Seja bem-vindo!

Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

Os botões "Índice" e "Resumos" propiciam acesso fácil aos textos e uma visão global do conteúdo do blogue.

Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Vizinhança Tórrida

Há muito tempo atrás, tive um vizinho com quem me dava muito bem; seu nome era Francis e vivíamos na casa um do velhosoutro. A dele tinha um portãozinho lateral, que dava diretamente para os fundos, onde havia um enorme quintal que se tornava mata fechada e ia terminar do outro lado de um morro. Eram nossos domínios e grande parte das minhas aventuras de adolescente se passaram ali. Vou contar uma delas.

Certo dia, como tantos outros, resolvi ir à casa do Francis. Ninguém atendia, mas como eu tinha certeza de que ele estava em casa, dei a volta e fui diretamente entrando pelo portãozinho de madeira verde. Nada no quintal logo atrás da casa. Continuei um pouco mais em direção à mata, quando ouvi sons. Eu queria surpreendê-lo, então me esgueirei para não ser visto. Quando o avistei, surpresa: Francis estava de camiseta vermelha sem manga, meia, tênis e... mais nada! Estava sozinho no jardim, andando para lá e para cá, falando ou cantando sozinho. Fiquei muito espantado com a cena mas – fase hormonal é fase hormonal – meus olhos se dirigiram para a bunda. Eu já havia reparado que Francis não tinha pelos nos antebraços nem nas pernas, apenas uma penugem loura, mas foi naquele dia que eu descobri que ele era todo assim, exceto pelos pentelhinhos localizados logo acima do lugar de onde o pinto despontava. Ele era louro mas a pele era escura de tanto tomar sol. Intimamente eu o achava bem mais bonito que eu, que – entre nós – queria ser louro e me achava totalmente sem graça, bem moreno, tipicamente brasileiro, comum. Esse corpo liso e o rosto bonito do Francis, com os olhos muito azuis e cheios de vida, lhe davam um jeito meio andrógino que me despertava a curiosidade e, claro, a libido de garoto virgem. Vendo sua bunda lisa e perfeita, com a marca da cueca (ou da sunga, sei lá, acho que uma reforça a outra), comecei a ficar muito excitado. Ele estava completamente distraído, ora andando para lá e para cá, ora apoiando-se num tronco de árvore, quase sempre de costas para mim. A certa altura, ele se deitou no chão para olhar e apontar para o céu, murmurando coisas indecifráveis. Pude ver que seu pinto, mais grosso e longo que o meu, estava entre o mole e o duro, deitado na barriga e que, de vez em quando, ele o pegava com as duas mãos, apontava-o para cima, masturbava-se um pouco mas sem muita convicção, depois deixava-o tombar e distraía-se com outras coisas. Passados alguns momentos assim, ele virou-se de bruços. Seus pés estavam na minha direção, o que me deixava à vontade para contemplar a bunda linda, os dois gomos perfeitos, grandes e empinados, os risquinhos da fronteira com as coxas. Estremeci ao vê-lo assim e não pude me conter: abri meu zíper e me masturbei ali mesmo onde eu estava, lentamente para aproveitar todo o espetáculo. Francis brincava com as pernas, agarrando os tornozelos por trás e puxando-as o mais possível; depois fingia que nadava, fazia um rolamento completo e voltava à mesma posição, coçando a bunda e cantarolando ou murmurando. Gozei copiosamente, limpei-me na própria cueca e me preparei para sair de mansinho – eu não podia aparecer e dizer-lhe que eu estava por perto. Assim que me recompus, fui embora deixando meu amigo e sua nudez inocente na santa ignorância da minha presença tão próxima e participativa.

Voltei para casa, mas não consegui fazer mais nada. Ver televisão, ler, ficar na janela, nada me distraía do que eu vira. Eu estava fixado na bunda do Francis e tinha que dar um jeito de me aproximar dele sexualmente. Resolvi voltar lá, "chegar de novo". Fui direto até o portãozinho e chamei: "Francis! Francis! Francis!" Ele demorou para atender, claro, mas acabou vindo abrir, com seu jeitão desligado, uma das mãos enfiada no bolso de uma bermuda cáqui. Entrei e fomos diretamente para os "nossos" domínios. Enquanto caminhávamos, perguntei-lhe o que estava fazendo e ele: "Nada." Não satisfeito, perguntei-lhe onde ele estava: "Por aí." Me lembro desse diálogo nada loquaz como se fosse ontem. Lembro de ter insistido muito, para tentar arrancar alguma coisa, algum tipo de confissão, digamos assim. Mas ele estava evasivo, dava respostas amistosas mas lacônicas, enquanto caminhávamos cada vez mais para trás, ele arrancando ramos de plantas e mastigando como um jeca.

Chegamos ao lugar preferido da turma, sentamos no chão, falamos um pouco de coisas sem importância (provavelmente escola ou o feriado mais próximo) mas, como não houvesse muito a dizer e minha ansiedade não me largasse, acabei decidindo arriscar tudo e dizer que eu tinha ido até lá antes e visto o que tinha visto, sem dizer nada, claro, sobre minha excitação e muito menos sobre a masturbação. Ele corou ligeiramente e, olhos cravados no chão, começou a arrancar mato. Lembro-me de ter-lhe dito que se eu tivesse uma casa com um jardim daqueles eu também ficaria pelado ao ar livre, todo dia. Ele se alegrou e me olhou sorindo, confessando que adorava ficar nu quando não tinha ninguém em casa, mas que não era por vergonha: ele não tinha vergonha de ficar de cueca na frente dos pais, irmãos e irmãs. Perguntei por que, então, mas ele não soube ou não quis encontrar explicação, limitando-se ao clássico "sei lá". Sorri e resolvi dar mais um passo adiante, dizendo que tinha achado a bunda dele bem bonita. "Viado!" exclamou ele, e caímos na gargalhada, não sem trocar dois ou três socos no braço. Depois disso, lembro-me de termos subido um pouco mais em direção ao morro, até um pequeno platô de onde se tem uma vista incrível da região, que é toda verde naquela parte da cidade. O isolamento era perfeito, estávamos completamente sozinhos num raio de quinhentos metros. Tomei a iniciativa de tirar a camisa e os tênis, ficando só de bermuda, com o intuito de me fazer imitar. Nada. Eu estava obcecado pela idéia de vê-lo nu novamente e resolvi investir com tudo. Encarando-o, pedi com toda franqueza para que ele me deixasse ver sua bunda, explicando que ela tinha me impressionado demais e – resolvi confessar – tinha me levado a me masturbar. Acho que nunca falei com tanta sinceridade como naquele momento. Francis ficou me olhando de rabo de olho, franzindo as sobrancelhas, como se tivesse acabado de descobrir alguma coisa estranha em seu amigo mais próximo. Eu estava visivelmente embraçado e, depois desse acesso de franqueza, mal o encarava. De repente, Francis se levanta e dispara mato adentro. "Ei! Onde é q’cê vai?" gritei, vendo-o desaparecer. Sem resposta. O silêncio voltou a reinar e fiquei sentado no chão, imóvel, pensando no que eu acabara de fazer, conjeturando se poderia ser motivo de fim de amizade. Alguns minutos se passaram – poucos – quando, sentindo uma presença, virei a cabeça completamente para trás, olhando para o alto da rocha que havia atrás de mim. Lá estava Francis, exatamente da mesma maneira como eu o vira uma hora antes: camiseta, meias, tênis, mais nada. Apoiado sobre os cotovelos, inundado de sol no rosto, fiquei imóvel, observando-o assim, de cabeça para baixo. "Desce!", pedi.

Virando-se, ele deu a volta e desceu por trás da rocha, vindo ficar de pé ao meu lado. Minha tensão sexual disparou mas eu não queria abrir totalmente o jogo. Mas – e é isse o aspecto peculiar da experiência que estou narrando – Francis era inteligente e tinha compreendido perfeitamente o meu estado. Ele foi andando na direção de meus pés e parou a uns dois metros de mim, de costas. Pude então contemplar mais uma vez os dois gomos rechonchudos, firmes e saltados, completamente lisos, que surgiam da curva das costas e formavam a bunda linda, dourada de sol, do meu amigo. Minha pulsação estava a mil e uma ereção mal assumida me fez encolher as pernas. Francis me olhava pelo lado, rindo de mim, intrigado com essa súbita irrupção erótica de que eu o tornara objeto. Como eu disse, para ele era natural ficar nu. Eu, ao contrário, filho único de mãe separada, lidava mediocremente com essas situações. Mas ficara obcecado pela imagem anterior e queria renová-la e mantê-la a todo custo. Francis acomodou-se, movendo as pernas e pude ver as curvinhas da bunda mudando de forma e as coxas lisas tensionando-se e distendendo-se. Como se quisesse realmente agradar-me, ele colocou as mãos na cintura, polegares para frente, entreabriu as pernas e curvou-se completamente para frente, como fazíamos na ginástica da escola. Em seguida, olhando-me por entre as pernas, ele agarrou com as mãos os dois gomos, afastou-os e exibiu-me sem pudor tudo o que restava de escondido. Eu estava sentado no chão, abraçando minhas pernas com as mãos, o queixo sobre as rótulas, olhos fixos no espetáculo e, pradoxalmente, uma indizível paz de espírito, talvez porque Francis me houvesse provado não dar a mínima para tudo aquilo e o fizesse sem demonstrar nenhum constrangimento. Ele me deixou ver seu corpo como eu desejava, sem restrições. Depois, quando calculou ter-me dado o tempo suficiente, virou-se, sempre sorrindo e perguntou cinicamente se eu tinha gozado. Foi minha vez de chamar: "Viadinho!" Ele então estendeu uma mão, induzindo-me a fazer o mesmo e, num gesto firme, puxou-me de pé. Quando repenso em tudo isso, creio que Francis havia dado a coisa por terminada naquele ponto. Estávamos ambos de pé, lado a lado, preparando-nos para voltar para casa e – quem sabe – ver televisão ou jogar alguma coisa: botão, videogame ou brincar no computador. Mal sabia ele o quanto aquilo havia despertado em mim um desejo sexual incontrolável, vontade de aproximar-me ainda mais e tocar sua bunda, esfregar-me nela, eventualmente até mais do que isso. 

Caminhamos até a casa e entramos pela porta dos fundos, que dava diretamente na cozinha. Eu havia reposto minhas meias e tênis; Francis nem se incomodou em recolocar a bermuda. Fomos para o seu quarto e eu segui diretamente até a cama para sentar-me. Discretamente, ainda pude ver sua bunda várias vezes, sempre que, por algum motivo, ele me dava as costas. A cada vez, eu sentia um tranco no baixo-ventre e como que um arrepio que me percorria toda a espinha vindo terminar na cabeça. Ainda sinto a mesma coisa hoje em dia, quando estou excessivamente excitado. Eu tinha a impressão de que era de propósito que ele não se vestia e teimava em ficar em pé, ora andando para lá e para cá no quarto, ora pegando coisas sobre o armário, ficando muito mais de costas do que de frente para mim. Mas não era; de repente, ele passou a mão na bermuda com a cueca e se vestiu num segundo. Desesperado, respirei fundo e tomei outra das minhas loucas decisões de dar um passo adiante. "Cara...", chamei. Ele se voltou para mim e, no mesmo instante, abrindo meu zíper e puxando a cueca para baixo com um polegar, exclamei: "Olha só como é que você me deixou!" E expus-lhe meu sexo completamente ereto e molhado. "Porra! Eu?" ele disse, com cara de surpreso. "Que é que está acontecendo com você, cara, está tarado por bunda de homem?!" Eu empunhava meu membro com a mão direita enquanto me virava da melhor maneira para explicar meu desejo, que era de que, de alguma forma, ele me satisfizesse. O que eu queria era sentir meu pau em contato com a sua bunda e eu estava disposto a negociar tudo para consegui-lo. Mas para minha surpresa, não foi preciso grande aparato argumentativo: Francis sentou-se na beira da cama, ao meu lado, com as pernas juntas e, olhando para o meu sexo, perguntou o que eu queria exatamente. Titubeando muito, sem poder encará-lo, pedi que ele sentasse em meu colo. Ele fez "Hum!", torceu o nariz, ficou imóvel por alguns instantes, depois se levantou em atitude de espera para que eu me colocasse na posição desejada. Eu me sentei na beira da cama com as pernas bem abertas, apoiei-me sobre os cotovelos e ele, vindo ficar de pé entre minhas coxas e virando-se de costas, perguntou:
- Mas você não vai fechar isso aí não? referindo-se à minha bermuda.
- Pô, cara. Eu tava pensando em baixar minha bermuda toda! fiz eu, com cara de pidão.
- Sem, chance! Pode vestir isso aí, retrucou ele com cara de nojo. 
Vendo que ele estava falando sério, fechei o zíper e o botão de cima da bermuda, mas fiquei de pernas abertas esperando que ele sentasse.
- Vamos fazer outra coisa! soltou ele, inesperadamente.
- O que?
- Não tô a fim de sentar no teu colo mas eu deixo você me sarrar em pé se – ele repetiu – se você me deixar fazer também.
Pensei menos de um segundo; a tara era tanta! 
- Tá legal, respondi prontamente, já me levantando da cama.

Francis caminhou até sua mesa de estudo e encostou-se nela, dando-me as costas. Mas a bermuda dele era cheia de bolsos, descaracterizava completamente a bunda, não dava nem para ver que era redondinha. Resolvi reclamar.
- Cara, assim não dá o menor tesão, pô! Vamos fazer de cueca, vai!
Ele coçou a cabeça, virou-se, olhou para mim e para o meu estado e consentiu.
- Tá legal, mas na minha vez você também vai ficar, né?
- Claro! me apressei em dizer.

Ele soltou o botão da bermuda, abriu o zíper e baixou-a até os pés. Fiz o mesmo e fiquei esperando que ele tomasse novamente posição de costas para mim. Ele se apoiou na mesa com as mãos, afastou ligeiramente as pernas e disse que estava pronto. Zonzo de tesão diante da bunda redondinha esticando a cueca pequena, branca e de algodão, me aproximei e pude finalmente sentir o contato tão esperado. Um pouco tímido, comecei segurando-o pela cintura e esfregando-me levemente. Mas logo a excitação veio com toda carga e me agarrei a ele com mais força, tentando fazer coincidir meu pau, que estava na vertical, com seu rego.
- Tá sentindo o que aí? perguntou Francis.
- O maior tesão, cara! respondi com voz trêmula.
- Então é gostoso? indagou ele, interessado.
- Demais!
- Vou querer fazer igual! cobrou ele.
- Tá, respondi, quase resfolegando.

Minha excitação era tamanha que eu sabia que só pararia depois de gozar. Depois que assumi isso plenamente, agarrei Francis fortemente pela cintura e comecei a fazer movimentos firmes de cópula. Ele oferecia certa resistência muscular e, claro, não retribuia absolutamente em nada, limitando-se a ficar parado naquela posição. Quando percebi que meu orgasmo vinha, fiquei com medo de molhá-lo, mas não pude parar e acelerei meus movimentos, agarrando-o mais e mais. Francis percebeu que algo estava para acontecer e tentou desvencilhar-se. Agarrei-o com ainda mais força, para impedi-lo e acabamos os dois indo parar no chão, eu por cima dele, começando a gozar. Ele logo sentiu o calor e a umidade do esperma ejaculado em sua própria cueca, repelindo-me com força.
- Porra, cara, gozar não!
- Por que? Não dá para parar! respondi, recompondo-me mas completamente tonto e ainda em estado de gozo.
Francis baixou um pouco sua cueca para vê-la por dento. Com efeito, tinha uma mancha de molhado.
- Vai sair, disse eu timidamente.
- Vai é ficar amarelo! exclamou ele, um tanto inquieto.
- Você não pode jogar essa fora? lancei, esperançoso.
- É, posso. Está velha mesmo.
- Então! respondi sorrindo.

Francis sentou-se no chão de pernas cruzadas e ficou me olhando. Eu estava deitado no chão sobre um lado. Quando ele chegou à altura de minha cueca, viu que eu estava encharcado e fuzilou-me com os olhos.
- Imagina só se a gente tivesse feito sem roupa lá na cama, que nojeira! Você ia me gozar todo e sujar minha cama, cara!
- Que nada! respondi brincalhão.
- Agora é minha vez, né? cobrou ele.
- É, respondi, conformado.
- Ah! Sabe o que mais, não tô a fim não, disse ele voltando ao seu alheamento habitual.
- Legal! precipitei-me em responder, já puxando minha bermuda.

Francis tirou a cueca molhada, embrulhou-a em sacos de supermercado e jogou na sua lata de lixo. Depois vestiu outra e ficou assim, de cueca, no quarto. Ainda ficamos algum tempo juntos conversando, ele me perguntou se eu também perdia o tesão todo depois que gozava, eu disse que sim, fiz umas perguntas sobre o que ele tinha sentido quando estávamos "fazendo" e constatei que ele não dera muita atenção a tudo aquilo. Acabei indo embora e passei uma semana me masturbando embalado pelas imagens daquela tarde. A indiferença do Francis me intrigara muito, mas como adolescentes vivem mudando de amigo da vez, andamos sem contato durante algumas semanas, talvez pouco mais de um mês e, com a agitação da escola, dos esportes e das atividades paralelas, o assunto desapareceu de minha mente.

(...)

Um belo dia, resolvi ir bater na casa do Francis. Foi ele que atendeu, mas nem me deu tempo de falar; saiu, trancou a porta e voou desabalado escada abaixo, me deixando sozinho na varanda. Como a casa dele é elevada, pude ver a direção que ele tomou e segui-o por um bom trecho com os olhos, e conhecendo como eu conhecia a vizinhança toda, não tive dúvida de que Francis estava indo para o bairro fronteiriço, separado do nosso por uma ponte, onde tínhamos uns colegas que moravam numa enorme casa velha. Assim que me certifiquei de que não seria visto, segui-o, e de fato, Francis desapareceu pela entrada principal da casa grande.

Por mais incrível que isso possa parecer, é a pura verdade que segui meu amigo Francis. Eu nunca tinha feito isso, mas como não havia nada para fazer naquele dia e eu estava sem vê-lo há cerca de quase dois meses, resolvi bancar o detetive e descobrir se aquela pressa toda era uma banalidade ou ocultava alguma coisa. Francis era habitualmente tão pacato, tão indiferente...

A tal casa era de fato enorme. Não tanto de frente, mas devia ter uns trinta metros de parede lateral, com umas dez janelas de cada lado, se não mais. Entrando de mansinho, fui percorrendo o lado direito para descobrir quem estava em casa, até começar a ouvir as vozes. "Agora sou eu!", exigiu alguém, que reconheci imediatamente ser o Kleber, ao que outro respondeu: "Porra, cara, pára aí!" e outras duas vozes, quase em uníssimo, exigiram: "Pode parar agora!" Ouvi também uma voz fina protestando e, por fim, a voz do Francis, recém-chegado, cobrando: "Cheguei! Também quero!" Eram portanto seis vozes, a turma da casa velha estava toda lá. Resolvi trepar no largo rodapé da parede externa para tentar suspender-me até o parapeito da janela. Com muito cuidado para não ser visto, fui lentamente esticando o corpo para tentar ver alguma coisa lá por dentro. Para alívio meu, as vozes não vinham daquela peça. Resolvi pular a janela e entrar – era um dos quartos. Entrei, caminhei pé ante pé até a porta e espiei. Do outro lado do corredor, na peça em frente, havia cinco caras completamente nus olhando para o Kleber, que estava de bruços, numa cama, deitado por cima de alguém que me pareceu ser a Natália, filha da ex-empregada. Natália era uma mulatinha deliciosa que todo mundo já tinha visto vestindo tudo que havia de mais sexy, inclusive de biquini branco semitransparente, na piscina da casa, quando os pais dos nossos colegas não estavam. Ela estava deitada, atravessada numa cama, com as pernas levantadas por cima da bunda do Kleber, que metia desajeitadamente nela em posição de papai e mamãe. Os outros, todos com a mão no pau, observavam ansiosos, esperando sua vez. Fiquei sem jeito ao constatar que Francis era perfeitamente masculino e que até exibia um pinto bem maior que os outros, já endurecido. Então era por isso que ele saíra desabalado: para trepar! pensei eu com meus botões, sentindo-me corar sozinho por ter imaginado coisas a respeito dele. Mas o mais importante era dar um jeito de me fazer notar e convidar para a festinha. Enquanto arquitetava uma estratégia, fui assistindo ao que me era visível.

Kleber foi retirado à força de cima da Natália. Ela se ajeitou um pouco e, colocando os pés na beira da cama, de pernas arreganhadas, esperou pelo próximo da fila. Vicente se meteu entre suas pernas e, num suspiro fundo, enterrou o pinto até o fim. Natália deu um murro nas costas dele soltando um palavrão e: "Não vai gozar dentro, hein!" Ele se mexeu dentro dela por uns segundos, mas logo saiu dela, aflito, para disparar jatos nervosos na própria barriga. Frustrado e desanimado, remanchando para sair, ele acabou levando um tapa na bunda para dar lugar ao próximo.

Eles se revezaram até que chegou a vez do Francis. Para ele, Natália olhou detidamente, porque seu pinto parecia muito mais longo e muito mais grosso que os dos demais. Era curvado pra cima. Era um pênis plenamente desenvolvido, com a cabeça de fora e nenhum vestígio de fimose. Ela decidiu sentar-se na cama para olhar melhor, manipulou-o um pouco, examinou a cabeçorra vermelha e grossa, puxou o Francis por ele e meteu na boca na frente de todos sem o menor acanhamento. Os outros ficaram olhando boquiabertos, enquanto meu amigo revirava os olhos de prazer. Com a outra mão, Natália acariciava seu saco, suas bolas, suas coxas, sua bunda, sempre chupando. Quando ele estava para explodir, ela largou-o e, lentamente, virou-se de costas, oferecendo-lhe a bunda mais bonita que eu jamais vira, a bucetinha entre as coxas. Ele deixou seu pinto roçar nos pentelhinhos e ela o ajeitou para a penetração. Então comecei a ver Francis fazer o vaivém, bem agarrado à cintura fina da Natália, que gemia de prazer com o grosso calibre que a invadia. Os olhares dos outros meninos não escondiam sua inveja pelo espetáculo tão maduro que o casal proporcionava. Natália caminhou de joelhos para dentro da cama e Francis seguiu-a habilmente, sem se desencaixar, comendo-a como gente grande por uns bons minutos, até que ela se deitou de barriga para cima e pediu-lhe que avançasse. Francis chegou perto de seu rosto e ela tomou-lhe o pau para mamá-lo. Pudemos ver Francis gozar vários jatos em sua boca e Natália engolir avidamente e sem desperdiçar nenhuma gota. Estávamos paralizados de espanto, mas sempre com seu ar indiferente, Francis saiu da cama limpando-se com a mão e sentou-se na beira dela, como se aguardasse o que viria a seguir. Natália não apresentava nenhum sinal de cansaço ou perda de interesse e, claro, não gozara. Foi então que resolvi entrar em cena.

Vim caminhando lentamente, com ar de quem não quer nada, até chegar ao quarto em que rolava a suruba (ou curra consentida, talvez seja mais exato). Choveram exclamações do tipo: "Xi! Mais um!", "Porra! Outro não!", "Caraca! Vai melar!", etc. Natália foi a única que não se manifestou. Francis, embora todo espantado por me ver lá, me olhava com ar satisfeito. 
- E aí, galera! lancei. Mor lambança, hein! Oi Natália!
- Oi! respondeu a menina, desinibida.
- Se quiser vai ter que esperar, Caio! irrompeu um dos caras.
- É lógico, né! respondi com ar de desprezo.

Na verdade, eu não estava muito entusiasmado para fazer como os outros: enfiar na bucetinha da Natália, gozar e pronto. Eu estava fissurado por bunda, por cu e estava achando que aquela bem poderia ser a hora. Aliás, não era só a Natália que tinha bunda bonita ali. Francis e mais uns dois tinham bundas perfeitas também, lisinhas e arrebitadas, minhas duas condições que qualificavam uma bunda de gostosa. O que eu queria era enfiar numa delas, pouco importava qual. Mas não sabia como; sexo anal é complicado, não é preciso ser muito experiente para sacar. Como eu não tinha papas na língua, pensei em propor de a gente fazer um lance mais "solto", perguntar se a galera toparia ou se, pelo menos, alguns topariam. Afinal, todo mundo ali se conhecia há um tempão, era maior e vacinado. Mas me faltou coragem para falar sozinho e abandonei a idéia, fui perambular pela casa.

Assim que me vi sozinho, veio-me imagem do Francis na cabeça. Procurei por ele e o vi sentado numa poltrona de couro, vendo uma revista de carros, na sala. Fui até lá, sentei no imenso sofá da mesma cor, olhei bem para ele e comecei.
- Cara, você sabe que eu sou fissurado por bunda, não sabe?
- E quem não sabe? Só falta você pixar isso no muro das casas, pô!
- Pensa bem; eu nunca mais vou ter a chance que estou tendo hoje. Está todo mundo nu, no maior clima, Natália está super a fim e, de repente, algum dos caras até topa.
- Peraí! Você tá falando em comer um dos caras?
- Tô!
- Caraca! Neguinho não vai querer nem a ca...
- Você é que pensa! interrompi. Eu vi a cara de todo mundo quando chegou a tua vez de comer a Natália. Não vou dizer quem, mas teve gente que que ficou olhando para o teu pau com cara de guloso!
- Sério? Pô, fala aí quem foi!
- Só falo se você me ajudar.
- Ajudar a fazer o quê?
- A convencer a galera a fazer suruba, pô!
- Cara, mesmo que alguém tope, você acha que vai rolar alguma penetração? Acorda, pô: comer bunda é sujo!
- É, isso é verdade, admiti. Mas a gente pode ir para o banheiro, tomar banho junto, sei lá.
- É, pode ser, mas haja lábia para convencer alguém hoje. Eles estão a fim de comer a Natália, não está vendo?
- Eu sei. Mas putaria é putaria, e clima não falta.
- Mas com quem você queria fazer? Fora eu, claro!
- Você reparou a bundinha do Ricardo? É perfeita, cara, lisinha e empinada.
- Aposto que foi ele que me olhou, não foi? O viadinho!
- É, foi sim. Ele não parou de te olhar, e muito mais do que para a Natália. E eu não sei se você reparou, mas ele não foi com ela; ficou enrolando, enrolando e acabou não indo.
- É mesmo! Não lembro de ter visto ele trepando. Só se ele está lá agora.
- Ei! Sabe o que a gente podia fazer?
- O que?
- Chamar ele aqui!
- Não vou falar com ele não, cara. Sem chance!
- Eu falo, pode deixar. Mas você fica aqui.
- Tudo bem. Vai lá chamar então.

Sai da sala e voltei ao quarto. Ricardo estava sentado numa cadeira, enquanto Natália, trotando no colo de um dos caras, chupava outro e era bolinada por mais dois que chupavam seus peitinhos. Cheguei bem perto do Ricardo e perguntei se ele não queria ficar com a gente na sala. Ele fez que sim, levantou-se e me seguiu. Chegando lá, ele instalou-se em outra poltrona e eu fiquei no sofá. 
- Você não está a fim de comer a Natália? foi a pergunta que me ocorreu para dar partida ao meu plano.
- Bah! Aquilo tá chato demais!
- Mas você trepou com ela? insisti.
- Eu não. Não tava a fim, respondeu ele, brincando com a ponta de uma almofada.
- Eu também não estou. Queria mesmo era comer o cuzinho dela.
- Sério? Por que é que você não pediu?
- Vai que ela não podia. Ia deixar a menina com vergonha.
- Isso é.
- Quem foi que você mais gostou de ver trepando? perguntei para provocar a resposta esperada.
- O Francis, claro! disse ele corando um pouco e baixando a cabeça.
- Por que? instiguei.
- Porque sim, ué! Ele fode legal.
- Não sei o que eu fiz de mais, disse o Francis, sincero.
- Fez sim, retrucou Ricardo. Você é diferente.

Ele estava mordendo a isca e eu estava todo orgulhoso por ter acertado em cheio: ele queria esse encontro, estava adorando ficar perto do Francis. Agora, o papo era entre os dois e eu podia me dedicar a conduzir o assunto para onde eu queria.
- Diferente como? perguntou Francis, curioso.
- Ah! Primeiro o "teu" é bem grande e grosso, como mulher adora.
- Só mulher? interferi maliciosamente.
- Como assim? respondeu ele, se fazendo de confuso.
- Tem caras que gostam, ou vai dizer que não sabe?

Ricardo estava grudado no sofá, agarrando uma almofada que ele tinha posto no colo. 
- Isso eu não sei. Não conheço nenhum.

Francis estava começando a ficar entediado, querendo levantar-se.
- Vou tomar banho, disse ele de repente. Estou sentindo cheiro de pinto sujo.
- Eca! exclamou Ricardo, rindo, enquanto eu o fuzilava com o olhar.
- A gente vai com você, então, e fica conversando no banheiro, valeu?
- Por mim... foi a resposta.

Ricardo se animou todo, mas não fez comentários. Francis pegou suas roupas e fomos os três para o banheiro social. Chegando lá, ele tirou a cueca, única peça que estava vestindo, e entrou diretamente na banheira-chuveiro. Ricardo sentou-se no vaso e eu fiquei encostado na pia. 
- Pô, tô todo melado, reclamou Francis, começando a lavar o pinto.

Podíamos vêlo perfeitamente por trás da cortina de plástico transparente e Ricardo o olhava fixamente sempre que julgava que eu não o estava observando. Para provocar um pouco mais, lancei:
- Francis, você sempre teve pau grande?
- Sempre. O do meu pai é enorme. Uma vez ele me disse que media mais de vinte centímetros.
- Caraca! respondi, exagerando meu espanto.
- O teu tem quanto, perguntou Ricardo timidamente.
- Sei lá, uns dezessete.
- Pô! O meu tem doze! confessou ele, desanimado.
- Relaxa, vai crescer. A bundinha, em compensação... provoquei.
- Pára com isso, Caio! protestou ele, exagerando.
- É linda, sério! Eu vi bem, agora há pouco.
- Nem tanto, respondeu ele, empertigando-se um pouco, fisgado pela vaidade.
- Tenho uma idéia! exclamei. E se cada um mostrasse a bunda e o pinto duro para os outros avaliarem? Eu posso ser o primeiro.

Francis, botou o rosto para fora da cortina e sorriu meneando a cabeça em tom de quem diz: "Você não tem jeito mesmo!"
- Tá, concordou Ricardo, mas para que mostrar o pinto duro?
- Porque senão não tem graça, decidi.
- Tá legal, tá legal.

Eu, que já tinha começado a manipular meu pinto, estava pronto. Virei de costas e mostrei a bunda que, na minha opinião, não tinha nada de mais, saliente mas magra. Eles olharam, Francis fez um "fiu-fiu" de pura gozação e Ricardo nem parece ter prestado atenção. Depois virei-me de frente.
- Dezesseis centímetros de pura tentação! Quem vai? Brinquei.

Ricardo olhou atentamente e parecia gostar de me ver manipulá-lo, fingir masturbar-me e exibi-lo em todos os ângulos. Subitamente, Francis saltou do box e começou sua exibição no meio do banheiro. Empunhando seu enorme cacete, ele ora rebolava como um garoto de programa, ora fazia os movimentos da cópula, o que nos deixava ver tanto a sua bunda perfeita empinar-se, quanto o membro privilegiado e bem feito destacar-se da barriga plana. Ricardo não cabia em si de exaltação ao vê-lo tão perto. Depois do show, Francis foi sentar-se na beira da banheira, esperando a vez do último. Ricardo avançou para o centro do banheiro, mas seu pinto não estava duro e ele não parecia nem um pouco tentado a exibi-lo. Ele preferiu dar três ou quatro giros completos, mostrando uma bunda muito bem feita que brotava harmoniosamente da pronunciada curvatura das costas.
- Muito bem! fiz eu, excitado. Agora as notas.

Deliberamos e o melhor pau ficou para o Francis, a melhor bunda para o Ricardo. Como Ricardo tinha votado em Francis, achei um bom argumento para fazê-lo conhecer de perto o incrível apetrecho do meu amigo. Não tive muito trabalho para convencer Francis a deixar-se tocar pelo seu admirador. Ricardo sopesou-o e, à medida que ele foi endurecendo em sua mão, empunhou-o cada vez mais firmemente. A cena era impressionante porque Francis mal chegava a um metro e sessenta.
- Tá lavadinho, pode cair de boca! disse eu, sempre provocando.
- Que é isso, cara! reagiu Francis, sem jeito pelo Ricardo que corou e parecia querer enfiar a cabeça num ralo, de tanta vergonha.
- Só tem a gente aqui. Você acha que a gente vai contar, se alguma coisa rolar? Nada do que rolar aqui sai por essa porta, valeu galera?


Eles entreolharam-se, cheios de dúvida, mas percebi que Francis simpatizara com a idéia depois que impus o sigilo entre nós. Isso parece ter tranquilizado um pouco Ricardo. Só precisei pousar a mão no ombro ele para que ele se curvasse e aproximasse a boca da ampla glande vermelha à sua frente. Intimamente eu celebrei esse momento e comecei a me preparar. Era flagrante que ricardo ansiava silenciosamente pelo que estava acontecendo. Ele pôs-se a chupar gulosamente o pau do Francis enquanto eu contemplava sua bunda. Meu pau começara a molhar, me livrei da cueca e fui por trás do Ricardo me grudar nele.
- Ei! fez ele, encolhendo-se.
- Pô, Ricardo, deixa vai... não tem ninguém mais aqui, pedi.

Ele não disse nada e eu já sabia que quem cala consente. Comecei a esfregar-me lentamente, passando minha glande ora pelo seu rego, ora por baixo, entreas coxas. Ele chupava ritmadamente Francis que gemia baixinho, forçando a cabeça dele com uma das mãos. Meu pau liberava uma torrente de líquido pré-gozo, a tal ponto que o rego da bunda do Ricardo ficou todo melado. Comecei então a separar os dois gomos firmes com as mãos e dar pequenas estocadas no cuzinho fechado. Ele estremecia a cada vez que eu tocava o botãozinho. Decidido, comecei a pressionar com a intenção de realmente penetrá-lo. Ele apoiava-se com as duas mãos nas coxas do Francis e devorava-lhe o pau. Quando senti o buraquinho alargar-se pela primeira vez recuei um pouco e tornei a investir, introduzindo-me um pouco mais. Ricardo gemeu, erguendo a cabeça e olhando para mim. Então resolvi não recuar mais e ir enfiando continuamente mas muito devagar. Ele deixou-se penetrar plenamente, gemendo baixinho e apertando com força as coxas do Francis. Meu pau deslizou para dentro e só parou quando minha barriga encontrou a bunda. Ricardo não sabia se retomava o pau do Francis, se masturbava seu próprio pau, se tentava olhar para mim, se massageava seu saco, enfim, fazendo um pouco de tudo isso, ele entrou num ciclo de prazer que o estava enlouquecendo. Iniciei meu vaivém, firmemente agarrado em sua cintura. Ele optou por voltar a chupar Francis e masturbar-se. Seu reto estava fervendo e perfeitamente lubrificado pelo meu suco. Por duas ou três vezes meu pau saiu completamente e ele imediatamente pedia: "Volta que está gostoso." Extremamente excitado, não aguentei muito tempo, inundando Ricardo por dentro.

Meu prazer deve ter despertado a curiosidade do Francis. Fui me lavar na pia e Ricardo, de pernas bambas, ajoelhou-se no chão para continuar a chupar Francis. Em dado momento, pude ouvir, quase num cochicho: "Eu também queria comer o teu cuzinho, posso?" Olhei para o lado e percebi que Francis corou ao fazer a pergunta. Sem razão, porque tudo o que Ricardo mais queria era experimentar dentro de si aquele piruzão que ele vira entrando e saindo da bucetinha da Natália e que ele agora estava provando. Depois do assentimento, a conversa continuou.
- Vamos fazer no chuveiro, pediu Ricardo. 
- Tá legal, concordou Francis, animado.

Os dois entraram no box e Ricardo aproveitou para tomar um banho, lavando-se bem (quanto a isso, me arrependi de não ter sido o autor da idéia!) Em seguida ele se virou para a parede e Francis começou a ensaboar sua bunda inteirinha. Eu assistia sentado à beira da banheira, na outra extremidade, confortavelmente recostado nos ladrilhos mornos, com uma perna para dentro e outra para fora. Muito excitado, Francis agarrava Ricardo por trás e sarrava-o, puxando-o para si com força, envolvendo sua barriga com os braços e fazendo deslizar o pau entre suas coxas lisas ensaboadas. Os dois gemiam de tesão e Ricardo aproveitava para tirar uma casquinha, passando o braço por trás da cabeça do Francis, fazendo-lhe cafuné e puxando sua cabeça para junto de seu pescoço. Francis não mostrava muita inclinação para esse carinho, mas, talvez para não ofendê-lo, lambia seu pescoço e enfiava a língua em sua orelha. A certa altura, ele afastou-se um pouco e, sempre segurando Ricardo pela cintura, encostou-lhe o pau diretamente no rego. Ricardo levou uma mão atrás e posicionou-o corretamente. 
- Caraca! será que vai doer? indagou ele, relutante mas com muita exitação na voz.
- Vai não, respondeu Francis amistosamente, já começando a pressionar.

Como não estivesse muito fácil penetrar, Francis teve a boa idéia de pegar o sabonete e passá-lo pelas costas do Ricardo. A água ensaboada que desceu lubrificou tudo e pude ver seu pau afundar-se de uma vez só na bundinha redonda, e os dois corpos unirem-se, Ricardo jogando a cabeça para trás com o tranco e soltando um gemido longo e gutural, as mãos crispando-se nos braços do Francis, que o agarrava pela barriga puxando-o fortemente contra si.
- Está doendo muito? perguntou Francis, com intonação sincera.
- Pra caralho, cara, mas é a dor mais gostosa que eu já senti na vida!
- Vou ficar dentro até passar, tá? propôs Francis.
- Com o Caio foi a mesma coisa, só que mais fraco porque ele não é igual a você.
- Gostei do elogio! interferi, irônico.
- Não é nada disso, Caio, precipitou-se Ricardo; você sabe do que é que eu estou falando.
- Claro, disse eu. Você está falando do pau dele que é muito maior que o meu. Está gostando aí?
- Tá ficando muito gostoso agora, respondeu ele entrando em êxtase e começando a contribuir com movimentos de bunda.

Ver a enorme e grossa vara do Francis entrar e sair da bundinha rechonchuda do Ricardo produzia em mim uma onda de excitação que me fazia quase engasgar com a saliva. Meu pau voltara a ficar duro e eu o masturbava lentamente e sem intenção de gozar logo. A certa altura, os dois saíram do jato d’água para que a espuma não fosse toda embora e caminharam de lado em minha direção. Francis renovou o ensaboamento, espalhou espuma pela bunda do Ricardo, por dentro e por fora, depois em seus próprios pentelhos, e iniciou uma vigorosa série de movimentos que faziam Ricardo emitir um gemido contínuo. Ouvia-se o barulho do alto das coxas do Francis batendo contra a bunda do Ricardo. Tomado de tesão, chamei os dois para o meu lado e, vendo o pinto do Ricardo sacudir-se, entre o mole e o duro, para cima e para baixo, tomei-o com uma mão e comecei a masturbá-lo.
- Você não fica de pau duro quando dá, cara? perguntei realmente curioso.
- Sei lá, nem penso no meu pau nessa hora, respondeu ele com a voz trêmula. Pode tocar punheta se quiser.

Fiquei um pouco espantado com a espontaneidade da permissão, mas não me fiz de rogado e, pondo-me de joelhos, comecei nao a masturbá-lo, mas a chupar. Ricardo não se espantou sobremaneira. A ereção logo veio e, vendo que Francis estava prestes a gozar, comecei a sugar seu pinto com toda força. Ele respirava fortíssimo pelo nariz, sem parar de gemer. Usei minha mão direita para matar uma curiosidade e sentir o pau do Francis indo e vindo. Quando ele entrava todo em Ricardo, eu massageava o saco e aproveitava para introduzir um dedo entre os dois gomos na esperança de encontrar a entradinha. Enquanto isso, o pau do Ricardo pressionado pelos impactos do Francis invadia-me a boca com toda a força, entrando até o saco. Isso durou por alguns minutos quando, de repente, Francis anunciou: "Vou gozar!" Ele então ingressou numa série de movimentos fortíssimos, realmente espasmódicos, que me permitiram invadir seu rego e, finalmente, sentir seu cuzinho, apertadíssimo, dilatar-se e contrair-se a cada arremetida. Super ensaboado pela espuma que descia da barriga do Ricardo (ele segurava o sabonete contra ela), resolvi tomar coragem e deixei que meu dedo se afundasse no orifício. Francis não se opôs e, sem dizer palavra, relaxou o cu para deixar-me invadi-lo. Nesse momento, Ricardo pôs-se a gemer forte, como se chorasse, e a gozar copiosamente em minha boca. Isso e a ação do meu dedo devem ter amplificado o tesão do Francis, que chegou ao máximo de aceleração de seus movimentos e também começou a gozar. Ele agora agarrava Ricardo pela cintura a cada emissão de esperma, ficando dentro dele por uns segundos para sair frouxamente e voltar a investir. Isso fazia com que o pau do Ricardo me saísse da boca e voltasse a entrar violentamente, o que espalhava o esperma pelo meu rosto todo. E cada vez que ele retirava o pau de dentro do Ricardo, Francis permitia que meu dedo entrasse completamente em seu cu, que já havia-se acostumado a ele e não apresentava mais qualquer resistência. Eu ficava então com seu saco em minha mão e o dedo médio profundamente enterrado em seu cu, que eu sentia pulsar devido ao orgasmo. Aos poucos, ambos foram parando e Francis passou um bom momento sem se mexer, o pau completamente enterrado em Ricardo, que aproveitou para lamber-me o rosto e recolher com a língua o seu próprio esperma quente e viscoso, dividindo-o comigo em beijos encharcados. Isso me fez voltar a desejar gozar e me masturbei enquanto sentia o calor da língua percorrendo-me o rosto, os olhos, a boca. Quando anunciei meu orgasmo, Ricardo curvou-se mais e envolveu-me a glande com os lábios, recolhendo todo o meu gozo em sua boca. Confiante na ousadia do Francis, ele se virou para trás e, puxando-lhe a cabeça, beijou-o, comunicando-lhe todo o meu leite. Francis arregalou os olhos mas, como eu o olhasse fixamente, não se opôs e resolveu entrar na onda, fazendo passa-passa com meu sumo. Por fim, Ricardo, com a boca cheia, fez barulho de gargarejo para chamar a atenção e, quando olhamos para ele, engoliu de uma vez todo o conteúdo. Francis fez cara de nojo, eu fiquei admiradíssimo e Ricardo sorria, todo satisfeito com a super transa que lhe dera tanto prazer.

Tomamos banho e nos preparamos para sair do banheiro com cara de quem não quer nada. Fiquei todo satisfeito por ter conseguido minha suruba e agradeci meu amigo Francis por ter-me ajudado a atrair Ricardo. Quando chegamos no quarto da "curra consentida", Natália e Christian – o bonitinho do grupo – estavam deitados abraçadinhos na cama conversando com Kleber e Maurício.
- Onde é que vocês estavam? perguntou Kleber.
- Ah! Por aí, respondi. 
- Eu vou nessa, disse Ricardo.
- Também, acrescentou Francis. Tchau Natália, você estava demais!
- É mesmo! respondemos.

Natália sorriu e, passando uma perna por cima da coxa do Christian, arrebitou ligeiramente a bunda para seu garanhão predileto, deixando entrever a fenda ainda úmida.
- Ah! Quando é que a gente vai brincar mais? perguntou ela, fingindo choramingar.
- Quando você quiser; é só a gente combinar.
- Com você eu queria todo dia, gato!
Francis foi saindo, todo orgulhoso. Ricardo e eu o seguimos e me lembro de ter dito à Natália que da próxima vez ela não me escapava. Ela se fez de indiferente... ou talvez não tivesse mesmo ligado para mim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu gostaria de receber um parecer seu. Obrigado!