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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

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Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Conquistando a Renatinha

Éramos namorados há pouco tempo, e ela rapidamente ficou curiosa pela coisa que pulsava dentro da minha calça a cada vez que ficávamos nos beijando abraçados. Era o momento de mostrá-lo.

Minhas feições abriam-me as portas a qualquer conquista, mas eu era considerado "nanico", com meu metro e cinquenta aos quase dezoito anos. Isso desencorajava muitas meninas que não queriam ser vistas com namorados menores que elas. O que fazia com que algumas abrissem uma exceção a essa regra era o meu dote que, devo dizer sem falsa modéstia, contrastava bruscamente com a minha baixa estatura. Com cerca de dezoito por cinco centímetros, dimensões que chamavam a atenção até dos meus amigos muito mais altos que eu, ele me valeu o apelido de "tripé" quando o assunto era sexo.

Renata não era uma das mais altas, não era da minha escola e não conhecia meus amigos. Sua curiosidade era real e perfeitamente adequada ao nosso tempo de namoro de quase duas semanas. Estávamos no carro do meu pai, que ele me emprestava para ocasiões especiais como aquela, estacionados num "namoródromo" perto da igreja matriz da cidade. Eu tinha muita liberdade para falar dessas coisas com meu pai e na maioria das vezes seguia seus bons conselhos. Ele me dizia para ir com calma no primeiro encontro mais íntimo; mostrar o sexo para a namorada era um momento sério da relação e podia chocá-la pelo aspecto, assustá-la pelas dimensões ou repeli-la pelo odor. Era preciso ser gentil e delicado - nada de grosseria - sem contudo perder o objetivo final de obter no mínimo uma carícia, de preferência uma masturbação e idealmente, uma primeira felação. Eu estava portanto muito bem preparado nesses momentos-chave de minhas relações com as meninas.

Naquele dia, estávamos no namoródromo há cerca de uma hora e ambos atingíramos aquele ponto de excitação a partir do qual, se nada mais acontecesse, seria melhor ligar o carro e ir para casa para não estragar a noite com a frustração. Tínhamos passado para o banco de trás e Renata estava a cavalo sobre minhas pernas, toda quente, de rosto vermelho, boca entreaberta e olhos semicerrados, olhando-me com aquela expressão que estimularia qualquer namorado menos escrupuloso a ir sem mais delongas às últimas consequências. Era o momento propicio e não havia mais razão para protelar.
– Agora mostra, vai, pediu ela, mais uma vez, lambendo meus lábios.
– Quer mesmo ver agora?
– Quero, disse ela, pondo a mão no meu cinto.
– Está bem, então pode abrir.

Renata desafivelou-me aplicadamente o cinto, depois o primeiro botão da calça e por fim o zíper. Ela fez um momento de suspense, olhando-me nos olhos, em seguida abriu a calça. À primeira vista, a minha cueca não lhe causou maior estranheza, mas assim que eu desci um pouco a calça e que ela pôde ver claramente a barra rígida rebatida para o lado, preenchendo-a até quase o meu osso ilíaco e forçando o tecido elástico para frente, Renata olhou para mim espantada.
– Como é que você pode ter "isso" tão grande, menino?
– Pergunta aos meus pais! respondi, dando um sorrisinho inocente.

Ela olhou por alguns segundos, mas, curiosa, logo levou as mãos ao elástico da cueca para puxá-lo. Livre, meu pau saltou, armado, ficando na vertical e colado à minha barriga, a glande ultrapassando a altura do umbigo. Renata estava imóvel, olhando fixamente para ele, de boca aberta.
– Não estou acreditando! exclamou ela, tapando a boca.
– Pode acreditar, você está acordadinha, disse eu, dando-lhe um beliscão na coxa desnuda por baixo da saia.

Ela olhou, olhou, olhou de vários ângulos, alternando expressões de surpresa e caretas, talvez porque ele estivesse muito molhado e liberando algum odor. Me pareceu que ela não quisesse pegá-lo, então encorajei-a a fazê-lo. Inicialmente, ela o tocou com a ponta do indicador, cutucando-o em vários pontos, admirada com a dureza.
– Pode pegar, Renata. Não vai te morder! brinquei.
– Eu sei, mas é que... retrucou ela, levando timidamente a mão ao tronco grosso e duro.

Assim que ela o empunhou, tive uma sensação maravilhosa que me fez gemer. Isso a deliciou e encorajou. Ela o premeu com força e meu pau pôs-se a pulsar vigorosamente em sua mão. Cheguei a temer o orgasmo precipitado, mas acabei raciocinando que se isso acontecesse, a excitação era tamanha que outro viria, portanto não tinha importância. Comecei a acariciar as coxas da Renata enquanto ela descobria o meu membro em todos os detalhes.
– A cabeça é enorme! E tão lisinha! Posso tocar?
– Pode, mas está molhada.
– Eu sei, não faz mal.

Ela então fechou a mão sobre a minha glande e apalpou-a com os dedos e o polegar, maravilhada e impressionada ao mesmo tempo.
– Olha quanta babinha está saíndo!
– Você gosta?
– Prefiro a babinha do que a outra gosma, lá.
– Mas você já provou a outra?
– Já... eca! Todo menino quer isso, não sei por quê.
– Porque dá tesão de ver, ora!

Renata continuava empunhando meu pau e eu continuava com as mãos em suas coxas, tentando fazer com que ela avançasse até sentar nele, mas logo percebi que isso teria que esperar. Ela puxou mais um pouco o elástico da minha cueca e passou a mão por baixo do meu saco.
– Ele é grande também.
– É, sou "sacudo", respondi rindo.
– Lisinho! Aliás, você raspa tudo, hein! observou ela, passando a mão pela minha pélvis barbeada.
– É, fica mais limpo assim, prefiro. Você se depila?
– Depende. Já tive namorado que gostava de um pouco de pelo, mas o meu último adorava tudo lisinho.
– Você já teve muitos?
– Ah, alguns, respondeu ela, claramente sem intenção de enumerá-los.
– Faz tempo que você transa?
– Uns três anos. E você?
– Um ano e meio, dois. Não quer dar uma rapidinha agora? propus, sem muita convicção.
– Ah, disse ela, evasiva, não sei...
– Não está a fim? Não gostou "dele"?
– Não é isso, Bruno; é que...
– Fala!
– Ah, sei lá... Faz tão pouco tempo que a gente está saindo juntos. Você não acha melhor dar um tempinho a mais?
– Eu não, mas você é que sabe. Eu posso pelo menos ver a tua bucetinha? pedi, já empurrando a saia dela para o alto das coxas.
– Ai, Bruno, não sei... A gente vai acabar não aguentando, assim.
– E o que é que tem, se não aguentar? A gente não está namorando?
– É, mas... Bom, vamos ver, Bruno. Mas agora, assim, rapidinho, não.
– Então só me mostra, vai.

E ela cedeu. Puxando bem a saia, ela chegou a calcinha para o lado e me mostrou a rachinha, linda, toda molhadinha entre pelinhos castanhos bem curtos.
– Não vai reparar, hein! Eu não me depilei toda, só está aparadinho.
– É linda, Renata! Dá vontade de passar a língua.
– Eca, Bruno! A gente nem tomou banho!
– E daí? Vai me dizer que nunca chupou o pau de um cara que não tinha tomado banho!
– Eu nunca! Só chupo limpinho!
– Ah, então quer dizer que eu não tenho esperança de ganhar uma chupetinha hoje?
– Claro que não, né, Bruno! disse ela, me dando um tapa no braço.
– E uma punhetinha?
– Aqui, agora?
– É, por que não? Olha como ele está babando.

Ela voltou a empunhar meu pau e olhou para o orifício que vertia um fio contínuo. Reparei que a mão dela mal se fechava no tronco maciço e entendi que a mulher precisa se preparar para receber um membro grande. Quero assinalar que digo isso sem me gabar; eu tinha realmente um dote que chamava a atenção pelo contraste com a minha estatura. Excepcionalmente, eu cresci muito entre os dezessete e os vinte e dois anos, passando muito tardiamente de um metro e cinquenta à estatura atual de um metro e setenta e três, mas isso ainda não tinha acontecido e Renata estava visivelmente impressionada com a tora que ela tinha na mão.
– Uma punheta então, Bruno, só para não te deixar frustrado.
– Oba! exclamei, me oferecendo todo.

Renata me beijou profundamente, enfiando a língua na minha boca e engolindo ruidosamente para que eu percebesse que ela estava engolindo minha saliva. Enquanto isso, sua mão começou a trabalhar no meu pau, um pouco desajeitada no início, sem saber lidar com o comprimento, mas logo adaptando-se, aplicando a pressão exata e me masturbando com perfeição. Na época, quando a coisa se tornava explícita e a ansiedade baixava, eu era muito mais resistente que hoje em dia, então pude ficar por longos minutos alternando entre os beijos e a contemplação daquela mão delicada e suave subindo e descendo para me fazer gozar. Enquanto isso, explorei as coxas da Renata até o alto, apalpando a bundinha que eu estava louco para ver e, de vez em quando, passando para a frente e resvalando os dedos na calcinha úmida. A tensão foi aumentando, a pressão da mão da Renata também. Os beijos foram ficando cada vez mais molhados, ela deu um jeito de se esfregar na minha coxa, a respiração e os gemidos enchiam o carro e os vidros estavam completamente embaçados. Quando o orgasmo veio, só tive tempo de puxar a camiseta até o pescoço e mandar a Renata apontar para o meu peito. Uma rajada de espasmos projetou vários jatos no meu peito e barriga, diante de um par de olhos arregalados.
– Caraca, Bruno! Você deve encher um copo! exclamou ela, soltando meu pau e se afastando para ver o quadro.
– Melou tudo, né? eu disse, olhando o "estrago".
– Como é que a gente vai limpar isso?
– Tem kleenex no porta-luvas.

Renata saiu do meu colo e debruçou por cima do assento do passageiro para pegar a caixa de lenços de papel. Pude ver pela primeira vez sua bunda, uma bunda clara, linda, feita de dois gomos carnudos com a calcinha vermelha toda enfiada entre eles. Renata precisou se debruçar toda no assento para alcançar o porta-luvas e levou alguns segundos para abri-lo e pegar a caixa. Sem hesitar, avancei e, erguendo a sainha, dei-lhe uma mordida na bunda.
– Aaaah! Que é isso, Bruno! Exclamou ela, já voltando para trás com os lenços.
– Não aguentei, Renata! A tua bundinha é demais.
– Você está impossível! Vamos limpar isso para ir embora, anda, senão a gente vai acabar fazendo uma besteira hoje!
– Besteira por quê, Renatinha? Está com medo? Eu tenho camisinha!
– Já falei que hoje não. Ainda não estou preparada. Te juro que a gente vai fazer tudo.
– Mas quando?
– Bruno, a gente acabou de começar a sair juntos, esqueceu? Faz menos de duas semanas.
– Hm! Tá legal, tá legal... fiz eu, meio inconformado e já encharcando vários lenços de papel com o esperma que escorria abundante no meu peito.
– E não faz essa cara, porque eu fiz "essa coisa" para você e já acho isso muito!
– Não estou reclamando, Renata. Aadorei a punheta, mas por mim, a gente dava uma rapidinha aqui.
– Nada disso. Aliás eu não quero que a primeira com você seja dentro de um carro. A gente vai arrumar um lugar.
– Bah! Lugar é o que não falta! respondi, ainda rabugento.
– Ah é? Então me diz um!
– O meu tio Jorge empresta o apê. Ja fiz isso milhares de vezes.
– Milhares, é, seu Bruno? Será que eu estou namorando um garoto de programa? fez ela, sarcástica.
– Euh... não, não... Não foi tanto assim.
– Vai falando! Quantas?
– Ah, Renatinha, já vai começar?
– Quero saber!

Ela estava de braços epernas cruzadas ao meu lado, olhando de cara fechada para as costas do banco do passageiro, esperando pela resposta. Pela primeira vez em quase quinze dias, me perguntei se valia a pena investir naquele namoro ou se eu deveria manter apenas os encontros até que a transa rolasse; porque uma coisa era certa: eu não podia deixar aquele corpinho me escapar por entre os dedos! Saí pela porta de trás, entrei no lugar do motorista e comecei a dirigir com a Renata atrás, muda. Todo um programa de prazer parecia ter sido estragado por um capricho: saber com quantas meninas eu tinha transado. Mas eu já conhecia bem o temperamento feminino, então resolvi mentir para por um ponto final na querela.
– Quatro, Renata. Transei com quatro namoradas. Você deve ter muito mais experiência que eu.
– Jura? Só quatro mesmo? fez ela, fingindo choramingar.
– Juro, juro. Aliás, se eu te perguntar com quantos você transou, qual vai ser a resposta?
– Para que você quer saber?
– Só para ficar empate! Eu respondi quando você perguntou.

Nesse momento, ela pulou para a frente, de olho grudado no relógio de pulso e fingindo-se apavorada com a hora.
– Bruno, pelo amor de Deus, corre! Você já viu a hora? São 9h45 e minha mãe me mata se eu chegar depois das 10!

Como são espertas! Renata se saiu tão bem que até hoje, anos depois do namoro, fiquei sem saber com quantos ela transou antes de mim.


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