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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

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Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

A Última do Ano

Passado o Natal com sua atmosfera casta, minha libido despertou e com ela o desejo de um desfecho digno do bissexual que sou para este ano de 2015. Mas como providenciar um encontro bi quando quase todos os "contatos" estão viajando ou continuam com as famílias? No calor da manhã do dia 27 resolvi perambular por Copacabana em busca de inspiração. Escolhi uma sunga preta, única cor que ainda torna possível ao homem usar uma peça menor que os tristes "sungões" modernos, e saí.

Caminhando pela Duvivier em direção à praia avisto, num apartamento de primeiro andar do prédio adiante, uma jovem debruçada numa janelinha lateral que dá diretamente para a calçada em que estou. Ela está sorrindo e visivelmente levando tranquinhos de alguém que mal vejo por trás dela. Minha mente sórdida infere rapidamente: sexo. Ela tem cerca de vinte e cinco anos, é morena de cabelos castanhos até abaixo dos ombros, parece estar de biquíni e continua a me olhar maliciosamente.

Vendo que em alguns passos eu estaria abaixo da janela e a perderia do meu campo de visão, resolvi diminuir o passo e retribuir o sorriso com um aceno gentil e uma piscadela. Imediatamente, a mulher virou-se para dizer algo à pessoa por trás dela e instantes depois, um homem de cerca de trinta anos, cara boa e ar descontraído veio à janela ficar junto dela e também sorrir. Senti-me na obrigação de fazer um sinal ou dizer algo, e ocorreu-me articular a exclamação "Tesão!" sem contudo pronunciá-la para não chamar a atenção. Quando ia tornando-se inevitável ultrapassar a tal janelinha e dar um adeus definitivo àquilo tudo, ouvi um "Psst!" Olhei para cima e vi que o homem estava me convidando a subir. Não pensei duas vezes, fiz um gesto interrogativo e ele desenhou um "101" no ar com o dedo. Ao toque do interfone, a tranca abriu-se.

Chegando ao primeiro andar pela escada, ouvi vozes e inferi que vinham do 101. O casal estava me esperando à porta, ela de biquíni diante dele de sunga. Logo notei o corpo gostoso de moreninha carioca e o jeito de mulher acostumada aos programinhas de improviso.
­- Oi! Entra. Sou Amanda, diz ela, acolhedora.
- E eu William; Wil, com um ele só, diz o homem, estendendo-me a mão.
- Prazer. Marcos.

O apartamento lembra o Rio antigo das boas famílias tradicionais, amplo, com pesados móveis coloniais escuros, prataria, cristais e quadros nas paredes. Logo descobri a famosa janelinha lateral na parede que avança cerca de um metro acima da calçada.
- Vocês estavam ali!
- Pois é, diz Amanda, dando um risinho e voltando da cozinha com uma latinha de cerveja supergelada.
- Obrigado! Está um calorão! Eu também fico de sunga em casa, quando não completamente nu!
- Esse é o nosso programa de verão, Marcos: praia, boa comida, cervejinha e sexo, diz Wil.
- Boa pedida! Vocês são casados?
- Sim, somos, mas ainda sem filhos.
- Estragamos a tua praia, hein, Marcos! diz Amanda, sentando-se num longo sofá.
- Na verdade, eu não ia à praia.
- Ah não? indaga a moça, olhando para a minha sunga.
- É, não... respondo, hesitante. Na verdade, eu estava procurando... Bem, eu estava atrás de uma oportunidade de fechar o ano exatamente como vocês.
- Puxa, que coincidência então! diz Amanda.
- Pois é! reforça o marido, sorvendo um bom gole de cerveja, o que destaca ainda mais a já considerável protuberância na Speedo preta, de natação.
- Se você quiser se refrescar, o banheiro é ali no corredor, primeira porta, Marcos. As toalhas ficam no armário ao lado do box.
- Boa idéia! exclamo, aprovando o "timing" da minha anfitriã.

Tomei uma chuveirada rápida e passei pasta de dente com o dedo para purificar o hálito. Por último, agitei meu valoroso combatente para armá-lo um pouco e repus a sunga. Quando saí, deparei com o casal entregue a carícias no sofá.
- Chega mais, Marcos, convida o marido com voz amistosa, entre um beijo e outro na esposa ao seu lado.
- Vem, Marcos! chama ela, dando tapinhas no assento ao seu lado.

Assim que me sentei, Amanda levou a mão ao meu colo, acariciando-me por fora da sunga sem deixar de beijar o marido. Sua perna logo escalou a minha, escancarando-se convidativamente. Depois de algumas carícias externas, invadi-lhe a calcinha do biquíni e encontrei a fenda melada, pronta para os meus dedos. Assim que comecei a esfregá-la e penetrá-la, Amanda pôs-se a gemer e não tardou a baixar minha sunga para masturbar-me.
- O pau do Marcos é um tesão, amor, sussurra ela ao marido ocupado com seus seios.
- É mesmo? responde ele, avançando-se.

Ato contínuo, Amanda desce do sofá e ajoelha-se entre minhas pernas, enquanto Wil debruça-se sobre mim. Afaguei seu cabelo curto e bem cortado enquanto ele me devorava o membro até o saco que Amanda já começara a lamber e sugar com avidez, acariciando minhas coxas. À certa altura, percebi que ela queria que eu erguesse as pernas. Assim que avancei no sofá e as elevei o mais que pude, ela tirou minha sunga e passou a lamber-me o períneo e pouco depois, sem dar mostras da menor hesitação, o cu. Wil assumiu a masturbação enquanto ela ia levando-me rapidamente a um estado de excitação vertiginoso. Ela lambia-me e cutucava o orifício, forçando-me as coxas cada vez mais contra o corpo, deixando-me um pouco intrigado até fazer-me sentir seu dedo penetrar-me habilmente, arrancando-me gemidos. Ela trabalhou-me o ânus até amaciá-lo bem, depois introduziu um segundo dedo, sempre cuspindo e lambendo, enquanto Wil continuava a masturbar-me para consolidar minha ereção.

Eu me sentia presenteado, mas não podia retribuir devido à posição. O máximo que eu podia fazer era corresponder aos beijos lascivos e carícias de Wil que, somados à masturbação, levavam-me infalivelmente a um primeiro orgasmo. Enquanto imaginava um modo de usar as mãos, vi Amanda começar a mover-se para o lado e Wil tomar o seu lugar. Entrando de joelhos no sofá, ele debruçou-se completamente sobre mim e, num gesto natural, começou a penetrar-me enquanto a esposa voltava a massagear meu saco e masturbar-me. Não havia dúvida, além de experientes, eles eram perfeitamente entrosados. Quando senti Wil abrindo espaço em minhas entranhas e ia soltar o grito inevitável, Amanda empunhou-me o pau com força, intensificou a masturbação e deu-me um beijo tão profundo que tive um orgasmo.
- Isso... Goza gostoso, sussurra ela, percorrendo-me a verga da cabeça à base e usando o esperma que eu vertia como lubrificante para o marido entregue a um vaivém ritmado e vigoroso que durou até que ele retirou-se abruptamente de mim para gozar em jatos fartos sobre minha barriga e peito.
- Está gostando, Marcos? pergunta Amanda.
- Uff! respondo sorrindo e ainda zonzo, sentindo as últimas pulsações anais. Isso foi intenso!
- Intenso mas bom? indaga o marido, já de pé.
- Intenso mas ótimo! Vocês são demais!
- Que bom, diz ele, dirigindo-se ao banheiro.
- Posso? pergunta Amanda, olhando o esperma em meu corpo.
- Fique à vontade! respondo, ainda ofegante.

Debruçando-se sobre mim, ela põe-se a lamber as pocinhas lácteas que vai encontrando e mostrando-me como vai engolindo uma por uma.
- Você consegue saber qual é o dele e qual é o meu? pergunto.
- Nem quero saber, Marcos, mas adoro isso e quero confiar em você. Posso?
- Pode, gatona, pode sim, respondo, olhando-a nos olhos.
- Então vou te dar um presente, diz ela, toda sorriso, retomando meu pau encharcado e ainda bem duro.

Sem hesitar, ela abocanhou a glande gotejante, sugando e lambendo com gula. Em seguida, recolheu com a língua todo o esperma residual do tronco, olhou-me diretamente nos olhos, entreabriu a boca para mostrar-me o conteúdo e engoliu tudo de uma vez. Isso me excitou tanto que desejei penetrá-la. Sem indagar se o marido estaria de acordo, puxei-a e a fiz instalar-se no meu colo, de frente para mim. Espantou-me a facilidade com que sua discreta fenda de mulher miúda admitiu meu calibre. Estou acostumado a ver uma certa apreensão até mesmo no rosto das mulheres quando da primeira penetração, mas Amanda mostrou puro prazer e assim que se sentiu penetrada até o fim, começou a trotar apoiando as mãos em meus ombros. Minutos depois, Wil voltava do banheiro.
- Mal dou as costas e você come a minha mulher, Marcos?! Que coisa feia! diz ele, zombeteiro, vindo sentar-se ao nosso lado e já acariciando a coxa da esposa.
- Vai sentar, Wil? Não quer aproveitar que o Marcos está aqui para fazer o que você gosta tanto? sugere a esposa.
- O que eu gosto tanto... Ah é! Claro! Aguenta firme aí, Marcos! pede ele, levantando-se de pronto e passando para trás da esposa.
- Ele adora DP, Marcos, diz ela.
- Sério? Então somos dois! declaro, entusiasmado.
- Oba, vou ganhar dois pauzões! exclama a morena sem parar de galopar, oferecendo-me alternadamente seus deliciosos seios cônicos, que mamo como um bebê glutão.

Uma vez posicionado, Wil não demora a penetrá-la.
- Ai, Wil... Ele está tão grosso! geme a mulher.
- Agora para um pouco para eu ir fundo, instrui ele, concentrado.
- Ai, que gostoso! Mete tudo, Wilzinho... faz ela, grudando os seios no meu peito e arrebitando-se ao máximo.

Pude senti-lo afundando-se nela através da fina parede que separa a vagina do reto. Amanda estava bonita, assim, excitada, e me deu vontade de beijá-la, vendo-a gemer e contorcer-se enquanto o marido ia lentamente introduzindo nela seus cerca de dezoito centímetros por quase cinco de diâmetro. Mas ali, talvez devido à posição dele olhando-nos do alto, ela não mostrou reciprocidade e ficou apenas fitando-me, até receber as primeiras estocadas do marido.
- Ahn... As-sim... Fode, Wilzinho... geme ela, mal se aguentando nos braços, fazendo-me sentir seu hálito leve.
- Adoro mulher que gosta de anal, comento.
- Humhum... Eu amo... faz ela, desmilinguindo-se toda.
- Mexe agora, Mandinha, pede o marido, engrenado no vaivém.

Amanda então começou a subir e descer em sincronia com as investidas do marido. A cada estocada, ela recuava e sentava-se em mim até colar em minha pélvis os seus lábios vaginais escancarados, ficando empalada em nós dois, gemendo e dando-nos as ordens mais lascivas.
- Ai, seus malvados... Estão me rasgando toda... Aperta os meus biquinhos, Marcos. Dá tapinha na minha bunda, Wil! Assim... Isso... Ahn... que gostoso levar surra de pau dos meus dois homens!

E por aí afora, até que Wil teve o seu segundo orgasmo dentro dela. Quanto a mim, por cortesia, avisei quando chegou minha vez para que ela saísse de mim, o que foi feito. Ejaculei em menor quantidade mas não menos intensamente, e dessa vez, foi Wil que ofereceu-se para lamber-me, recolhendo criteriosamente cada um dos pequenos pontos leitosos espalhados sobretudo pela minha barriga e chupando-me gulosamente o pau.
- Gosta de ser chupado por homem, Marcos?
- Gosto. Acho diferente, mais forte.
- Vê lá o que vai dizer, Marcos! diz Amanda, fingindo zanga.
- Não, não, eu não quis dizer que o homem chupa melhor, Amanda. Só que é diferente. O homem pega um pau e chupa com menos receio que a mulher. Ele também tem a boca maior, então cabe mais, só isso. Mas a delicadeza da mulher que sabe fazer é um requinte!
- Se é assim, tudo bem, consente a anfitriã, sentada de pernas entreabertas, brincando de passar o dedo entre os lábios vaginais e afastá-lo para observar o fio cintilante que os interliga.

Depois de duas horas e meia de jogos eróticos contínuos, estávamos saciados e um pouco cansados. Depois do banho, sugeri que fôssemos almoçar juntos, mas o casal tinha outra idéia em mente. Amanda propôs que Wil e eu saíssemos de carro e comprássemos alguma coisa pronta para o almoço porque ela tinha que dar um longo telefonema à família, ainda por conta das festas de fim de ano. E foi o que fizemos. No carro, percebi que Wil estava saindo de Copacabana.
- Está indo para onde, Wil? Se quiser, eu tenho sugestão de lugar para comprar comida pronta em Copa mesmo.
- Quero te mostrar uma coisa primeiro.
- Ah é? Então tudo bem.

Ele dirigiu até a rua das Laranjeiras e parou o carro na frente de um edifício comum. Saltamos do carro, entramos e fomos até o sétimo andar. No elevador, minha curiosidade chegou ao máximo.
- Conta aí, Wil! Qual é o mistério?
- Calma, você já vai ver.

Chegando ao apartamento 7011, Wil tirou uma chave da carteira (continuávamos de sunga e camiseta) e enfiou na fechadura.
- Ta-rá! fez ele empurrando a porta.
- Uau! Não sei o que dizer, cara!
- Bem-vindo à minha garçonnière!

Diante dos meus olhos surgiu um pequeno conjugado completamente decorado de motivos eróticos: pôsteres nas paredes, cadeiras concebidas para o sexo, uma estante abarrotada de DVDs, outro móvel cheio de apetrechos sexuais e, claro, espelhos, uma televisão gigantesca e uma imensa cama de casal.
- Então é aqui que você tem suas aventuras sem a Amanda?
- Pois é. A Amanda sabe que eu vou até certo ponto nas nossas transas a três ou com casais, mas nunca permiti que ela soubesse que gosto de outras coisas. Para ela, sou apenas um hétero flexível, um macho que topa fazer certas coisas com homem, mas predominantemente ativo.
- E isso não é verdade.
- Não, Marcos. Está vendo todos esses dildos?
- Sim.
- São mais de vinte, vibradores ou não, até 25cm e supercalibre.
- Fiu! fiz eu, realmente admirado.
- Não tem um que eu não tenha experimentado em mim.
- E tua mulher nem desconfia? Caramba, Wil! Isso é que é segredo!
- Pois é. Ganhei esse apartamento do meu pai aos dezessete anos e não passo uma semana sem vir aqui, nem que seja para curtir sozinho.
- Se isso te faz bem e evita problemas de casal, só posso apoiar.

Comecei a percorrer o cômodo de cerca de trinta metros quadrados, observando atentamente. Wil interrompeu-me para mostrar um álbum que ele abriu numa mesinha, no qual havia fotos dele tiradas desde o fim da adolescência.
- Que tal? pergunta ele, indicando uma delas, em que ele aparece na praia segurando a sunga logo abaixo da bunda lisa e bem feita, olhando para a objetiva com ar enigmático.
- Interessante, respondo, curioso.
- O cara que estava me fotografando ficou louco por mim. Eu estava acampado na praia com uns amigos e tínhamos acabado de nos conhecer. Eu estava com essa cara porque ele tinha trinta e seis anos e eu estava meio receoso. Mas acabei dando para ele logo depois dessas fotos!
- Carpe diem! exclamei.
- Pois é, eu estava vivendo essa fase.

À medida que as fotos iam se sucedendo, a nudez era maior, até se tornar completa. Numa segunda parte, o álbum era dedicado a fotos de caráter explicitamente sexual, em que Wil aparecia um pouquinho mais velho e com rapazes, quase sempre no papel de passivo.
- Esse é meu segredo, Marcos.
- Você é passivo, no fundo.
- Vem, pede ele, tocando-me o ombro.

Wil dirigiu-se ao banheiro tirando a camiseta. Hesitei por um instante, mas nada podia estar mais claro: terminaríamos ali o que começáramos na casa dele e que Amanda não podia saber. Livrei-me da camiseta, da sunga e entrei no banheiro nu. Ele estava em atitude completamente diferente, vulnerável, parcialmente de lado, mostrando-me as costas e a bunda inegavelmente apetitosa.
- Não temos muito tempo.
- É, eu sei.

Abrimos a água e tomamos banho rápido. Em seguida, ele agachou-se e fez-me a felação mais excitante de toda a minha vida, levando-me rapidamente a uma ereção férrea e detendo-se no momento exato de impedir-me o orgasmo. Ele saiu do box, foi pegar algo num gaveta sob a pia e voltou. Era um tubo de lubrificante, que ele me entregou e deu-me as costas separando bem as nádegas. Apliquei uma boa quantidade apenas nele e o penetrei como um adolescente que experimenta com o amigo efeminado. Apoiando-se nas torneiras, ele acolheu-me sem expressar o menor desconforto, gemeu como mulher, sussurrou coisas femininas e não teve um momento sequer de ereção. Seu longo membro balançou livre entre as coxas e quando fiz que ia tocá-lo, fui gentilmente impedido. Quando meu orgasmo veio, ele suplicou-me que permanecesse dentro dele. Em seguida, foi até a sala e voltou com um plugue anal, que ele inseriu olhando-me nos olhos, dizendo: "Não quero perder tua semente".

Saímos meio calados, mas Wil, acostumado aos seus rituais, logo restabeleceu a comunicação. Fomos comprar salada e tortellini para almoçar e voltamos para casa. Amanda estava esperando por nós toda perfumada e mais do que sexy num shortinho utracurto, os deliciosos seios à mostra. Não sei se ela reparou que tomáramos outro banho, mas se tiver reparado, é porque sabia tudo sobre a garçonnière e seu marido Wil é apenas mais um ator delirante em meio à legião dos viciados em sexo. Voltei para casa pensativo, mas satisfeito por ter afinal conseguido que a "última do ano" fosse às vésperas do dia 31.


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