Neste dia de folga, fui acordado bem mais cedo que eu previa por uma majestosa
ereção que me forçou a tomar café já articulando o que faria para me aliviar
pois não havia a menor perspectiva de um encontro real que pudesse aplacar esse
súbito fogo. Assim que terminei, liguei o computador e entrei num canal de sexo
do UOL, perguntando de saída se alguém gostaria de me ver na câmera. Não
estipulei condições; eu me dispunha até mesmo a ser visto sem ver. Descartei os
analfabetos, os burros, os chatos e os desinteressantes e, a certa altura,
entrou alguém com uma boa conversa. Dei meu endereço e abri o skype. Por sorte,
ele não hesitou em apresentar-se com um membro longo e bem feito, em total
ereção. A avaliar pela pele e postura do corpo, o dono do "monumento"
me pareceu ter entre vinte e vinte e cinco anos. Era magro, mas não o magro da
moda, daqueles que somem quando de perfil! Notei também que ele tinha coxas
lisas e depilava o sexo. Quando abri minha câmera, ele declarou, com um ar que
me soou um tanto insolente, que eu estava em desvantagem. Isso não nos impediu
de nos masturbarmos um pouco, mas não chegamos ao orgasmo e continuamos o papo
com a câmera desligada, não sem antes mostrarmos os rostos. Quando íamos nos
despedindo, ainda muito excitado e me sentido desafiado por aquele sujeitinho
cheio de empáfia e corpo sedutor, perguntei onde ele morava. Por coincidência,
era no Rio, no Flamengo (moro perto, em Laranjeiras), mas ele relutou muito
quando lhe pedi para ser um pouco mais preciso. Perguntei se podíamos nos
encontrar e a negativa foi imediata. Então me ofereci a ir lá, à casa dele. Ele
demorou um pouco a responder, retomamos o papo sobre nossas preferências
sexuais e quando por fim voltei ao assunto, ele se mostrou mais confiante e
acabou me passando o endereço. Pedi meia hora para chegar, me vesti e saí.
Foi ele mesmo que
me atendeu; reconheci na hora o rostinho "difícil" que eu vira pela
webcam. Um pouco mais baixo que eu, nem gordo nem magro, de cabelo castanho,
ele me pareceu inofensivo, mas um pouco sério, talvez tenso. Cumprimentei,
disse meu nome e ele foi me levando diretamente ao quarto, onde o computador
ligado se destacava dos móveis coloniais, escuros e pesados. Logo pedi para ver
suas fotos e vídeos de sexo ele abriu uma pasta cheia. Algumas eu já tinha
visto na Internet e a maioria era de fodas hétero por trás, com as mulheres de
quatro, num ângulo que mostrava em primeiro plano as bundas e sacos dos homens
que as penetravam. Logo me excitei e vi que ele também. Comentei que ver pau lhe
provocava tesão senão não teríamos nos visto pela webcam. Ele concordou
vagamente e eu perguntei se ele tinha arquivos de sexo homo e bi. Ele tinha uma
pasta escondida repleta de trepadas entre homens. Percebi que, embora um pouco
constrangido, ele ficou todo aceso, mostrando conhecer cada foto e cada cena em
detalhes. Notando que ele não parava de ajeitar a bermuda, comentei que ela
parecia se excitar mais por homens que por mulheres. Ele respondeu que não era
bem isso, mas que a visão das ereções o excitava muito, coisa que ele não
entendia muito bem por quê, já que não se considerava homossexual, blablabla,
blablabla.
Enquanto ele
falava, abri discretamente minha bermuda e baixei o elástico da cueca. Embora
ele estivesse distraído com o vídeo e o volume dos alto-falantes estivesse bem
forte, ele obviamente percebeu, mas continuou a falar e a me mostrar o material
sem reagir à minha ousadia. Fiquei assistindo e mexendo no pau com toda a
naturalidade, como se estivesse brincando com meu chaveiro. A certa altura,
notei que ele pôs a mão no colo e perguntei se ele não queria fazer como eu.
Ele concordou e logo constatei que seu atributo era, de fato, bem maior que o
meu; devia ter uns dezoito ou dezenove centímetros, e todo homem sabe que dois
centímetros multiplicados pela área do círculo resultam num considerável volume
a mais. Perguntei se ele não tinha vontade de "bater uma" olhando o
vídeo incrivelmente erótico que estava na tela. Ele relutou um pouco, mas
começou timidamente a se masturbar. As cenas eram excitantes, com rapazes se
chupando, beijando, fazendo 69, se masturbando, dedando e transando em todas as
posições. Minha ereção não baixou mais.
Vendo que eu reagia
muito às aparições de bundas, ele fez pausa no vídeo e começou a me mostrar uma
coleção de fotos. Fiquei extremamente excitado com algumas, a tal ponto que
acabei perguntando espontaneamente se ele não gostaria de me tocar, mas a
reação foi instantânea: "Ei, não sou viado não!" Respondi que sabia,
mas que pensava que fôssemos fazer algo mais do que ficar vendo fotos e vídeos.
Ele disse que topava uma punheta a dois, mas só isso e cada um no seu.
Repliquei que não via o menor problema em pegar no pau de alguém. Ele pareceu
estranhar e eu perguntei se ele me deixava pegar no dele. Assim que ele
consentiu, empunhei seu pau duro, fazendo-o estremecer, num misto de
incredulidade e tesão, sorrindo e tomando a atitude do machãozinho que concedeu
um favor incomensurável, cruzando os braços e limitando-se a observar e sorrir.
Imediatamente larguei seu pau e o desafiei a fazer o mesmo. Ele recusou. Eu
disse que não havia o menor problema, mas que iria embora se ele não
retribuísse em nada. Ele então tomou coragem e empunhou meu sexo de maneira
puramente mecânica, estaticamente como se segurasse uma vela ou um cabo de
martelo. A sensação foi boa, mas insuficiente, e ele logo largou e voltou a ver
as fotos no computador.
Ele tinha
literalmente milhares de fotos de bundas. Exclamei que ele era um
"bundófilo" viciado e ele concordou, entusiasmado, rindo nervoso.
Quando ele fez uma pausa, perguntei se ele topava mostrar a dele para mim; eu
mostraria a minha sem problema. Mais uma vez ele hesitou e tive que tomar a
iniciativa. Baixei a bermuda e passei sensualmente as mãos na bunda para
destacar o relevo e deixá-lo ver de relance o sombreado do poço no fundo do
vale. Ele olhou atentamente, mas não fez qualquer comentário. Já vestido, pedi
para ver a dele. Muito sem jeito, ele se levantou, me deu as costas e baixou a
bermuda sem largá-la, exibindo pudorosamente uma bunda bonita, com a forma
estreita da sunga nitidamente estampada na pele morena; uma bundinha curta,
carnuda e, embora saliente e certamente pesada, firme a ponto de não formar
vincos profundos na junção com as coxas. Muito excitado, perguntei se podia
tocar. A primeira resposta foi um "não" muito vivo e espontâneo, mas
quando repeti que esperava que não fôssemos ficar só vendo fotos, ele se
controlou e me autorizou finalmente a tocá-lo, com um "Mas vê lá,
hein!" claramente articulado a título preventivo. Eu sabia exatamente o
que queria fazer. Com as duas mãos, envolvi os dois montes e apalpei a carne
lisa e firme com os polegares. Ele logo escapou e, virando-se, exigiu poder
fazer o mesmo. Não vi problema e ele logo passou a apalpar-me, mas senti que
ele o fazia novamente sem convicção alguma. Virei-me bruscamente e meu pau,
duríssimo, resvalou na sua mão, que ele já ia retirando do meu corpo. Ele não
gostou nada, e tornei a repetir que não fazia sentido ter ido até lá só para
ver fotos no computador. A réplica foi espontânea: "E o que você quer
fazer, então? Não somos viados!"
Eu estava
irreversivelmente excitado, desejando ardentemente ir em frente. Além de
reprimido, ele parecia muito confuso, mas alguma coisa me dizia que a
curiosidade poderia prevalecer e levá-lo a agir. O que fiz pode ter parecido
extremo, mas foi a solução que encontrei para as circunstâncias. Me ajoelhei na
frente dele, abri sua bermuda e baixei sua cueca. Ele ficou me olhando
boquiaberto, com as mãos suspensas no ar como um Rabi Jacob desvairado,
tentando inutilmente articular alguma coisa, mas sem lhe dar tempo de pensar,
caí de boca. "Que é isso, cara?!" disse ele finalmente, atônito. Mas
não me fiz de rogado e continuei chupando forte para despertar o monstro daquele
sono dogmático. O pau endureceu, mas seu dono foi ficando tão nervoso que
acabou retirando-o e subindo rapidamente a roupa, ofegante.
Levantei-me com
calma, perguntando se tinha doído, arrancado pedaço, etc. Ele respondeu que
não, mas estava visivelmente sem graça. Então perguntei se ele não queria
chupar o meu também e ele disse que não. Insisti, dizendo que era gostoso e que
só nós dois iríamos ficar sabendo, mas ele não quis saber e continuou negando.
Então recorri às fotos que havia na tela do computador e perguntei se algum dos
caras, ali, estava sem um pedaço do pau. Ele riu da piada. Me aproximei mais,
lascivo, roçando o pau ainda bem duro em sua perna. Só então ele o pegou, mas
sem fazer menção de ir além. Fiquei mexendo a cintura para fazer o meu pau ir e
vir na mão dele, enquanto tentava convencê-lo a pelo menos fazer um esforço.
Ele fez caras, continuou hesitante, tive que insistir muito e usar de muita
psicologia, chegando a empurrá-lo até a cama para que ele se sentasse
confortavelmente. Depois de quase implorar, ele acabou admitindo minha glande
entre os dentes – sim, entre os dentes! Ai! –, fazendo cara de nojo. Eu disse
que tinha feito o mesmo com ele e que não tinha aprontado aquela cara. Ele
então se controlou e deixou a cabeça escorregar para dentro como se estivesse
comendo espaguete. Mas não demorou muito e ele o expeliu, embaraçado.
Infinitamente
paciente, resolvi perguntar o que ele queria que eu fizesse; eu faria qualquer
coisa. Ele pensou um pouco e perguntou o que eu tinha coragem de fazer. Repeti:
"Tudo!" e ele me disse que queria ver novamente a minha bunda. Quando
baixei a roupa, vi a excitação invadir seu rosto e sugeri que ele se
masturbasse. Pronto, eu tinha descoberto o segredo! Fui para a cama ficar de
quatro com a bunda bem empinada e olhando para trás para ver sua reação. Ele
não tirava o olho do meu rabo e se masturbava freneticamente. Cheio de tesão,
resolvi ousar mais: "Vem!", chamei. Ele foi, e me agarrou por trás,
esfregando-se ansiosamente no meu sulco. Aquilo começou a me excitar como
nunca. Deixei que ele aliviasse um pouco a tensão e, vendo que ele jamais teria
a coragem de tomar a iniciativa de ir adiante, pedi que invertêssemos posições.
Ele estava tão excitado que desta vez nao hesitou e subiu na cama, pondo-se de
quatro, mas sem olhar para trás. Quase engasguei ao ver a bundinha linda enfim
à minha disposição. Colei-me nela, já fazendo vaivéns como se estivesse
entregue a uma sodomia lenta e profunda, firmemente agarrado às ancas do meu
arredio companheiro de chat. Não me arrependo nem por um segundo de, naquele
momento, sem aviso prévio, ter apontado a glande para o cuzinho visivelmente
intocado e feito uma certa pressão.
A reação foi
imediata, de susto e zanga. Tentei acalmá-lo dizendo que o meu desejo era
totalmente natural, mas ele se ergueu nos joelhos, bradando que não queria
isso. Então envolvi-o pelo peito, colando-me ao seu corpo e comecei a acariciar
seu pau enquanto o meu deslizava encharcado em seu rego. Assegurei-o de que ele
sentiria prazer e mais nada e que inverteríamos posições depois. Isso o relaxou
e ele voltou a consentir em ficar de quatro, resolvi recomeçar com o dedo,
garantindo que não ia doer e que tudo ia ser muito agradável se ele confiasse
em mim e me deixasse continuar. Ele estava tão apreensivo que seu sexo amoleceu
e ficou pendente entre as pernas. Molhei bem o dedo médio com saliva e comecei
a massagear lentamente o seu cu em movimentos circulares, até relaxá-lo e
senti-lo ceder. A certa altura, percebi enfim os primeiros sinais de prazer sob
a forma de uma sutil oscilação, um ínfimo vaivém que ajudava meu dedo a entrar
e sair. Em dado momento, deixei minha mão parada e ele recuou por si mesmo até
que meu dedo se afundasse em seu cuzinho virgem. Ele gritou que tinha entrado
tudo, que estava sentindo o dedo lá no fundo. Eu então tirei o dedo e o
substituí pela glande. Quando ela tocou o orifício, separei bem os dois gomos,
mirei, cuspi sobre ela e comecei a empurrar. O cu foi cedendo e o rapaz
desandou a dizer que já tinha entrado tudo, assustado com o alargamento e
sentindo um pouco de pressão, mas não dor. "O importante é a cabeça
passar. Depois que ela passa, o pau escorrega todinho para dentro com a maior
facilidade. São três centímetros de sofrimento para quatorze de prazer."
Ele se acalmou um pouco depois que eu lhe disse isso. Quando o cu atingiu o
diâmetro máximo da glande, fiquei imóvel durante uns segundos para que ele se
acostumasse à abertura. De vez em quando, o rapaz voltava-se para me olhar bem
nos olhos e eu via seu ar preocupado. Eu fazia um sorriso, piscava o olho e
dizia que estava tudo indo bem. Quando o senti finalmente relaxado, forcei uma
última vez e a cabeça mergulhou, permitindo que o cu se fechasse com força
sobre o tronco do meu sexo completamente duro. Essa constrição do cu virgem
querendo voltar à posição de repouso quase levou-me ao orgasmo. Mirando bem,
cuspi mais no tronco claro e liso do meu membro, e deslizei para dentro. Assim
que a minha virilha tocou na bunda, agarrei firmemente a cintura e fiz
movimentos circulares para ampliar o alargamento e provocar sensações
diferentes. O rapaz reagia erguendo a cabeça, empinando-se todo e gemendo.
À certa altura, ele
levou uma das mãos atrás do saco, para tocar o meu pau e avaliar o quanto havia
penetrado nele, olhando-me apreensivo. Ocorreu-me que talvez ele estivesse
preocupado com a velha ideia de que qualquer prazer pudesse ser revelador de
uma tendência exclusivamente passiva. Antecipei-me e disse que o que estávamos
fazendo era pelo puro prazer e que ele logo teria a mesma oportunidade de
experimentá-lo comigo. Isso o tranquilizou e ele se entregou mais um pouco,
desfrutando um pouquinho do seu próprio prazer, que ele finalmente pareceu
admitir.
Sem sair de dentro
dele, tornei a procurar seu sexo, que havia amolecido por completo, e o
empunhei. Logo senti a retomada da ereção e comecei a masturbá-lo lentamente.
Momentos depois, ele ergueu-se de novo nos joelhos, tomou o membro da minha mão
e começou a se masturbar sozinho, convidando-me envolvê-lo com os braços. Foi
nesse momento que comecei realmente a possuí-lo, entrando e saindo do seu cu
agora dilatado e úmido. Ele me ajudava, pressionando-se contra mim a cada
estocada. Perguntei se ele sentia ainda algum desconforto, alguma dor. Ele
disse que não, que estava gostoso. Então comecei a acelerar e fui chegando ao
clímax. Ele voltou a ficar de quatro, abrindo as pernas e empinando a linda
bunda que ele começava apenas a valorizar. Pelo lado, eu podia ver seu rosto
vermelho e os olhar fixo na colcha. Ele estava finalmente concentrado no
próprio prazer e isso fez minha excitação disparar.
Entrei num ritmo
rápido e constante que deve ter provocado uma sensação de intenso prazer porque
ele começou a gemer e, pela primeira vez, pude ouvir sua voz, reticente,
desmilinguindo-se: "Não para... Não para... Mete... Mete..." Isso
potencializou minha excitação e não tardei a sentir os prenúncios do orgasmo
seguidos dos espasmos e de uma ejaculação quente e farta. Meus movimentos foram
tão frenéticos, bati com tanta força contra o seu corpo que o rapaz emitia um
"Aaaah!" constante, como se estivesse sentindo vertigem de montanha
russa. Não se aguentando nas mãos, ele passou a apoiar-se nos antebraços, a
cabeça virada sobre eles, de tal modo que eu podia ver todas as expressões do
seu rosto, a boca sensualmente entreaberta, os lábios frouxos, os olhos
parados, provavelmente sem foco, visando algum ponto distante, num plano
paralelo ao do chão de tábua corrida. Ele acabou se entregando completamente ao
prazer, gemendo muito e conseguindo extrair o máximo dessa nova experiência.
Foi essa visão do extremo prazer que manteve minha ereção por muito tempo após
o orgasmo quando, não resistindo mais à pressão e ao atrito, tirei dele meu
sexo molhado e ainda vibrante.
Ocorreu-me então
uma idéia que costuma agradar como epílogo nessas circunstâncias. Deitando-me
invertido ao lado dele, que continou de bruços, ofereci à sua boca o meu resto
de ereção enquanto acariciava, beijava e mordia a sua bunda, massageando vez
por outra o orifício úmido, ainda semiaberto. Ele acolheu meu pau inteiro em
sua boca amolecida pelo prazer, enquanto se virava de lado, deixando-me ver sua
ereção. E ingressamos num 69 molhado e profundo. Sua excitação logo disparou e
me apliquei a proporcionar-lhe a felação mais prazerosa de que fui capaz,
alternando masturbação e vigorosas sugadas na glande que o levaram rapidamente
a um orgasmo em longos jatos que fiz questão de receber em pleno rosto,
voltando a chupá-lo vorazmente logo a seguir e não me privando do esperma abundante,
que continuava a jorrar, ainda que em pequenas quantidades, que eu sorvia e
engolia sem hesitar, diante da contemplação extasiada do meu parceiro iniciante.
Uma vez
descansados, percebi que ele não mostrava nenhum interesse em inverter papéis;
parecia inteiramente saciado. Não inferi que ele tivesse alguma tendência
passiva mas apenas constatei que de fato, cada coisa tem seu tempo. O menino
tão insolente por trás da webcam estava impressionado com o que acabara de
descobrir sobre si numa única manhã, e com o que fora capaz de fazer.
"Conhece-te a ti mesmo!", já dizia o grande filósofo. Por puro
desencargo de consciência, sugeri que eu continuava disposto a cumprir com o
prometido, mas ele recusou gentilmente, sorrindo e dizendo que cobraria da próxima
vez. A mensagem implícita deixou-me elétrico. Trocamos emails e vim embora
feliz, encontrando a Natureza em cada pardal urbano e em cada árvore empoeirada.

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