguinte entre os dois amigos, na enorme cama de Bernardo. Após
um café da manhã copioso e uma derradeira sessão de sexo, eles foram à praia e,
por volta das três da tarde, ela a voltou para Copacabana feliz com as
perspectivas futuras. Ela agora tem dois novos amigos e um emprego em vista, o que lhe parece bom augúrio . Aninha pressente que a sua longa busca a trouxe enfim a um porto e que uma segunda vida no Rio, uma vida normal, está para deslanchar.
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