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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

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Marc Fauwel

Trechos de Um Percurso (série, episódio III)

Nas férias de verão de 19..., o amigo mais bonito do meu irmão passou um fim de semana inteiro lá em casa e isso desencadeou uma série de acontecimentos que resultaram num dos episódios mais importantes da minha vida. Como eu já disse em outro lugar*, há eventos que a gente precisa poder relembrar em detalhes e pela vida afora. Mas como detalhes se esquecem, às vezes é preciso reabrir os diários de menina e tentar juntar a realidade com a lembrança. É o que eu tenho feito e que tem me dado muita satisfação.

Luíza S. V.

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3. Três Dias Para Agir!

Sexta-feira

Fui eu que abri a porta para eles, e fiquei intimamente eufórica quando soube que o Marcelo ia dormir três noites lá em casa. Mal os dois entraram, já se enfiaram no quarto do meu irmão, sem me convidar, é claro! Foi só no jantar que eu pude enfim ficar perto do Marcelo. Em pleno verão, estávamos todos de roupa fresca, eu de shortinho de tecido fino e uma camiseta velha que eu adorava e continuava a usar em casa embora ficasse quase a um palmo acima do umbigo. Logo percebi que o Marcelo notou o quanto era curta. Quando a gente se falava, o olhar dele ia direto para o meu peito e ele tentava consertar subindo até os olhos, mas só conseguia me encarar por um instante. Eu cravava os olhos nele e fazia caras e bocas. Ele era lindo, moreno de olhos verdes, alto e todo forte; era a minha idealização do Tutankamon! Depois do jantar, eles iam ver um filme e, com muita insistência, acabei descolando um convite. Matrix, milésima vez; todo mundo já sabia de cor mas eles insistiam em tentar bater o recorde porque um cara na escola tinha assistido 50 vezes e se gabava de saber explicar absolutamente tudo, inclusive o "déjà vu" do gato preto.

Marcelo se instalou numa ponta do sofá, eu na outra e meu irmão deitou de bruços no chão. Com a luz apagada, passei o filme inteirinho dividida entre a TV e o Marcelo. Quando eu tinha certeza de que ele não ia perceber, ficava olhando para aquele rosto perfeito, o narizinho meio arrebitado, pequeno e pontudo, os olhos de águia, as sobrancelhas retas e aqueles olhos enormes pouco abaixo da franja do cabelo preto e liso. Os meninos tinham tirado a camisa e eu, que adoro peito e barriga bem feitos, fiquei só admirando. Ele era todo perfeito, braços fortes com os músculos desenhados, o peito musculoso mas sem exagero e a barriga planinha, que ele me deixava socar com a força que eu quisesse sem dar o menor sinal de dor. Além de bonito, Marcelo tinha bom gosto; ele nunca usava essas bermudas ridículas de palhaço, que vão até a batata da perna. Ele estava de bermuda, mas normal, cáqui, bem bonita, por sinal. Assim eu podia, de quebra, olhar as pernas dele, e que pernas! As coxas dele dão duas das minhas! Acho que ele nadava todo dia, entrava em campeonato e tudo.

E esse tesãozinho estava lá, estendido no canto do sofá, de pés cruzados esticados para a frente, euzinha olhando e me derretendo toda; não estava nem aí para o filme! Várias vezes eu me levantei passando bem na frente dele para ir pegar Coca-Cola e Pringles para nós três. Dei o copo com gelo e limão para ele e servi a Coca bem devagarinho, toda sorridente, enrolando para ficar perto dele. Quando me virei, senti que ele me olhou e fiquei me perguntando se ele tentava adivinhar minha bunda no short cor de rosa justinho. Ele não tirava os olhos das minhas coxas, cada vez que eu voltava para servir mais Coca; dava para ver o pulo dos olhos fazendo TV-meu corpo-TV. Também pudera! O short tinha menos de um palmo, deixava ver as dobrinhas e estava tão apertado que entrava todo, tanto na frente quanto atrás! Eu não sou propriamente "arrebitada" mas sei causar esse efeito quando quero.

Numa das voltas da cozinha, eu me sentei com uma perna dobrada e fiquei observando o vaivém dos olhos do Marcelo, que faziam TV-eu-TV a cada vez que ele achava que eu estava muito concentrada. O filme foi passando e a gente foi gostando de se olhar escondido daquele jeito. Aquilo virou um tipo de brincadeira, até que nossos olhares se encontravam e eu dava um sorrisinho.

Para provocar mais um pouco, sentei com os pés no sofá e abracei os joelhos; eu sabia que isso exporia as coxas inteiras. Vi o Marcelo ficando nervoso, tentando olhar sem ser percebido. Ele coçava a cabeça, olhava para o teto e, quando voltava, dava um jeito de passar o olhar em mim. Deixei ele sofrendo um tempinho e mudei de novo de posição, deitando os joelhos para o lado e quase me debruçando no braço do sofá. Assim ele via meia bunda e, de quebra – crente que eu não estava vendo –, ainda tentava olhar por baixo da minha camiseta. Fui virando até ficar quase deitada de bruços, que nem uma gatinha, deixando uma das pernas meio pendurada fora do sofá e bundinha para cima. Eu podia ouvir a respiração do Marcelo, de tão agitado! A prova veio quando olhei e o surpreendi se ajeitando com a mão dentro da bermuda. Eu ria em silêncio mas estava toda excitada, molhada, louca para me tocar também, sonhando que escancarava as pernas para ele me lamber e me morder todinha, depois arrancar com força o shortinho rosa, rasgar minha calcinha e mergulhar entre as minhas coxas, me fazendo quase arrancar o cabelo dele de tanto tesão. Depois, ele ia ficar nu para mim e me mostrar um pau lindo, enorme e perfeito, que ele ia me dar para chupar antes de meter em mim de tudo que é jeito, me fazer gozar durante horas e...

Mas acorda, Luíza! A realidade é que eu ainda era virgem e, por mais atirada que eu fosse, o máximo que tinha feito em matéria de sexo tinha sido chupar o Guilherme numa festa*. Mas fiquei tão molhada durante aquele filme que quando fechava as pernas sentia os lábios da minha xoxotinha lisos e escorregadios. Ah, seria tão mais simples poder fazer as coisas abertamente! Se tudo fosse diferente, naquele dia eu teria aberto meu short, enfiado a mão por dentro da calcinha e começado a passar um dedo "nela", fazendo carinha de pidona com a ponta do dedo na boca. Vendo isso, o Marcelo abriria a calça e mostraria o pau enorme e duro para mim. Daí eu montaria nele, a gente transaria bem gostoso e pronto. Mas não, tinha que ser muito mais complicado! Na realidade, o que aconteceu foi que o filme acabou, os meninos foram para o quarto do meu irmão, eu fui para o meu. Me masturbei; talvez o Marcelo tenha feito a mesma coisa. Sei lá, o que eu sei foi que fui dormir sozinha porque não dava para me jogar em cima do cara e dizer que ele me deixava com tanto tesão que eu estava toda molhada só de olhar para ele e imaginar coisas. Dormi pensando em trepar. Sonhei comigo trepando com os amigos mais bonitos e gostosos do meu irmão.


Sábado de manhã

No dia seguinte, a gente se encontrou cedo na hora da zona matinal, todo mundo querendo usar o banheiro. Marcelo já estava de sunga e camiseta, meu irmão também; os dois iam para a praia. É claro que eu decidi na hora que iria junto! Fui me arrumar e voltei de bikini e canga. Marcelo não tirou os olhos de mim durante todo o café da manhã, puxou conversa, fez perguntas idiotas sobre a escola só para puxar papo comigo. Bom sinal, eu estava realizada.

Ficamos na praia das nove à uma, muito mais do que eu queria. Detesto sol forte, mas estou acostumada e isso só serviu para aumentar minha cor de verão: de bronzeada, fiquei preta. Na ida e na volta, os três no elevador, reparei bem a altura do Marcelo. Ele é alto, mas não gigante. Daria até para transar em pé, ficar coladinha nele só de bikini com ele só de sunga, sonhei, rindo para dentro. Ele estava um gato naquela sunguinha azul. Na praia eu tinha quase engasgado quando ele tirou a camiseta e eu pude adivinhar a coisa por trás da sunguinha fina. Acho que ele estava o tempo todo excitado comigo, em casa, então o pau estava atravessado na sunga, meio duro. Que vontade de passar a mão! Devia ter um palmo meu e parecia bem grossinho. Me lembro que a volta pareceu uma eternidade até o elevador parar. Eu olhava furtivamente para baixo para ver como estava o pinto do Marcelo. Eu comparava os dois corpos e o dele dava de mil a zero no do meu irmão, magrinho com o piruzinho mole na sunga preta frouxa. A sunga do Marcelo parecia ter vida, esticadinha com aquele alto na frente. É feitinho para botar a mão, não acha? De vez em quando, ele se ajeitava por causa da areia e eu conseguia ver um pouquinho mais para dentro quando ele afastava o elástico, mas nunca o dito cujo. Eu estava coçando de curiosidade!

Chegando em casa, meu irmão se enfiou no banheiro. Pronto! Próximo banho, agora, só daqui a quarenta minutos, pensei eu, dividida entre a raiva da rotina e a alegria de poder ficar sozinha com o meu faraó. Marcelo foi para a sacada e eu fiquei olhando. Eu tinha acabado de ver a bundinha dele na praia mas assim, de tão perto, dentro da minha casa, era demais. Era estreita, empinada, durinha, com umas polpinhas de fazer chorar. As coxas eram discretamente peludas e muito bem feitas. Ele ficou um tempinho olhando para a rua, depois se virou e veio voltando. Eu estava fingindo que arrumava alguma coisa em cima da mesa e fiquei olhando para o andar de garoto fortinho, ao mesmo tempo vaidoso e meio inseguro. Ele sentou na poltrona que dá para fora e eu fui para o balcão de onde ele tinha acabado de sair. Soltei estrategicamente a canga e lá fui eu só de bikini. Dei um jeito de me debruçar bem e ficar olhando por baixo do meu braço esquerdo. Ele não parava de olhar. Fiquei na ponta dos pés, me esticando toda e fingindo estar tentando ver alguma coisa no prédio à direita. Ele foi ficando agitado como na véspera e teve que se ajeitar puxando o elástico da sunga, passando discretamente uma mão para dentro, arrumando o pau e tapando com a camiseta branca. Eu estava eufórica com o efeito produzido pelo meu corpinho.

Deixei Marcelo babar durante uns minutos e me virei para voltar para dentro. Ele mal conseguiu disfarçar que tinha ficado me olhando o tempo todo; deu um sorrisinho amarelo e continuou a fingir que lia uma Geographic Magazine do meu pai. Tornei a odiar o mundo por tanta complicação. Eu estava furiosa por sentir tensão junto com aquele desejo todo. Fui caminhando para o meu quarto e, quando passei pelo banheiro, meu irmão abriu a porta e foi saindo pelado para o quarto dele, chamando o Marcelo. Os dois se enfiaram lá dentro e eu entrei no banheiro. No banho, não pude deixar de me olhar no espelho e reparar que os meus mamilos estavam duros. Me despi e, abrindo um pouco as pernas, passei um dedo entre os lábios; estava toda melada novamente. Me sentei na banheira, coloquei as pernas bem abertas sobre as duas bordas e comecei a me acariciar com a pontinha dos dedos, lentamente, só estimulando a cabecinha do clitóris, enquanto sonhava mais uma vez com o Marcelo nu do meu lado, me beijando de língua enquanto eu pegava no pau dele. A excitação foi subindo, me fazendo esfregar a cabecinha vermelha do clitóris e, ao mesmo tempo, massagear os peitos e apertar os mamilos com força. Fiquei tão excitada que o orgasmo veio como uma onda enorme que me arrastava para o fundo me fazendo quase sufocar. Fiquei deitada na banheira seca ainda por uns momentos e quando minhas pernas voltaram a ter controle, me levantei, abri a torneira e tomei uma boa ducha demorada. Quando saí, enrolada na toalha, Marcelo passou por mim, indo para a sala, esbarrou no meu braço e pediu desculpas. Ele era gentil e sempre sorridente. Me desmanchei toda, como uma garotinha boba.


Sábado à tarde

Sábado à tarde. Resolvi atacar de sainha. Coloquei uma calcinha branca, bem pequena e justa e quando achei a sainha xadrez escolar da Gap, plissada e molinha, presente da Cecília, minha amiga mais espevitada da época, não tive dúvida de que o Marcelo ia enlouquecer me vendo. Botei uma blusa branca bem curtinha que deixava aparecer um pedacinho da barriga, dei uma arrumada no cabelo e saí descalça mesmo, bem à vontade. Quando saí do quarto, a casa me pareceu vazia e fui ver quem estava faltando. Meus pais tinham saído de manhã para ir visitar minha avó e, no quarto do meu irmão, só estava o Marcelo. Entrei e perguntei pelo Bocão (é o apelido do meu irmão porque ele viva abrindo o berreiro quando criança). Marcelo estava no computador. Quando ele se virou para responder, notei o embaraço no rosto, uma certa vergonha de me olhar. Eu sabia que quando punha essa roupa ficava parecida com as garotas da banda russa t.a.t.u., que estava transtornando os meninos por causa do clipe dos beijos na chuva. Meu irmão sempre implicava quando eu ameaçava sair vestida assim, dizia que eu ia ficar como uma putinha e deixar os caras sem jeito porque ninguém ia ter coragem de confessar que queria me comer. Acho que saí com aquela roupa umas duas ou três vezes e, de fato, pude comprovar que o assédio era questão de minutos. Numa das vezes, eu me vesti assim para ir a um churrasco na casa de uma amiga onde tinha piscina e ia ter amigos do irmão dela que já estavam na faculdade. Um cara bem mais velho, todo asqueroso e babão, veio tentar dizer que eu estava linda e ficou colado em mim tentando jogar aquele papo mole de pervertido. Foi isso que me fez perder a vontade de botar essa roupa que eu adorava.

Bom, mas o que eu queria dizer é que a roupa estava fazendo o mesmo efeito com o Marcelo e ele estava lá, todo nervoso, sem saber se podia olhar para mim. Ele acabou respondendo que o Bocão tinha ido comprar Coca-Cola e Doritos e que ele tinha preferido ficar. Cheguei perto e perguntei o que ele estava vendo no computador. Na hora vi que uma tela tinha sido minimizada e que ele estava com o hotmail aberto. Na janelinha azul, embaixo, estava escrito alguma coisa em inglês, não dava para ler tudo mas, para a infelicidade do Marcelo, a palavra "butts" estava bem clara: estava na cara que era um site de sexo. Mazinha como eu sei ser quando quero, fui logo perguntando: "O que é que é aquilo ali embaixo?" Marcelo ficou amarelo, roxo, de todas as cores, soltou um "Nada!" todo trêmulo e tentou desconversar falando de problemas para responder ao email de um colega. Nem dei bola e insisti para saber qual era o site minimizado. Sem reação, entregando os pontos, ele recuou um pouco e eu mesma peguei o mouse para maximizar a janela. Na tela apareceu uma daquelas pseudoninfetas americanas horrorosas, toda maquiada, de sandália plataforma, que devia ter vinte e muitos anos, mas um aviso de que as modelos tinham mais de dezoito anos estava bem visível, para fazer crer que elas tinham acabado de se tornar maiores. Com a bunda descarnada empinada para a tela, ela olhava para trás com carinha de puta, mostrando um peito raquítico e, entre as coxas, uma coisinha feia, com pontos vermelhos, talvez da depilação mal feita. Soltei um "Que horror!" com uma entonação que deixou bem claro ao Marcelo que eu achava aquilo uma coisa de muito mau gosto. Ele tentou se defender dizendo que a menina era "gostosinha", mas a imagem na tela falava por si. Eu estava quase encostada nele, sentado ao meu lado esquerdo e sem camisa. Eu sentia na coxa o calor do braço dele e aquele arrepiozinho de pele em contato com pele. Mas ele estava todo duro na cadeira, talvez porque já estivesse sentindo o mesmo e talvez com medo de ser descoberto. Aproveitei para chegar mais perto e, milímetro por milímetro, fui me apertando contra o braço dele, que se paralizou junto ao corpo, a mão parada sobre o teclado. Resolvi então mostrar a ele o que eu julgava ser uma ninfeta perfeita. Abri o site do t.a.t.u. e mostrei as meninas, Julia e Lena, usando as sainhas que haviam insipirado aquela que eu estava usando. "Eu sei, elas são demais, mas isso não vale porque elas não são reais!", ele respondeu, com um sorriso e os olhos fixos na tela. Era uma foto em que elas aparecem fotografadas no palco, de baixo para cima, se beijando na boca. Dá para ver as coxas inteiras e, se fosse possível ampliar a foto com bastante nitidez, daria para ver a polpinha da bunda de uma delas. Deixei o Marcelo olhando um pouco e resolvi perguntar se ele não tinha reparado nada. Ele ficou todo vermelho mas acabou conseguindo dizer que eu estava vestida igualzinho às meninas da foto. Me afastei, dando sinal verde para ele me olhar e, pela primeira vez, ele teve coragem de me mostrar que gostava de percorrer o meu corpo com os olhos. Ele se deleitou olhando de baixo para cima, de cima para baixo, voltando para as minhas coxas, tentando ver mais da minha barriga e, por fim, olhando bem para o meu rosto sorridente e vermelho de excitação. Aí meu irmão entrou no quarto.

Minutos depois que Bocão voltou, fomos preparar uma macarronada a seis mãos (que ficou horrível) e fiquei sabendo que as gracinhas iam sair e voltar sabe-se lá a quantas da madrugada porque tinha festa. Decepcionada, liguei para a Tati e fui para a casa dela toda vestida, de jeans e camiseta, tudo bem fechado  como uma freirinha. O astral baixou e desabafei o meu desencorajamento pelo trabalhão que eu estava tendo com aquele garoto. Ela disse o que se espera de uma amiga e acabamos saindo também, indo à casa de uma amiga comum. Até que não foi ruim e deu para esquecer a minha fixação. Mas voltei para casa às onze ou quase isso e só fui ver os meninos no dia seguinte às nove.


Domingo

A Estratégia

Era domingo, último dia válido do Marcelo em casa; na segunda só se pensa em escola. Todo mundo em casa: papai, mamãe, irmão... Como é que eu ia fazer para ter um tempo sozinha com ele? Eu precisava arrancar nem que fosse um beijo desse menino! Na praia, jogamos frescobol, brincamos na água, eles jogaram vôlei e eu torci como se fosse final de olimpíadas. Mas eu estava mesmo numa fase estranha, não era tanto beijo e carinho que eu queria, era... sexo. Depois da festa com o Guilherme, eu queria transar e só faltava isso para me sentir completa. A maioria das minhas colegas ainda não tinha feito a metade do que eu já estava cansada de conhecer, mas uma ou duas que já tinham transado eram as únicas que me interessavam. Na praia, eu olhava para aquele bando de mulheres que já deviam estar transando normalmente com os namorados e morria de vontade que a minha vez chegasse logo. Eu olhava para o Marcelo cortando na rede e ficava me imaginando pertinho daquele corpo maravilhoso colado comigo, nu, me beijando e me possuíndo como quisesse.

O jogo acabou, a equipe deles venceu e foram todos para a água. Fiquei deitada na areia, conversando com a Júlia, uma menina super boazinha que namora o Kleiton, um dos caras que jogaram. Ela estava exausta, me contou que eles tinham ido para um motel, transado horas assim que chegaram, depois umas quatro vezes naquela noite e que deviam ter dormido só uma hora. Aquilo aumentou tanto a minha gana de trepar que desandei a fazer perguntas indiscretas até a Júlia estranhar. Acabei arrancando altos segredos dela. Fiquei sabendo que o Kleiton adorava botar atrás, e que eles começaram assim porque na primeira vez que eles transaram, ela estava menstruada; que azar! Ela me contou tudo e ainda me deu dicas sobre a preparação, e que era para eu não ter medo quando chegasse a minha vez. Ouvi sem interromper, atenta e excitada, enquanto a Júlia explicava como se deitava de bruços por cima de um travesseiro para levantar a bunda e o Kleiton untava o cuzinho dela com creme por fora e por dentro, enfiando o dedo bem lá no fundo, depois metia o pau duro e gozava lá dentro. Minha cintura ondulava lentamente sozinha enquanto eu ouvia aquilo deitada na areia e, mais uma vez, fiquei toda melada.

Volta da praia, no elevador do prédio com o meu irmão e o Marcelo. Com o passar dos dias e principalmente depois do episódio da "ninfeta" no computador do meu irmão, nossa atração mútua tinha ficado um pouco mais explícita; pelo menos tínhamos consciência da nossa atração mútua. Vendo o elevador chegando e o nosso tempo acabar, comecei a procurar uma idéia. Quinto andar: nada; sexto: nada. No sétimo andar, dei um jeito de esconder na canga os óculos que eu estava segurando na mão e inventei que os tinha esquecido na praia, com a Júlia, e que eu precisava de qualquer maneira deles, blá blá blá... Meu irmão fez as caras dele e, como eu tinha previsto, soltou o habitual "Sem chance!" que estava na moda e ele repetia mil vezes por dia. Olhei para o Marcelo e ele, claro, aceitou na hora voltar comigo. Quando o elevador chegou e o meu irmão saiu, inventei que eu tinha esquecido de dizer uma coisinha a ele e pedi ao Marcelo para esperar. Ainda lembro do que eu cochichei no ouvido do meu irmão, entre os dentes, mas enfaticamente: "Acorda e vê se me ajuda com a mãe, Felipe!" Foi só nesse momento que a ficha caiu e o idiota do meu irmão entendeu que eu estava a fim do Marcelo.

Descendo a rua em direção à praia, fui me fingindo de intrigada, dizendo que não sabia como aquilo tinha acontecido porque eu estava com os óculos na cara enquanto conversei com a Júlia, ta ra ra. Para o Marcelo, estava tudo ótimo, não tinha problema, ele estava a fim de voltar para a rua. Chegando na praia, já não se via mais a Júlia nem ninguém do vôlei. Dei um jeito de deixar cair os óculos na areia e voltei de cara triste até o Marcelo. Ele veio me consolando, perguntando qual era a marca e que ele poderia me dar outros. O Marcelo era o tipo do cara legal e não pude deixar de falar isso com ele, dizer que eu achava o máximo alguém assim. Ele foi ficando todo dengoso com os elogios, me olhando e sorrindo, mostrando a boca maravilhosa com aqueles lábios carnudos e os dentes perfeitos, curtinhos. Eu estava elétrica andando ao lado dele.


O Bote

Quando chegamos ao prédio e entramos mais uma vez pela porta dos banhistas para tirar a areia e tomar o elevador de serviço, senti que subir seria pôr todo aquele trabalhão a perder e comecei a procurar uma idéia. Por sorte, o elevador estava começando a demorar. Alegando impaciência, eu disse que conhecia uma "passagem secreta" e fui em direção à porta de ferro da escada de serviço. Marcelo estranhou, mas como estava sintonizado comigo, foi atrás de mim. Lá dentro é apertadinho, é como se fosse uma escada em caracol, só que quadrada. Comecei a subir e ele atrás. De repente, me virei e fiquei com o peito quase na cara dele. A gente se olhou bem nos olhos só para checar a cumplicidade e, um segundo depois, ele me agarrou pela cintura e começou a me beijar.

Eu estava até sem forças de tão emocionada com a vitória. Ficamos nos beijando um tempão na boca, até que ele subiu até o patamar e ficamos encostados no corrimão entre o térreo e o primeiro andar. Enquanto nos beijávamos sem parar, as mãos dele iam das minhas costas para minha bunda, depois ele me agarrava pela cintura e quase me tirava do chão, me fazendo suspirar de tesão, sentindo o pau dele duro na sunga. Logo me desfiz da canga e ficamos nos agarrando só de roupa de banho. Como ele me beijava muito o pescoço e o peito, resolvi baixar o sutiã. Ele logo envolveu um peito com a mão e começou a chupar gulosamente o outro, beliscando e mordiscando os bicos. Em minutos, eu estava explodindo de tesão. Nunca me senti tão molhada como naquele dia! Comecei a passar a mão por fora da sunga, matando a curiosidade sobre o tamanho do pau Marcelo, que me pareceu grande e grosso. Ele acabou baixando a sunga. Trêmula, comecei a passar a mão de leve por ele enquanto fazia um carinho nervoso com a palma da mão na barriga do Marcelo. Eu estava doida para olhar, mas estava sem jeito de mostrar tanto interesse e parecer menina deslumbrada com a primeira vez. Então continuei a beijar na boca, a fazer carinho e, de vez em quando, a esbarrar no pau dele com a mão. Ele também não tomava nenhuma iniciativa muito mais ousada porque me respeitava. Mal sabia ele o quanto eu queria, naquele momento, ser tratada como uma das meninas do bando que eu via penduradas nele, na praia. Desejei que ele me pedisse para chupar o pau dele e quando estivesse pronto, me levantasse como uma pluma e me pusesse sentada no tubo do corrimão, que ficava na altura certinha da cintura dele, me segurando para eu não cair para trás e tirasse a minha virgindade com aquele pau tão duro e grosso que estava ali, ao meu alcance. Ou pelo menos, se ele tivesse medo de tirar a minha virgindade assim, que ele me debruçasse no corrimão, baixasse minha tanguinha e, abrindo a minha bunda, inundasse o meu cuzinho de saliva para enfiar nele até gozar muito, muito.

Mas o Marcelo só me beijava e acariciava o corpo, ousando apenas deixar o pau fora da sunga. Era um meninão e não o homem experiente, conquistador e ousado dos meu sonhos. Percebi que se quisesse extrair o prazer máximo desse carinha meio tímido e todo educado, caberia a mim tomar a iniciativa. O que me ocorreu de imediato foi levar sua mão entre as minhas coxas e quando ela me tocou, gemi para encorajá-lo. Enquanto ele me acariciava por fora da calcinha do biquíni, agarrei com força o pau dele, sem interromper um beijo que parecia durar sem fim. Marcelo começou a mexer o corpo e percebi que ele estava se masturbando com a minha mão em vez de dar um passo em direção à transa. Decidi ousar mais um pouco e baixei a calcinha do biquíni até o meio das coxas. Ele hesitou a voltar, mas peguei sua mão e comecei enfim a sentir uma carícia verdadeira. Guiei seu dedo até o clitóris e, para surpresa minha, ele começou a massageá-lo tão bem que eu me agarrei na escada e fiquei olhando para ele direto nos olhos, admirada e cheia de tesão. Ele estava concentrado, sentindo todas as minhas formas e me tocando com a ponta dos dedos para explorar não só o clitóris mas os lábios e, com muito cuidado, a entradinha. Eu nunca disse que era virgem, mas de algum modo, ele sabia. Quando ele ficava alguns segundos esfregando o ponto certo, eu quase ia à lua e apertava a mão dele com a minha para que ele não parasse. Assim gozei mais de uma vez, sentindo as ondinhas de choque percorrerem meu corpo e me deixando mole.


Chupadas e Lambidas

Depois disso, resolvi colocar o Marcelo contra os tubos da escada e fiquei admirando o corpo dele, achando bonito aquele pau para cima contra a barriga. Um pouco encabulado de ficar tão exposto, ele acabou se tapando com as mãos e perguntou "O que foi?" Tornei a me aproximar e, agarrando o pau dele, beijei a pontinha da cabeça e logo depois tentei beijar Marcelo na boca. Ele desviou a cabeça e fez uma careta mas, diante da minha cara sedutora e intrigada com aquele preconceito, acabou deixando e nos beijamos várias vezes, fazendo "varalzinho" com um fio de líquido entre as línguas. Marcelo acabou gostando tanto que a cada instante ele pedia para fazer “varalzinho” outra vez.

Chupar eu sabia, tinha me saído muito bem com o Guilherme, conversado com amigas e ia caprichar com o Marcelo. Ele estava preparado, sentado no corrimão do patamar com os pés nos tubos de baixo. Me encaixei entre as coxas dele, segurei o pau e comecei passar minha língua pela cabeça. Pelo canto do olho, eu via as mãos nervosas do Marcelo; ele devia estar aterrorizado com a possibilidade de gozar de repente. Ele estava com um gosto delicioso de mar, um pouco de areia que eu tinha que cuspir e, pelo buraquinho da cabeça brotava aquele líquido tão limpinho e gostoso, que eu já conhecia e engolia sem medo. Como era gostoso sentir pela segunda vez aquela forma na boca! Marcelo não tinha o pau tão comprido quando o do Guilherme, mas era mais grosso, mais forte, me forçava a abrir mais a boca e ficava maior dentro dela. Era uma sensação diferente mas também muito excitante. E a cada vez que eu estava com a boca cheia daquele liquidozinho, eu beijava o Marcelo e fazia "varalzinho" enquanto eu ficava sentindo o pau dele na mão. Ficamos nisso um tempinho e só paramos porque ele ficou com muita vontade de gozar e eu não queria desperdiçar nada.

Na escada, eu não consegia encontrar uma posição para uma coisa que eu queria demais que ele não deixasse de fazer – me lamber. O jeito que dei foi subir dois degraus e ficar de costas para ele bem curvada para frente. Ele logo entendeu. Afastei bem as pernas para expor tudo, mas me surpreendi quando ele abriu minha bunda e começou a lamber o rego. Eu já tinha deixado namorados me lamberem, mas nenhum tinha tocado no cu. Talvez fosse questão de ângulo; na escada o cu ficava mais exposto que a buceta. Pus as mãos num degrau da escada enquanto ele arreganhava minha bunda e me lambia como se eu fosse um sorvete. Foi ficando tão bom que, a certa altura, não aguentei e comecei a me acariciar. Meu cu pulsava a cada linguada. Quando Marcelo começou a lamber entre os lábios, passei uma mão para trás e fiquei acariciando o cuzinho com um dedo, bem de leve, mas não aguentei muito tempo sem voltar ao clitóris. Acabei ajoelhada na canga, desorientada, gemendo baixinho e quase em pânico de tanto tesão, sentindo o líquido escorrer pelo interior das coxas. Perguntei ao Marcelo o que ele estava achando do que via e ele beijou os dois lados da minha bunda e me deu uma lambida da buceta ao cu. A essa altura, eu estava alucinada de tesão e mal aguentando de tanta vontade de dar para ele.


A hora da verdade

A maioria das meninas sonha perder a virgindade numa cama maravihosa e lençóis limpinhos e sedosos. Eu estava ali, prestes a perder a minha numa escada de serviço. Tive um segundo de hesitação, mas logo me achei a garota mais sortuda do mundo por estar tendo uma ocasião emocionante como aquela de deixar de ser virgem com um gato como o Marcelo. Me levantei com toda a calma do mundo, desci os degraus até o patamar, onde o corrimão fica na horizontal, segurei no tubo, empinei bem a bunda, abri bem minhas pernas e olhei para o Marcelo, sorrindo e me sentindo a pessoa mais segura do mundo: "Acho que hoje é o teu dia de sorte."


Bye bye fim de inocência!

Ele veio e colocou o pau entre as minhas coxas. Eu o senti nervoso, resvalando nelas e no meu sexo. Sem saber como ia ser, fui ficando tensa com a ansiedade, minhas pernas enrijeceram e a menina toda segura de si voltou a ser a garota virgem. Mesmo se ele não tinha muita maturidade, ele já tinha comido várias meninas, transado com um monte de namoradas. Para ele, a única coisa nova ali era talvez a minha virgindade e o lugar que eu tinha escolhido para acabar com ela. Pela minha mente foram passando todos os episódios eróticos da minha vida, desde a preadolescência. Um após outro, vi todos os garotinhos que eu achava bonitinhos e que eu permitia que me fizessem coisas eróticas, depois todos os namorados e todos os meninos com quem eu havia ficado. Em questão de segundos, dezenas de cenas desfilaram pela minha mente, com riqueza de cores e detalhes. A tônica era o momento crucial de cada uma das situações, que jamais haviam chegado ao ápice porque, na hora H eu sempre dava um jeito de mudar o rumo das coisas. Revi o piruzinho do Dudu na minha mão; os agarrões do Betinho por trás, na escola; Jorginho me mostrando o pinto duro duro uma vez que ficamos sozinhos na sala de aula; Carlinhos, Thiago e Zé sentados de zíper aberto, com os pintos para fora, me esperando pagar uma aposta perdida (larguei os três assim e saí correndo!); Pedro grudado em mim por trás, depois de horas de melação, ameaçando me deflorar à força e eu me debatendo (acabei dando-lhe um tremendo tapa na cara!) Eu aprontava tanto! Lembrei até de um menino argentino, nums férias de verão, se melando todo só de botar o pinto para fora porque eu tinha prometido pegar! Guilherme também, o menino perfeit, o primeiro menino que eu chupei e que nunca entendi porque não namoramos, me passou pelo pensamento, deixando um rastro de saudade. Revi também todas aquelas expressões de frustração estampadas nas caras dos meninos que eu não deixava chegar às últimas consequências. Miguel quase me bateu, Rogério virou as costas e foi embora me deixando nua na piscina da casa dele, André saiu de cima de mim depois do meu escândalo e veio se aliviar na minha frente, com a mão. Thiago número 2 fez a mesma coisa, mas estava tão nervoso e zangado que nunca mais falou comigo. César, com o pinto tão pequenininho que eu deixava encostar na entradinha. E o Hamilton, com o piru tão grande que nem me dava medo porque não ia entrar mesmo! Lembrei deles todos, zangados, rabugentos depois do não. Na maioria das vezes, isso significava o fim do namoro. Com outros, era o início de uma fase chata em que eles não tinham motivação para nada e cuja terminava sempre em ruptura. Até Marta, a professora particular, a adulta, me passou pela mente, com suas investidas sérias e promessas de cuidar de mim e me amar para sempre. Ainda não entendi bem como é que eu fui parar na casa daquela mulher tantas vezes e rolar com ela, acalorada de tantos beijos e carícias!

Essa torrente de episódios e pessoas varreu minha mente nos segundos que precederam o meu defloramento pelo Marcelo. Eu o sentia esfregar o pau entre as minhas pernas, um pau que começou a me parecer muito maior do que era na realidade, preparando-se para enfiá-lo em mim e arrastar com ele um fim de inocência. Eu o sentia mas não desanuviava do tropel de lembranças. Não era hora de fazer como eu tinha feito com todos aqueles garotos; não era hora de voltar atrás. Tomei coragem e levei uma mão por baixo, entre as pernas, para dar ao Marcelo o sinal verde. Direcionando a cabeça inchada e nervosa com os dedos, logo comecei a sentir a pressão firme e contínua seguida da dorzinha aguda que me tornaria mulher.

Marcelo, de pé, pôs as mãos nas minhas ancas, acariciou o final das minhas costas, elogiou mais uma vez a minha bunda, meus cabelos, minha cor bronzeada e o tesão que os meus gemidinhos de apreensão provocavam. Eu me espichei como uma gata, curvei mais a coluna, empinei mais a bunda. Isso levou seu tesão ao pico e ele começou a enterrar seu pau em mim. Mal a cabeça começou a expandir a entrada, começou a doer e eu travei os dentes nos lábios para não começar logo a gritar. Mesmo indo muito devagar e com carinho, Marcelo não parava de empurrar e, milímetro após milímetro, parecia que, em vez de entrar, a cabeça só empurrava o tal hímen, que resistia. Eu também resistia, de perna dura, sem ir um centímetro para frente. Marcelo empurrava, empurrava, ia e vinha mas sempre empurrando até que, de repente, a cabeça entrou toda, num salto, plop! Finquei os dentes no braço e não pude reprimir um grito abafado. Marcelo, inquieto, perguntou se estava tudo bem. Nós ficamos assim, com o pau dele dentro de mim, que nem dois cachorros, paradinhos, durante uns três minutos. Eu suava e estava preocupada: e se entrasse alguém, com a gente daquele jeito! Marcelo estava literalmente preso na minha buceta que só tinha aberto o suficiente para a cabeça passar e parecia estar esmagando o pau dele. Fui eu que tive que dizer a ele para começar a mexer. Louco de tesão com a pressão no pau, Marcelo fez mais força e foi entrando mais e mais. Ao contrário dele, meu tesão tinha ido para o espaço e eu só sentia uma dor que parecia um rasgão na carne, mas estava vencendo. Ele me segurou pelo alto das coxas, na junção com a barriga e me puxou até me grudar nele. Tinha terminado, eu não era mais virgem.

Eu ainda sentia dor, vi um pouquinho de sangue nos dedos quando passei a mão, mas sabia que tudo aquilo era normal e que tínhamos que continuar para chegar ao melhor momento: meu primeiro orgasmo transando. Isso para não falar do orgasmo do Marcelo, que eu ainda não tinha decidido se ia ser dentro ou fora (por sorte, minha menstruação tinha acabado na véspera). Sentindo o calor das mãos dele contra minhas coxas, comecei a fazer movimentos para ajudar. Assim qeu comecei a sentir a fricção do pau, a dor foi lentamente se transformando em prazer. Um pouco encabulada, eu sentia a minha bunda aberta e o cu exposto, mas desejei que o Marcelo o tocasse para me dar mais prazer. Ele logo adquiriu ritmo e o vaivém ficou regular, me deixando cada vez mais excitada. Meu tesão foi a mil, parecia um sonho; fechei os olhos e me deixei levar pelo balanço e pelos choques do corpo dele no meu. Ele mudava de direção, então eu ora sentia o pau ir reto para frente, ora tocar à direita, ora à esquerda, ora embaixo, ora em cima, vasculhando minha buceta e abrindo bem o caminho que ele estava inaugurando. Às vezes, ele tirava o pau todo de mim e eu reclamava agitando a bunda para ele voltar. Aí ele me dava um tapinha que ecoava na escada e aumentava meu tesão.

Em dado momento, louca de vontade de realizar um sonho, saí dele, me virei e agarrei no pescoço dele pedindo para ele me comer assim. Ele adorou a idéia. Me segurando com toda a facilidade pela bunda, ele foi me descendo enquanto eu direcionava o pau dele. Entrou até o talo, chegou a bater no útero e provocar uma dorzinha estranha que eu não conhecia. Me agarrei com força no pescoço dele e ele começou a mexer, me agarrando por baixo das coxas. Conseguimos entrar num balanço tão bom e intenso que gozei como uma desesperada, chorando um pouco, beijando o Marcelo na boca com amor, gemendo e arranhando as costas dele. Foi o meu primeiro orgasmo transando.

Marcelo me agarrou com tanta força por baixo que parecia que ia me rasgar pelo rego, enquanto entrava e saía de mim sem parar. O tesão foi ficando tão forte que ele avisou que ia gozar se a gente não parasse. Num instante, resolvi permitir, mas mudei de idéia e pedi a ele para sentar no corrimão. Agarrei o pau dele, coloquei na boca e em segundos o gozo veio, forte e em quantidade. Ele agarrou o pau, nervoso, como se precisasse se masturbar para esvaziar tudo. Quando acabou, ficou olhando para mim, sorrindo, vendo o que eu ia fazer com aquilo na boca. Era a minha primeira transa e achei injusto e sem graça estragar tudo cuspindo num lenço. Tomei coragem, fechei os olhos e engoli de uma vez. Para surpresa minha, ele fez como o Guilherme e logo me deu beijo, dizendo que eu era um tesão e que ele nunca tinha tido uma transa tão gostosa. Com o Guilherme eu não tinha engolido. Achei o gosto horrível, mas ele ficou tão contente que não me arrependi de ter feito mais essa loucura.

Estávamos exaustos e eu ainda meio sem saber como processar o fim da virgindade, confusa a respeito do que ia ser de agora em diante com o Marcelo – se a gente ia ficar um tempo juntos ou não – e, claro, um pouco preocupada com a minha cara, entrando em casa. Depois do "toque" que eu dei, é claro que meu irmão devia estar imaginando que eu ia voltar anunciando o Marcelo como meu novo namorado. Não vou tirar o tesão do leitor contando os detalhes de tudo isso. Só tenho que dizer que acabei resolvendo ficar com o Marcelo e que o namoro da gente durou uns três meses, mas foi detonado por uma piranhazinha da escola por quem ele ficou doido porque ela chupava o pau dele até em ônibus de excursão da escola. A gente brigou sério, ficou sem se falar um tempão, mas nunca vou esquecer que foi ele quem, naquele final de fim de semana, me fez realizar o que faltava para soltar as últimas amarras da minha vida sexual, que sempre foi muito livre.


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(*) V. episódio II.

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