Seja bem-vindo!

Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

Os botões "Índice" e "Resumos" propiciam acesso fácil aos textos e uma visão global do conteúdo do blogue.

Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Saborosa Afinidade

Angélica foi uma dessas mulheres que avaliei pela bunda. Ela toma o mesmo ônibus que eu na volta do trabalho, um ônibus vazio que me permite vê-la entrar, percorrer o corredor central, escolher um lugar no fundo, sentar-se, cruzar as pernas exibindo as coxas até o final das meias de seda, depois atravessar o ônibus desfilando para sair do mesmo modo como entrou. Foi nessa "passarela" que pude avaliá-la. Com cerca de 1,70m, magra e mais para estreita, mas exibindo uma prodigiosa curvatura dorsal, Angélica tem a bunda saliente e aquele tipo muito especial de anatomia que curva o baixo-ventre levando a vagina para trás, deixando-a quase no mesmo plano que o seu vizinho anal quando a mulher se curva para frente ou se debruça. A consciência disso torna a mulher ainda mais confiante porque sabe que fantasias ela desperta ao dar as costas a um homem. Além dessa característica, acreditei adivinhar nos traços de Angélica indícios de que certas afinidades nos uniam. E não me enganei.

No dia em que saltei do ônibus no mesmo ponto que ela, Angélica nem olhou para trás; caminhou decidida para a sua rua e parou diante da porta para esperar por mim. Entrei em silêncio e fui até a sala. Ela não acendeu nenhuma luz e quando veio até mim, foi para me dar um beijo já abrindo-me o cinto e a calça. Seu vestido escalou facilmente o corpo; pude tirá-lo num segundo, deixando-a de calcinha, sutiã, meias e sapatos, sua mão já apalpando-me por fora da cueca. Como nos desejávamos, após tanta espera! Desfiz-me da minha roupa e fui sentar-me num na mesa da sala, uma longa mesa retangular rústica mas moderna, com dois longos bancos sem encosto. Ereto, meu membro chega ao umbigo. Angélica o contemplou por alguns instantes, sorriu, aproximou-se e empunhou-o, puxando firmemente o prepúcio e expondo a glande, acariciando minha coxa e beijando-me lascivamente a boca.

Eu queria vê-la, então pedi que se afastasse, o que ela fez. Lá estava ela, pela primeira vez seminua diante dos meus olhos. Pude confirmar que seu baixo-ventre se perdia entre as coxas devido à pronunciada curvatura da coluna, e que a frente das coxas assim como a barriga plana e os seios sobressaíam em primeiro plano, proclamando o erotismo. E ela começou a despir-se, curvando-se com elegância para soltar as meias das cintas-ligas, livrando-se em seguida dos sapatos e tirando as meias uma por uma, permanecendo de calcinha e sutiã. Pedi que se virasse e pude maravilhar-me finalmente com a visão da bunda saliente e extremamente firme, desenhada pela calcinha profundamente enterrada no sulco. Meu membro valsava, duríssimo, ritmado pela frequência das pulsações. Caminhei até ela e abracei-a por trás, sentindo nele a seda da calcinha e o tremor da bunda fremente. Sem descolar-me dela, soltei seus seios e atirei o sutiã no sofá. Estavam prontos, de mamilos entumescidos, suplicantes. Acariciei-os e pressionei os bicos com os polegares e indicadores, arrancando gemidos de Angélica que levou a mão atrás para apaplpar minha ereção.

Explorando a calcinha de Angélica, encontrei um córrego ardente. Ela gemia, já muito ofegante e titubeando, assim, de pé. Levei-a de volta à mesa e a pus confortavelmente debruçada. Em seguida, fui dedicar-me a tirar-lhe a calcinha, que desprendi do rego e descolei da buceta alagada, fazendo-a descer pelas coxas, passar pelos pés muito bem cuidados e atirando-a no sofá, onde jazia o sutiã. Angélica estava completamente depilada e, como eu previra, a fenda expunha-se integralmente entre as coxas entreabertas, nessa posição. Um par de generosos grandes lábios deixava entrever apenas a franja dos pequenos lábios, que a luz da rua filtrada pelas cortinas me deixava ver brilhantes de umidade. Angélica fremia de tesão, o que provocava movimentos da bunda, que estremecia e rogava-me que a explorasse também, como se tivesse ciúmes. Beijei os dois gomos e os abri como se abre a fruta de conde, pondo à luz o acesso ao tesouro mais íntimo, o recanto mais cobiçado. Estava lá, discreto, simples, circular, poucos centímetros acima de sua vizinha de forma exótica. O sexo de Angélica exalava apenas o odor do sexo, nada mais. Aproximei-me e percorri com a língua o caminho que vai dos lábios ao final do sulco, enrijecendo-a para sentir na extremidade o pulsar do cu e avaliar o desejo dessa misteriosa mulher. "Fode..." balbuciou ela, entre gemidos, quando passei ao ritual de devorar-lhe a buceta encharcada.

Sentindo Angélica enfraquecida pela excitação, apliquei-lhe um sonoro tapa na bunda que a despertou e a fez olhar para trás. Troquei então de lugar com ela e voltei a sentar-me na mesa, apoiando-me nos antebraços para contemplar meu membro em plena ereção e não deixar dúvida nem quanto ao meu desejo nem quanto ao meu intuito. Angélica então debruçou-se e entregou-se de boca e alma a uma felação de rara qualidade, projetando os lábios e tragando-me o pau, sugando-o e masturbando-o ao mesmo tempo, deixando-o duro e vibrante como um feixe de músculos. Enquanto eu era invadido por um turbilhão de sensações, antegozei o momento da penetração imaginando-a contorcer-se a cada estocada da minha longa e grossa verga.

Sentindo-me pronto, desci da mesa e, dando um beijo em Angélica, pedi-lhe que trocasse de lugar comigo, o que ela fez, sentando-se na extremidade, elevando com facilidade ambas as pernas e desenhando curvas abstratas no ar com as pontas dos pés. Olhei uma vez mais para a sua vagina longa e convidativa, empunhei meu membro para direcioná-lo e bastou-me avançar para penetrar profundamente a carne macia, arrancando de Angélica um gemido que partiu do fundo da garganta. "As-sim... Mete... Fode..." sussurrou ela, cravando-me os dentes no ombro e dando-me uma chave de pernas para aprisionar-me dentro dela e escoicear-me com os calcanhares. Ficamos assim por um longo momento, abraçando-nos e beijando-nos com extrema lascívia. Sentindo que eu não precisava preocupar-me com precauções de natureza alguma, deixei-me simplesmente levar pela onda de excitação até fazê-la gozar praticamente ao mesmo tempo que descarreguei fartos jatos dentro dela. Ela acolheu meu esperma gemendo e estimulando-me: "Isso... Goza... Me afoga na tua... Ahhh!" Encharcados, continuamos grudados por longos minutos, num ritmo gostoso e regular. Voltei a premer-lhe os mamilos enquanto acompanhava o ir e vir ritmado do tronco claro e maciço do meu membro entre suas coxas. Quando afastei-me, continuava tão excitado que pude sentir a tensão repuxá-lo e curvá-lo a cada pulsação.

Meu objetivo último era saciar-me realizando certas fantasias, e eu me perguntava se Angélica cederia facilmente. À certa altura, ela levantou-se da mesa e caminhou em direção à cozinha, presenteando-me com o espetáculo de sua prodigiosa curvatura das costas e da bunda irretocável, deixando-me entregue aos caprichos da minha verga valsante. Ela voltou trazendo uma bandeja contendo uma garrafa de prosecco, dois copos e uma travessa com uma boa quantidade de tiramisu bem cremoso, que ela deixou na mesa de centro diante de um sofá de couro vermelho. Ela sentou-se, verteu vinho nos copos e brindou ao nosso encontro olhando-me nos olhos. Depois serviu-me uma boa porção de tiramisu. Duas colheradas da sobremesa inspiraram-me a idéia de continuarmos a nos divertir com o lanche. Deixando meu prato na mesa, aproximei-me de Angélica e mergulhei meu sexo amolecido mas ainda inchado em meu próprio copo, deixando-o lá por um momento e oferecendo-o todo gotejante. Ela não se fez de rogada e chupou com gosto, soltando um longo "Hmm!" e sorrindo. Encorajado, passei ao tiramisu, colhendo uma porção de creme com a glande e oferecendo-lhe, sendo acolhido da mesma maneira amistosa. Vi então que podia ir um pouco mais além e resolvi dar outro passo nessa direção habitualmente tão arriscada.

Tomando o copo de Angélica, direcionei para ele o meu membro, novamente ereto após a curta felação, e disparei nele um jato dourado que perfurou o vinho como uma seta, deixando um rastro de bolhas. Angélica olhou-me com ar de quem pergunta "Você duvida?" e, tirando-me o copo da mão, tomou um generoso gole sem esboçar o menor traço de desagrado. Aproximei-me então dela e, pondo meu sexo entre seus lábios, pedi-lhe que os fechasse bem, o que ela fez, e fui dando-lhe pequenas quantidades do meu líquido, sempre em fortes mas curtos jatos que a prática ensinou-me a controlar muito bem. Logo percebi que Angélica dominava também essa disciplina, sabendo respirar pelo nariz enquanto deglutia em curtos goles sem se afobar. É raríssimo que eu encontre mulheres capazes de fazer isso sem que seu fôlego se altere seja pela ansiedade ou por um certo desprazer, mas Angélica parecia apreciar a idéia, o que me fez ir um pouco mais adiante.

Tomando-a pela mão, convidei-a a levantar-se e ajoelhar no sofá apoiando-se no encosto. Em seguida, sentei-me na mesa de centro bem diante dela e acariciei suas costas para que ela as curvasse ao máximo e salientasse o mais possível sua bunda. Não havia tapete, eu podia aventurar-me um pouco mais. Para começar, lambi-lhe a buceta, que se apresentava a mim de frente, em sua forma canônica, apertada entre as coxas. Em seguida, pedi-lhe que afastasse um pouco as pernas e, com a colher de sobremesa, peguei uma pequena quantidade de tiramisu que introduzi nela como se fora uma boca. Angélica assustou-se um pouco, disse que não conhecia esse jogo, mas tranquilizei-a. Repeti a operação duas vezes, a cada uma lambendo a colher antes de reenchê-la, e percebi seu prazer com a passagem do pequeno talher arredondado entre os lábios vaginais. Perguntei-lhe se sabia o que fazer. Perspicaz, ela respondeu que sim. Aproximei-me então e, muito excitado, novamente em total ereção, penetrei-a até a metade, dando-lhe um pouco mais da minha fonte. Angélica gemeu, dizendo-se muito excitada com o jato líquido em suas entranhas. Pedi-lhe que permanecesse na posição e, retirando-me dela, voltei a sentar-me na mesa de centro, colando a boca diretamente em seu sexo até que ela começasse a restituir-me o que eu acabara de dar-lhe. O efeito liberador dessa quase transgressão por pouco não levou Angélica ao orgasmo. Cheguei a sentir espasmos de suas pernas enquanto ela esvaía-se em minha boca, dando-me tudo daquela mistura enriquecida com seu próprio nectar. Eu devorava-lhe a buceta como um cão faminto, lambendo profusamente e engolindo avidamente o que me era servido. Penetrei-a mais uma vez, agora com o intuito de lavá-la, e voltei a colher o produto que brotou puro e cristalino. Angélica riu, chamando-me de doido e correndo para o banheiro, alegando não ser capaz de prosseguir sem uma pausa para uma ducha íntima. Acompanhei-a. Assim que ela sentou-se, fez-me sinal de que me aproximasse e convidou-me a continuar o que estávamos fazendo antes. Dirigi prontamente o meu membro para a sua boca, que ela abriu gentilmente, e aliviei-me até o fim, ouvindo o jato ressoar e meu fluido áureo descer-lhe pelo queixo e entre os seios para escorrer barriga abaixo e daí entre as pernas. Em seguida, Angélica lavou-me com o chuveirinho do vaso esguichando água pura em meu sexo encaixado entre seus seios.

Estávamos no banheiro, um belo e espaçoso cômodo moderno com ducha e banheira separados, duas pias e atrás delas, uma parede inteira de espelhos. Empurrei uma coleção de frascos de perfume para o canto da bancada da pia e pedi a Angélica que permanecesse de pé, mas pusesse um joelho sobre ela, o que ela fez, expondo-se de forma extremamente sensual. Agarrando firmemente a sua bunda com as mãos, comecei a lamber-lhe o cu, sentindo-o pulsar a cada passagem e relaxar-se ao ponto de formar uma espécie de borda saliente como a cratera de um pequeno vulcão. Não havia dúvida, Angélica estava pronta para receber-me nele. Afoguei o orifício na saliva, afundei o polegar várias vezes para relaxar pregas e esfíncteres, perguntei-lhe se a posição não a cansava e, diante de um gemido à guisa de resposta negativa, vendo-a mais uma vez arrastada pela torrente erótica, pude enfim penetrá-la no objeto máximo do meu desejo. O cu abriu-se gentilmente, oferecendo à passagem da cabeça a resistência normal que se espera de uma mulher experiente e aficcionada. Quando cheguei ao fundo, grudado em seu corpo e pulsando vigorosamente em seu interior, Angélica soltou um longo suspiro, como se sentisse um alívio, e disse, num sussurro: "Estou esperando por isso desde o primeiro dia em que te percebi naquele ônibus." Fui às nuvens com a confirmação de nossa afinidade. Angélica trabalhava o meu grosso membro captando-o, tragando-o, abduzindo-o até deixar-me cravado nela até a pélvis. Ela comentava gemendo coisas como: "É grosso como eu gosto." "Está tão duro e gostoso!" "Quero a calda quente desse pau doce." E assim por diante.

Ficamos por alguns minutos nessa posição, mas vendo que passaríamos um bom tempo assim, acabei convidando Angélica a baixar a perna erguida e debruçar-se na bancada da pia. Ela me passou um tubo de gel lubrificante e fui despejando aos poucos seu conteúdo no tronco largo do meu membro, que eu podia ver pistoneando ritmada e incessantemente. Resolvido o problema do atrito, o momento do orgasmo, para mim, era mera questão de escolha. Continuei indefinidamente a penetrar Angélica, ora segurando-a pela cintura, ora deixando-a livre e apoiando-me na borda da bancada. Ela ingressara num devaneio extático produzindo um gemido mole e contínuo.

À certa altura, vi sua mão abrir a mesma gaveta de onde ela tirara o gel e voltar com um dildo de tamanho considerável, pedindo-me que o introduzisse ao mesmo tempo porque queria que eu a fizesse gozar. Saí dela, untei seu anel róseo e lindo como uma flor, e empurrei gentilmente até a metade o consolo de cerca de dezessete centímetros de comprimento por quatro de diâmetro. Pressionando a minha mão, ela o afundou praticamente até a base, soltando um profundo gemido. Feito isso, ela ajeitou-se, empinou-se bem e pude ver a fenda exposta e entreaberta logo abaixo do orifício encoberto pelo círculo negro da extremidade do dildo. "Agora me faz gozar!" pediu ela, dando tapinhas na buceta. Mais uma vez, pude ver minha glande afundando-se entre os lábios carnudos que se exibiam praticamente no mesmo plano que o orifício preenchido logo acima. Iniciei um vaivém decidido, chocando-me violentamente contra a bunda de Angélica e mantendo um polegar sobre a base do consolo para empurrá-lo a cada vez que fosse naturalmente expulso pelas contrações anais. Angélica logo pôs-se a gemer forte, esfregando o clitóris e massageando vez por outra o meu saco. Ela queria aquele orgasmo a todo custo e o queria intenso como um bombardeio.

Enquanto eu tinha a impressão de castigar-lhe a buceta com minhas investidas, Angélica pedia mais, ordenando-me que empurrasse o consolo completamente em seu cu a cada vez que o sentia saindo. Cheguei a perguntar-me se ela era uma dessas mulheres de orgasmo difícil, mas não, ele veio explosivo e, para minha maior surpresa, complementado por uma incrível emissão de líquido que ecoou no chão do banheiro fazendo-me descobrir que Angélica foi presenteada com mais essa fonte de prazer quando extremamente excitada. Penetrada pelo consolo atrás, por mim na frente e estimulada pela masturbação, ela teve não só um orgasmo vulcânico, mas uma impressionante emissão desse misterioso líquido vaginal. Era a primeira vez que eu encontrava uma mulher assim e fiquei vivamente impressionado, perguntando-lhe se estava tudo bem e obtendo como resposta um "Não fala nada!" arfante e logo encoberto por profusão de gemidos alucinados. Quando meu orgasmo veio e que comecei a ejacular dentro dela, vi Angélica de rosto grudado no espelho, lívida, ofegante, sem fala, entregue à sua misteriosa ejaculação, que a deixou sem forças por longos minutos.

Como ela viria a dizer-me depois, o nosso havia sido um daqueles encontros excepcionais, que a deixavam pensando na vida durante semanas a fio, até que os eventos repetitivos do cotidiano a fizessem esquecer e voltar serenamente à rotina. Angélica tinha amigas profissionais do sexo que lhe diziam não ser capazes de passar sem ele várias vezes por dia, mas ela não tinha coragem de enveredar por esse caminho, por medo de si própria, por medo do que ela seria capaz de fazer, por medo de não respeitar limites.

Depois de uma ducha revigorante, nos refestelamos com a metade de um frango e de um arroz de forno que Angélica tirou do freezer, e de uma boa cerveja gelada que fui buscar num bar próximo. Ainda nos veríamos muitas vezes depois daquela e chegamos a ter uma relação muito intensa e rica, mas a despeito da nossa incontestável afinidade, ainda não seria Angélica a mulher da minha vida, e continuo buscando aquela que me fará dar uma pausa nas minhas aventuras para dedicar-me longamente com ela ao aprimoramento das fantasias que nos unirem na busca do prazer maior.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu gostaria de receber um parecer seu. Obrigado!