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Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

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Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Meu Por Uma Noite

Quero apresentar o Luiz Cláudio aos leitores. Trata-se de um rapaz ainda muito jovem, mas extremamente prolífico (cerca de 300 narrativas!), cuja pluma considero promissora para o nosso gênero. O que me agradou em seus escritos é a convergência entre os mundos homo e heterossexual, que eu mesmo exploro. Luiz Cláudio me autorizou a fazer as correções e adaptações para que uma de suas narrativas pudesse pela primeira vez ser publicada. É normal, portanto, o meu estilo transpareça, mas espero que não muito, e que Luiz Cláudio tenha brevemente o seu próprio blogue de contos.
M.F.
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Hoje é sábado antes da Páscoa e estou escrevendo aqui em Araruama, três dias depois que aconteceu o que vou contar.

Meus pais são separados há uns 5 anos, mas se dão super bem, mesmo se não conseguem mais fazer muita coisa juntos. A gente tem uma casa em Araruama, outra em Guarapari e todo feriado cada um vai para um canto. Está sendo a nossa vez de passar a Semana Santa aqui e como eu não estava a fim de trazer ninguém, minha mãe resolveu compensar e trouxe uma galera. Acho que essa casa nunca esteve tão cheia! Para vocês terem uma idéia, me tranquei num quartinho para poder abrir o meu laptop, senão vem todo mundo querer jogar e usar a Internet. A única vantagem, quando vem muita gente é que a galera faz um mutirão e rapidinho fica tudo arrumado. Quando a gente vem só os dois é um saco porque eu fico de "Maria", e como eu sou super perfeccionista, só paro quando não sobra mais nenhuma poeirinha no chão e nos móveis. Aqui tem 5 quartos, mas o único com alguém dormindo sozinho é o meu – não divido nem morta (ops! falei, pronto). Bah! Minha mãe enche a casa de primos e primas chatinhos, tios e tias velhos... Não vou ficar dormindo com família não! Como todos os quartos têm cama de casal, alguns primos pedem para dormir no meu quarto e não entendem por que é que eu não divido a minha. É simples: ninguém dorme no meu quarto porque eu não deixo e pronto!

Só que dessa vez, rolou um lance estranhão. Quarta-feira, lá para as 5 da tarde, liga o Plínio, um cara da minha escola no Rio, dizendo que estava na rodoviária de Araruama e querendo saber se podia ficar um dia aqui em casa porque tinha errado de data e era só para chegar na quinta na casa do Drácula, um outro amigo da gente, onde ele tinha combinado de ficar. Fiquei um pouco contrariado, mas assim mesmo pedi à minha mãe (teen é tão dependente!) e ela disse que sim. Não tenho nada contra o Plínio, ele é legal, além de ser muito cuty! Ele tem os olhos azuis, uma cara muito doce e um cabelo lindo. Nunca teve preconceito nenhum, sempre fala comigo na boa, pede meu caderno para copiar matéria e é bem cool. Assim que ele chegou foi falar com a minha mãe para agradecer e dizer que era só uma noite e blá blá blá. Ela respondeu que não tinha o menor problema, mas que ele ia ficar no meu quarto porque não tinha lugar sobrando. Fiz uma careta para ela, tipo dizendo: Você me paga, vou te obrigar a comprar colchonetes! Plínio nem se tocou; deixou a mochila no meu quarto e pediu para sair porque queria ver se uma galera já tinha chegado.

Como eu conheço todo mundo, fui junto. Da minha casa é quase uma reta até lá. A gente foi conversando sobre o colégio, principalmente sobre a nova professora de matemática, que é uma mala sem alça e está fazendo a turma se unir contra ela. A gente se entende bem, o Plínio e eu, a conversa rola bem normal, não fico nervoso, não fico "achando que ele está achando" que estou dando mole. Nem deu para sentir a distância; logo chegamos ao prédio e subimos. Lá tinha a Val, a Marcinha, a Priscila, o Quack, o Natan, o Centopéia e o Bruno. A casa é da família do Quack mas nunca ninguém vem. É um apartamento super bonito. De fora ele tem as janelas azuladas e esquadrias douradas, por dentro é lindo, pelo menos eu acho. Você não se sente na praia, eles decoraram todo como se fosse a casa onde eles moram. Tem 3 quartos, 2 banheiros, um salão enorme, uma cozinha lindinha e toda equipada. Tem quadros lindos e esculturas porque a mãe do Quack é artista plástica, fora a pintura das paredes que é super moderna e interessante. 

A gente ficou conversando um tempão, rolou um lanche e a Priscila teve a brilhante idéia de sugerir um jogo da verdade. Eu o-de-io esse jogo! Fiquei em pânico. Mas todo mundo sabe que não dá para dar para trás nessas horas, senão você passa por pentelho. O jogo começou. Ainda bem que tinha menina, senão eu estaria roubado! Os meninos queriam saber tudo: se a Marcinha era virgem, se a Val já tinha beijado menina, se a Priscila já tinha ficado com o Quack, e por aí vai. Elas também queriam saber tudo sobre os meninos, principalmente se o Xande tinha transado com uma menina com quem ele tinha ficado numa festa da semana anterior e, quando ele disse "sim", queriam todos os detalhes, tintim por tintim. Mas o Xande é o maior criança e não fez quase nada, ficou de beijinho, papai e mamãe, e pronto. Foi zoado a tarde toda.

Deixei para agora, mas é claro que rolaram perguntas sobre mim. Jogo da verdade é para ouvir a pessoa dizer com a própria boca. Queriam me ver e ouvir dizer se eu sou gay ou bi, quando é que eu tinha me descoberto, se eu ficava com um menino do terceiro ano chamado Dagoberto (a resposta é não, porque não fico com bichinha pintosa), se eu já tinha dado e comido, se eu já tinha ficado alguma vez com menina... enfim, o de sempre. Acho que me saí bem, não tenho nada a esconder. Fiz dezoito no mês passado e praticamente sempre soube que gostava de menino e não de menina, mas não dou pinta nenhuma (só de brincadeira, como agora há pouco e, claro, por escrito, no meu diário) e sou super discreto quando estou a fim de alguém. Fico sempre que posso com os meninos mais bonitos que eu encontro, mas sei que isso não é a coisa mais importante na vida. Isso tudo eu fui dizendo no jogo e todo mundo respeitou sem zoar. Fui bem menos zoado que o Xande! Só teve uma hora em que eu fiquei todo vermelho porque perguntaram ao Plínio o que ele estava fazendo comigo sozinho na minha casa. Ele também ficou roxo, mas se saiu super bem, brincando que a gente tinha se atrasado porque ficou e beijo na minha casa. Era brincadeira, mas os meninos cairam em cima dele e as meninas me chamaram de sortudo de ficar com um gato daqueles! O jogo rolou legal, todo mundo teve que responder coisas cabeludérrimas, e é isso que nos torna mais amigos.

Lá para as 11h, o Plínio quis ir embora porque na quinta, a galera de onde ele ia ficar hospedado ia fazer não sei o quê, muito cedo, então a gente se despediu, combinou de se encontrar de novo na quinta à noite, na rua embaixo do prédio, e saiu. Voltamos conversando sobre o jogo e o papo evoluiu para como, às vezes, uma turma super legal se forma na escola, mas como isso é raro também. Chegando em casa, fomos direto escovar os dentes, conversamos um pouco com duas tias minhas que estavam indo dormir e também fomos para a cama. Antes de fechar os olhos, agradeci porque o Plínio tinha sido legal com as perguntas dele no jogo da verdade. Ele sorriu, disse que não era nada e virou para o lado para dormir.

Pois é, ele foi dormir e eu... Bem, a minha cabeça, como sempre, começou a trabalhar. Fiquei lembrando de como ele tinha se comportado, de como ele tinha ficado todo vermelhinho na hora de falar da gente, de como isso tinha nos deixado meio cúmplices um do outro, etc. Resumindo: fui me apaixonado pelo Plínio (que novidade)! Quando ele se virava para mim, me dava vontade de dar um beijo naquela boca linda e ficar abraçadinho com ele até o fim da noite.


Aí tive uma idéia. Assim que ele virou de barriga para cima, fui bem para o meio da cama, dei as costas para ele e esperei. No mínimo, a gente ia ficar pertinho um do outro. E não deu outra: dez minutos depois, ele virou para o meu lado e ficou tão perto que eu podia sentir o calor do corpo dele. Que é que eu fiz? Fui me chegando devagarinho, até ficar praticamente todo encostado nele; só os braços dele atrapalhavam porque estavam encolhidos contra o corpo, mas consegui ficar encaixadinho, sentindo os joelhos dele nas minhas pernas. Ele não parecia ter sentido nada. Ficamos assim por uns minutos, até que ele se mexeu e ficou grudado em mim.  me empinei bem e logo comecei a sentir o calor aumentar. Ele deve ter sentido também porque de repente colocou a mão na minha cintura. Fiquei me perguntando se ele tinha acordado e esperei, quase sem respirar. Mais uns minutos se passaram, até que senti que ele estava se aproximando, milímetro por milímetro... de mala pronta! Isso me fez ter certeza de que ele tinha acordado com o calor do meu corpo e estava excitado de se sentir encostado na minha bunda. Pensei na hora: "Ele é hétero; não posso revelar que estou acordado, senão ele vai parar." Aí comecei a respirar forte e fingi que estava profundamente adormecido. Isso deu ao Plínio toda a liberdade.

Eu estava doido para dar para ele. Continuávamos de lado, ele se esfregava devagarinho em mim, com a mão pousada de leve na minha cintura, sem me agarrar para não me acordar. Eu fingia que me ajeitava e chegava cada vez mais para junto dele, sentindo o calor intenso e os empurrõezinhos do pau dele aos pulos. Não demorou muito, ele começou a se livrar lentamente do lençol até que ficamos os dois colados no meio da cama, cobertos apenas pelo meu short e a cueca dele. Percebi que ele estava completamente desperto; devia estar arquitetando planos para se encostar em mim nu sem me acordar. Mas era quase impossível fazer isso, então resolvi colaborar. Virei de barriga para cima e deixei as costas da mão roçarem no pinto dele. E os minutos se passavam. De vez em quando, eu abria rapidinho os olhos só para ver a cena. De repente, ele ficou de lado, apoiado no cotovelo, abriu a cueca e deixou o pau duro ficar encostando na minha mão. Como eu fingia estar dormindo como uma pedra, ele deve ter tomado coragem e acabouo levantando a minha mão para botar direto em cima do pau dele. Deixei a mão bem mole e fiquei um tempão assim, sentindo aquilo pulsar, grosso e quente.

Foi aí que tive uma idéia de gênio. Tornei a virar de costas para o Plínio e comecei a coçar minha bunda, fazendo o short e a cueca descerem bastante. Ele mordeu a isca: quando o short desceu bem, ele segurou pelo elástico. Aí me ajeitei indo um pouco para cima e senti o short e cueca deserem até abaixo da bunda. Plínio parou um tempinho, talvez para ter certeza de que eu não ia puxar tudo para cima e, alguns minutos depois, senti o pau dele encostar no meu rego, bem de leve. Ele deve ter ficado doido nessa hora, mas sem saber como continuar. A cabeça dele devia estar a mil – a minha estava!

De lado, não dava para ele fazer mais nada sem me acordar. Aí virei de bruços e, encolhendo um pouco as pernas para curvar bem as costas, deixei ele ver minha bunda toda empinada. Logo senti uma a mão quente nela e fingi uns roncos para ele pensar que isso estava fazendo meu sono se aprofundar. Minha mão ficou de novo do lado do corpo, dessa vez com a palma para cima, então ele chegou ainda mais perto de mim e colocou o pau nela. Fechei um pouco a mão e ele ficou indo e vindo, devagarinho, para ganhar uma punhetinha de leve. Ele ficou assim um tempão, devia estar pensando em alguma maneira de continuar fazendo coisas, mas é claro que não tinha muito o que inventar sem me acordar. Então ficamos lá, eu com o pau dele na mão e ele com a mão na minha bunda, sem mexer.

Meu pau também estava muito duro. Adoro que mexam nele, mas eu não tinha muita esperança, com o Plínio, é claro. Mesmo assim tentei. Só não podia ser duro porque ele iria desconfiar. Esperei até amolecer, virei para ele, me estiquei bem e, como já estivesse com tudo de fora, fiquei com o pinto virado para ele, como ele tinha feito comigo. No início ele não fez nada, deve ter ficado olhando para mim (eu não podia abrir os olhos porque estava com o rosto a um palmo dele) e talvez até para o meu pau, para ver como era o de um cara gay. O meu é 100% normal, mede quinze centímetros quando está duro e é bem gordinho. Adoro sentir ereção e adoro me masturbar e ser masturbado, chupar e ser chupado. Vocês já estão adivinhando que o Plínio não fez grande coisa, mas que encostou, encostou! Ele colocou a mão bem embaixo do meu pau e deixou o "belo adormecido" em contato com ela. Eu estava fazendo tudo para não ficar de pau duro, senão ele podia acordar, mas começou a ficar difícil e me virei de novo de bruços, de bunda bem empinada, meio virada para ele.

Foi então que aconteceu o inimaginável. O Plínio deve ter começado a ficar com tesão demais e resolveu fazer uma loucura. Isso tudo eu vi porque tinha virado o rosto para ele. Apertando os olhos, comecei a vê-lo se arrastar na direção da cabeceira da cama, até que o pau dele ficou bem na frente do meu rosto. O Plínio estava de lado, numa posição super desconfortável, com uma perna toda esticada na cama, a outra formando um "4" com ela e a cintura toda para frente para fazer o pau chegar pertinho de mim. Depois ele parou, como se tivesse lembrado de alguma coisa, pegou uma ponta de lençol, encheu de saliva e limpou a cabeça do pau com ela. É claro, o cheiro poderia me acordar! Termnada a operação limpeza, ele chegou pertinho de mim e, segurando o pau, encostou a cabeça nos meus lábios!

Aaaaaiiiiiiii! Eu gritava de alegria por dentro! Claro que deixei a boca entreaberta e fingi que dormia a sono solto. Então ele começou a empurrar, bem devagarinho. Mas estava muito duro, forçando os meus lábios e batendo contra os meus dentes. Aquilo acordaria qualquer um. Pensei um pouco e resolvi fazer a coisa mais lógica: algum movimento, como se estivesse incomodado no sono. Fiz isso resmungando e mexendo a mão, que foi parar diretamente em cima do pau dele. Depois, fingindo um reflexo, fui fechando a mão e segurei o pau bem de levinho, com o polegar por baixo e, como se fosse um dedo, chupei, chupei como um bebê que chupa chupeta. Plínio tem o pau bem comprido: eu segurei pelo tronco e ainda sobrava um bom pedaço fora da boca. Vocês conseguem visualizar bem a cena? Eu de bruços, bunda empinada e cabeça virada para o lado do Plínio, fingindo que estava dormindo com o pau dele na mão e chupando a cabecinha. Delírio! Eu não podia aplicar nenhuma das minhas "técnicas" para não despertar suspeitas, então fiquei só com aquilo na boca, dando uma chupadinha de vez em quando, que nem o bebê Simpson.

Mas o Plínio foi ficando nervoso e começou a tentar meter mais na minha boca. Ele ia acabar gozando, não tinha mais jeito, era hora de "acordar". Sem parar de represantar, arregalei os olhos, parei de chupar e fiquei quietinho, olhando ora para o pau na minha boca, ora direto nos olhos do Plínio. E agora, só mesmo repetindo o que ele disse. Ele ficou de quatro na cama e disparou a falar como uma metralhadora: "Cara, desculpa! não sei como é que isso foi acontecer mas teve uma hora que você começou a se coçar e eu vi a tua bunda empinada para cima e fui ficando maluco com aquilo. Você sabe que eu não sou gay, nunca zoei você, não estou sendo sacana mas tô doido, por isso eu fiz isso, não sei mais como te explicar! Desculpa aí! Etc. Etc." Tudo isso ele disse de um fôlego só e sem me deixar responder, já passando para cima do meu corpo e começando a se esfregar em mim, com o pau deitado no meu rego e mexendo como se estivesse me comendo. Eu estava cheio de tesão e doido para que aquilo acontecesse, tinha adorado ficar com o pau dele na boca e queria mais, muito mais, queria que ele me comesse, queria que ele fosse meu por uma noite e sempre que ele quisesse. Na verdade, depois das horas que passamos juntos, eu estava apaixonado por ele, faria tudo o que ele pedisse. Eu só tinha duas palavras na boca, e sussurrei as duas: "Me come."

Estava tudo pronto. Ele só precisou da minha ajuda com a mão para encaixar a cabeça bem no lugar certo e eu fui dizendo o resto. Ele forçou um pouco, entrando e saindo bem de leve, e quando foi sentindo que a cabeça ia afundando, aumentou o peso do corpo, até que acostumei com a grossura, empinei a bunda e disse a ele que podia meter tudo. Estava tão molhado que deslizou até o talo, até o corpo dele bater no meu. Nem precisei dizer o que fazer; ele engatou na minha cintura e começou a meter e tirar com toda a força e com tanto tesão que eu olhei para trás para tentar ver o rosto dele. Nunca mais vou esquecer a cara de prazer do Plínio; parecia que ele não estava acreditando que aquilo estivesse acontecendo com ele. Depois ele me contou que ainda era meio virgem porque a primeira transa tinha sido há pouco tempo e super desajeitada; ele tinha errado o buraco um monte de vezes e tinha sido foda para entrar tudo porque a menina era bem estreita. Resultado: ela ficou puta e interrompeu a transa reclamando da dor. Ele estava meio que recuperando comigo o que não rolou com ela.

E estava mandando super bem, me fazendo agarrar o lençol e morder fronha de tanto tesão! A gente conseguiu coordenar os movimentos e ele ficou tão à vontade que ainda fez a minha posição preferida, praticamente montado nas minhas costas, metendo com o pau para baixo. O Plínio é grande, me senti sendo arrombado; meu cu nem tinha tempo de voltar ao normal que ele já vinha de novo e metia até o talo sem dó. Ele socou assim até cansar, daí deitou por cima de mim e ficou metendo todo colado comigo. Nessa posição, dá para sentir o pau duro inteirinho mexendo lá dentro e é muito gostoso gozar assim, então aproveitei para mexer e gozar também. Eu queria que ele tivesse me feito gozar, mas ele não tomou a iniciativa e achei que seria pedir demais a um hétero. De repente, ele começou a acelerar, eu levantei um pouco a bunda e ele, me agarrando com toda a força pela cintura, meteu mais umas dez vezes até o fundo. Ele gozou como um cavalo! Senti a inundação quente e o pau deslizar fácil dentro de mim. Ainda tive tempo de bater uma punheta enquanto ele ia parando. Gozei pela segunda vez com o pau dele ainda todo grosso dentro de mim. Essa sensação me leva à loucura; eu fico mexendo a bunda bem devagarinho, sentindo o cu dilatado pela rola gorda e molhada. Ele ficou lá dentro um tempão, se recuperando e, quem sabe, pensando em tudo que a gente fez.

Quando o pau dele amoleceu e escorregou para fora, ele se levantou, recolocou a cueca e foi de mansinho para o banheiro. Fiquei esperando na mesma posição, de bunda para cima, sentindo o cu latejante voltar lentamente ao normal para a gente recomeçar. Mas ele voltou para a cama, virou para o lado e dormiu sem nem me perguntar "foi bom pra você?" No dia seguinte, ele foi para a casa do Drácula e faltou ao encontro, como estava combinado, na frente do prédio do Quack. Só vamos nos ver na escola, na segunda-feira. Para mim está tudo bem, espero que para ele também. Ele foi tão legal até agora que seria uma pena me decepcionar. Hoje é sábado, estou aqui no quartinho para poder escrever tranquilo e a única coisa que me diz que tudo foi verdade é o lençol que eu sujei e resolvi só lavar amanhã, antes de ir embora. O que eu mais queria no mundo era encontrar o Plínio e conversar sobre tudo isso numa boa.

Luiz Cláudio B.


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