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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

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Marc Fauwel

Tatiana e Walter (série, episódio VI)

6. Dois é bom, quatro é melhor

Na volta para Laranjeiras, Walter dirige de com a mão de Tatiana em sua coxa, roçando carinhosamente os dedos na sunga. Ela não fala muito, parecendo preferir ouvir seu corpo entregue à volúpia do que está por vir. Débora e Tomás, no banco de trás, contam suas aventuras no Rock in Rio II. Ela brinca, tentando enfiar a mão por dentro da sunga do namorado, que tenta impedi-la e cora de vergonha.

Chegando em casa, mal a porta se fecha, Tatiana se livra da canga e aponta a cozinha, indicando a geladeira a Débora e fazendo gesto de beber para que ela providencie cervejas. Quando ela entra na sala com quatro latinhas, Tatiana e Walter, sentados no sofá, interrompem um beijo lascivo. A ereção dele é explícita, mas ele parece não dar a mínima. Débora olha para Tatiana dando-lhe um sorriso cúmplice. Tomás encontrou a janela e está de costas para todos. É Walter que quebra o gelo, levantando-se para falar.
– Gente, ninguém mais aqui é criança, então não vamos fazer de conta que a gente veio para cá só para beber uma cerveja e papear, ok? A idéia é ficar à vontade e fazer o que quiser. Tatiana me disse que vocês não têm muita liberdade para ficar sozinhos de vez em quando. Então aproveitem que estão na minha casa e que a Tati e eu acabamos de nos conhecer, ok? Vamos tomar uma cerveja para desinibir e aproveitar essa chance.
– Eu não preciso nem de cerveja! exclama Tatiana.
– Então dá o exemplo, Tati. Mostra para eles.
– Tatiana puxa Walter pelo elástico da sunga, senta-se na beirada do sofá e libera o membro que fica pairando semiduro à sua frente. Ela desencapa a glande encharcada, toca-a com a ponta da língua e envolve-a completamente. Walter olha para o jovem casal como se lhes dissesse: "Estão vendo? Sigam o exemplo!"

Débora aproxima-se de Tomás, que continua perto da janela, ainda um pouco inibido, dividido entre olhar para fora e para o sofá. Carinhosamente, ela passa a mão por dentro do elástico da sunga dele, acariciando a região logo acima do membro discretamente endurecido. Ele acaba sentando-se no parapeito baixo da janela, ela se encaixa entre suas pernas e eles começam a se beijar apaixonadamente. De vez em quando, o olhar dele cruza o de Tatiana, que continua sentada no sofá presenteando Walter com uma felação de profissional. Isso excita Tomás. Ele pede a Débora se vire e se sente em seu colo. Ela se instala e ele começa a acariciar-lhe as coxas e seios, ainda por fora do biquíni. Débora cochicha em sua orelha e troca novos olhares cúmplices com Tatiana.

No sofá, Walter está prestes a ter seu segundo orgasmo do dia, agora diretamente na boca de Tatiana, que não recusa nada e prossegue chupando ruidosamente.
– Quero te ver engolir, pede ele.
– E eu também quero tudo, ela responde, olhando-o nos olhos.

Tatiana permite que o esperma escorra um pouco da boca para, em seguida, recolhê-lo com os dedos e sugá-lo, engolindo tudo ruidosamente, diante do olhar atento do outro casal que continua excitando-se mutuamente sem ainda despir a roupa de banho. Findo o orgasmo, Walter se ajoelha no chão, tira a calcinha do biquíni de Tatiana, ergue-lhe as pernas escancarando-as e mergulha de cabeça em seu sexo encharcado. Ela reage agarrando-lhe imediatamente a cabeça, revolvendo e puxando seu cabelo, como se pudesse forçá-lo a penetrar inteiro dentro dela. Ele pincela energicamente o clitóris enquanto introduz dois dedos na vagina melada, vendo Tatiana oferecer-se mais e mais, de pernas escancaradas e rebatidas sobre o corpo. A cada vez que Walter se afasta, focaliza os pequenos lábios vermelhos, bem expostos entre os dois grandes lábios brancos e carnudos, e, centímetros abaixo, o orifício raiado e pulsante que ele ainda ignora se Tatiana cede ou não aos seus amantes. Ele o prova com a língua. Ela tem um sobressalto acompanhado de um gemido expressivo, que denuncia o quanto a região é erógena para ela.
– Você gosta de lambida no cuzinho, Tatiana? pergunta ele, entre um toque e outro da língua.
– Mm-hm... adoro... Não está vendo como eu me derreto toda? Mas você vai tratar bem dele, não vai?
– Por quê? Você nunca deu a bundinha, não?
– Já, mas...
– "Mas" o quê?
– Mas tem que ir devagarinho... Promete? faz ela, dengosa.
– Claro, Tati, retruca ele dando um beijo no ínfimo orifício rosado.
– Ai, Walter... não sei não, geme ela, um poco nervosa.
– Você vai ver. Mas vamos deixar isso para depois. Agora quero te levar para minha cama.
– Então me leva que eu estou toda molinha.

Walter ergue Tatiana do sofá ostentando uma monumental ereção e carrega-a como uma recém-casada, exibindo sua vagina comprimida entre as coxas. Eles entram no quarto sem fechar a porta. Excitadíssmo e agora mais à vontade, Tomás se livra da sunga e pede a Débora que também fique nua. Empunhando o membro avantajado, ele a põe de volta ao seu colo penetrando-a profundamente e arrancando-lhe um gemido. Agarrando-a pela cintura, Tomás beija a nuca da namorada, lambe suas orelhas, cochicha coisas eróticas e devora-lhe a boca. Débora sussurra-lhe que sente o pau grosso alargar-lhe a buceta enquanto os pentelhinhos fazem cócega em sua bunda. Eles ficam nesse abraço enquanto ouvem os gemidos que vêm do outro cômodo.

No quarto, Walter está de pé contemplando o corpo deslumbrante de Tatiana. De quatro na cama e olhando para trás, para ele, ela espera impaciente, após semanas de fornicação no carro. Mas Walter não tem pressa. Ele a contempla, masturbando-se lentamente, percorrendo com os olhos o corpo tão sensual que ele está para possuir. O pequeno orifício, objeto dos temores de Tatiana, exibe-se agora a ele, deliciosamente pequeno entre os dois gomos abertos da bunda perfeita. Logo abaixo, a bucetinha se oferece sob forma de fenda no centro de dois generosos lábios carnudos que ultrapassam ligeiramente o plano das coxas.
– Parece um sanduichinho! brinca ele, enigmático, examinando-a de perto por trás.
– O quê?, ela pergunta, intrigada.
– Tua bucetinha, assim, fechada, com os pequenos lábios vermelhos espremidos entre os grandes lábios brancos e carnudos. Parece um sanduichinho.
– Sei, mas estou achando que "alguém" não é muito guloso, retruca ela.
– Engano seu! Vou comer todinho. Aliás, já vou dar a primeira mordida!

E ele de fato abocanha a buceta de Tatiana, mordendo-lhe os grandes lábios como se fossem os dois pães de um saboroso hamburger e pondo-se a lambê-la enquanto deixa um dedo distraído acariciar exteriormente o botãozinho anal. Ela geme, alucinada para que ele a penetre, mas ele continua sem pressa, passando a lamber-lhe a buceta de alto a baixo, sentindo Tatiana empinar-se ao máximo, contorcer-se e abrir as pernas na esperança de convencê-lo. Ele observa de perto essa flor que rega a si própria com o muco transparente que escorre da entrada. Ele torna a lambê-la, como se faz com um sorvete gotejante, detendo-se no pequeno orifício anal, espalhando nele o muco e percebendo na língua o seu relevo. Tatiana reage como a égua no cio que está sendo oferecida ao garanhão. Apreensiva e cheia de desejo, ela saltita, se contorce, geme, arfa, resfolega, sem conseguir entender por que Walter não a penetra de uma vez. Para acalmá-la, ele caminha por fora da cama e vai oferecer-lhe seu membro para chupar. Ela o ataca com fúria, acolhendo-o inteiro, engolindo o fluido que reveste a glande.
- Assim... Chupa gostoso... Você gosta dessa babinha? ele pergunta, testando sua resistência.
- Humhum, responde ela, de boca cheia, tentando consolar-se com mais essa preliminar.

Na sala, Débora levou Tomás para o sofá e está trotando sobre ele, enquanto ele massageia seu cuzinho penetrando-o com o dedo ao sabor dos movimentos. Ela gosta de trepar assim, de frente para ele, seus seios contra o peito dele e chupando sua língua. O pau de Tomás é muito grosso, mais confortável na frente do que atrás. Mas ela não dispensa esse estímulo anal que amplifica a excitação e multiplica os orgasmos. O que impressiona em Tomás é sua incrível resistência. Enquanto ela goza sucessivamente, ele é capaz de continuar a fodê-la por um tempo que lhe parece interminável e praticamente decidir o momento de gozar. Sendo assim, ela se sente livre para subir e descer nesse mastro grosso e incansável e desfrutar dele ao máximo. Tomás, por sua vez, entrega-se à volúpia das carícias e beijos, sem mostrar o menor temor de que a excitação desencadeie um orgasmo intempestivo. Ora agarrando Débora pela bunda, ora dedando profundamente seu cuzinho ávido, ele a beija enterrando a língua em sua boca e sentindo os bicos entumescidos de seus seios cutucarem-lhe o peito liso.

Enquanto isso, extasiado com a nova felação, Walter continua olhando para o corpo divino de Tatiana, dourado de sol, todo empinado e impaciente. Ele percorre a coluna admirando-se com a incrível curvatura que produz um efeito de garupa equina e projeta a linda bunda para cima. Tatiana, sem deixar de chupá-lo, olha-o esfaimada diretamente nos olhos, quase implorando pela penetração. Ele retira o membro de sua boca e lhe dá um beijo molhado, buscando sua língua.
– Você está me matando, Walter... Se você não meter, vou acabar terminando com a mão... Me come agora... por favor!

Isso dá a Walter a certeza de que ela está pronta para recebê-lo. Voltando ao pé da cama, ele testa a dureza de seu seu membro: não poderia estar mais rígido. Em seguida, ele pincela com a glande a vagina encharcada, espalhando bem o muco e procurando o ponto exato de entrada. Tatiana está imóvel, olhando para a frente como se tentasse antecipar a sensação de ser penetrada por esse membro que ela ainda não conhece e cujo calibre lhe parece grosso. Ela sente a extremidade arredondada e lisa percorrer sua fenda de alto a baixo, afastando os lábios rechonchudos para acomodar-se na entrada, avançar o suficiente para testar sua elasticidade, recuar e, finalmente, investir, alargando-a subitamente de cinco centímetros. Ela dá um profundo gemido e tenta reestabilizar seu corpo firmando as coxas e braços, sentindo o coração palpitar. Enquanto o possante membro força mais a entrada e começa a invadi-la, Tatiana mostra desejar que essa sensação dure para sempre. Ela fecha os olhos, sua boca saliva abundantemente, um arrepio percorre-lhe a espinha e ela se contrai para tentar impedir que o caminho seja percorrido muito rapidamente pela ampla cabeça que avança cobrando mais e mais espaço. Quando o corpo de Walter vem bater contra o seu, consumando o ato e provando-lhe que ela é capaz de acolher completamente esse novo pau, uma expressão ilumina-lhe o rosto.
- Está gostoso? pergunta ele.
- Está me rasgando... mas é bom demais! diz ela, se contorcendo e gemendo como uma gata.
- Eu bem que notei que você tinha pouca abertura, Tatiana, mas não disse nada porque você parecia ter prática.
- É que ele é grosso... Ahn! Não estou mais acostumada com um assim... Mas entrou e estou quase desmaiando de tesão... Fica um pouco dentro de mim, por favor... Ahh...
- Então morde mais o meu pau com a buceta, Tati... Assim... Isso é bom demais.

Na sala, Débora está estendida de bruços enquanto Tomás, recostado num braço do sofá com as pernas abertas e jogadas para cima, oferece-se à sua língua voraz.
– Teu cuzinho está tão salgadinho do mar, Tom!
– Então tira o sal todinho com a língua que depois eu vou tirar do teu, diz ele, entre gemidos, masturbando o grosso membro e contemplando a bunda estreita e empinada da namoradinha. Entre uma lambida e outra, ela abocanha seu saco, levando Tomás aos píncaros do prazer.
– Você nunca mais pediu meu dedo e eu sei que você gosta, Tom. Quer hoje?
– Débora… diz Tomás, embaraçado.
– O que? Relaxa, Tom.
– Quero, mas se eles vierem, você para, ok?
– Prometo. Mas, Tom, você tem que ficar mais à vontade aqui, porque pode ser que role alguma coisa diferente, deu para entender?
– Eu sei, eu sei…
– Tudo bem, mas faz um esforço. Promete?
– E ele? sussurra Tomás, apontando para frente.
– Ele, você esquece, finge que não está aqui. Lembra do que a gente combinou na praia? Agora levanta essas pernas, anda! ordena ela, dando um tapinha em sua coxa.

Débora aplica o polegar na entrada do orifício e começa a introduzi-lo com carinho. Tomás fecha os olhos e progressivamente vai deixando que o prazer se instale.
– Adoro esse teu corpo de menino, Tom. Dá vontade de lamber todinho, diz Débora, contemplando o corpo liso do namorado enquanto sente seu dedo sendo lentamente tragado pelas pulsações anais.
– Ahn... Está gostoso... Quero gozar enquanto você faz isso... Chupa meu pau vai, por favor...

Ela aquiesce e introduz na boca a grossa verga, chupando vorazmente. O prazer anale e oral combinados é tão intenso que a resistência de Tomás não demora a cair. Os jatos se sucedem na boca da namoradinha que se agita, sempre de bruços no sofá. Tomás, sentado em sua mão, acolheu inteiramente o polegar de Débora, e geme, duplamente estimulado. Quando os espasmos cessam, ela o convida a beijá-la. Eles compartilham o esperma, que viaja de uma boca à outra até que eles o engolem, terminando com um risinho.

Os gemidos no quarto indicam que Walter está entregue há longos minutos a uma penetração de estocadas rápidas e profundas, batendo com força contra a bunda de Tatiana que tenta recuperar algum controle porque enquanto a penetra, Walter acaricia-lhe o anel róseo do cu, cospe nele e ameaça mergulhar-lhe o polegar.
- Você não dava a bundinha para os namorados, Tatiana?
- Ahn… mais ou menos... diz ela, vaga, entre duas vigorosas estocadas.

Ela desconversa e começa a fazer movimentos lentos com as ancas, induzindo Walter a um vaivém mais suave. Ele desliza para dentro e para fora da buceta superlubrificada que envolve estreitamente o seu pau em toda a circunferência. À medida que ele acelera, Tatiana emite cada vez mais líquido. Em dado momento, Walter percebe que seus gemidos aumentam. Ele nota então que Tatiana começa a masturbar-se, esfregando nervosamente o clitóris e dando-lhe palmadinhas. Walter se retira dela e, indo até a mesinha de cabeceira, pega um estojo.
– Que é isso?, pergunta ela, intrigada.
– Surpresa. Você vai adorar. Não olha para trás, está bem?

Ela aquiesce e ele tira do estojo um vibrador em forma de zepelim, de cerca de dois dedos de diâmetro. Em seguida, ele volta a penetrá-la na buceta enquanto massageia-lhe o cu com a parte carnuda do polegar.
- O que você vai fazer? pergunta ela, entre gemidos, fazendo-se de desentendida e um pouc apreensiva.
– Vou te fazer gozar muito. Quer?
– Ai, quero! Quero ficar fraca de tanto gozar...

Ele então encosta a extremidade arredondada do dildo no orifício e aciona o vibrador. Tatiana leva um pequeno susto, mas logo entende e se entrega, confiante. Contudo, a sensação é tão inusitada que em segundos ela é tomada por um orgasmo avassalador. Seus próprios movimentos fazem com que o cu acolha o vibrador um pouco mais profundamente, provocando-lhe uma sensação que ela demonstra ser extremamente intensa.
– Ahhhh! Que loucura é essa, Walter? Nunca fiquei assim! Estou... estou até tonta... ahn… ahn…
– Mas está tudo bem, Tati? Posso continuar?
– Continua… continua... não para de meter nem tira o vibrador… ahn... por favor!

Controlando o vaivém do dildo anal, Walter concentra-se em seus próprios movimentos, fazendo-os bem longos e profundos. A cada vez que seu pau sai completamente, percebe o quanto Tatiana está excitada.
– Ah... não tira! choraminga ela, enquanto ele lhe dá batidinhas na bunda com a verga dura.
– Tua buceta está linda, Tatiana. Vermelhinha e encharcada desse jeito, parece uma flor cheia de orvalho.
– Ahn... Você vai foder muito essa florzinha, não, vai?
– E a outra florzinha também, se você deixar.
– Ai, não sei...
– Você não está gostando do vibrador?
– Estou, não é isso... Ahn… Continua assim, gostoso...

Walter desconfia que Tatiana não queira revelar algum mistério sobre sua experiência com o sexo anal, mas decide não explorar o assunto por ora e se limita a deixar que o vibrador faça o trabalho de excitá-la ao máximo e preparar o terreno.

Nos dois cômodos, a atividade é intensa para os quatro integrantes, que dão mostras de estarem apreciando muito o programa. Na sala, Débora, sentada ao lado de Tomás, com uma perna sobre a dele e brincando com seu membro interrompe um beijo.
– O que será que eles estão fazendo, Tom?
– Sei lá. Trepando como a gente, imagino!
– Ai, estou louca para ir dar uma espiada!
– Não faz isso! ele pede, rindo.
– Que é que tem? É só uma espiadinha!
– Curiosa! Vai lá então.

Pé ante pé, ela vai até a porta do quarto e depara com uma nova cena. Tatiana agora cavalga Walter e Débora a vê de costas saltitando  sem sair da verga que se mantém na vertical enquanto ela sobe e desce gemendo a cada vez que ele espreme seus seios e lhe diz coisas.
– Trota nele. Assim. Trota nele com essa carinha de quem está adorando levar pica, vai...
– Me faz gozar de novo... Me fode gostoso, Walter... Quero dormir exausta de tanto gozar...

Ao ouvir isso, Débora não pode deixar de emitir um risinho, que não escapa à atenção do casal. Walter ergue a cabeça e sorri olhando amistosamente para ela, convidando-a a entrar com um grande gesto.
– E chama o Tomás! ordena ele, extrovertido.

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