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Mamãe Travessa


Oi, Gilda,

As férias estão maravilhosas, as crianças felicíssimas, aproveitando demais. A Sicília é mesmo o melhor lugar do mundo para umas férias na praia. É tranquilo e seguro, e paira uma liberdade tão grande que só pode fazer bem. O nudismo não é aceito na praia que frequentamos. Acho que é para não chocar os mais novos, porque há muitas famílias. Mas as tanguinhas estão minúsculas, e todas no estilo brasileiro, inclusive com fio-dental! O topless sim, é generalizado, e o Joãozinho, já aos doze, tem feito comentários que me deixam de olho arregalado. Mas estou escrevendo para falar de outra coisa, minha amiga. Acho que fiz muito bem de ter vindo mesmo sem o Beto. Ele ficou chateado, coitado, pensou que eu fosse cancelar as férias quando soubemos, na última hora, que ele não poderia vir, mas vim assim mesmo e não me arrependo. Você vai saber de tudo já já!

    Não sei por quê, mas a clientela dos hotéis da região parece extremamente jovem. Como eu disse, há adultos e famílias com filhos, mas a maioria está entre dezoito e vinte e cinco anos. São quase todos do norte da Itália, vêm em grupos de amigos e posso te dizer que os rapazes são terríveis! Assim que me instalo na praia e as crianças vão brincar na areia, começa o desfile. Eles passam sorrindo, olham sem a menor timidez e mandam até beijinhos. Digam o que disserem, essa história de ser loura é verdade, os homens têm um fraco por nós. Mas você sabe disso melhor que eu, não é, amiga!

    Ontem devemos ter chegado à praia por volta das oito e meia. Vou cedo para pegar o sol com menos UV. Uma meia-hora depois, passou um rapaz muito jovem que olhou muito para mim. Bonito, alto e magro, o cabelo castanho ao vento, parecia um personagem da mitologia greco-latina. Sorri e olhei enquanto ele passava, lamentando que ele estivesse de bermuda de banho e não de sunga. Ele percebeu que retribuí o sorriso, mas continuou andando. Quando eu já não estava mais olhando, ele deu meia-volta e veio falar comigo. Muito simpático, de rosto lindo e dentes perfeitos, ele fez mil perguntas e acabei convidando para sentar do meu lado. As crianças estavam na água, olharam e vieram correndo ver quem era, mas ele era tão jovem que acabou até brincando um pouco com eles, que logo o consideraram como meu amigo.

    Gilda, assim que ficamos novamente sozinhos, esse menino de dezenove anos começou a dizer que eu era linda, que ele tinha uma atração louca por mulher casada e que já tinha namorado uma mulher de mais de trinta anos. Ele parecia muito maduro em tudo, eu não tinha razões para duvidar do que ele dizia. Ele queria por força que eu arranjasse um momento para nos encontrarmos. Era óbvio que com as crianças seria dificílimo, e ele entendia isso, mas te confesso que fiquei encantada e morta de vontade. Acabei dizendo em que hotel nós estávamos e ele prometeu dar um jeito.

    Ontem saímos da praia por volta das onze, quando o sol aquece demais para as crianças. Fomos para o hotel, tomamos banho e descemos para dar um passeio no centro da cidade antiga, que é deslumbrante. Quando voltamos ao hotel, as crianças pegaram imediatamente no sono. Tínhamos tomado um bom café da manhã, então adiei o almoço. Peguei um vinho branco na geladeira e fui para o balcão sentar vendo o mar e pensar no encontro da praia.

    Eu estava perdida em pensamentos há alguns minutos quando alguém fez um "psiu!" lá de baixo. Era o tal menino da praia. Ele sabia que eu não podia descer e fiquei meio assustada quando ele fez que já ia subir. Tentei detê-lo, mas era tarde, ele tinha disparado em direção à entrada. Fui rapidamente abrir a porta para garantir que ele falaria baixo e segundos depois ele surgiu da escada. Ele continuava apenas de bermuda de banho, sinal que tinha ficado na praia.

    Minha amiga, eu estava relaxada e disponível. Ele se aproximou, me deu um beijinho no canto dos lábios e não pude resistir. Ali mesmo, na porta entreaberta, nos beijamos e sua mão já foi diretamente procurar meus seios. Ele ergueu meu biquíni e chupou meus mamilos enquanto a outra mão descia para explorar mais abaixo. Fiquei logo acesa, doidinha para trepar.

    O problema é que não podíamos entrar. O quarto é grande, mas as crianças acordariam com qualquer barulho diferente do ruído do mar. Então decidimos que seria ali mesmo, do lado de fora da porta. Ele olhou para um lado, para o outro, baixou um pouco a sunga e vi seu pau saltar e ficar quase colado à barriga, de tão duro. Me agachei, segurei nele pelo meio e abocanhei a cabeça já encharcada. Ai, amiga, que sensação deliciosa, transgredir com um menino bonito e doido por sexo! Me senti com dezesseis anos, nas minhas primeiras aventuras com o David, aquele menino judeu. Você se lembra dele? Aquele e era tudo menos ortodoxo!

    Enquanto eu chupava, o Carlo (esqueci de apresentar!) vigiava o corredor. Imagina a cena: eu de saída de banho e biquíni, agachada diante da porta do quarto, chupando o pau de um rapazinho de bermuda arriada até o meio das coxas. Se um hóspede ou um empregado passasse, era rua! Por sorte todos fazem a sesta na Sicília! Chupei pensando no que faríamos depois e a única coisa que me pareceu plausível seria trepar com ele ali mesmo, em pé, ao lado da porta do quarto, como uma adolescente rebelde. Não podíamos ir até o banheiro do corredor porque se as crianças acordassem e não me vissem entrariam em pânico. Se elas abrissem a porta do quarto e topassem com a gente, teríamos que improvisar. Resolvi parar de pensar e deixar por conta do Big Bang.

    Assim que ele ficou satisfeito, me levantei e ele grudou em mim já enfiando o pau entre as minhas coxas, de frente mesmo. Eu estava ensopada! O pau do Carlo é bem do estilo que você gosta, Gilda. Tamanho médio, grossinho, "musculoso", como você diz, cabeçudo e torto para cima, do tipo que facilita a massaagem no clitóris durante o vaivém. Ele foi correto, me olhou para saber se podia continuar, mas não pensei duas vezes. Ah, sabe de uma coisa, amiga? Quando as coisas têm que acontecer, acontecem. Se eu começasse a dificultar ali, ia quebrar o encanto. 

    Quando o Carlo pincelou a entrada e começou a me alargar, me pendurei no pescoço dele, enrosquei as pernas na cintura dele e só faltei berrar quando aquilo tudo deslizou de uma vez para dentro de mim. Ele me agarrou pelas coxas e abriu tanto a minha bunda que senti o friozinho do ar-condicionado no cu, te juro! Grudada na parede fria, fui sendo bem fodida pelo meu amante novinho, ouvindo a respiração ofegante dele e recebendo cada estocada sem a menor dúvida de que seria levada ao orgasmo.

    Só mudamos de posição porque ele queria me ver de costas. Apoiada com as mãos na parede e me empinando toda, abri bem as pernas e pedi que ele me lambesse, o que ele aceitou com prazer. Aliás ele me surpreendeu abrindo minha bunda e enterrando o rosto nela para me lamber o cu. Fiquei tão excitada que tive que me masturbar enquanto a língua dele pincelava os dois lugares. Tanto estímulo, é claro, acelerou meu orgasmo, então mandei que ele me penetrasse e tentaríamos gozar ao mesmo tempo.

    Menina, naquela posição eu senti demais a abertura. Como o pau dele era grosso! Ainda bem que não faltava lubrificação. Não demorei a gozar como uma égua no cio, lutando para não desabar. Mas tudo estava tão molhado, tão liso, que o orgasmo dele não vinha. Gozei vezes seguidas aproveitando cada instante de um dos orgasmos mais deliciosos que eu já tive. Quando tudo se acalmou e ele continuou entrando e saíndo de mim ritmadamente, senti que precisava fazer alguma coisa para aliviá-lo.

    Me levantei, me virei e o Carlo confirmou que não ia conseguir gozar daquele jeito. Peguei no pau dele e estava duro como no início. Nos beijamos, ele afagou meus seios e sugou meus mamilos enquanto me acariciava com os dedos, entrando e saindo suavemente. Ele então disse que gostaria de me ver chupar e engolir. Eu não podia negar. Agachei novamente e abocanhei o pau dele ao mesmo tempo que o puxei pelas coxas para que ele tratasse a minha boca como a buceta. Ele então agarrou minha cabeça por trás com as duas mãos e começou um vaivém intenso. Por sorte o pau dele é grosso demais para ultrapassar a garganta, porque não sou boa em "garganta profunda". Só pude contribuir apertando bem os lábios e a língua no pau dele. E funcionou. Ele anunciou o orgasmo e me preparei para receber uma enxurrada na boca.

    Não deu outra, amiga. Jovem como ele é, foram jatos e mais jatos que ele disparou sem sair da minha boca. Preocupada em não me sujar, mantive os lábios apertados no pau melado que se aprofundava a cada estocada. As lágrimas escorriam dos meus olhos, meus joelhos estavam me matando com a posição de cócoras e o Carlo continuava como se só quisesse parar quando não restasse nem uma gota. Quando por fim ele se afastou, minha boca estava cheia até a altura dos dentes inferiores. O pau dele continuava ereto e pulsando intensamente. Enquanto isso, o Carlo me olhava na expectativa.

    Ele pedira para engolir e queria me ver engolir. Remoí com a língua o esperma para liberar todo o aroma. Em seguida, degustei o licor em golinhos curtos, buscando o olhar do meu novo amigo enquanto ele acariciava o meu rosto acompanhando extasiado o consumo integral do que ele confiara ao meu paladar. O sabor era tão intenso quanto o aroma. Era o sabor da profusão de espermatozoides transbordantes de vida, tão marcante nos jovens e que eu me lembrava dos tempos de estrepolia nos carros dos namorados.

    Após o gole final, na incerteza de um segundo encontro com o Carlo e desejando guardar por mais tempo a lembrança da forma, relevo e textura daquela parte do seu corpo que me dera tanto prazer e que continuava armada como um braço forte à minha frente, agarrei-a e dei-lhe uma última e profunda chupada que o Carlo retribuiu com um longo beijo molhado.

    Esse longo beijo não deixou dúvida, precisávamos nos rever. Ainda meio zonza dos orgasmos, eu estava incapaz de raciocinar, e um ruído no quarto me dizia que as crianças estavam acordando. Perguntei o que faríamos e, como da primeira vez, o Carlo prometeu dar um jeito. Hoje não foi possível, mas quem sabe amanhã? Ai, amiga, estou tão impaciente! Sei que essas travessuras podem me custar caro, mas não consigo parar.

Te escrevo mais assim que tiver notícias.

Beijinhos da tua amiga doida,

Ana Maria


"Menina, naquela posição...
como  pau do Carlo parecia grosso!"


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