Como seus pais trabalhavam, Luizinho aprendera desde muito cedo a fazer todo
tipo de coisas, desde as mais banais até entreter visitas ilustres que davam
"incertas" na esperança de encontrar seus pais, quase sempre ausentes
por trabalharem ambos fora. Aos dezoito anos e sendo inteligente e curioso para
tudo o que dizia respeito à área técnica e científica, o que ele mais gostava
era quando vinha algum técnico consertar coisas quebradas; ele aprendia
observando e não se acanhava de fazer perguntas que o ajudassem a compreender
melhor os mistérios da água e da luz.
No dia do episódio
que vou relatar, a campainha tocou e era o eletricista. Luizinho estava à
espera dele, mas nunca poderia imaginar que a experiência que estava para
acontecer – que vou tentar reproduzir aqui da melhor maneira pois me foi
contada por um amigo dele – revolucionaria definitivamente a sua maneira de ver
o mundo. Avisado pela mãe do que se tratava, Luizinho convidou o técnico a
entrar e encaminhou-o ao escritório, onde o computador jazia inoperante porque
a tomada se recusava a deixar passar energia. Prestativo, ele afastou um pouco
a mesa e abaixou-se para ligar o interruptor do filtro de linha e mostrar que a
luzinha vermelha não acendia mais. João – era esse o nome do técnico – logo
imaginou um simples problema de contato e, pedindo licença, abaixou-se por sua
vez para desaparafusar o espelho da tomada diante do olhar atento do jovem dono
da casa.
Quando João se
levantou para pegar o voltímetro, Luizinho notou que o seu zíper estava aberto
e o preveniu com toda a espontaneidade. João agradeceu com um sorriso e
vendo-se entre homens, sentiu-se à vontade para aproveitar e ajeitar a roupa.
Abrindo o completamente a calça, ele desceu e subiu a cueca, corrigindo a
posição do membro. A operação não levou mais que um segundo, mas pareceu a
Luizinho que o sexo do rapaz era longo, grosso e certamente muito maior que o
seu. Eles estavam lado a lado e a curiosidade o incomodou a um ponto tal que
ele venceu o constrangimento e acabou perguntando se podia mostrar o seu para
que o comparassem. Embora espantado, o rapaz assentiu e tornou a expor seu
membro enquanto Luizinho baixava o short e a cueca até o meio das coxas,
descobrindo seu pênis envolto num prepúcio claro e completamente fechado. Ele
pôde avaliar a diferença de bem perto. A bem da verdade, o membro de João não
tinha nada de desmesurado; mole como estava, media cerca de 14cm de comprimento
por cerca de 3cm de diâmetro, mas a glande exposta conferia-lhe um aspecto
imponente. Olhando-o fixamente, Luizinho comparou-o meticulosamente ao seu.
João, sempre sorrindo, lhe disse que com sorte cresceria um pouco mais e tornou
a fechar a velha jeans de trabalho, voltando à tomada defeituosa. Luizinho não
pareceu completamente satisfeito, mas também fechou sua calça e continuou a
observar o trabalho do técnico.
Entretanto, sabemos
como a cabeça de cima funciona quando a de baixo é ativada. João voltou ao
trabalho, sim, mas, sem estar muito consciente disso, toda aquela operação de
manipulação e comparação o havia excitado. Ele podia sentir seu membro naquele
estágio que se situa entre o mole e o duro, pulsando levemente, a cabeça
empurrando o elástico da cueca e provocando uma ligeira aflição causada pelo
atrito. O fato é que ele acabou tomando consciência de sua excitação e,
acostumado que estava a aliviar seus desejos com todos os meninos e meninas
"fáceis" do bairro popular onde morava, João perguntou se Luizinho
gostaria de vê-lo; experiente, ele já esperava pela resposta afirmativa e,
assim que ela veio, exibiu novamente seu membro, desta vez em processo de
ereção, diante dos olhos fixos de Luizinho.
Vendo Luizinho
receptivo, João não precisou de muito para obter que ele o tocasse e até mesmo
o empunhasse e sentisse pulsar quente e duro na mão. Aliás, ele fez o mesmo em
Luizinho, que deu-lhe um soco no ombro ao ver seu sorriso condescendente. A
descontração se estabeleceu e João propôs que tirassem a roupa toda, dizendo
que gostava de ficar nu com seus amigos. Luizinho achou isso divertido e não
hesitou nem por um segundo. Isso fez disparar a excitação do rapaz.
Irreverente, João sentou-se na imponente poltrona de couro verde e fez um gesto
para que ele se aproximasse. Adorando a brincadeira, Luizinho obedeceu e logo
pôs-se a contemplar o grosso membro escuro, de cabeça brilhante e molhada,
pulsando entre as pernas abertas do técnico. João admirou o par de coxas lisas
e bem feitas diante de si. Ele pediu a Luizinho que desse uma volta e pôde ver
de perto as nádegas extremamente bem feitas, carnudas mas curtas, e a fronteira
delas com as coxas: dois sulcos curvos que denunciavam o peso dos dois gomos
apetitosos de carne branca e firme.
Sem temor de uma
negativa, João pediu a Luizinho que se ajoelhasse entre suas coxas e empunhasse
seu membro. Assim que ele sentiu esse contato, ele ergueu uma das coxas sobre o
braço da poltrona e, expondo completamente o saco, disse que gostava quando o
tocavam. Sem largar o pênis, Luizinho apalpou o tecido rugoso e espesso, já
percebendo o prazer através dos primeiros suspiros do rapaz, que se oferecia
cada vez mais ao contato, erguendo a segunda perna e pondo-a também sobre o
braço da poltrona. Luizinho premeu com força o membro e comentava o quanto o
achava duro e quente.
Vendo-o
extremamente curioso pela quantidade de líquido transparente que seu sexo
vertia, João encorajou-o a ir mais longe, dizendo-lhe que muita gente gostava
de provar aquela "baba". Inicialmente incrédulo, Luizinho acabou
tocando com a ponta da língua na volumosa glande envolta em muco transparente e
espantou-se ao constatar que o sabor não era de modo algum repugnante, até pelo
contrário. Momentos depois, Luizinho estava degustando o membro plenamente
desenvolvido de João, que começava a gemer francamente, oferecendo-se
completamente com suaves movimentos pélvicos. Para evitar o gozo precoce, ele convidou
Luizinho a explorá-lo um pouco mais com a língua, encorajando-o a lamber seu
saco, tentar pô-lo todo na boca e lamber seu períneo. Habituado à atividade
sexual, João mantinha a área completamente lisa à custa de retoques diários com
o barbeador, no banho. Embora João se oferecesse mais e mais, praticamente
deitado na poltrona a escancarando as pernas, Luizinho não sentiu desejo de ir
mais além, mas pode ver nitidamente o orifício rosado pulsando pouco adiante do
ponto que ele atingira com a língua.
Quando a excitação
chegou a um ponto crítico para João, ele convidou Luizinho à próxima etapa.
Sempre sentado na confortável poltrona de couro, ele abriu bem as pernas,
ajustou o membro sobre a barriga e pediu-lhe que Luizinho se sentasse em seu
colo, o que ele fez, muito atento à nova sensação do corpo roliço e quente em
contato com o seu. Tudo se passava como se Luizinho adivinhasse cada etapa,
deleitando-se e divertindo-se com cada descoberta.
Mas toda essa
exploração acabou deixando Luizinho igualmente excitado. Vendo seu membro muito
ereto, sentindo-o pulsar, ele pressentiu o que forçosamente teria que estar por
vir. E como por telepatia, João, sentindo-o quente e pronto, pediu que se
levantasse e se debruçasse na escrivaninha logo à frente. Ele obedeceu
prontamente e logo sua bunda se destacava entre as duas covinhas no final das
costas e os dois deliciosos sulcos no despontar das coxas, ficando naturalmente
empinada e exibindo a marca da sunga que ele usara nas férias e que, ao que
tudo indicava, deixava de fora cerca de um centímetro do rego, que tomara a cor
do resto do corpo. João admirou por alguns instantes essa imagem tão sensual,
sentindo as pulsações do seu pau e o desejo crescente de pô-lo em Luizinho.
Assim que Luizinho tomou posição e debruçou-se completamente na escrivaninha, o
saco rosado e amplo destacou-se entre suas coxas. João levantou-se da poltrona
e posicionou-se diretamente atrás dele, envolvendo-lhe as bolas com uma mão
enquanto empunhava com a outra o próprio sexo completamente duro. Luizinho
oferecia-se, gemendo levemente e dizendo que estava gostoso. Momentos depois,
João encostava seu membro duro e enxarcado entre os dois gomos perfeitos da
bunda deslumbrante que ele via agitar-se diante de si.
Luizinho reagiu a
esse último contato com um pequeno susto e voltou-se para trás, olhando-o
ligeiramente apreensivo. João, muito acostumado às cenas como essa, que ele
vivera inúmeras vezes, tranqüilizou-o assegurando-o de que naquela brincadeira,
tudo era puro prazer. Mais confiante, Luizinho descansou a cabeça sobre o
braço, empinou bem a bunda, adivinhando que aquilo facilitaria as coisas, e
esperou. Assim que o sentiu pronto, João deixou um longo fio de saliva escorrer
sobre sua glande e, em seguida, separando ligeiramente os dois gomos carnudos
pincelou as proximidades do orifício, causando uma sensação que Luizinho lhe
pareceu ter aprovado porque respondeu com uma risadinha e empinando-se ainda
mais. Habilmente, João encaixou a glande no orifício e iniciou um lentíssimo
vaivém, sem afastar-se do ponto de contato, simplesmente aumentando e reduzindo
a pressão, sem pressa alguma. A dilatação do orifício foi lenta e
progressivamente acontecendo. Luizinho limitava-se a repetir de vez em quando
que não estava doendo e ia acolhendo a lisa cabeça do membro que começava lenta
e suavemente a penetrá-lo.
João passou a
segurar firmemente Luizinho pelo alto das coxas, bem na junção com o tronco, os
polegares pressionando a carne da bunda. Vendo que o diâmetro máximo da cabeça
finalmente passara, forçou um pouco mais até sentir seu pau deslizar mais livre
para o interior quente. Luizinho, sem saber como expressar o que sentia e não
querendo imitar falas de ator pornô, acabou soltando um "Uau!" de
pura admiração ao sentir o contato frio do saco com seu corpo. João ficou lá,
imóvel por uns momentos, com o membro totalmente introduzido no lugar mais
secreto e inacessível da sua nova conquista sexual. Não percebendo nada de
anormal, nada além de prazer, ele perguntou se podia continuar. Luizinho assentiu,
confessando ignorar que a sensação de "dar a bunda" fosse tão boa.
Ele estava completamente excitado, espremido contra a escrivaninha do pai pelo
o corpo viril e musculoso de João. Ele ficaria assim por longos minutos, apenas
saboreando todas essas sensações.
João então
reiniciou movimentos firmes e compassados, de modo a sentir anel do ânus
percorrendo toda a sua verga. Luizinho era tão apertado que o freio da glande,
repuxado a cada entrada, se ressentia de uma certa dorzinha que contudo se
misturava bem ao prazer. Os gemidos de Luizinho aumentavam consideravelmente,
tornando-se um "Ahn! Ahn! Ahn!" a cada arremetida. Mas a lubrificação
natural de João combinada como o suor produzido pela fricção do membro acabou
proporcionando a ambos uma sensação de puro prazer. João puxava Luizinho para
si pela cintura, penetrando-o completamente a cada estocada, percorrendo todo o
trajeto que ia do orifício até cerca de 16cm adentro no seu reto quente e
molhado. As ondas crescentes de tesão o alertaram para o orgasmo próximo. Os
movimentos se intensificaram e aceleraram muito. Luizinho, sempre debruçado na
escrivaninha, já sentia suas coxas penderem sem força. João firmava-se nele com
tanta força a cada investida que ele era obrigado a segurar a borda da mesa com
as mãos. Ele começou a ter uma sensação tão intensa de excitação anal que um
orgasmo começou a ser desencadeado em seu sexo por pura propagação. Sem tocá-lo
e gemendo muito, numa mistura de espanto e êxtase, ele sentiu os espasmos se
sucederem e seu esperma jorrar do seu membro em total ereção que dançava
livremente sob a mesa.
João chegou ao
máximo da frequência dos vaivéns e, completamente enterrado em Luizinho,
tendo-o trazido com toda a força para si nas fortíssimas estocadas finais,
gozou intensamente, inundando suas entranhas com densos jatos quentes.
Luizinho, desnorteado pelo excesso de sensações – a dilatação do cu, a pegada viril do técnico, a pressão dos jatos, o calor intenso do
líquido que lubrificava ainda mais seu interior em chamas – teve um novo
orgasmo, que se desencadeou com extrema intensidade, fazendo-o expelir por
baixo da escrivaninha mais outros tantos jatos de esperma ardente. Literalmente
fora de si, ele emitiu um longo "Ahhh!" e completamente fora de
controle, exigiu de João que ele prosseguisse. "Não para... Continua
metendo... Não tira o teu pau... Não para de me comer, por favor...",
disse ele gemendo, levando João a um segundo orgasmo consecutivo. João ainda
agitou-se dentro dele por uns momentos, mas foi vencido pela exaustão e o
amolecimento natural fez com que seu membro escapulisse já mole e viesse
balançar mole entre suas coxas.
Com esforço,
Luizinho ergueu-se um pouco da escrivaninha e passou a mão pelo rego úmido,
procurando a área agora dolorida e apalpando o orifício ainda intumescido. Embora satisfeito, ele não pôde evitar a
enxurrada de pensamentos que assediaram sua mente. Ele agora era outro, diferente dos seus amigos porque experimentara coisas que o tornavam diferente
de todos eles.
João, que tinha
saíra à procura de um banheiro, voltou e, vendo Luizinho ocupado em apalpar-se,
aproximou-se, deu-lhe um tapinha na bunda, sorrindo bem-humorado e dizendo-lhe
para também ir lavar-se. Quando Luizinho voltou, o técnico havia retomado o
trabalho. Cansado e ainda com todas as sensações recentes dentro e fora do
corpo, ele sentou-se na poltrona e ficou olhando-o à distância, com uma
estranha impressão de que sonhara tudo aquilo. Mas aquela experiência daria
início a uma série de aventuras desse jovem inteligente, naturalmente
desprovido de inibição e preconceito. Na verdade, ele já tinha em mente alguém
com quem ele poderia aplicar tudo o que acabara de aprender com João.
Assim que o técnico foi embora, Luizinho correu para o telefone.
Não precisei provar que o relato era verídico, pois me foi narrado pelo próprio João, que considero digno de crédito e que pediu-me para escrevê-lo de modo a poder publicá-lo a fim de que ele pudesse reler sempre que desejasse esse episódio tão excitante de sua vida de conquistas. Isso me permitiu estar com Luizinho para confirmar os fatos e assim conhecer de perto o futuro protagonista de várias das histórias que compõem o acervo deste blogue de contos e relatos eróticos.

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