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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

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Marc Fauwel

O nome do pecado é Mirinha (série, episódio II)

Na segunda-feira seguinte, amanheço com o dedo na campainha da casa branca de venezianas azuis. A porta se abre e um lourinho de cabelo de anjo vestindo apenas um short de pijama vem se apoiar no batente e fica me olhando sem dizer palavra, retendo um bocejo nos lábios.
- Oi, eu sou um amigo da Mirinha.
- Peraí, diz ele, com um sorriso desconcertante. Mi! É pra você!

Segundos depois, Mirinha abre a porta, sorridente, vestindo uma minissaia jeans e a parte de cima do biquini que eu já conheço.
- Você veio!
- Passei o fim de semana todo lembrando do nosso encontro.
- Sério? retruca ela, dando um sorrisinho malicioso.
- Todo mundo é bonito, na sua família?
- Filhos de suíço alemão com italiana do norte. E você ainda não viu o meu irmão mais velho! Mas entra aí!

É uma típica casa de praia: sala grande de chão de lajotas mobiliada com os móveis velhos da casa da cidade e dois ou três quartos pequenos com beliches. Há garrafas de cerveja, copos espalhados e uma desordem geral reveladora da ausência dos pais. O lourinho que atendeu a porta está num dos quartos tentando em vão ajustar a colcha na cama e o barulho de chuveiro me permite localizar o terceiro irmão enquanto eu sigo Mirinha até a cozinha.
- A casa está uma zona; meus pais voltarm para o Rio. Quer cerveja, coca...?
- Aceito uma coca.

Ela aponta para a geladeira. Abarrotada de refrigerantes e cervejas tanto nas prateleiras quanto na porta. Pego uma latinha e puxo uma cadeira da mesa redonda para conversar com Mirinha enquanto ela lava uma louça caótica. Suas coxas claras mas bronzeadas desaparecem na barra da minissaia já quase à altura das dobrinhas. Fico esperando que ela se debruce na pia ou se estique para abrir o armarinho de cima, mas sou interrompido por um tapinha nas costas misturado a uma voz grave
- E aí, tudo bem?
- Meu irmão mais velho, Thomas, diz Mirinha me olhando por cima do ombro.
- Prazer! faço eu, me virando para olhar nos olhos o terceiro irmão, outro ariano de rosto liso, com dois olhos azul-turquesa insuportavelmente penetrantes, encrustados sob sobrancelhas finas e tão louras quanto o cabelo. Ele passa por nós de toalha enrolada na cintura, desaparece por uma porta que dá para uma área de serviço e volta de sunga anunciando que vai para a praia.
- Ah, Thomas, vamos todos juntos! pede a irmã.
- Sem chance! A galera está toda me esperando e a gente não vai ficar em Arraial, retruca ele, já me fazendo um sinal de despedida e se afastando em direção à porta de entrada.
- O Pohl vai com você?
- Tá louca!
- Pohl! grita Mirinha.

O garoto desponta na cozinha nu em pelo, passa por mim e fica parado logo atrás de Mirinha. Tento evitar, mas não consigo deixar de olhar de relance a bundinha branca e rechonchuda, que ele coça negligentemente enquanto explica à irmã que está indo para o banho e que depois vai passar o dia com um amigo que também veio pra Arraial porque a mãe dele ficou e o pai voltou para o rio, etc. Em seguida, ele dá meia-volta e dispara para o banheiro, sorrindo para mim com as duas mãos entre a coxas. Fico com a impressão de ter visto um despudorado Cupido.
- Está vendo como eles são? Sobrei de novo! diz Mirinha sem se voltar.
- Eu posso ir à praia com você, proponho, já um tanto erotizado e olhando a minissaia que teima em não ultrapassar os limites.
- Topa ir a uma praia linda que tem a meia hora daqui? Costuma estar vazia. Você dirige? A gente tem um Bugre.
- Claro!

Ajudo Mirinha a guardar a louça e ela me faz segui-la até o quarto. Chegando lá, ela abre uma gaveta da cômoda, pega um biquini branco de friso azul claro e me pergunta se eu gosto.
- Não sei, respondo. Prefiro colorido.
- E este? Ela me mostra uma minúscula calcinha de biquini vermelha.
- Uau! Tem coragem?

Ela some e volta instantes depois, segurando a parte de cima com uma mão espalmada.
- Dá o laço pra mim?
- Claro, respondo, fingindo naturalidade enquanto ela se vira. Quase engasgando ao ver o rego da bundinha saliente engolindo praticamente toda a parte de trás da calcinha do biquini.
- Indo lá com você, eu tenho coragem de botar este. Vou poder bronzear tudo que falta, diz ela dando uma voltinha. Sinto as pulsações do meu pau.

Assim que pego a  estrada, me sinto bem tendo ao meu lado essa menina tão livre e desinvolta, dona do próprio nariz com tão pouca idade. Tenho vontade de passar a mão nas suas coxas para que ela as abra e se ofereça às minhas carícias, mas decido esperar que o clima erótico seja mais recíproco e puxo conversa sobre a paisagem. Ao chegarmos, Mirinha me diz para estacionar ao lado de outros carros, pega uma bolsa e nós caminhamos em direção a uma pequena duna. Do outro lado, uma enseada cercada de rochas e uma extensão de cerca de 300 m de areia branca e fina invade meus olhos.
- Uau!
- Lindo, né?
- Estou sem fala.
- Depois que descobri este lugar, trago todo mundo que eu gosto aqui.
- Isso foi elogio?
- Bobo! Vamos lá pro finalzinho que é mais gostoso.

Nós caminhamos por alguns momentos lado a lado e...
- Não vai querer andar abraçadinho? Foi só naquele dia, é?
- Não, não! Vem cá!

E faço mais: puxo-a para mim e taco-lhe um beijo que, desta vez, ela aceita e faz render, me dando sua língua e sugando a minha. Pela primeira vez, eu bebo a sua saliva quente, de um sabor neutro mas levemente adocicado. Ela sente as pulsações do meu pau e me dá um sorriso cheio de malícia. Eu retribuo acariciando a bundinha firme, que se empina toda ao meu primeiro toque. Mas Mirinha logo me empurra e sai correndo em direção ao final da enseada, rindo-me e fazendo-me persegui-la. Chegando ao lugar que será o "nosso" canto,  ela para, me deixa agarrá-la por trás, mas desvencilha-se de mim para tirar uma canga da bolsa.
- Calma! Me deixa estender a canga...
- Só tem umas seis pessoas na praia. Legal!
- Eu não teria coragem de ir com esse biquini a uma praia cheia.
- Você fica um tesão com ele.
- Vamos cair n'água? diz ela, sorrindo.

Ela sai correndo na minha frente, deixando-me contemplar seu corpo perfeito, os dois gomos da bundinha praticamente nua. Ela para com água gelada nas canelas. Eu chego, agarrando-a novamente por trás e empurrando-a. Ela finge resistir, mas se deixa levar. Ela põe uma mão para trás e sente meu pau todo duro, em bola, na sunga. Sinto quando ela o aperta. Quando a água nos chega à cintura, ela se vira e baixa a minha sunga o suficiente para liberá-lo. Eu a puxo para mim e colo meus lábios em sua boca molhada, ávida por esse cacete que ela agora empunha com força. Sinto o recuo do prepúcio e me afasto para ver a cabeça brotar, inchada e lisa.
- Hoje eu quero te dar muito, diz ela, enfiando a língua na minha boca.
- Estou com tesão contido há três dias!

Indiferente aos poucos banhistas, Mirinha me leva para a areia puxando-me pelo pau. Olho para a praia, tenho a impressão de que um cara nos observa, mas não dou maior importância e deixo-me levar assim até a nossa canga. Chegando lá, Mirinha me faz sentar e se deita de bruços com a cabeça à altura da minha cintura. A visão da bundinha molhada refletindo o sol faz meu pau enrijecer como uma estaca. Me viro um pouco de lado e Mirinha o toca fazendo-o balançar.
- Ele é bem feito. Acho bonito.
- Bem feito eu acho; bonito não!
- Você bate muita punheta?
- Bastante.
- Quantas?
- Ah! Pelo menos uma por dia.
- Você é canhoto?
- Sou, por quê?
- Porque ele é meio curvo para a esquerda.
- Pô! Mó profissional, você, hein!
- Espero! diz ela, dando um sorrisinho discreto.

Aproximando-se ao máximo, Mirinha beija a minha glande e começa a lambê-la. Uma pulsação fortíssima se propaga instantaneamente por todo o meu corpo. Chego a temer a ejaculação precoce, mas olho para Mirinha, para aquele corpo tão cheio de promessas e me lembro do que eu aprendi nos Kama Sutra: o controle é a chave do prazer prolongado. Volto a olhá-la para vê-la brincar com um fio transparente do meu fluido. Ela lambe a minha glande, acolhe-a na boca e a faz brotar dos seus lábios em flor, frouxos e projetados, olhando-me em seguida com seus olhos de um azul esverdeado mais profundo que o mar. Essa visão me excita tanto que, sem pedir autorização, desato o laço do biquini e deixo seus peitinhos à mostra enquanto assisto a deliciosa felação. Sinto as pulsações do meu pau durarem cada vez mais, tornando-o um longo corpo vivo, rigidamente curvado pra cima. Seus dezessete centímetros não chegam a sumir completamente na boquinha desmesuradamente aberta da menina linda.
- Quero dar para você, diz ela, afastando-se um momento, olhando-me nos olhos e deixando-me ver seu rosto vermelho de excitação.
- Mas... Aqui? respondo, olhando discretamente para o cara que continua a olhar de longe.
- É. Você vai me comer agora.

Uma idéia me ocorre. Peço a ela para se virar de costas para mim; vamos fazer de ladinho. Ela aquiesce. Ouço sua respiração ofegante de tesão. Desta vez, sou eu que estou no controle, penso comigo mesmo. Ela solta o laço de um lado da calcinha do biquini e se achega a mim separando um pouco as pernas. Acaricio a bucetinha, apalpo os lábios macios, passo um dedo entre eles, me aprofundo, me introduzo, saio... Mirinha geme quando chego ao clitóris e começo a esfregá-lo. Sinto a pressão da sua mão no meu antebraço. Ela abre ligeiramente as pernas e me franqueia a entrada. Dois dedos... Três dedos. Encharcado. Ela resfolega.
- Mete, vai... Me fode agora... Não estou aguentando...

Levando a mão atrás para procurar meu pau, ela o empunha mais uma vez para direcioná-lo. Só preciso puxá-la pela cintura para entrar. Ela completa a penetração procurando minhas bolas e esmagando-as contra sua xana preenchida pelo meu cacete.
- Ahhh! Que gostoso! Fica dentro de mim um pouco.

Me distraio passando a mão de leve pelos biquinhos duros dos seios de Mirinha. Meu pau pulsa em seu interior, mas estou imóvel ou quase, fazendo ínfimos vaivéns quase imperceptíveis, apenas para completar a penetração. Ela então me puxa pela mão para ficar completamente de bruços por cima dela. Sou bem maior; ela quase desaparece sob o meu corpo. Fico com as pernas por fora das dela e, mais do que nunca, encaixado até as bolas. Ela está tão enxarcada que meu pau desliza quase sem atrito, nos poucos movimentos que faço.
- Adoro ficar assim, diz ela numa voz lânguida, esmagada pelo teu peso, o pau todo enfiado em mim... Sinto cada milímetro.
- Então vou te comer assim sempre, gatinha...
- Tem um cara olhando para nós, interrompe ela, ao perceber o “nosso” curioso pela primeira vez.
- Ele te viu me puxando pelo pau, digo rindo.
- Mentira!
- Sério! E ainda digo mais. Ele chegou mais perto. Ele estava bem mais longe que isso.
- Ah é? Sabe o que a gente vai fazer, então? Já que ele está tão curioso, a gente vai dar um showzinho pra ele.
- Você quer trepar na frente dele?

Ela gira, fazendo-me ficar atrás dela e, novamente, me pede para meter nela de ladinho, desta vez virados para o nosso espectador, que deve estar a uns cinquenta metros, sentado de frente para o mar.
- Você não vai dar bye-bye pra ele, espero!
- Não, mas quero ver até onde chega a cara de pau.

E nós recomeçamos a foder, desta vez com direito a gemidos e suspiros em volume normal. Mirinha tem uma buceta extremamente confortável para quem a come por trás; longa com a entrada bem pertinho do períneo. Um vaivém ritmado e profundo vai levando-a de volta ao clima de excitação inicial. Ela pega minha mão para que eu volte a acariciar seus seios e em seguida ataca energicamente o clitóris.
- Boquinha mágica, pau delicioso... Sexo é o teu nome, hein, menino! geme ela.
- Você é que está dizendo. Não me acho grande coisa não. Estou aprendendo muito com você.
- Soca, vai. Vamos gozar juntos pro curioso.

Começo a acelerar, arrancando gritinhos de dor de Mirinha a cada vez que pinço com força um dos mamilos. Embora esteja bem ajustado nela, meu pau pistoneia livremente a buceta molhada.
- Meu pau é grosso para você, Mirinha? cochicho em seu ouvido, sem parar de socar.
- Grosso como eu gosto... Detesto pau pequeno.
- Você me daria o cuzinho?
- Claro, mas não aqui.
- Eu vi teu cuzinho... Achei lindo... Deve ser uma delícia.
- Eu quase nunca deixo... Só se o carinha for muito generoso.
- Que mercenária! Mas você gosta?
- Sei lá... Depende com quem.

Essa conversa durante a foda por trás me empolga, me faz socar forte e imaginar que já estou comendo o cuzinho delicioso da Mirinha. Ela sente meu entusiasmo e ora acaricia minhas bolas, ora esfrega o grelo, gemendo muito. Minha resistência me espanta. Me sinto pronto a trepar horas a fio, concentrado no meu desempenho tântrico, quando, de repente...
- Ué! Cadê o tarado?, faz Mirinha, com uma voz divertida.

De fato, nosso curioso parece ter evaporado diante de nós. Olho para a água, para a praia, mas nem sinal dele.
- Deve ter cansado, digo rindo.
- Hum! Sei não. Esses caras não desistem assim... Xi! Disfarça. Ele está ali em cima.

Nosso voyeur deve ter atravessado a faixa de areia em linha reta e vindo na nossa direção por trás das dunas. Ele está agora a uns vinte metros de nós, sentado e fingindo estar com o olhar perdido no horizonte. É um cara de uns trinta anos, claro, alto, de cabelo castanho esvoaçando ao vento. Ele não inspira medo. Deve estar excitado, querendo apenas nos ver transar.
- E aí, Mirinha? Ele vai poder assistir o show de camarote ou não?
- Claro que vai! E acho que agora não tem mais ninguém por perto, então vamos fazer uma sessão especial pra ele!

Ela se desencaixa de mim e se deita de costas, erguendo e escancarando as coxas convidativamente, exibindo a bucetinha carnuda e apetitosa toda abertinha e melada. Me ajoelho e mergulho de boca, olhando de esgueira o nosso curioso,  que continua fingindo olhar ao longe.
- Mordisca o meu grelinho, vai.

Eu ataco a dentadinhas leves entremeadas de longas lambidas molhadas na fenda comprida. Depois, exponho o interior com os dedos e dou pinceladas generosas no grelo. Mirinha se contorce e geme, agarrada ao meu cabelo, esfregando a minha cara em sua racha. Enquanto eu uso a língua, ensaio a técnica da tesourinha (indicador na xana, médio no cu), mas Marinha me inibe.
- Aí não-o!
- Tá, desculpa.
- Agora me fode de novo, anda... Vem de papai e mamãe pra eu te beijar.

Eu mergunho em direção a ela e meu pau descobre a entrada sozinho. Sinto os calcanhares da Mirinha nas costas. Embora muito excitado, a buceta molhada e livre de atrito me evita uma vez mais o orgasmo precipitado. Estou com sorte. Resolvemos mudar de posição mais uma vez, ficando no sentido do comprimento da praia. Agora podemos ambos ver o curioso, que parece não perceber que já foi descoberto.
- Acho que ele está com a mão no pau, diz ela, entre riso e gemidos.
- Acho que sim; dentro da sunga.
- Topa fazer esse cara tocar punheta? Estou disposta a ir mais longe pra ver isso acontecer.
- Ir mais longe como?
- Sei lá... Te dar o cu.
- Mas você não disse disse que...?
- Bah! O mar é logo ali. O máximo que pode acontecer é você ter nojo e sair correndo. Mas antes, me fode nessa posição mesmo, faz bastante teatro, exagera as posições. De repente o carinha fica doido e bate uma só com isso.

Todo imbuído do papel de ator pornô, baixo minha sunga até os pés e empurro as coxas da Mirinha contra o seu peito. Em seguida, encaixo a cabeça do pau na entradinha da xana e, me apoiando nas coxas com as mãos, penetro uma vez até o fundo engrenando num vaivém de profissional. No início, me inibe um pouco saber que o tal cara está vendo a minha bunda, mas sou obrigado a admitir que o aquilo vai me excitando e acabo me soltando, desejando me exibir, relaxando a bunda e ampliando os movimentos. Chego a desejar que ele possa ver não só o meu pau pistoneando a buceta da Mirinha e o meu saco batendo no períneo, como também meu cu no fundo do rego. Chego a sentir um certo desejo sexual por ele, o que evoca o caráter bissexual que já detectei em mim há tempos.
- Nada, hein? faz Mirinha, despertando-me dos meus devaneios.
- N-nada... respondo, tentando não parecer  desatento. Acho que você vai ter que me dar o cuzinho.
- Ah, mas está tão gostoso com você socando assim...
- E quem disse que a gente precisa parar?
- Ele. Olha lá.

Ao que tudo indica, nosso voyeur parece estar sendo vencido por uma qualquer necessidade de ir embora. Ele olha para o relógio, depois em direção aos carros, esfrega uma mão na outra para limpar a areia e ajeita a sunga como se estivesse apenas esperando o pau amolecer para se levantar.
- É agora ou nunca, diz Mirinha, já se virando para empinar completamente a bunda na minha direção, ficando com o rosto colado na canga e me mandando agir rápido.

Já em posição, separo os dois gomos da bundinha linda e dou uma lambida felina no botãozinho do cu, que pulsa ao meu contato. Nosso curioso olha fixamente. Enfio meu pau na buceta e o retiro lubrificado, provocando um gemido da Mirinha.
- Ah... Enfia primeiro um dedo.
- Está bem.

Introduzo o indicador e o médio fundo na buceta e, em seguida, só o indicador no cuzinho, lentamente, mas até o final. Mirinha o recebe com um gritinho. Sua mão já trabalha no grelo, para se distrair da possível dor com a excitação clitoriana.
- Mete logo!
- Já vai! Ele está olhando. Acho que não vai mais embora.

De fato, a nossa estratégia parece estar sendo eficaz. Nosso curioso observador está mais atento que nunca; deve estar se perguntando se nós vamos fazer sexo anal e dizendo aos seus botões: "Se o cara enrabar a garota eu fico, se não enrabar eu me mando."

Resolvo fazer um último teste. Sem pedir permissão, enfio meu pau na buceta da Mirinha e começo uns vaivéns negligentes.
- Mas o que...? protesta ela, empertigando-se.
- Calma!

O carinha olha novamente na direção dos carros e recomeça a esfregar as mãos para tirar a areia. Não tenho mais dúvida: ele só fica se rolar o anal.
- Lá vou eu, Mirinha. Respira fundo.
- To pronta.

O cuzinho pulsa algumas vezes e se relaxa diante dos meus olhos criando um ínfimo orifício negro que me dá a certeza de que Mirinha já fez isso bastantes vezes. Sinto que minha saliva está viscosa e aplico o conhecimento adquirido das milhares de horas de vídeos pornô: deixo um longo fio percorrer o vazio até tocar o anelzinho raiado e lubrificá-lo. Só então aplico a cabeçorra do meu pau contra ele e começo a pressionar, sob os gemidos de desconforto da Mirinha.
- Mete de vagaaaar! faz ela, contorcendo-se.

Vê-la assim me enche de tesão. Continuo cuspindo até que saliva suficiente se acumula entre a glande e o cu para lubrificá-lo na abertura. O enrabamento está lançado e ele hipnotiza o nosso voyeur, que, para exultação nossa, está agora sentado de pernas abertas com o pau e o saco para fora da sunga.
- Aiê, seu puto! protesta Mirinha.
- A cabeça encaixou.
- Percebi! Mete logo, pôxa! Tá me matando aqui!
- Tá bom, tá bom... Não sabia que isso era um parto para você. Afinal, não sou eu o profissional...
- Cala a boca e mete!

O espetáculo me deslumbra. O ruído da rebentação, o sol quente, o céu azul, o gostinho de sal e buceta na boca e essa menina gostosa numa posição tão vulnerável, à minha disposição, pedindo para ser enrabada por mim. E como se não bastasse, um espectador embasbacado, se masturbando em nossa homenagem! Sinto meu corpo nu completamente livre de inibições. Sei que ele está me vendo de costas e não me importo que ele tenha mais tesão por ela ou por mim. Se for por ela, estarei proporcionando um espetáculo prazeroso a um heterossexual que deu sorte num dia de praia. Se for por mim, só tenho que me orgulhar do meu corpo e - quem sabe ? - talvez eu esteja ajudando um homossexual a sair do armário. Imbuído de toda essa autoconfiança, seguro Mirinha pelas ancas e vou me aprofundando em seu cu, sentindo minha própria bunda relaxada, meu cu acariciado pela brisa do mar. Meu pau desliza lentamente para dentro, lubrificado pela minha saliva. Mirinha está durinha, de quatro, como uma cadela no cio, recebendo atentamente o meu pau e olhando para o nosso espectador através da cabeleira loura atraída pela gravidade. Meu saco encerra o percurso resvalando na a bucetinha já fechada.
- Teu pau é grosso pra mim, sabia? Estou sentindo a maior pressão.
- Já vai passar.Vou começar a mexer.

E inicio meu vaivém, deliciando-me com essa mesma pressão que tanto judia dela.
- Ahn! Ahn! Ahn! faz Mirinha a cada estocada.
- Quer que eu pare?
- Nã-ã-ão!
- Então é que já está ficando gostoso.
- Ca-ala a boca e fo-ode!

Aos poucos, o cuzinho vai relaxando e cedendo mais e mais, o que me permite uma penetração consistente e profunda. Os "Ahn!" se tornam "Ahhh!", os insultos se tornam agrados, ela se oferece, toma gosto, pede que eu soque com força, se entrega. Sem entrar em detalhes, vou dizer apenas que outra matéria, bem mais densa, vem contribuir para a lubrificação do meu pau e que, em outras circunstâncias, isso me deixaria reticente em prosseguir. Mas estamos na praia, a água é logo ali e devo reconhecer que meu prazer continua crescente e que o incidente apenas me estimula a me desprender da visão posterior da Mirinha para olhar o nosso curioso que, enfim, se mostra competamente vencido.
- Olha lá, Mirinha!

A menos de vinte metros de nós, ajoelhado na areia, nosso voyeur se entrega a uma punheta magistral, olhando agora assumidamente para o espetáculo que lhe proporcionamos, convidando-nos com o olhar a admirá-lo em ação. Seu pau não é menos digno de atenção e ele acaricia sensualmente o peito liso enquanto se exibe. Marininha geme a cada vez que me choco contra as suas coxas. Vou penetrando-a com intensidade crescente até explodir em seu reto, sentindo meu pau pulsar furiosamente e atingir seu máximo diâmetro enquanto expulsa o esperma em fortíssimos jatos quentes. As matérias se misturam; meu pau se move numa espécie de lava de viscosidade ideal. Mirinha logo começa a gozar, introduzindo dedos na buceta e me implorando que não pare de foder seu cu com toda a força.

Inesperadamente, é nesse momento que o nosso observador se levanta, caminha alguns metros e vem, por sua vez, gozar fartamente a cerca de dez metros de distância de nós. Ainda encaixado em Mirinha  e sob o efeito inebriante do orgasmo conjunto, limito-me a observar as parábolas de esperma que o cacete maciço esparge em nossa direção. Quando tudo cessa, o homem repõe seu membro amolecido na sunga, dá uma piscadela sorridente e vai embora, caminhando pela beira-mar.
- Uau!
- Uau! Uau! retruco eu, mais que ofegante.

Ficamos alguns instantes em silêncio, ainda encaixados, eu meio sem saber o que fazer, até que Mirinha toma a iniciativa.
- Agora, sem olhar para baixo, vai correndo para a água!


Só olho para trás quando a água me chega à cintura. Mirinha se aproxima, nos abraçamos, provo novamente a sua língua, sua saliva, agarro-a pela bunda, ela me envolve com as pernas, um gemido e... lá vamos nós outra vez!

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