Seja bem-vindo!

Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

Os botões "Índice" e "Resumos" propiciam acesso fácil aos textos e uma visão global do conteúdo do blogue.

Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

A Turistinha

Ela vinha caminhando atrasada com um grupo de pessoas que revelavam semelhanças de família. Quando estavam para passar por mim percebi de relance o seu short jeans, tão curto que deixava as polpinhas de fora. Ao passarmos, ela me pareceu anormalmente consciente do que exibia a quem quer que olhasse. Ela me olhou nos olhos, como se pudesse bloqueá-los e impedi-los de percorrer seu corpo. Sorri e procurei imediatamente o meu alvo. Ela então me olhou zangada, mas minha expressão e minhas mãos falaram por mim: por que pôr uma roupa provocante se a intenção não é provocar? Ela sorriu e continou andando. Tive a certeza de que acima daquelas dobrinhas quase comoventes, uma bunda perfeita e linda mal ocultava-se numa calcinha supersexy.

Vendo-me sozinho na calçada depois que o grupo passou, senti-me à vontade para devorar com os olhos o corpo delicioso. Momentos depois, ela se virou... e estava sorrindo. Fiz-lhe um sinal. Ela disse alguma coisa aos demais e, para total surpresa minha, veio em minha direção.
- O que é que você disse a eles? perguntei.
- Que por uma incrível coincidência, eu tinha passado por um amigo e queria falar com ele. Por que é que você me olhou tanto?
- Sei lá... Acho que nunca vi um corpo tão bonito quanto o teu.
- A bunda, você quer dizer? Você não tirou os olhos dela.
- Não vou mentir, você está um tesão nesse shortinho.
- E se eu te disser que saí assim hoje porque acordei com uma vontade louca de encontrar alguém para... bom, você sabe.
- Eu moro aqui perto. Você pode se liberar da sua família?
- A gente estava procurando um restaurante para ir almoçar. Posso inventar que somos amigos e que quero dar um pulo em algum lugar com você... Acho que consigo sumir por umas duas horas. Eles podem ligar para me dizer em que restaurante estão e me encontro com eles depois, se você me ensinar o caminho.
- Ensino, claro! Liga para eles, então.

Eu mal podia acreditar no que estava acontecendo. Meu poder de sedução não era dos piores, mas eu jamais imaginaria ser o protagonista de uma situação daquelas! Em minutos, estávamos subindo as escadas do prédio onde eu dividia um apartamento com dois amigos, e por uma dessas felicidades únicas do acaso, ambos estavam fora da cidade, visitando a família.
- Pronto, a casa é nossa! Você ainda não me disse o seu nome.
- Fernanda. E o seu?
- Fernanda... O meu é Rafael. Fernanda, a casa é nossa! Meus amigos estão fora até a segunda-feira.
- Hum! Por isso você apronta, não é? Deve trazer uma atrás da outra para cá. Sou qual: a quinta do fim de semana?
- Também não é assim; com você foi paixão à primeira vista!
- Ah é? Obrigada! fez ela, irônica e dengosa, passeando pela sala sem reprovar a desordem reinante.

Fernanda tinha a pele branca e o cabelo alourado, seios regulares e coxas perfeitamente proporcionais ao tronco. Sua altura de cerca de 1,65 se adequava perfeitamente à minha de 1,72. Quando ela se aproximou de mim, encostado na janela e olhando para dentro, suas mãos foram diretamente abrir minha bermuda, que escorregou até os pés e que tirei de cena chutando-a para um canto junto com as havaianas. Minha cueca não era muito menor que o shortinho jeans que se esfregou nela enquanto dávamos um primeiro beijo longo e molhado. Livrei Fernanda da blusinha sem mangas e arranquei a minha enquanto ela tirava o sutiã, jogava numa cadeira e voltava a me beijar e apalpar.
- Quero ver, disse ela, impaciente.
- Ei, não é justo! Você ainda está de short, respondi.
- Ah, isso você vai ter que conquistar! respondeu ela, se fazendo de difícil, mas colando os seios nus ao meu peito para me beijar, certamente sentindo as pulsações descontroladas do meu sexo.
- Senta na janela, vai, pediu ela.

Quando pulei sentado no parapeito alto, minha cueca desceu, habilmente retida por ela, que ficou entre as minhas coxas, com o rosto a centímetros do que ela queria ver.
- Hum! Bonito! exclamou ela, empunhando-o por trás, expondo a cabeça e começando a lamber a partir do talo.

Pelo espelho do guarda-roupa, no fundo do cômodo, eu via Fernanda de costas, aplicada à tarefa e vestida só no shortinho que tanto despertara meu tesão. Ela chupava meu pau como um sorvete, com a boca molhada, degustando cada centímetro e acariciando a cabeça com a língua. Normalmente fico preocupado com o início, tentando a todo custo evitar o orgasmo precoce, mas minha excitação era tamanha que eu me sentia capaz de gozar várias vezes sem perder a ereção. Então relaxei e decidi deixar que ela me chupasse livremente.
- Vou deixar você me fazer gozar, está bem?
- Hã-hã, fez ela, olhando para mim sem parar de chupar.

Quando o gozo veio, ela tomou um pequeno susto, mas logo voltou a chupar e sugar meu pau com mais vontade, engolindo à medida que os jatos se sucediam. Não tive mais dúvida: ela gostava de sexo sem frescuras. Isso me relaxou por completo. Pulei da janela, dei-lhe um beijo que me fez provar meu próprio sabor, depois colei-me às suas costas, enfiando a mão shortinho adentro para tentar descobrir um pouco dos seus segredos. Ela gemeu ao contato dos meus dedos entre os lábios melados, mas ainda não quis abrir o short, escapando de mim e correndo para a cozinha.
- Quero que você brinque comigo, disse ela, passando a mão numa banana da fruteira como se fosse um pauzão duro e envergado.
- Ah é? E do que você quer brincar? perguntei, dando-lhe um tapinha na bunda, arrancando-lhe um ai.

Fazendo beicinho, ela foi até a bancada da pia, se debruçou sobre os braços e empinou a bundinha. Vim por trás e me colei nela com o pau todo duro, envolvendo seus peitinhos com as mãos. Ela gemeu e me fez entender que queria ser içada, então sentei-a na bancada, logo começando a lamber sua barriga, o umbigo e os peitinhos de mamilos bem duros, enquanto passava a mão nas coxas deliciosas. Fernanda acariciava o meu cabelo, me lambia, me dava beijos melados, erguendo as coxas, deixando-me agarrar sua bunda por dentro das bocas do short. Continuamos a nos beijar e lamber até que o tesão foi ficando incontrolável. Consegui desabotoar o short e tirá-lo, deixando Fernanda numa calcinha que só tapava a fenda.
- Que gracinha! exclamei, olhando para a micropeça estufada pelo monte de Vênus.
- Gostou mesmo? Perguntou ela, um tantinho encabulada ao descobrir-se tão encharcada.
- Adorei, respondi já puxando-a para mim e chegando a calcinha para o lado para descobrir uma buceta carnuda, delicada e bem feita.
- E dela, gostou também?
- Quero todinha para mim, Fernanda. Me dá?
- Quer mesmo? Ela adora carinho, fez ela escancarando as coxas.

Sem pensar duas vezes, mergulhei de cabeça, sentindo-a tão receptiva que pude livrá-la rapidamente da calcinha. Comecei então a lamber longamente os lábios firmes da vagina perfeita como um desenho. Logo percebi que Fernanda se orgulhava muito dela e se sentia muito segura ao oferecê-la daquele modo, ainda que eu fosse um desconhecido. Geralmente, a mulher fica meio tímida nesse momento, temendo o julgamento do homem, mas ela não, ela ficou me olhando contemplá-la, perfeitamente consciente de que tinha um diamante entre as pernas. Lambi procurando o clitóris com o polegar para excitá-la ao máximo, esfregando-o até senti-la arfar de tesão. O orgasmo veio com força e tive dificuldade de evitar os "telefones" que ela me dava com as coxas. Ela gozou intensamente, com profusão de gemidos e quase arrancando meu cabelo. Estávamos quites: 1 x 1. O segundo tempo podia começar.

Meu pau estava grosso e armado, pronto para uma nova ereção. Levei Fernanda até a sala e a pus sentada numa poltroninha sem braços onde assisto tevê. Dei-lhe meu pau para chupar e quando voltou a ficar bem duro, pedi que ela erguesse as pernas e, pegando-as por trás dos joelhos, empurrei-as para trás bem abertas. Fernanda deu um sorriso malicioso vendo-me olhar sua buceta e deu um gritinho quando a penetrei até o talo. Excitada, ela logo começou a gemer e me agarrou pela cintura, induzindo-me a socar com mais e mais força. Ela estava alagada. Se sua vagina fosse maior, talvez meu prazer tivesse sido reduzido por tanta lubrificação, mas meu sexo a preenchia estreitamente e o vaivém não podia ser mais prazeroso.
- Você fode bem, disse ela, me olhando nos olhos com um sorriso diabólico nos lábios.
- Você também, respondi, começando a suar.

Em dois ou três minutos, Fernanda teve um novo orgasmo com espasmos tão fortes e gemidos tão altos que custei a perceber que ele veio acompanhado de um jorro que nos inundou e à poltrona de falso couro.
- Que aconteceu?
- Nada, bobinho, eu jorro, só isso, disse ela, dando seu sorrisinho encabulado.
- Uau! Já vi em vídeo, mas nunca saí com alguém assim, exclamei deslumbrado.
- Estou vendo! E agora? Molhei a poltrona toda. Faz mal?
- Que nada, respondi, sem parar de penetrá-la, excitadíssimo por estar vivendo aquilo.

Fernanda então me empurrou para fora dela e pôs-se de joelhos na poltrona, debruçando-se no encosto e olhando para trás. Pude contemplar pela primeira vez a bunda nua, perfeita, amplamente aberta, exibindo abaixo a buceta ainda gotejante e, pouco acima, um cuzinho rosado de preguinhas delicadas e perfeitas. Não resisti à tentação de aplicar mais um tapa naquela bunda linda, que arrancou de Fernanda um ai mais forte que o primeiro e deixou meus cinco dedos bem marcados na pele imaculada, mas que a excitou tanto que ela me confessou que seu cuzinho desembestara a "piscar". Para me redimir, dei-lhe uma boa lambida sentindo-o, de fato, pulsar na língua.
- Quem não gosta, né? disse a Fernanda, provocadora.
- Preferência nacional? retruquei, evocando o chavão e voltando a me encaixar nela enquanto deixava um espesso fio de saliva afogar o orifício raiado.
- Acho que eu ia enlouquecer se não trepasse hoje, sabia? Eu estava doida por um pau, confessou ela, toda animada e sincronizando seus movimentos aos meus.
- Se você não tivesse me dito, eu não adivinharia! brinquei, dando uma piscadela e enterrando meu pau grosso até o talo logo abaixo do orifício ensalivado.
- Ai, Rafael, estou sentindo que vou jorrar de novo, anunciou ela, ofegante e muito excitada, mas ainda meio inibida por essa aptidão exótica.
- Relaxa! Estou curtindo, e a tua sensação deve ser o máximo!
- Hãhã... mas é que... Ahhh!

Quando ouvi o líquido jorrar, não perdi a chance de interceptá-lo com a mão.
- Engraçado, pensei que fosse viscoso, mas é líquido como água. Não é xixi?
- Não é xixi, respondeu ela. Põe um dedinho no meu cu, vai, pediu ela entre gemidos.

Afundei suavemente o polegar no orifício já lubrificado de saliva e Fernanda gemeu forte, mordendo-o com o cuzinho e jorrando mais um pouco. Senti que ela estava começando a ficar lânguida e resolvi que era o momento de enrabá-la antes que ela perdesse as forças. Amaciei bem o cu com o polegar, depois com dois dedos e em seguida comecei a enterrar meu pau nele com toda calma. Fernanda sentiu o desconforto inicial, mas logo tomou a posição exata e só manifestou prazer. Pude perceber que ela gostava muito de sexo anal.
- Isso... mete... assim..., disse ela, agarrando-se à poltrona e voltando a olhar para trás, buscando alternadamente meus olhos e meu pau que começava a castigá-la.

Essa imagem me encheu de tesão. A bunda da Fernanda parecia pequena em relação às minhas dimensões e tive a impressão de que era precisamente isso que a excitava. À certa altura, ela levou a mão atrás para cutucar o curto trecho de pau ainda fora dela, depois começou a esfregar energicamente o clitóris enquanto eu pistoneava ritmadamente.
- Vamos gozar juntos? Quero tudinho dentro de mim?
- Vai guardar de recordação?
- Vou, respondeu ela, toda lânguida.

Não precisei de muito para gozar. Só esperei por ela para sincronizar os orgasmos e os tivemos simultaneamente, com direito a mais um ou dois jorros e muitos gemidos. Acho que gozei tão intensa e fartamente quanto da vez anterior, na cozinha, e meus espasmos foram recebidos com deliciosas mordidas do cuzinho guloso da Fernanda. Assim que parei de ejacular, dei a volta à poltrona e cheguei bem perto do seu rosto, vendo-a acolher com tesão o meu pau saído do cu, lamber e engolir todos os excessos, lavando meu saco com a língua e passando-a no tronco do pau até deixá-lo brilhante. Por fim, ficamos juntinhos nos beijando de língua, como eu gosto de fazer depois de uma boa trepada.

Por mim, eu teria feito uma pausa e continuado por mais uma hora ou duas, mas o celular tocou e Fernanda precisou ir juntar-se à família num restaurante. Assisti tristonho à escalada do shortinho supersexy pelas suas coxas douradas, lamentando o eclipse da linda bunda, conformado apenas por vê-la levar consigo a marca rósea dos meus cinco dedos. Ainda nu, não só recebi um interminável beijo melado como uma última chupada que me permitiu presenteá-la com um pouco mais de mim e que me condenou à saudade perpétua. Nos despedimos prometendo rever-nos, mas acho que estamos reticentes porque ambos sabemos que chances como aquela não costumam acontecer duas vezes.




2 comentários:

  1. adoro lembrar de muitos jorros desses, no coro, na cara , no corpo...lindos, loucos, deliciosos de sabor e aroma...sorvidos entre mil e tantos, risos, beijos, gemidos, abraços e gracejos...uma garota deliciosa, boca maravilhosa, seios perfeitos, bunda linda, pernas de bailarina que me enlaçavam e cantavam manhosas coisas bonitas...

    ResponderExcluir
  2. Salve, Mou! Eu sabia que você viria logo depois da vaga de inspiração homo, hahah! Então este fica dedicado a você e ao seu amor pelo corpo feminino ok?
    Um grande abraço do Marc

    ResponderExcluir

Eu gostaria de receber um parecer seu. Obrigado!