Aí vai um episódio verídico, de um realismo um tanto inconveniente na época,
que agora conto com prazer e bom humor.
Eu tinha dezenove
anos, era calouro de engenharia e, como todo jovem afogado em testosterona, só
pensava em sexo. Diariamente, eu tomava o ônibus por volta de meio-dia até a
universidade, um ônibus invariavelmente lotado de alunos de escola pública. Em
algumas - poucas - das centenas de vezes em que tomei o maldito coletivo,
consegui, com muito custo, chegar ao anteparo de vidro que fica bem atrás do
motorista e me agarrar a ele, ficando praticamente num pé só, apoiado num
ressalto do chão. Foi numa dessas vezes que vivi alguns dos mais
extraordinários minutos da minha vida sexual.
Como de costume, no
Rio, o motorista arrancou violentamente. Assim que pude recuperar o equilíbrio,
notei, logo à minha esquerda, no primeiro banco, uma menina morena, de cabelo
castanho longo, material escolar no colo. Era quase da minha idade, devia estar
no último ano do secundário e era linda. Logo descobri de que escola ela era
pelo escudo na blusa branca e pela sainha azul plissada, tão curta que a
deixava com as coxas todas de fora. Os meninos que estavam por perto disputavam
um lugar dentro do ônibus lotado, "indóceis" provavelmente por não poderem
agarrar aquele tesãozinho ali mesmo, arrancar-lhe a calcinha e satisfazer-se,
numa suruba de ratos no cio. Do meu lugar, eu via perfeitamente as pernas dela,
que o balanço do ônibus afastava de vez em quando, deixando-me entrever as
coxas até o ponto em que o arquivo cobria. Mas a menina, como tantas meninas
cujo uniforme exige a saia, parecia indiferente ao fato de que o seu corpo
exposto "incomodava" e olhava para fora sem dar a mínima ao
borburinho excitado dos machos circundantes.
À certa altura,
olhei para o retrovisor do ônibus e, para minha total satisfação, descobri que
o ângulo me permitia ver por entre as coxas e até mesmo a calcinha da menina.
Meu sexo começou imediatamente a escalar a calça, uma calça cuja peculiaridade
era, para sorte minha, ter os bolsos completamente destacados, como luvas sem
dedos. Isso me permitiu dar uma "ajeitada" para que a menina não
percebesse a minha ereção (minha cintura devia estar na mesma altura que os
seus olhos) e, assim, pude continuar a olhá-la pelo espelho.
Ela estava usando o
uniforme clássico de escola pública: blusinha branca de manga curta, sainha
plissada, meia soquete e sapato boneca. Em algumas meninas, chega a ficar
ridículo, mas nela estava um tesão, com aquelas coxas morenas todas de fora.
Ela parecia alta para a idade, talvez quase 1,70m, o cabelão castanho descendo
pelos os ombros e um rostinho malicioso que me alucinava ainda mais. Ela tinha
aquele tipo de olheira que não é de sono, mas de sexo, daquela que fica
inchadinha. Isso me fez crer que ela já não era mais virgem, que já devia ter
dado bastante e que talvez fizesse de tudo entre quatro paredes. Pela expressão
do rosto, eu me dizia que ela poderia estar se lembrando de alguma coisa,
porque ela mexia as sobrancelhas e dava uns sorrisinhos sacanas. Comecei a
pensar que, de repente, ela pudesse até estar sonhando acordada com a última
trepada e estivesse ficando toda molhadinha, hummm! E meu pau, revoltado, dava
pinotes na cueca, querendo sair e ser manipulado, chupado, enfiado na bucetinha
que devia ser linda e no cuzinho que devia ser tão justinho. Mas o máximo que
eu podia fazer era pegar nele por dentro do bolso da jeans, recolocar na
vertical e ficar segurando para não dar na vista.
Um pouco mais adiante, a
menina deu uma relaxada no assento e deixou as pernas definitivamente
entreabertas. Vendo a calcinha branca esticadinha sobre a xana arredondada,
comecei realmente a não me segurar mais. Eu precisava fazer alguma coisa!
Esperei mais um pouco e, quando os passageiros da frente começaram a sair, consegui
dar dois passos para a esquerda e fiquei segurando no tubo do próprio banco em
que ela estava sentada, sentindo nas costas da mão a cócega produzida pelos
fios de cabelo desalinhados, praticamente encostado no braço direito do meu
tesãozinho. O ônibus ainda estava muito cheio e ela não se incomodou com esse
contato sutil que ninguém mais estranha nessas circunstâncias. Continuei
olhando ora para o espelho, ora para baixo, diretamente para dentro da blusa
branca, onde dava para ver um sutiã de rendinha bem pequeno e discreto.
Mas ônibus no Rio,
todo mundo sabe como é! De repente, o motorista deu uma "freiada de
arrumação" e eu tive que me segurar com as duas mãos no tubo do teto. Ao
mesmo tempo, a menina se ajeitou e, pelo espelho, pude ver um pouco mais da
calcinha banca. Meu pau desandou a pulsar, eu não podia fazer nada e, com o
empurra-empurra no ônibus, nem percebi que eu estava agora completamente
encostado no braço da menina! Olhei disfarçadamente para baixo e percebi que
ela estava olhando de rabo de olho para a minha cintura. "Fodeu!",
pensei, já me afastando lentamente para disfarçar, empurrando o passageiro de
trás com o cotovelo.
Alguns segundos se
passaram, eu ainda podia sentir o suor escorrendo pela testa, quando aconteceu
o inesperado: a menina chegou totalmente para a direita, voltando a ficar
colada em mim. Reparei que ela chegou a se inclinar, o que era desnecessário e
exagerado. Não tive dúvida: ela tinha percebido... e gostado! Celebrei.
Chegando bem pertinho, larguei meu pau e o deixei latejar contra o seu braço
diretamente através da calça. Isso somado ao balanço do ônibus estava sendo a
melhor punheta da minha vida: lenta, gostosa, "tocada" por uma menina
linda que me exibia aquelas coxas morenas deslumbrantes e me fazia adivinhar
sua bucetinha através da calcinha justa. Comecei a me perguntar se ela estaria
também tentando me imaginar nu ou, pelo menos, tentando adivinhar como era o
pau que ela estava sentindo duro contra o braço, se era grande ou pequeno,
grosso ou fino, claro ou escuro, reto ou curvo, bem feito ou não, cabeçudo ou
não, etc. Em dado momento, ela ergueu um pouco as pernas, provavelmente para
descolar as coxas suadas do revestimento plástico do assento, e pude ver até a
dobrinha de uma das coxas, de cor mais clara que o resto e bem marcada, o que
indicava que ela devia ter uma bunda bem carnuda e gostosa.
Eu estava
literalmente alucinado de tesão. É claro que não dava para fazer grande coisa
num ônibus lotado e também me parecia óbvio que ela não ia saltar comigo. Então
fiz o possível para aproveitar ao máximo ali mesmo e procurei por uma idéia,
que logo me ocorreu. Tornei a enfiar a mão no bolso e, empunhando o
"bruto", comecei a pressioná-lo contra braço da menina. Ela percebeu
e também começou a fazer força de reação, num vaivém lateral bem discreto,
aproveitando o balanço do ônibus que ia à toda. Me esforcei para ver um pouco
mais do interior da sua blusa e acabei conseguindo ver a barriga e atá barra da
saia (a blusa estava para fora dela). Ela era gostosa da cabeça aos pés! Era de
um moreno dourado mais que sensual, a pele uniforme, lisinha e fina. Se eu
pudesse entrar em contato, trocar telefone ou endreços... Mas eu não sabia como
chegar tão longe! Ela começou a mexer com o braço de um jeito que me fazia
sentir meu pau sendo rolado de um lado para o outro. E como o
"suplício" não podia parar por aí, quando olhei novamente para o
espelho, vi suas duas mãos puxando um pouquinho mais a saia para trás. Não tive
dúvida: ela tinha descoberto também que eu estava olhando! Olhei para baixo e,
em vez de ver seu cabelo, dei com o rosto lindo e, durante uma fração de
segundo, esbarrei no seu olhar cheio de malícia. Agora o jogo era aberto: ela
sabia que eu estava me esfregando intencionalmente nela e que podia vê-la pelo
espelho. Então relaxei de vez. Através do bolso, acariciei seu ombro com as
costas da mão enquanto contemplava pelo espelho as coxas morenas e a calcinha
branca.
Leitor! Leitor!
Você consegue imaginar o que é essa sensação de erotismo em público? É uma das
coisas mais incríveis que possam acontecer a um estudante que se sinta
constantemente estar cozinhando na fervura dos hormônios! A gente custa tanto a
conseguir uma trepada e, de repente, sem mais nem menos, esbarra com uma
desconhecida que topa realizar fantasias eróticas em meio à multidão. E uma
desconhecida linda, ainda por cima! Eu estava tão excitado, mas com tanto,
tanto tesão, que me controlar era simplesmente impossível. Tomei coragem e,
aproveitando o tal bolso providencial, empunhei meu pau pelo meio e comecei a
bater uma, de verdade. Senti que ela percebeu quando os jatos começaram a se
suceder porque eu me grudei com mais força ainda em seu braço e não disfarcei
meus espasmos. Enquanto eu sentia os jatos e mais jatos sendo ejetados contra a
cueca e o espesso brim da jeans – que desperdício! – olhei pelo retrovisor
imaginando-me sentado com ela no colo, enfiado até as bolas na bucetinha
enxarcada enquanto, com a mão, eu esfregava o grelinho entumescido e a fazia
gozar loucamente, sacodindo os peitinhos duros diante dos olhares aturdidos no
lotação.
Eu estava zonzo do
orgasmo, mal podendo me aguentar de pé sem me apoiar no tubo do assento, minha
cabeça rodando. Só me ocorria que talvez ela também estivesse toda molhada,
talvez sentindo meu cheiro, doidinha para dar. Subitamente, ela segurou o
arquivo e os livros que estavam no colo e tocou a campainha. Ela ia descer.
Voltou a sentar-se, mas na beirinha do assento, segurando no tubo do anteparo
atrás do motorista, até que o ônibus começou a parar. A saia mal chegava ao
meio das coxas! Ela se levantou para sair e, em nova fração de segundos,
olhou-me, desta vez dentro dos olhos. Retribuí com um sorriso e, claro, assim
que ela me deu completamente as costas, percorri seu corpo. Fiquei
impressionado com o comprimento da sainha. Para uma menina daquela altura, um
palmo de tecido era menos que nada e é isso que ela devia ter: um palmo! A
bundinha empinada ainda ajudava a afastar a saia das coxas. Como era gostosa
aquela moreninha! A galera do ônibus olhou quando ela foi descendo, mas foi do
motorista a última palavra: "Êeee coisa booa! É por isso que eu não largo
esse emprego!" Ocupei o lugar que ela liberou e, sentindo em cada mão o
suor deixado por aquelas coxas maravilhosas, fiquei me perguntando se a xaninha
dela teria latejado enquanto eu estava me esfregando em seu ombro e se, dali a pouco,
chegando em casa, ela iria se masturbar lembrando do que aconteceu no ônibus.
Eu estava todo
melado. O cheiro de esperma subia da cueca e invadia-me as narinas através da
gola da camiseta olímpica da universidade. Que desconforto! Mas cada vez que a
minha mente era inundada pelas imagens da beirinha da saia sendo recuada, da
calcinha branca coladinha na xana, das coxas morenas entreabertas e da dobrinha
deixando adivinhar uma bunda carnuda e perfeita, daquele rostinho e daquele
jeito sacana de olhar de ladinho, eu me dizia que, a esse preço, eu reviveria o
episódio até o fim dos meus dias!

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