Minha grande amiga Luíza S. V. acompanha o meu
percurso de pornógrafo há anos e foi a primeira a contribuir para que meu
corpus incluísse textos narrados sob a ótica feminina. Olha o Passarinho! foi o
primeiro de um conjunto publicado no Erotexto. É um texo no gênero memórias de
juventude que, tenho certeza, será do agrado dos leitores.
M. F.
***************
Assim que as
primeiras máquinas digitais saíram nos EUA, meu vizinho Pedro ganhou uma do pai
piloto de caça e foi logo me mostrar, doido para experimentar. Eu estava na
escada do barracão do jardim, indo colocar o biquíni para ir à piscina, quando
ele chegou todo animado, dizendo que tinha uma coisa para me mostrar. Parei no
patamar da escada e fiquei olhando. Pedro tirou do bolso uma minúscula máquina
fotográfica prateada e começou a me fotografar lá de baixo, de vários ângulos. Sorri,
fiz poses e disse a ele para esperar porque ia por o biquíni e já voltava. Ele
me disse para suspender e descer. Desci e para espanto meu, as fotos tiradas há
poucos minutos estavam prontas para ser vistas.
Lá estava eu, em
minhas poses. Mas, olhando para o meu corpo, logo comecei a perceber que muito
mais do que minhas caretas apareciam nas fotos: minhas coxas, minha calcinha
enfiada, minha bunda, tudo estava lá! Como eu não sabia exatamente como
funcionava aquela jeringonça, perguntei a Pedro o que ele ia fazer para
eliminar as fotos. Então ele me explicou tudo (que era possível apagar qualquer
coisa na hora, etc.) e caímos na gargalhada, enquanto continuava a me
fotografar e me mostrar logo em seguida os resultados.
Fiquei louca de
vontade de realizar meu sonho antigo de ser fotografada de tudo quanto era
jeito. Falei com Pedro, que me respondeu que sabia há muito tempo desse sonho e
que era exatamente por isso que ele tinha vindo. Dei um estalinho de alegria
nele e começamos. Pedro tirou algumas fotos de mim em todos os cantos bonitos
do jardim. Depois ele me pediu para voltar ao barracão e subir os degraus. Ele
queria repetir as fotos que deixavam ver por debaixo da saia. Comecei a subir e
ele foi tirando as fotos. À medida que eu subia os degraus fui sentindo uma
sensação gostosa de invasão que me fazia tomar consciência do meu corpo de uma
nova maneira; ser olhada é uma coisa, ser fotografada é outra. Eu sentia o
contato da saia com as minhas coxas e os elásticos da calcinha apertando
levemente minha cintura e cada lado da xoxotinha, para não falar da tira que
atravessa o rego do bumbum. Eu também sentia meus peitinhos contra a blusa
branca, os biquinhos arrepiados pelo contato com o tecido. Era puro erotismo e
comecei a adorar isso, desejando que Pedro me fotografasse de todos os ângulos
possíveis e imagináveis. Cada vez que ele tirava uma boa seqüência, me chamava
para ver e isso nos fazia querer cada vez mais. Ele tirou várias fotos na
escada, de costas, para que minha bunda aparecesse bem, a sainha curta e,
sobretudo, a calcinha bem enfiada nela. Deixei que ele se aproximasse bastante
para tirar closes e fui notando que ele estava bastante excitado pelo volume na
calça jeans. Fui me soltando e fazendo poses bem eróticas, abrindo as pernas
para que aparecesse a calcinha. Eu me debruçava no corrimão para que a borda da
saia ficasse bem alta nas coxas mas de maneira bem natural. Pedro fotografava
sem parar.
À medida que íamos
nos acostumando com aquilo, ele ia me dizendo coisas bem sensuais, como: "Você
está muito gostosa!", "Me deixa ver melhor essa bundinha linda, vai!", e por
aí. Isso começou a nos excitar demais e a nos fazer ir mais longe. Em dado
momento, ele me pediu para abrir alguns botões da blusa. Abri e ele fotografou
para que meus seios aparecessem por dentro dela. Eu já estava começando a ficar
com muito tesão e queria mostrar, mostrar tudo. Pedro ia me pedindo para abrir
mais um botão, mais outro, até que abri toda a blusa e ele me fotografou de
frente, com as mãos na cintura, depois sentada na escada com as pernas abertas.
Ele elogiava meus seios e isso ia fazendo os biquinhos ficarem cada vez mais
entumescidos, a ponto de ficarem doloridos. Ele me mandou tocar neles, cada um
com uma mão, deixando os mamilos de fora e fotografou várias vezes. Eu nunca
tinha me visto assim; agora imaginem o que seria ver as fotos junto com ele,
depois; eu estava super excitada!
Jà tínhamos feito
todas as fotos "inocentes" possíveis, mas eu queria continuar e Pedro também. Me
lembro dele encostado na escada com o pé no primeiro degrau, eu sentada no meio
olhando e ele me perguntando se eu tinha coragem de ir mais longe. Eu perguntei
se ele duvidava, ele disse que não e continuamos. Pedro me pediu para sentar
bem de frente para ele – no quarto ou quinto degrau – e puxar bem a saia para
trás. Fiz isso e ele fotografou. Ele disse que minhas coxas eram lindas e que a
calcinha branca entre elas ia dar fotos ótimas. Eu via o pau dele empurrando a
calça jeans e tinha que molhar os lábios com a língua e engolir, de tão seca
que a minha boca ficou (acho que é daí que vem a palavra "secura"!) Quando ele
disse que adorava ver a calcinha lá no fundo da saia, abri bem as pernas e me
deu curiosidade de olhar. Era verdade: a calcinha era tão justa que minha
xoxota ficava dividida pelo risqinho dos lábios. Fiquei olhando para aquilo e
Pedro me fotografou assim, sentada no degrau com as pernas escancaradas,
cotovelos pousados nos joelhos e cabeça entre as mãos, os cabelos escorrendo de
um lado e de outro; é uma das fotos que eu mais gosto até hoje, ficou bonita
mesmo!
Bem, não faltava
mais nada. A gente se olhou e eu entendi que precisava tirar a calcinha. Olhei
bem para casa para ver se ninguém estava olhando e arranquei rapidamente a
calcinha por baixo da saia. Naquela época, eu estava sempre depilada porque
rolava sexo direto. Me lembro que o Pedro mal conseguiu esconder a emoção
quando olhou entre minhas pernas e não viu nenhum pelinho. Soltando um "uau!" começou a fotografar. No início eu estava um pouco sem jeito, então as
primeiras fotos são do tipo "menina tímida", perninha fechada, coisa e tal. Mas
o astral ficava tão erótico quando o Pedro começava a me falar do meu corpo, que
fui me soltando. Ele não falava "xoxotinha", falava
"bucetinha" — que eu não gosto — mas de um jeito que me deixava até
arrepiada. E eu me sentia
molhada, não sei como não dava para ver! Tiramos várias fotos comigo sentada
nos degraus, depois levantei e ele me pediu para subir a escada. Saíram umas
fotos legais que deixam ver as coxas e minha xoxotinha entre elas, bem
fechadinha, só um risquinho e os lábios bem gordinhos apertados entre as coxas.
Pedro ia fazendo "hummm!" e dizendo coisas sacanas enquanto eu subia. Isso ia
me relaxando e me deixando totalmente à vontade, até que subi minha saia e
deixei meia bunda de fora. Depois fiquei em pé de pernas entreabertas, de
costas e de frente. Me lembro que quando o Pedro me viu assim, de pé na frente
dele, lá no alto da escada, fingiu que ia desmaiar! Ele disse que nunca tinha
visto uma bucetinha tão bonitinha. Aí me fiz de garotinha, fingi que estava com
um balão numa mão e um pirulito na outra, fiz vozinha de criança e tudo, muito
comédia! A gente ria o tempo todo mas eu sabia que aquilo tudo estava deixando
o Pedro com um tesão quase insuportável. As brincadeiras eram o jeito que eu
encontrava para evitar que o clima erótico virasse pesado e a gente fizesse
alguma coisa ali mesmo, na pressa, e estragasse a sessão fotográfica. Eu queria
ir até o fim e, se o tesão persistisse, eu saberia exatamente o que fazer para
agradecer o Pedro. O humor nos permitia ir adiante.
Ainda fotografamos
muito a minha bunda, que ele queria de todos os ângulos também. Suspendi a saia
e fiz uma volta, com as pernas em tudo que é posição, para acentuar a voltinha
das coxas, deixar a bunda redonda, etc. Pedro achou minha bunda proporcional,
discreta, e gostou disso. Ele confessou que detesta a bunda exagerada que todo
mundo tanto gosta no Brasil. É verdade a minha é mais para pequena, mas acho
rechonchudinha, começando logo depois das duas covinhas no final das costas e
terminando em dois risquinhos como sorrisos na junção com as coxas. Quando eu
estou namorando, adoro que o carinha agarre minha bunda para sentir as pontas
dos dedos dele enfiadas nas dobrinhas das coxas, separando a bunda e abrindo a
minha xoxotinha ao mesmo tempo. Quer me matar de tesão, é só fazer isso!
De repente, Pedro
disse que tinha que me pedir para fazer duas fotos "especiais". Fiquei
esperando e ele disse que queria uma foto de frente com a xoxotinha toda
aberta; ele queria ver os dedos abrindo os lábios. Pensei um pouco e fiz.
Sentei lá no último degrau, encostada na porta e abri completamente as pernas. Pedro
fez que engoliu em seco e se aproximou. Com as mãos, segurei nos lábios e puxei
um para cada lado, abrindo bem. Fiquei roxa quando Pedro descobriu que ela
estava toda molhadinha! Mas ele deu um sorriso tão meigo e me deu um olhar tão
lindo que eu ainda me abri mais para ele fotografar. Dava para ver tudo: os
lábios grandes e pequenos, o clitóris e a entrada da grutinha, tudo rosadinho,
liso e brilhante. Ele tirou várias fotos e ainda ficou olhando. Perguntei o que
era e ele disse que queria que o cuzinho também saísse, que esse era a segunda
foto "especial". Ele só estava conseguindo ver um sombreado mas não o
buraquinho. Não dava para dizer não, o Pedro estava sendo maravilhoso de fazer
tantas fotos minhas. Eu não estou contando isso aqui, mas cada vez que ele
fazia uma foto, eu também queria uma, do meu jeito. Claro que ele estasva
adorando, mas também estava sendo super paciente. Foi isso que me convenceu a
nunca dizer não. Ainda encostada na porta, sentei um pouco mais para frente e
agarrando minhas coxas por dentro e por baixo, puxei minhas pernas para junto
de mim, ficando com os pés para cima. Continuei vendo a mesma coisa mas Pedro
consegia ver mais e, assim que encontrou o que queria, exclamou: "Que cuzinho
lindo, Luíza!". Fiquei roxa de vergonha, mas continuei fazendo a posição para
ele fotografar. É muito estranho fotografar assim, com o rosto e tudo aquilo
aparecendo! Eu só tinha visto em foto pornô e nunca tinha imaginado fazer
igual. Ainda hoje, quando eu boto o CD e vejo essa seqüência ainda fico
encabulada de ter ficado nessa posição na frente de alguém! Mas o Pedro adorou
e ficou alucinado, chegando a me pedir para ajeitar os lábios para ficarem
bonitinhos para uma foto perfeita, coisas no gênero. A gente tirou um monte de
fotos assim, eu com o dedo encostado no clitóris, depois com a pontinha enfiada
no buraquinho, tapando a xoxotinha toda, sentada nas mãos e com as pernas
escancaradas para o alto, etc. Pedro se soltou tanto que chegou a me mostrar
como estava excitado. Depois ele ainda fez umas fotos de mim de quatro, abrindo
bem a bunda. Ficaram boas, acho foto de quatro muito erótico! Numa delas, que
ele fez de baixo para cima, aparece tudo: meu rosto, os peitinhos apontando
para baixo, barriga, umbigo, xoxotinha, cuzinho e as coxas – ficou ótima!
Quando a gente
terminou essa série, eu só recoloquei a saia, sem calcinha, apenas para evitar
problemas se alguém fosse até os fundos, e fechei a blusa. Ficamos os dois
encostados na porta do barracão, vendo todas as fotos e rindo de algumas, que
tinham ficado ridículas. Logo aprendi a passar as fotos e estava segurando a
máquina sozinha e mostrando para ele quando, de repente, senti vontade de
fotografar também. Levantei e comecei a fazer umas fotos dele sentado. Pedro é
bonito, com aquele cabelo castanho escuro, liso e curto, os olhos cor de mel e
a pele de uma cor morena que acho linda, talvez porque eu seja mais clara do
que ele. Nunca vou me esquecer que ele estava usando uma camiseta Hering
amarela que eu mesma tinha dado num dos aniversários dele e uma jeans velha. Nas
primeiras fotos que eu fiz, ele aparece sentado no chão de tábuas. Depois ele
se inclinou e se apoiou num cotovelo, daí dá para ver a calça aberta e a cueca
branca aparecendo por trás do ziper. Eu pedi mais e ele negou. Me fiz de
ofendida, fingi que ia para casa, até que ele me deixou ver um pouco mais e
tirar foto. Logo vi que ele estava tentando desconversar porque estava de pau
duro. Mas eu insisti como só eu sei insistir, até que ele baixou bem o elástico
da cueca e pude ver os pentelhinhos castanhos começando a aparecer. A barriga
do Pedro é linda, retinha mas não magricela, e ele estava todo queimado de
praia; o contraste com a camiseta amarela ficou super bom. Mas eu queria mais!
Tive que insistir muito para ele me deixar ver tudo; na verdade, tive que dizer
que era injusto só eu ter me mostrado toda daquele jeito e ele não me deixar
ver nada. Falei que as fotos iam ficar maneiríssimas e que a gente ia poder ver
no PC depois; fui jogando um monte de coisas até que ele se convenceu, mas com
uma condição : que eu me virasse de costas até ele dizer que eu poderia olhar. Concordei
e quando ele me disse que eu podia olhar, estava deitado no mesmo lugar, agora
de pau duro para fora da cueca. Sorri, fiz alguma gracinha e logo comecei a
fotografar. Intimamente eu estava espantada com o que eu via. Quantas vezes eu
já tinha visto o Pedro de sunga, tanto na praia quanto na piscina da minha casa
ou da dele, e nunca tinha reparado que o pau dele era assim. Não é que fosse
grande, mas era muito grosso e de uma maneira estranha: era parecido com... (deixa
eu ver...) um zepelim. A cabeça era menor do que o meio. Isso! Era um zepelim
gordinho. Fiz umas fotos com ele bem duro e o Pedro segurando. Eu queria bem
mais, queria que ele ficasse nu como eu fiquei, mas não rolou, Pedro não quis. O
máximo que eu consegui foi que ele tirasse a camiseta toda e ficasse assim, de
pau duro na mão. Essas fotos ficarasm ótimas.
Foi só quando
começou a ver a série dele que o Pedro gostou, talvez mais porque se achasse
bonito do que porque apreciasse seu próprio pau. Ele só falava do rosto, do
cabelo, dos olhos; cheguei a ficar espantada; garoto costuma ser tão
exibicionista! Ele logo viu tudo e foi rever algumas das últimas fotos que
tinha tirado de mim. Notei que ele foi se excitando outra vez. Como já
estávamos há umas duas horas fotografando, foi me dando uma moleza e acabei
encostando a cabeça no ombro do Pedro para ver as fotos. Aí me distraí das
fotos e comecei a olhar as coxas dele e a calça aberta, com aquilo pulsando
dentro da cuequinha branca, logo abaixo da barriga bonita. Ele tinha ficado sem
camiseta e eu podia sentir seu cheiro gostoso. Aquilo foi me fazendo entrar num
astral tão suavemente erótico que acabei colocando minha mão esquerda sobre sua
barriga e brincando com a carreira de pelinhos claros que descia do umbigo,
enquanto ele via as fotos. Quando ele me sentiu tão próxima, fez que ia fechar
a calça, mas impedi e isso fez com que minha mão esquerda ficasse diretamente
sobre a cueca, sentindo seu pau que pulsava. Ele me olhou e colocou a máquina
no chão. Puxei o elástico e quando o pau ficou livre, peguei. Nunca vou me
esquecer da impressão que aquele pau de forma diferente me causou. Devia ter
uns dezesseis centímetros e pouco, a cabeça era grande mas o diâmetro dela era
um pouco menor que o diâmetro do meio, onde eu estava segurando. Nada de
exagerado, não era uma deformidade, não, era até bem bonito, mas os que eu
tinha visto eram sempre retinhos, por isso estranhei. Comecei a comentar com o
Pedro sobre a forma do pau dele, enquanto o mexia em todas as direções para ver
os detalhes. Ele foi ficando muito excitado, até que me abraçou pelo ombro e
começou a me puxar com todo carinho. Logo entendi o que ele queria e me deixei
levar até que, quando fiquei bem perto, ele ajeitou meu cabelo e, inclinando-se
para ver, colocou seu pau bem na direção dos meus lábios, oferecendo. Já muito
excitada pela situação, envolvi seu saco com a mão e deixei a cabeça entrar na
minha boca. Pedro começou a respirar com mais força, me deixando livre e se
apoiando com as mãos no chão de madeira. Salivando demais, comecei a sentir o
pau grosso deslizar para dentro e para fora, entre minha língua e o céu da boca
e ia engolindo aos poucos o liquidozinho que saía em bastante quantidade. Pedro,
sempre apoiado nas mãos, fazia suaves movimentos de cintura, tentando entrar
todo minha boca. Eu deixava o máximo que podia mas não tudo porque naquela
época isso ainda me dava um pouco de ânsia. De vez em quando eu parava e Pedro
procurava minha boca para me beijar e eu sentia que para ele era uma emoção a
mais saber que no meu beijo tinha alguma coisa dele. Ele me beijava de língua,
profundamente. Eu não queria misturar as coisas, não estava a fim dele, mas não
recusava e fazia isso de um jeito bem-humorado, dizendo que ele beijava muito
bem e que era muito gostoso. Aí ele chupava minha língua e enfiava a sua toda
em minha boca, depois voltava a me oferecer, pedindo com voz de namoradinho
para eu chupar mais um pouqinho. Sem segurar no pau, eu deixava minha mão na
coxa do Pedro e ia deixando a cabeça molhada mergulhar na minha boca, fazendo
vai e vem só com a cabeça. Isso deixava Pedro nervoso achando que iria gozar.
Mas eu logo parava e deixava o pau entrar mais. Era divertido sentir meus
lábios sendo alargados pelo meio do pau – isso me deixava com a boca
escancarada, chegava a doer os maxilares! Mas logo depois o zepelim recomeçava
a afinar e ficava mais fácil. Pedro ficava se espichando todo para conseguir
ver por cima da minha cabeça. Acabei deitando de bruços e me apoiando na coxa
dele para que ele pudesse olhar de lado. A gente ficou nessa brincadeira
durante um tempão, até que o Pedro começou a achar que não dava mais para
aguentar sem gozar. Tirei seu pau da boca e deitei com a cabeça na coxa dele,
olhando para o céu azul.
Ficamos assim, de
olhos fechados durante um tempinho, até que senti um toque na xoxota. Abri um
pouco as pernas e o Pedro começou a me massagear, entrando um pouco mais entre
os lábios e começando a acariciar o clitóris. De vez em quando ele me chupava
os seios, mordiscando os bicos, e me beijava enfiando a sua língua toda na
minha boca. Quando ele sentiu que fiquei bem molhada, ele entrou com um dedo na
minha xoxota. Meus mamilos estavam duros e doloridos como sempre ficam, mas eu
queria que ele chupasse, mordiscasse, pouco me importava a dor. Fui abrindo
cada vez mais as pernas para que ele pudesse me explorar fundo. Pedro me
excitou tanto que gozei com seus dedos e fiquei com as pernas esticadas e
tremendo durante um tempão, enquanto ele enfiava a língua na minha boca e
massageava meus peitos. Ele riu e me perguntou porque é que acontecia aquilo
com as pernas mas eu não soube explicar. Rimos juntos e voltamos a ficar
imóveis, eu deitada com a cabeça na coxa dele, ele recostado na porta do
barracão.
Pedro era
tranquilo, isso me fazia bem demais. A tensão sexual subia, a gente fazia
alguma coisa para baixar, depois relaxava ao sol. Eu já tinha tido namorados
tão ansiosos com sexo que a companhia daquele garoto bonito, calmo e, ao mesmo
tempo, tão gostoso, era ótima. Tenho certeza de que se eu tivesse dito que
tinha dentista ou curso de inglês ele teria me dado dois beijinhos e ido embora
na boa, sem me cobrar nada. Aquela paz sensual foi me dando vontade de dar para
ele. Me levantei um pouco, fiquei de joelhos e, olhando bem o Pedro nos olhos,
perguntei se ele não queria entrar no barracão. Ele topou e a gente ficou na
mesma posição, só que do outro lado da porta. Pedro se sentou primeiro e eu fui
tirando a calça dele. Ele mesmo tirou a cueca. Depois vim sentar no colo dele,
de frente, só de sainha, sem blusa. Senti o pau subir na hora e as duas mãos
dele me agarrarem a bunda, o que me fez ficar molhada num instante. Segurei o
pau dele para cima e sentei. Pedro me ohava nos olhos, todo sorridente, feliz. A
cabeça entrou e foi deslizando para dentro, seguida pela parte inchadinha do
zepelim, que me deu um tesão enorme quando passou. Só com as bolas fora de mim,
o Pedro me acariciava as coxas, a bunda, as costas, os seios, me deixando louca
de excitação. Eu sentia seu pau duro me alargar e me preencher. Logo comecei a
subir e descer, beijando Pedro sem parar. Cada vez que a parte gordinha passava
pela entrada da grutinha, eu tinha uma sensação tão forte que me fazia gemer e
ter vontade de agarrar e arranhar o Pedro. Eu agarrava minha própria bunda e
acelerava os movimentos, quicando no pau dele. No início eu sentia como se
fosse rasgar mas logo a sensação gostosa voltava porque a barriguinha do pau
passava. Depois fui acostumando e só sentia aquela ondinha quando ele entrava
ou saía. Teve uma hora que Pedro me pediu para ficar ao contrário, de costas
para ele, porque ele queria ver minha bunda subindo e descendo. Depois ele me
puxou pela cintura com as duas mãos e fiquei completamente sentada em seu colo
enquanto ele friccionava meu clitóris e me fazia gozar loucamente. Eu sentia
que ele estava adorando o presente que eu estava dando para agradecer pelo dia
tão maravilhoso que estávamos tendo. Nós já tínhamos "ficado" dezenas de vezes,
já nos conhecíamos bem, mas aquele dia estava sendo muito especial para mim e
ele sabia disso. Quando ele fez que ia gozar parei, voltei à posição anterior
mas só sentada nas pernas dele e, entre um beijo molhado e outro, perguntei
como é que ele queria gozar. Ele fez que pensou um pouco, coçando a cabeça,
depois me olhou nos olhos e pediu, meio sem jeito: "atrás, você deixa?"
Comecei a rir
forçado, não sei bem por que, quer dizer, sei sim: porque a gente nunca está
preparada (nos dois sentidos) para isso. O primeiro susto é porque o carinha
pediu, o segundo é porque a gente tem que inventar – e sem tocar no assunto! –
um jeito de fazer dar certo. É sempre assim e com o Pedro não foi exceção. Comecei
a perguntar se ele queria "meeeeesmo" aquilo. A resposta era sempre sim, Pedro
tinha uma verdadeira tara por isso e bem poucas namoradas tinham feito com ele.
Eu não queria negar. Resultado: tive que me vestir e ir até em casa. Ele ficou
esperando no barracão. Devo ter voltado uns vinte minutos depois, com a mesma
roupa mas toda perfumadinha. Eu me lembro que assim que eu voltei ele me
agarrou e me beijou na boca, passando a mão na minha bunda por dentro da saia. Ele
já estava todo excitado só de pensar no que ia acontecer. Eu tinha levado
camisinha lubrificada, ele mesmo pôs. Daí ele me pediu para, sem tirar a roupa,
ficar debruçada numa mesa branca de jardim, tirou minha calcinha e começou a
passar o pau pelas minhas coxas e bunda. Ele estava completamente concentrado.
A certa altura comecei a sentir sua língua quente percorrendo o rego da minha
bunda, depois descendo até a fendinha da xoxota, voltando para cima, procurando
o cu, lambendo e cutucando com a ponta da língua. Respirei aliviada quando
senti que ele estava gostando e comecei a relaxar novamente. Eu me sentia bem
confortável deitada na mesa em cima de umas toalhas e com os pés no chão. Pedro
me pincelava com a língua, preparando a penetração. Eu fui ficando tão excitada
que tive que dizer para ele começar : "Mete, Pedro, por favor...". Ele então se
levantou e logo senti o pau dele entrando na minha xoxota. Fiquei espantada mas
ele só deu duas ou três entradas e saiu. Ele me disse que era para lubrificar
mais. Segundos depois, ele procurou meu buraquinho com o polegar e encostou a cabeça
do pau no meu rego. Acho que ele fez umas duas tentativas, até que eu senti que
estava no lugar exato para começar a enfiar. Falei para ele fazer bem devagar e
ele começou. Em vez de ficar dando um monte de empurradinhas como a maioria
faz, Pedro foi forçando, sem parar. A camisinha superlubrificada funcionou como
óleo de amêndoa, que é o que eu preferia. Ele me explicou que o segredo é fazer
muito devagar, e é verdade que eu senti mais pressão do que dor. Quando chegou
a barriguinha do zepelim, ele empurrou ainda mais devagar, quase parando. Senti
meu cu dilatar bastante mas continuei sem dor, até porque o tesão era demais,
sobretudo o do Pedro, que me contagiou completamente. O pau na camisinha
deslizou para dentro de mim até parar. Pedro empurrou ao máximo, me agarrando
pela cintura, até colar as coxas em mim. Passei a mão por baixo das pernas para fazer
carinho no saco dele. Ele retribuiu fazendo carinho nas minhas costas e ficou
dentro de mim sem mexer durante um tempinho, depois me puxou um pouco para
trás, quase em pé, para massagear meu clitóris e me fazer gozar mais uma vez
antes dele. Mas meu cu estava pulsando muito contra o pau duro e grosso e eu
queria que ele começasse a mexer, então comecei eu a ir para frente e para
trás, forçando Pedro a continuar. Ele entrou em movimento e não parou mais, me
deixando louca a cada vez que a barriguinha passava e me abria toda. Pedro
precisou me agarrar pela cintura e eu fiquei me masturbando, friccionando o
clitóris e enfiando de vez em quando o dedo na grutinha encharcada. Pedro
aguentou muito tempo só no vai e vem. Foi a primeira pessoa que ficou o tempo
todo perguntando se estava gostoso e dizendo coisas para mim enquanto me comia
por trás. Isso me relaxava e me excitava. A gente ficou o tempo todo dialogando,
tipo:
— Está gostoso o meu pau no teu cuzinho?
— Humm Pedro, demais!
— Vou meter nele até gozar, tá bem?
— Tá, goza muito nele então, Pedrinho.
— Olha que eu gozo muito, hein?
— Vai encher a camisinha?
— Vai sim. Quer
que eu faça o que com ela depois?
— Humm, vamos
pensar... Tem alguma sugestão?
— Tenho sim. Quero
tirar e derramar ela todinha no rego dessa bundinha linda.
— Boa idéia! Então
faz isso.
— Tá, mas primeiro quero te comer muito e bem gostoso.
— Então come que eu estou adorando.
— Hummm, teu cuzinho é gostoso demais, Luíza!
— Teu pau é que é! Enfia ele todinho dentro de mim, vai.
— Enfio, toma todinho.
— Humm, gostoso! Agora
tira e mete.
— Tá bem.
Isso durou um
tempão, mas como tudo que é bom tem prazo, o Pedro sentiu que estava para gozar
e acelerou. Eu pensei que fosse rasgar com aquilo mas o tesão era tanto que eu
queria mais. O pau dele agora deslizava melhor para dentro e para fora, me
deixando toda arrepiada e com as pernas bambinhas. Ao mesmo tempo, eu estava me
masturbando sem parar e gozando mais e mais. De repente Pedro começou a
acelerar muito e a dizer que ia gozar. A partir daí, quando ele batia com a
virilha na minha bunda parecia que a mesa ia desmontar, e ela era de ferro! Me
agarrei na beira com as duas mãos e senti a sensação no meu ir mudando, de
tanta fricção. As mãos do pedro pareciam enormes, me agarrando pela cintura e
me puxando para trás, provocando aquele barulho de tapa. Me lembro da
respiração dele, forte como a de um animal selvagem. Não era nervosismo, mas
pura alucinação sexual, sei lá. Aos poucos ele foi diminuindo o ritmo e depois
que parou de vez, me beijou o bumbum e caiu deitado de costas no chão, exausto.
Eu me deitei por cima dele e fiquei beijando molhado, enfiando minha língua na
boca dele, depois lambendo o rosto, enfiando a língua na orelha dele e fazendo
cafuné. Sentindo o meu buraquinho dolorido, assado e formigando, eu dise
"Você acabou comigo!" Brinquei que batia nele e caímos na gargalhada.
Quando eu menos esperava, ele me virou de bruços e, me pedindo para separa bem
as bandas, esvaziou a camisinha direto no meu rego, untando meu cuzinho com
aquele santo remédio que saiu do corpo dele e aliviou o meu sofrimento.
Nós ainda ficamos
no barracão durante uns quinze minutos, descansando e trocando carinho, depois
saímos para sentar na escada e rever as fotos. Saber que eu posso me ver nua
quando quiser, principalmente quando não tiver mais o corpo jovem, é uma das
coisas que me fazem bem nessa vida, e isso eu devo ao meu vizinho Pedro.

Este é um dos grandiosos! Gostoso demais de ler!
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