1. Meu Vizinho Henrique
Hoje, vou recuar bem no tempo, para contar minhas "aprontações" com um menino que morava no apartamento em frente ao meu, no prédio onde minha família morou durante um breve período quando eu tinha por volta de dezoito anos. Henrique era o surfistinha carioca típico, bonitinho de rosto, cabelo cor de palha de tanto passar a mão cheia de resina de prancha e corpinho magro mas todo musculoso. Nós vivíamos juntos, rolando e beijando, mas não passava disso porque embora já estivéssemos perfeitamente prontos para tudo e já fôssemos maiores na idade, éramos dois crianções. Sempre que eu ficava sozinha em casa, ele tocava a campainha segundos depois que a nossa porta se fechava para o último parente, prova de que ele espreitava pelo olho mágico da porta dele! Assim que descobri a manobra, passei a ficar grudada no olho mágico da minha até vê-lo sair. Mal ele encostava no botão, eu escancarava a porta e me jogava em cima dele. Entrávamos e íamos diretamente para o meu quarto. Ficávamos deitados abraçados durante horas (o recorde foi de 6h!), beijando, acariciando, apalpando, enfim, fazendo tudo que um casal pode fazer sem tirar a roupa. Até que um dia... Bem, você já vai saber. O que vou contar aconteceu num dos nossos últimos encontros, pouco tempo antes de a minha família se mudar daquele prédio.
Luíza S. V.
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Como sempre, fomos direto para o meu quarto e nos jogamos na cama para ficar beijando de língua. Eu estava de short e ele de bermuda, como de costume. Henrique ficou de lado e eu deitada de barriga para cima; assim ele podia acariciar meus seios (por fora da roupa) enquanto nos beijávamos. Eu sempre sentia a ereção dele contra a minha coxa, mas naquele dia ele me pareceu mais irrequieto. Ele deve ter notado que reagi de maneira diferente da habitual e passou a perna por cima da minha. A coxa dele acabou ficando entre as minhas pernas. Me lembro de ter estranhado um pouco, mas logo comecei a ficar excitada. É claro que o Henrique acabou percebendo que havia algo diferente acontecendo, e percebeu tão bem que começou a esfregar a coxa de propósito entre as minhas pernas. Eu já me masturbava fazia tempo, sabia onde levava esse tipo de carícia, então relaxei e o deixei continuar. De repente, senti os dedos dele por baixo da minha camiseta. Geralmente eu bloqueava a mão dele com a minha, mas daquela vez havia algo mais acontecendo, então deixei. Ele respirava forte entre um beijo e outro, estava de olhos fechados (talvez evitando me olhar) e se insinuou por baixo da minha roupa até envolver meu peito com a mão, logo procurando o mamilo. Minhas pernas não paravam mais, de tanta aflição! Acabei me enroscando toda nele, ficando de lado contra ele, enquanto ele apertava meu seio e tentava levantar minha camiseta. Não pude impedi-lo de continuar. Ele acabou me deixando nua da cintura para cima, arrancando nervosamente minha camiseta pela cabeça e em seguida tirando a sua. Mesmo sem ninguém em casa, fiquei apreensiva, mas resolvi me vencer e aproveitar essa possibilidade de recuar um pouco mais os nossos limites.
A sensação do peito
do Henrique contra o meu estava deliciosa e eu imaginava qual seria a próxima
etapa. Ele abocanhou meu seio com tanta avidez que quase desmaiei quando
senti a umidade quente da saliva e o esfregar da língua no mamilo. Toda
trêmula, pus-me a acariciar os cabelos amarelos e o rosto moreno do meu
namoradinho das horas vagas. Me lembro que comecei a me sentir tão molhada, tão
molhada, que cheguei a dar um jeito de passar uma mão por dentro de uma das
bocas do short para desgrudar a calcinha do corpo. Isso deve ter chamado a
atenção do Henrique porque, logo depois, sem parar de chupar meus peitos, ora
um ora outro, ele começou a me acariciar toda com a mão. Cruzei as pernas para
evitar que ele avançasse demais o sinal, mas ele deu a volta e, mergulhando por
dentro do meu short, agarrou minha bunda por fora da calcinha e me puxou com
força. Não tive a menor chance. Se bem me conheço, devo ter dito alguma coisa
como "Ai, garoto!", mas ele começou a me massagear atrás. Os bicos
dos meus peitos estavam tão duros e doloridos que quando ele esbarrava neles eu
quase soltava um grito. Me senti um pouco nas mãos de um selvagem, forte e meio
desajeitado. Até que eu não deixava de ter razão, garoto é assim mesmo. Ele
estava tão excitado que queria me agarrar, passar a mão pelo meu corpo todo,
chegar lá onde eu nunca o tinha deixado chegar, só que não sabia como porque
tinha tanta prática quanto eu: nenhuma.
Eu não parava de
sentir aquela coisa dura pulsando contra a minha coxa. Aquilo estava me
deixando maluca, e eu era muito consciente da curiosidade que eu ainda não tinha conseguido matar. Então resolvi (doida!) perguntar se ele não queria fazer uma
coisa. Ele perguntou o quê, me olhando bem dentro dos olhos. Eu estava tão
encabulada que o meu rosto ferveu. Ele notou e disse, rindo, que eu estava
vermelha. Então tomei coragem e pedi, cochichando. Ele arregalou os olhos e deu um riso meio
nervoso. Mas eu insisti e disse que queria de qualquer jeito, que era tudo o
que eu mais queria. Ele então se deitou de costas ao meu lado e, sem dizer
nada, foi tirando a bermuda para ficar só de cueca, como eu tinha pedido.
"Assim?", ele perguntou. Fiz que sim com a cabeça e pulei para cima
dele. Ficamos assim um tempão, nos beijando, eu sentindo as pulsações dele bem entre as minhas pernas.
Engraçado, eu não
estava com a mínima vontade de ir além, naquele dia. Fiz o que estava com
vontade de fazer, só isso. Quando a gente é adolescente, tem disso mesmo. Eu
queria ver o Henrique nu, queria me esfregar nele e que ele se esfregasse em
mim, queria que a gente se beijasse de língua e queria ficar ouvindo
música no último furo como a gente estava fazendo. E mais nada. Quando eu saí
de cima dele, vi a marca do pinto atravessando a cueca azul claro. Tinha um
molhado grande nela e não entendi bem por quê, então fiz cara de espanto. O
Henrique ficou todo encabulado, sem saber onde enfiar a cara, porque eu disse
que não sabia que saía xixi nessas horas (boba!). Agora era eu que estava de
lado, roçando minha coxa na dele. Depois que ele tirou a bermuda ficou como um
garotinho desprotegido, parecia estar com medo de ser atacado, inseguro como se
eu fosse fazer algum pedido absurdo. É claro que ele adivinhava que eu iria
querer ver e eu achava que isso era o que mais ele queria. Mas alguns garotos
ficam estranhos nesses momentos, como pude confirmar várias vezes, depois
daquele dia. Me lembro até do tom da minha voz, quando perguntei "Vai me
mostrar ou não?" Henrique gelou, olhou para mim com a cara de perdido mais
bonitinha do mundo e, colando o queixo no peito, levou as mãos à cueca e
começou a descê-la virilha abaixo. Meu coração disparou, eu tamborilava
impaciente na coxa direita do coitado do menino. Era a minha vez. Eu estava
ansiosa mas perfeitamente segura de que aquela era a coisa que eu mais queria
no momento. Meu olhar estava fixado nas mãos e na cueca do Henrique quando o
elástico baixou todo e aquele troço comprido e grosso pulou para fora, a um
palmo dos meus olhos. Me lembro que minha mão foi parar na boca, para abafar um
grito e um risinho nervoso. A cabeça foi o que me deu mais aflição, porque era
arroxeada e me veio a idéia de que o pinto estava sendo estrangulado pela pele e roxo por falta de ar.
Ele até que não era feio, era bem claro como o resto do Henrique. Me
lembro de ter achado bem feito, retinho, terminando naquela cabeça grande e
arredondada.
Logo comecei a
pensar, a tentar imaginar como é que aquilo tudo entrava na gente, se entrava
tudinho mesmo ou só aquela cabeça de forma estranha. Mesmo sendo super curiosa,
até aquele dia eu ainda não tinha tido jeito de perguntar grande coisa aos meninos, mesmo que eu já tivesse tocado em alguns namorados. O do Henrique era
o maior que eu já tinha visto. Fiquei olhando um tempão, enquanto ele o
segurava pela base, na vertical. Logo abaixo da mão dele vinha o saco, feio, com aquela pele enrugada e os pelinhos longos e retorcidos. Mas logo me abstraí dele e, voltando a me concentrar na parte principal, perguntei se podia pegar. Ele consentiu, encantado. A primeira impressão que tive foi que a curavatura daquele corpo maciço era causada pela incrível rigidez, que eu sentia na mão e que o tensionava como um arco. Uma gota transparente brotou do orifício e o Henrique tocou-a para produzir um longo fio com o dedo. Me deu um pouco de nojo, mas nada de
mais. Não pude deixar de perguntar como é que
os meninos faziam aquela coisa que tinha um nome horrível: bater ou tocar... punheta. Isso deixou o Henrique todo empolgadinho. Ele foi logo explicando que
tinha que segurar forte e fazer movimentos firmes para frente e para trás. Fiz algumas vezes, só
para ver como era, mas parei quando vi a cara aflita que ele fez.
Depois chovi perguntas para tentar descobrir como é a sensação do gozo masculino. Foi inútil, é claro, e não faço a mínima idéia até hoje. Para mim, esses
últimos minutos foram "técnicos", o astral deixou de ser tão erótico e passou a
ser mais científico. Mas não para o Henrique. Logo percebi que ter
uma menina com a mão ali era para ele uma coisa do outro mundo. Eu via a
cintura dele ondular, o rosto vermelho, quente, e um riso amarelo deixando entrever os dentinhos curtos. Isso me fez esquecer um pouco a curiosidade científica e
voltar ao clima anterior. Dei um beijo nele, deixando minha saliva escorrer livre pela sua língua. A reação foi imediata. Agora eu sei que ele estava se masturbando na minha mão, mas quando
aquela coisa começou a pulsar e esguichar, eu não sabia o que
fazer. Só tive o reflexo de mantê-lo apontado para o corpo do Henrique,
evitando molhar a colcha, vendo-o contrair-se todo a cada jato que era disparado como um tiro de pistola d'água e ia parar no peito, num ombro, na barriga e deixando a cada vez uma pocinha esbranquiçada. Ainda me lembro de como foi engraçado colar lenços de papel em cada uma delas. O Henrique tinha gotas de esperma até no rosto! Mas, como eu disse,
eu não queria ir muito longe. Logo depois nos vestimos e voltamos aos beijos e carícias mais inocentes. Quando olho para a linha
do tempo, me dou conta de que o dia da minha "primeira vez" não estava tão
longe assim*. Foi por mero acaso que o Henrique não foi meu primeiro homem de
verdade.
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