Seja bem-vindo!

Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

Os botões "Índice" e "Resumos" propiciam acesso fácil aos textos e uma visão global do conteúdo do blogue.

Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Meu Melhor Professor

Devo ao meu irmão tudo o que sei sobre sexo. Não, não foi fazendo sexo com ele que aprendi, mas ajudado por ele e - até agora - sem ele saber. Tudo começou por acaso e me considero um cara de sorte por ter a chance de aprender tudo da maneira como vou contar.

Quando o meu irmão Gregório se mudou do quarto que nós dividíamos, o novo quarto dele se tornou um lugar de atração e fascínio para mim. Gregório nada no Fluminense e joga vôlei de praia. Eu o acho bonito e gosto do jeito como ele malha o corpo deixando os músculos definidos sem exagero. Agora ele depila as pernas por causa da natação e porque o treinador manda, mas sei que ele não gosta disso porque a bunda dele não tem um pelo, então ele fica parecendo uma rã quando está nu. A minha também é lisa, mas sou magro, então ela é estreita e quando eu contraio faz aquela cova dos lados. A dele é perfeita. Quanto ao pau, dificilmente o meu vai chegar ao tamanho do dele, mas o importante deve ser a qualidade das transas e não a quantidade de centímetros. Eu tento descobrir a técnica de conquista que o meu irmão usa porque é infalível: quando ele decide que vai ganhar alguma menina, só precisa de dois dias.

No quarto novo, o Gregório tem computador, material da universidade, roupas, halteres, material esportivo, gavetas cheias de trecos que ele não consegue jogar fora, a coleção de revistas pornô importadas que o nosso pai passou para ele de aniversário de dezoito anos, que é o que eu mais gosto de olhar, e uma coleção enorme de camisinhas de tudo quanto é cor, que fica numa caixa de sapatos escondida no armário. Quando ele não está em casa, me aposso do quarto dele, tomando o cuidado de deixar tudo como estava antes de sair. Ele nunca percebeu minhas invasões ao território dele, mas um dia em que eu estava no computador vendo fotos que as meninas mandam pra ele, minhas aventuras no quarto do meu irmão sofreram uma mudança radical. Agora que o Gregório está apresentado, posso começar a contar como ele se tornou o meu melhor professor.

Cláudia, a moreninha

Ouvi a porta da entrada se abrir bruscamente. Só podia ser o Gregório; eu sabia que meus pais não voltariam àquela hora. Vendo que não conseguiria chegar ao meu quarto sem ser visto, me precipitei dentro do guarda-roupa dele. Segundos depois, ele entrou no quarto puxando pela mão uma menina bonitinha, morena, de rosto claro e cabelo comprido castanho, que logo descobri se chamar Cláudia. Ela estava usando a sainha azul, as meias três quartos e a blusa branca com o escudo da escola pública do nosso bairro, na zona sul do Rio. Dava para ver tudo por entre as ripas da porta do armário embutido. Eu ainda não sabia, mas estava para ter a primeira aula do meu curso de educação sexual ilustrada.

Assim que entraram no quarto e meu irmão fechou a porta, eles se sentaram na cama e começaram a se beijar. Do meu posto de observação eu conseguia ver até as línguas na boca um do outro. Logo senti a resistência da malha do meu short de pijama, que ainda uso sem cueca. Cláudia se deitou na cama com os joelhos na minha direção. Foi o primeiro "upskirt" real que vi na vida! Nunca vou esquecer a sensação que tive ao ver a calcinha branca, justinha, no final das coxas entreabertas e relaxadas, ligeiramente achatadas na cama.

Meu irmão se deitou parcialmente por cima da Cláudia e eles ficaram se beijando por mais algum tempo, até que o vi começar a acariciar o peito dela por fora da blusa. Eu conseguia ouvir a respiração forte dos dois. Ele passou uma coxa por cima das dela e acabou ficando de joelhos na cama com as pernas dela entre as suas. Lentamente, ele foi desabotoando a blusa dela até descobrir todo o sutiã branco. Meu pau pulsava descontrolado; tive que largá-lo para não gozar e estragar tudo. Gregório pediu para continuar, ela relutou, mas não resistiu muito. Ele então puxou o sutiã para cima e pude ver os dois peitinhos, brancos, lindos, começarem a aparecer, depois os biquinhos rosados e duros, que a borda do sutiã havia impedido de passar, saltarem bruscamente para fora. Meu irmão olhou um pouco, sorriu para a Cláudia, que retribuiu meio sem jeito, e começou a massageá-los, olhando para eles com desejo. Depois caiu de boca, beijando um e outro e logo começando a chupá-los avidamente como dois sorvetes deliciosos. Cláudia começou a gemer e eu notei que as pernas delas se agitavam quando ele mordiscava os mamilos. Eu estava tão excitado que se me tocasse gozaria; decidi ficar acariciando minhas bolas para me distrair um pouco. Às vezes, a Cláudia abria tanto as coxas, levantando ora uma ora outra, que eu não só via a calcinha justa e dividida, como as dobrinhas das coxas e parte do bumbum. Minha cabeça estava a mil e meu pau pulsava freneticamente.

Gregório, cada vez mais excitado, tirou a camisa e mudou de posição, ficando entre as coxas dela, que se fecharam nas costas dele. Engoli em seco imaginando o pau do meu irmão, duro e enorme contra o corpo dela, alucinado com a idéia de que eles só não estavam transando por causa das roupas. Tão perto mas tão longe... Eu não sabia mais o que fazer, dividido entre a vontade de gozar e esperar para ver se eles iam tirar a roupa toda e trepar. Eles ficaram assim, sem camisa, se esfregando um no outro, durante um tempão, ela acariciando as costas dele. Em dado momento, ele implorou para que ela tirasse a calcinha, já tentando puxá-la para baixo, mas ela não deixou, detendo a mão dele e dizendo "Ah, não, Greg, isso não!" com a voz manhosa. Fiquei intrigado; ela só queria deixá-lo se esfregar nela? Menina resistente! Ele não insistiu muito e depois de algum tempo saiu de cima dela, mas ficou deitado de bruços, talvez por vergonha que ela visse que ele estava de pau duro. Meu irmão tem pau grande e grosso. Quando eu era menor, pedia às vezes para comparar e ficávamos frente a frente, pelados, de pau duro, mas assim que ele puxava a pele para trás, coisa que eu não conseguia completamente, eu via que ainda tinha que comer muito feijão com arroz para competir com ele. Hoje em dia, ele não topa mais fazer isso e nem me interessa mais. Uma coisa é certa: retraída daquele jeito, se a Cláudia tivesse visto o pau dele, teria tomado um susto!

Eles continuaram se beijando um pouco, meu irmão sempre acariciando os peitinhos dela, até que a Cláudia olhou para o relógio e disse que precisava ir embora. Me lembro que ela se sentou na cama de pernas fechadas, acertou o sutiã, fechou a blusa, depois se levantou, ajeitou a saia, puxou as meias para cima, foi até o espelho, deu um jeito no cabelo, pegou as coisas dela, abriu a porta e saiu, impecável e inocente como se tivesse ido visitar uma avó. Meu irmão foi atrás, andando de pernas abertas por causa do pau duro e passando a mão por dentro da calça para ajeitá-lo para cima. Me lembro de ter ficado espantado porque ele cheirou e lambeu a mão. A minha também estava molhada, mas não tenho a menor vontade de cheirar e muito menos lamber! Assim que ouvi o barulho da porta, disparei para o meu quarto, no cômodo ao lado. Sem fazer o menor ruído, entrei na cama e fingi que estava dormindo - meu irmão sabe que às vezes eu durmo depois do almoço. Mal senti o contato do meu pau com o colchão, comecei a gozar forte, em jatos quentes e ardidos, quase doloridos, sentindo as fisgadas e encharcando a cueca. Isso me deixa nervoso porque quando acontece tenho que dar um jeito de esconder minha cueca até ela secar antes de botá-la para lavar. Quando eu mesmo lavo a minha cueca, minha mãe desconfia de que tenha acontecido um "acidente", como ela diz. Mas eu não cabia em mim de excitação e felicidade; tinha assistido à minha primeira cena erótica ao vivo! Foi naquele dia que decidi que aprenderia com o meu irmão tudo o que fosse possível sobre sexo. Eu ficaria atento aos dias em que meus pais não estivessem e, com sorte, veria o Gegório transar com a Cláudia e com outras meninas. Jurei para mim mesmo que ninguém da minha turma, da vizinhança ou da escola, iria saber mais sobre sexo que eu.

E o que eu previa não tardou muito a acontecer. Cerca de quinze dias depois, eu estava em casa quando ouvi o barulho do elevador abrindo no nosso andar. Olhei pelo olho mágico e vi meu irmão chegando com a Cláudia. Voei para o guarda-roupa e fiquei esperando, o coração aos pulos. Dessa vez, eles foram logo tirando a parte de cima das roupas e se abraçando e beijando. Ele acariciou e chupou os peitinhos dela, deixando-a toda arrepiada. Isso o encorajou a passar a mão por baixo da saia dela, mas ela não gostou e se afastou. Ele explicou que ela o deixava louco de tesão e que ele não queria só fazer carinho, mas conhecer cada milímetro do corpo dela. Ela ficou quieta por uns momentos, mas acabou chegando perto dele e o convidou a passar a mão por baixo da saia dela, ficando na ponta dos pés e gemendo a cada vez que sentia a mão dele em cheio entre as pernas. Quando eles se afastavam, eu podia ver a frente da calça do meu irmão, armada como uma lona de barraca. Ele chamou a atenção dela para isso e, pegando-a pela mão, a fez tocá-lo. Ela ficou admirada, mas logo tirou a mão, meio encabulada. Então meu irmão perguntou se ela queria ver. No armário, tive um sobressalto e me enchi de esperança de que aquele seria o grande dia. Segurei meu pau para senti-lo todo duro enchendo a minha mão, morrendo de medo de gozar. Quando olhei de novo por entre as ripas do armário, vi o Gregório encostado na mesa, de calça aberta e o pau duro para fora, e a Cláudia parada, olhando com ar de espanto e as duas mãos na boca para abafar um riso nervoso. Ele queria que ela pegasse, mas a cabeça do pau dele estava tão grande, vermelha e molhada que ela ficou com nojo. Por mais que ele dissesse que não era sujo, ela não se convencia. Foi só com muito jeito que ele a convenceu de tocar no meio e depois que ela ficou mais confiante, a empunhá-lo. Ela chegou a se entusiasmar um pouco, olhando atentamente, apertando com força e ensaiando uns movimentos que já iam deixando o meu irmão alucinado. Mas não quis masturbá-lo e o Gregório acabou tendo que repô-lo para dentro da cueca e fechar a calça senão ela não o deixaria nem continuar a abraçá-la, com medo de sujar a roupa.

Ele se resignou, sim, mas, abrindo bem as pernas, pediu para ela deixá-lo abraçá-la por trás e ela não pôde negar mais isso. Assim que ela se acomodou entre suas coxas, ele começou a agarrá-la pela cintura, forçando seu pau contra a bunda dela, a passar a mão nos peitos, na barriga, nas coxas. Ele cochichou no ouvido dela alguma coisa que não consegui ouvir e, dando uma risadinha, ela levantou a saia até a cintura. Pude ver novamente a calcinha branca e as coxas morenas e lindas da Cláudia. Meu pau agradeceu pulsando. Meu irmão olhou para baixo e vi sua mão ir se instalar bem no meio daquelas coxas deliciosas. Num reflexo, ela segurou a mão dele, mas não o impediu de começar a acariciá-la. Ele chegou na xaninha, arrancando um grito interrompido da Cláudia, que se ergueu na ponta dos pés, mas logo voltou, deixando-se apalpar com toda vontade. Ela ficou agitada, mexendo a cabeça, com a mão espalmada na coxa do meu irmão enquanto ele esfregava a mão de cima para baixo na calcinha que - imagino - devia estar toda molhada. Ela virava a cabeça e eles se beijavam sem parar. Eu conseguia ver as línguas deles e a mão da Cláudia puxando o meu irmão pelo cabelo. De repente, ela gritou "Não!" e apertou com força a mão do meu irmão, que tinha invadido a calcinha dela por dentro. Desta vez, ele pediu com tanta convicção que ela não pôde negar. Afrouxando a mão, mas sem largar a dele, ela o deixou ir até embaixo e tocá-la diretamente. Do meu posto, eu vi a mãozona do Gregório encher a calcinha delicada. Meu irmão estava todo vermelho e a Cláudia se contorcia de tesão, sem saber o que fazer com as pernas, que não paravam de se agitar. Ele então lhe pediu mais uma vez que tirasse a calcinha e, desta vez, ela não conseguiu recusar, deixando-a descer pelas coxas até parar nos sapatos, depois pendurando no encosto da cadeira; era pequenininha. Cláudia ficou só de saia e meu irmão de calça. Eu, no meu posto, me perguntei por que é que tudo era tão difícil e cada etapa tinha que ser conquistada a tão duras penas.

A esta altura, o leitor deve estar bastante excitado, talvez até empunhando uma exuberante ereção e preparando-se para ler sobre a consumação do ato. Pois eu lamento decepcioná-lo, mas meu irmão não conseguiu ficar nu com a Cláudia. Quando ele tentou baixar a calça, ela se negou terminantemente a ficar encostada nele e isso o dissuadiu. Foi só depois de implorar para que ela o deixasse ir pelo menos um pouquinho mais longe, que a vi se afastar um pouco e meu irmão abrir a calça. Em seguida, ela voltou a grudar nele de costas, abriu um pouco as pernas, ficou na ponta dos pés e pude ver a glande dele despontar entre as coxas dela. Eu estava febril; era a primeira vez que eu via uma encoxada! Cláudia olhava para baixo, intrigada com aquilo entre as coxas, enquanto meu irmão beijava o pescoço dela e esfregava o pau por baixo da xaninha, dizendo-lhe para fechar bem as pernas e mexer um pouco. Depois de algum tempo assim, ela levou a mão até a cabeça do pau dele, apertando-o ainda mais contra a xoxotinha. Esse foi o erro dela; quando meu irmão deu por si, já estava começando a gozar. Ela retirou imediatamente a mão, fazendo cara de nojo e tentando se soltar, mas meu irmão, descontrolado de tesão, agarrou-a com as duas mãos pela cintura, começou a fazer movimentos com o corpo e terminou de gozar nas coxas dela.

Foi a gota d'água; Cláudia ficou furiosa. Tudo tinha ido por água abaixo. Ela se afastou, mandando-o fazer alguma coisa, pegando a calcinha, mas sem poder recolocá-la e nem tampouco baixar a saia. Gregório se arrumou como pôde, saiu rápido do quarto e voltou com um chumaço de papel higiênico. Ela limpou as coxas e o meio das pernas com cara de nojo, resmungando que o meu irmão "ia ver só" se tivesse acontecido alguma coisa. Na hora, eu custei a entender por que tanto drama. Meu irmão estava visivelmente embaraçado, com a calça ainda aberta.

Já vestida e mais calma, Cláudia explicou que não estava zangada, mas não queria perder a virgindade com ele e muito menos ficar grávida. Meu irmão fez cara de espanto e frustração, baixando a cabeça e brincando com as mãos. Eles conversaram um pouco, ele disse que não agüentaria muito tempo sem transar com ela, explicou que tinha montes de camisinhas, mas isso não a convenceu e eles acabaram se despedindo de maneira meio fria. Não revi a Cláudia, mas entendi que meu irmão já precisava de meninas menos caretas. Saí do armário quando ele levou a Cláudia até a porta e toquei uma gostosa punheta pensando em tudo que eu tinha acabado de presenciar.

Fabiana, a lourinha

A "aula" seguinte demorou a acontecer. Meu irmão começou a participar de vários campeonatos de natação e só pensava em treinar e competir. Acho que ele nunca esteve tão forte, e a não ser pelas costas abauladas de nadador, que eu não gosto tanto, o corpo dele virou o meu ideal.

Um dia, quando cheguei da escola, o Gregório estava no quarto fechado com uma menina. Lamentei não estar "a postos", mas tive sorte: alguns minutos depois, os dois foram à cozinha beber uma refrigerante e eu consegui voar para o armário dele. Quando eles voltaram, vi a menina de cabelo curto, lourinha, de jeans apertadíssima, que me pareceu estar sem calcinha ou então de fio-dental. A porta se fechou e eles se jogaram na cama se agarrando. Meu irmão logo ficou por cima dela, fazendo movimentos de trepar e apalpando os peitinhos dela enquanto ela passava a mão no pau dele por fora da calça. De repente, ele perguntou, na lata: "Quer chupar?" e ela fez que sim com a cabeça, dando um sorrisinho. Meu irmão desapareceu porta afora, entrou no banheiro, ouvi a água correndo. Eu fiquei tão impaciente que ouvia meu coração batendo! Botei meu pau duro para fora e fiquei esperando. Dois minutos depois, ele voltou e se sentou na cama, recostado na cabeceira. Ela se ajoelhou no chão, do lado dele, abriu a calça dele, pegou o pau já duro, chegou a pele para trás e botou a boca. Meu irmão suspirou e ficou sorrindo, olhando e afagando o cabelo curtinho dela. Me dá até vergonha de contar, mas gozei um monte de jatos assim que percebi que estava assistindo ao meu primeiro boquete ao vivo, o que me deixou bem ocupado tentando me limpar com uns lenços de papel em farrapos que eu encontrei no bolso de um casaco do meu irmão. Enquanto eu me limpava sem fazer o menor ruído, eu ouvia o barulho da boca mamando o pau dele e os grunhidos e gemidos dos dois. Quando eu olhava entre as ripas, via a cabeça da lourinha subindo e descendo, engolindo a pica dura e grossa do Gregório.

Eu me lembro de que essa Fabiana – acho que era esse o nome dela – veio muitas vezes aqui em casa. Eles costumavam ir para o quarto dele, os dois tiravam a camisa e ficavam se agarrando, se beijando e ele gostava de mamar os peitinhos dela. Com ela, sempre acabava em chupeta. Ela era bem mais ousada que a Cláudia. Ele gostava de se deitar na cama e ser chupado por ela ajoelhada no chão. Quando ele estava para gozar, ele avisava e ela parava de chupar para tocar punheta nele. Às vezes ela mirava para cima e o leite esguichava que nem chafariz quando estava forte ou jorrava que nem bebedouro e escorria pela mão dela, quando estava fraco. Outras vezes, ela apontava para a barriga e peito dele. Uma vez ele gozou tão forte que foi até o rosto e o cabelo dele! Ela mal acreditou que pudesse ser tão forte. Eu já tinha visto na Internet. Eu também gozo muito forte, mas espirra para todo lado, não ser por quê. O Gregório, não, ele dá vários jatos fortes na mesma direção. Eu ficava admirado com isso e queria fazer igual. Uma vez, meu irmão pediu à Fabiana para deixá-lo gozar na boca. Como não era do estilo dela se chocar ou se inibir, ela aceitou. Ela se deitou na cama e ele veio por cima, ficando praticamente sentado no peito dela com o pau apontado para a boca. Quando ela começou a chupar, ele ficou de quatro com as pernas bem abertas e eu só via o pau dele entrando e saindo, o sacão balançando. Ele gemia de tesão, se contorcendo todo. Pensei que ele fosse gozar direto nela, durante a chupada, mas não era isso que ele tinha em mente; quando chegou a hora, ele voltou a sentar no peito dela e disse para ela ficar de boca aberta sem não se mexer. Ela obedeceu, ficou olhando para ele bem nos olhos e ele gozou na punheta. Pude ver perfeitamente os jatos entrando na boca da Fabiana, que agüentou firme. Meu irmão gemeu e fez careta, sem tirar o olho da boca da menina. Quando ele acabou, ela ficou lá, de boca cheia aberta, sem saber o que fazer. Ele queria que ela engolisse, mas ela fez que não com a cabeça e ele teve que providenciar papel para ela cuspir tudo. Nesse dia, eu gozei junto com o meu irmão, mas eu tinha me preparado com toalha de papel.

Por mais que o Gregório se desse bem com a Fabiana, ela também não chegava a transar com ele. Como eu disse, ele adorava ficar trancado com ela no quarto se esfregando, beijando, chupando... Mas ela não tirava nunca a parte de baixo e, como vivia de jeans, ele só conseguia passar a mão na bunda ou na xoxota dela por fora da calça. Pensando bem, ele teve mais contato com o corpo da Cláudia que com o da Fabiana. Eu pensava: "Como é difícil chegar a meter numa menina!"

Marta, a ruivinha

Eu me lembro que, enquanto o Gregório ainda saía com a Fabiana, conheceu uma tal de Martinha numa festa e na mesma semana ela começou a vir aqui em casa quase todo dia. Foi a época em que eu mais aprendi sobre sexo. A menina era foda! Só de olhar para ela, eu sentia que ela estava a fim de tirar todo o proveito da companhia do meu irmão. Por mais curto que fosse o encontro deles no quarto, sempre era tórrido e eu saia do armário todo melado! Ela fazia strip para ele, tirando a calça bem devagar, rebolava aquela bunda gostosa, subia de quatro na cama para ele ficar olhando e tocando punheta sem tocar nela, pedia para ele mamar os peitinhos dela com força, mordiscar os biquinhos e enfiava um ou dois dedos na bucetinha, chupava o pau dele em tudo que é canto do quarto e em tudo que é posição...

Numa dessas vezes, ela pegou meu irmão de surpresa, mas acho que ele se saiu muito bem. Eles já estavam no quarto há uma hora, quando ela pediu para ir ao banheiro. Eu me lembro que ouvi água correr um tempão, como quando o meu pai está fazendo a barba. Quando ela voltou, se deitou de novo na cama e eles recomeçaram a se beijar com ele entre as pernas dela. Ela estava de saia nesse dia. Me lembro que ela levantou a camiseta até um pouco acima dos peitinhos e meu irmão começou a lamber e mamar, depois foi descendo até chegar ao umbigo. De repente, ela empurrou a cabeça dele até ficar entre as pernas dela. Meu irmão levantou a cabeça e eu vi a cara dele. Ele estava indeciso, achando estranho, não queria continuar, mas ela disse "Aceita! Por que você acha que eu fui ao banheiro agora há pouco?" Ele riu e enfiou a cabeça entre as pernas dela. No meu armário, cheguei a ficar tonto! Não sabia mais o que fazer com meu pau duro e já tinha até gozado uma vez. No início não dava para ver muito detalhadamente a língua do meu irmão na xoxota da Martinha, mas devia estar bem no grelinho, porque ela gemia, arfava, se arqueava toda, arreganhava as pernas, socava o meu irmão, mordia, arranhava as costas dele, puxava o cabelo dele, falava palavrões. Foi só quando ela arreganhou as pernas e jogou os braços para trás que eu pude ver a bucetinha rosada toda aberta e o Gregório passando a língua e, de vez em quando, parecendo querer morder alguma coisa. Ele ficou assim por algum tempo, até que ela começou a respirar forte, gemer muito e acariciar a cabeça dele com muita força. Mas ele continuou lambendo e começou a enfiar dois dedos na bucetinha dela. Isso a deixou enlouquecida, sacudindo a cabeça de um lado para o outro e gemendo como se fosse choro. Ela ficou assim durante uns minutos, depois as pernas dela desabaram em cima dele e ela ficou lá, com cara de exausta, enquanto o meu irmão, de joelhos, olhava para o rosto dela sorrindo e curioso. Eu me lembro que fiquei muito impressionado com a duração do orgasmo feminino. Quem dera que a gente gozasse por tanto tempo! Depois, meu irmão foi de quatro por cima dela e, chegando na altura certa, colocou o pau meio molengo na boca da Martinha. Ela estava cansada mas mamou gostoso e – para grande surpresa minha – pediu para ele gozar. Vi meu irmão começar a gozar tranquilo, sem tirar o pau. Martinha engoliu tudo, o que me deixou deslumbrado, sonhando com o dia em que uma menina engoliria o meu. Acabei descobrindo que ela adorava o sabor. Ela pedia para o Gregório gozar fundo, mesmo que ela quase engasgasse. Por incrível que pareça, mesmo sabendo que o meu irmão e a Martinha transavam, eu nunca estava em casa quando rolava, estava sempre no curso de inglês ou na casa de alguém. Parecia que o Gregório adivinhava!

Joana cor de jambo

Nas férias de julho do mesmo ano, o Gregório viajou com uns amigos. Quando ele voltou, me disse que tinha conhecido uma menina maravilhosa que estava para vir aqui a qualquer momento. Ele me mostrou fotos dela no computador. Joana não era tão bonita quanto a Cláudia ou a Fabiana, mas tinha lábios sensuais e aparecia em algumas fotos usando um biquíni amarelo minúsculo, todo enfiado na bundinha perfeita e redonda. Tinha uns peitinhos maravilhosos que encheriam a minha mão e um rostinho que revelava o quanto ela devia gostar de sexo. Em várias fotos ela aparecia abraçada com o meu irmão. Numa delas, em que ela está sentada numa coxa dele, dá para ver que ela está com os biquinhos dos peitos duros e que o pau do Gregório está duro na sunga. Só de olhar para eles na foto, a gente saca que antes ou depois eles devem ter trepado.

Não vou contar todas as transas do Gregório com a Joana no quarto dele, mas eles transaram desde o primeiro encontro, lá. Eles começavam de beijinho, daí iam tirando a roupa e acabavam pelados na cama. Eu perdi a primeira vez e não me perdôo por isso, mas consegui assistir do armário a umas dez trepadas muito quentes. O Gregório gostava de ver a Joana nua, em pé, no quarto. Ele pedia a ela para andar para lá e para cá e ficava olhando a bunda dela mexer. O pau dele subia na hora (o meu também!) e ele chegava perto e a encoxava por trás ou pela frente. Ela ficava doida com isso e o beijava enquanto manipulava o pau dele e as bolas. Acho que o dia em que eu os vi trepar foi o dia mais importante da minha vida. Joana estava deitada na cama com os braços por trás da cabeça quando o meu irmão entrou na cama de joelhos e foi direto lamber a bucetinha dela, abrindo suas pernas com as mãos. Ela jogou as pernas escancaradas para cima e ele começou a lamber, fazendo-a gemer. Ela começou a chupar o dedo e eu fiquei imaginando que era o meu pau naquela boquinha. Do armário, eu via a bunda do Gregório toda aberta e as bolas balançando entre as coxas. Eu estava num estado de excitação que era estranho para mim até então. Eu pressenti que naquele dia eles iam transar diante dos meus olhos. Quando o Gregório parou de chupar a xaninha, avançou para a Joana e, com as mãos, empurrou as coxas dela completamente contra o corpo. Eu conseguia ver o botãozinho do cu logo abaixo da rachinha vermelha e molhada! Meu irmão pegou o pau, começou a pincelar a entradinha e ela já pedindo: "Ah, mete gostoso...", com uma vozinha manhosa. Ele brincou um pouco, fingindo que não ia meter logo, mas logo afundou a pica na bucetinha, ficando só com o saco de fora enquanto a menina gemia um "Ai, seu bruto..." sem nenhuma convicção, já ondulando para se harmonizar aos movimentos dele. Quando vi a penetração, senti uma onda percorrer o meu corpo de alto abaixo e vir parar na cabeça, gelando meu no couro cabeludo. Meu pau estava tão duro que produzia uma dor no saco. Eu não conseguia conter a baba que escorria dele e o desejo de gozar era quase insuportável. A solução foi recolher a baba na mão e - como eu ainda tinha nojo - passar na roupa. Tudo me excitava, até a bunda do meu irmão, toda aberta e empinada daquele jeito. Mesmo parecendo acostumada, a menina se debatia, gemia, arranhava as costas dele, mordia o ombro dele, choramingava, com as pernas escancaradas e dobradas contra o próprio corpo. De vez em quando, o pau dele escapulia e ela reagia na hora com um "Ah, volta..." Eu conseguia nitidamente ver a pica grossa mergulhando na parte de baixo da xana e saindo toda molhada. A Joana quase engasgava com a saliva e os gemidos. No início, eu pensei que fosse por causa de alguma dor, mas logo aprendi que o tesão transforma a dor em prazer. E o prazer devia ser demais, porque além de socar sem parar, o Gregório enfiava a língua na boca dela, massageava os peitinhos e torcia os biquinhos. Depois eles mudaram de posição; ela sentou na barriga dele. Eles se beijaram um pouco, ele amassou os peitinhos dela, até que ela passou uma mão para trás, massageou um pouco o saco dele e pegou o pauzão, direcionando para a buceta. Um gemido e pronto, foi tudo para dentro, até as bolas. Ela logo começou a trotar, gemendo muito e arrancando gemidos do meu irmão. Que tesão, ver os peitinhos dela se agitando! Tive a impressão de que se eu estivesse no lugar dele teria gozado há muito tempo. Aliás, ainda não sei como os caras agüentam tanto tempo mexendo sem gozar. Será que vou agüentar tanto quanto o Gregório? Na punheta, eu gozo rapidinho quando quero. Deve ser chato gozar rápido demais; a menina deve ficar com uma raiva!

Eles ficaram assim um tempo, até que o Gregório disse que queria fazer uma coisa. Ela saiu de cima dele e ele se levantou. Ele queria que ela ficasse de joelhos na cama. Quando ela entrou na posição, ficou - sem saber, é claro – de cara para mim! Gelei na hora, com medo que ela me descobrisse pelo brilho dos olhos, e tentei me afastar o mais possível da porta. Enquanto eu ainda estava desconcentrado, Gregório começou a meter nela por trás (mas na xana) e eu pude ver em detalhes as as caras de tesão dos dois. Apavorado com a idéia de fazer algum ruído, eu tinha esquecido o meu pau. O que eu via era o meu irmão dando coxadas barulhentas na Joana, que vinha para frente, abrindo a boca, franzindo as sobrancelhas, soltando um gemido e dizendo coisas. Me lembro que uma delas foi: "Ai, que gostoso... você fode bem demais, cara!" Mesmo assustado, isso foi demais para mim; apertei meu pau por fora do short de pijama e comecei a jorrar tanto e tão forte que parecia um mijo quente que me encharcava a roupa e escorria pelas pernas. Cheguei a me sentir zonzo, mas imaginei o desastre que seria se o Gregório me descobrisse ali e me segurei. Pouco depois, meu irmão avisou que ia gozar e tirou o pau de dentro da Joana, já arrancando a camisinha. Aquela vara balançando no ar, tesa como eu nunca tinha visto, e o saco redondo e esticado entre as coxas musculosas do meu irmão me lembraram aquelas gravuras de sátiros e centauros da mitologia Grega que a gente vê na Internet. Enquanto a menina se virava rápido para sentar na cama, Gregório se masturbou um pouco e assim que ela se sentou na frente dele, levou tudo no rostinho e na boca. Ela chegou a tomar um susto com o primeiro jato. Vi meu irmão se contorcendo e fazendo caretas, depois passando o pau pelo rosto da Joana e enfiando todo babado de volta à boquinha dela. Quando acabou, ele lambeu rosto dela, a testa e um pouco do pescoço. Fiquei com nojo no início, mas quando os vi se beijando de língua, saquei que não tinha nada de mais e que isso também faz parte do jogo.

Até agora, nunca tive a desgraça de ser descoberto no meu esconderijo, mas sei que me arrisco muito e tenho pensado numa coisa para dizer, caso aconteça. Acho que vou dizer ao Gregório que é graças a ele que estou aprendendo tudo o que sei sobre sexo e que se eu tiver sucesso com as mulheres será graças a ele. Se eu fosse ele, ficaria orgulhoso, mas como não sou... Em todo caso, estou me preparando. E se ele preferir me bater, vai ter valido a pena!



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu gostaria de receber um parecer seu. Obrigado!