Seja bem-vindo!

Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

Os botões "Índice" e "Resumos" propiciam acesso fácil aos textos e uma visão global do conteúdo do blogue.

Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Aprovados!

Não costumo escrever sobre a minha vida, mas o que aconteceu hoje parece tão incrível que precisa ficar registrado para que, lendo, eu mesmo acredite ao me lembrar mais tarde.
Na volta às aulas deste ano de 1991, nós, os meninos da última série do segundo grau do Instituto Estadual Buarque de Macedo, ganhamos um presente. Eu, em particular, depois de anos e anos sem ver nada de extraordinário do lado feminino da escola, me vi sentado na mesma fileira – separados apenas pelo corredor – que uma menina de saia curtíssima e uma blusa que deixava adivinhar peitos maravilhosos. Durante semanas, não consegui parar de olhar para ela, contemplando aquelas coxas, tentando deduzir o resto do corpo e dedicando-lhe, nos meus banhos matinais, longas e exuberantes punhetas, durante as quais eu imaginava sua bunda durinha e bem feita e uma buceta carnuda e, quem sabe, raspadinha. A Cléia não é bonita – tem lábios estranhos, caninos pontudos demais, um olhar meio enviesado – e tem um jeito meio “mongol” que a torna completamente sem encanto. Mas isso nunca me incomodou em nada porque, de saída, eu a vi como objeto sexual e ninguém poderia negar que ela é sexy! Seu comportamento em aula sempre foi neutro-apagado; só se ouve a voz dela quando um professor faz uma pergunta direta. Ela fica na dela, não está nem aí para os nossos olhares e cochichos e, aparentemente, ainda menos para as risadinhas das outras meninas, que a evitam e a consideram um misto de doida e puta. Desde o primeiro dia de aula, ela tem entrado em sala muda e saído calada, com um jeito que poderia ser considerado arrogante se o olhar dela não revelasse um pouco de loucura.
Ocorre que, ao longo do ano, nós, os homens da sala, fomos descobrindo que a Cléia preferia fazer trabalho de grupo conosco que com as meninas. Eu fui o primeiro a induzir que, se ela já tinha se juntado cinco vezes com homens para fazer trabalhos, na sexta ela também escolheria homens. E não deu outra: no mês de maio, a Cléia pediu para integrar o nosso grupo num trabalho de Ecologia que valeria como prova de junho. Os dois primeiros encontros foram meio formais, houve um certo desconforto pela presença feminina única com 3 marmanjos, mas ela foi se mostrando fácil e aberta, como se viesse de um país adiantado do Primeiro Mundo, como a Suécia ou a Holanda e, a partir daí, tudo foi ficando mais fácil. Sempre com roupas curtas ou apertadas, muitas vezes de mini-saia, ela se sentava em qualquer lugar (cadeiras, sofá, poltrona, no chão...) sem a menor preocupação com mostrar o sutiã por dentro da blusa e até mesmo a calcinha. Era como se estivesse de biquíni numa praia. Isso foi nos soltando e deixando à vontade, ao ponto de trocarmos estalinhos ao nos encontrarmos ou darmos tapinhas em sua coxa quando, sentada ao nosso lado, ela dava uma dica boa para o trabalho.
Os encontros foram acontecendo e o trabalho progredindo, até não haver mais dúvida de que a aprovação estava no papo. Apesar de sermos estudantes de escola pública, somos todos bons alunos e inteligentes, inclusive a Cléia, que nos fez mudar completamente a opinião inicial que tivemos a seu respeito. Chegamos ao fim de maio tranqüilos em Ecologia, só faltava redigir o trabalho. Cada um dos quatro ficou responsável por um bloco e combinamos de nos encontrarmos no dia 29 de maio, hoje, na minha casa, para juntar tudo e dar o trabalho por terminado.
O dia chegou. O Tato e o Fa chegaram juntos e foram sentar na mesa do meu quarto. A Cléia chegou meia hora depois, pedindo desculpas e usando uma sainha que meu Deus do céu e um top que deixava as costelas de fora e apertava tanto os peitos que os bicos estavam impressos no pano azul. Ela estava carregando uma bolsa cheia de papéis e foi direto para o meu quarto, mas em vez de sentar com os outros, na mesa, ela foi se ajoelhar no chão para espalhar tudo na minha cama, dizendo “Primeiro tenho que dar um jeito nisso, que está uma zona!” Nós nem demos muita atenção quando ela começou a tirar as coisas da bolsa, mas de repente, ela precisou se debruçar na cama para organizar os papéis e não foi mais possível parar de olhar. Ficamos os três embasbacados, olhando para a Cléia com meia bunda de fora da saia e a calcinha enterrada no rego, fazendo alegremente suas pilhas de papéis e, de vez em quando, olhando para nós e sorrindo. Não tive dúvida: ela estava nos atiçando. Olhei para os meus amigos, pisquei e eles não só entenderam como concordaram plenamente.
E mais uma vez, fui eu que tomei a iniciativa. Fui até a cama e me ajoelhei ao lado da Cléia, fingindo interesse pelo que ela estava fazendo. Ela continuou se debruçando na cama sem o menor constrangimento; essa posição a deixava de bunda de fora porque a sainha era larga e solta. Pus a mão no ombro dela, fiz um carinho nas costas, comprovando que não havia sutiã por baixo do top, desci até o meio das costas nuas, ela me deu uma olhada rápida de canto de olho, desci um pouco mais e parei antes do final da saia, mas já no bumbum. Ela me afastou com o cotovelo, disse “Pára, menino!”, mas senti tudo menos convicção naquele gesto. Voltei para a parte nua das costas, cheguei perto dela e taquei-lhe um beijo no pescoço, logo abaixo da orelha. Ela se afastou fazendo cara de espanto e disse “Que é isso, Marquinho!”, mas eu insisti e acabei descolando o beijo na boca do século. Enfiei minha língua todinha na boca da  Cléia, que respondeu à altura. Meu pau, que já não estava mole há muito tempo, pulou na cueca e armou de vez, enquanto a gente continuava se beijando, os dois ajoelhados no chão e bem debruçados na cama. Mas eu não podia avançar demais sem ter a certeza absoluta de que a Cléia estava disposta a uma brincadeirinha em que meus dois amigos seriam, no mínimo, observadores. Eu precisava fazer um teste e o que me pareceu mais natural foi continuar acariciando sua bundinha da maneira mais ostensiva, levantando bem a saia dela, para ver se isso provocava alguma reação. Para a minha felicidade, ela se empinou ainda mais quando eu comecei a passar a mão pelo rego onde a calcinha minúscula estava totalmente enfiada. E como eu queria clareza total, ainda perguntei com todas as palavras se o Tato e o Fa podiam participar, ao que ela respondeu sorrindo, voltando logo a me beijar. Só foi preciso isso para que eles se aproximassem de nós.
Tato já chegou perto da cama abrindo a bermuda, se ajoelhando e encostando só de cueca na bundinha da Cléia, que gemeu e olhou para trás piscando para ele e dizendo um “Ai, que gostoso...” super lascivo. Aquilo me deu a certeza que faltava; a ela sabia perfeitamente o que estava fazendo e a gente já podia relaxar. Me desfiz da bermuda, da cueca, da camiseta e sentei na cama de pernas bem abertas e estaca pronta. Ela pediu licença ao Tato, escorregou um pouco mais para o meu lado, se encaixou entre as minhas pernas, pegou meu pau e caiu de boca, me fazendo soltar um “Ahhhhh!” e jogar a cabeça pra trás. Tato aproveitou para se despir, exibindo seus 18cm (ele é o picão da galera) depois levantou a sainha da Cléia até as costas para achar o elástico da calcinha e puxá-la para baixo. Ela estava tão enterrada que ele quis ver como ficava na frente e pediu à Cléia para ficar de joelhos e mostrar. Ela se ergueu, abriu os dois botões laterais e deixou a sainha cair no chão. Nós três soltamos um “Uau!” ao ver a calcinha branca justinha, estufada pela xana carnuda e de bom tamanho (a Cléia é grande, tem 1,70). Ficamos olhando um tempo e demos a volta para ver a bundinha que, na verdade, era mais do que isso, era uma bunda perfeita, duas meias-luas durinhas, redondas e lisinhas com polpas maravilhosas, surgindo logo abaixo de duas covinhas da coluna vertebral super empinada. A essa altura, o Fa também tinha tirado a roupa e nossos três paus saltitavam de tesão.
Voltamos à primeira posição, a Cléia continuou a me chupar gostoso e o Tato a encoxou, certamente para percorrer a rachinha à procura da entrada. Curiosa, a Cléia tirou a boca do meu pau e olhou para trás, exclamando um “Nossa!”, levando a mão para apalpar o cacetão do meu amigo, que teve um arrepio de nervoso ao contato dos dedos com sua cabeçona inchada e sensível. Cléia só voltou ao meu pau quando o Tato encontrou o buraco e começou a empurrar. Eu pude sentir os tranquinhos das primeiras tentativas. Meu amigo disse, gemendo, “Que bucetinha macia você tem, Cléia! Vou arrombar todinha e te deixar maluquinha de tesão, tá?” Cléia gemeu de volta e, prestativa, se empinou ao máximo e abriu bem as pernas, levando uma mão entre elas para separar bem os lábios da bucetinha e indicar o caminho. Tato fez força, puxou a menina pelas ancas, fez mais força, a Cléia franziu o sobrolho, reclamou um pouco, mas, pouco depois, quando a cabeça do piruzão do meu amigo mergulhou na buceta da nossa putinha, pude ver a expressão de prazer iluminar o rosto dos dois. Ela voltou a chupar com afinco a minha rola, subindo e descendo sem parar, e massageando minhas bolas. Mas a vara do Tato é tão grossa, tão grande, que ela não consegiu se concentrar por muito tempo em mim, parando de vez em quando e tomando uns sustos, talvez porque um caralhão de 18cm deva arreganhar demais uma buceta de tamanho normal. Eu só via a cabeça da Cléia dando uns pulinhos a cada vez que o Tato ia empurrando o bruto devagarinho para dentro. Com mulher adulta, ele mete de uma vez e elas ainda pedem mais! Mas ele sabe que com alguém de dezoito anos, tem que ser com carinho. Em todo caso, a vara dele deixou a Cléia tão doida que ela já foi esfregando o grelo enquanto o bicho entrava e começou a gozar em pouco tempo. Ela começou a gemer alto e rápido, agitando a cabeça, se apoiando na beira da cama e indo para frente e para trás para induzir o Tato a começar a socar. Acho que a abertura da buceta detonou o orgasmo; só pode ter sido isso. A menina ficou histérica, respirando forte, gemendo e mandando: “Soca forte, Tato! Mais forte, pô! Tô gozando!” E o Tato lá, tranqüilo, mandando vara mas sem a mínima pressa de gozar. Quando ele atingiu um ritmo legal e a gente começou a ouvir o bate-coxa acelerar, a Cléia foi ficando pálida, de olhos esbugalhados, triturando as minhas coxas com as mãos. Mas o Tato é super-resistente, só goza quando quer; ficou um tempaço socando assim. Só vi a Cléia despencar no meu colo, como se tivesse desmaiado, mas gemendo baixinho, choramingando e falando “Me come, seu puto... Mete essa vara grossa todinha em mim... Me fode até eu não agüentar mais... Me mata de tanto gozar...”, Isso me fez entender que uma mulher pode gozar sem parar. Ela estava tendo orgasmos múltiplos com o Tato. E depois ainda dizem que tamanho não é documento! A Cléia ficou prostrada enquanto o Tato meteu nela. Ele deve ter gozado uns 20 minutos depois de começar a meter e foram 20 minutos sem sair de cima! No final, ela se contorcia e eu já não sabia mais se era tesão ou outra coisa porque até a voz dela ficou pastosa. Mas o Tato acabou gozando e, quando tirou a camisinha (não vou falar muito disso porque é óbvio que a gente usou pra meter), inundou as costas dela, esguichou até o cabelo e ainda senti uns espirros em mim, lá longe, sentado na cama! Nunca vi o pau do Tato tão enorme como quando ele saiu da buceta da Cléia para gozar. Devia estar no tamanho máximo, de comprimento e grossura, sem falar do saco, inchado e redondo, muito maior do que de costume. Eu falo assim do corpo dos meus amigos, mas só desses dois, porque a gente vive junto e se conhece desde criança. Há muito tempo, quando a gente estava descobrindo o corpo, rolaram uns pega-no-pau e umas punhetas coletivas que nos deixaram bem à vontade a esse respeito.
Depois da foda com o Tato, a Cléia pediu para beber água, foi ao banheiro e voltou para ficar um tempinho estendida na minha cama. Nós ficamos meio preocupados, querendo saber se ela tinha gostado ou não, mas ela logo nos tranqüilizou dizendo que ficava assim mesmo quando transava com um dotado (então eu tinha razão!), mas que a gente podia ficar sussa porque ela já tinha trepado até com caras de quase 30 anos. Nós nos entreolhamos, com aquelas caras de “quem está se dando melhor aqui, nós ou ela?” Assim que ela descansou, nós terminamos o trabalho – só faltava costurar as partes – e fizemos sanduíches, os três torcendo para que a Cléia estivesse a fim de continuar o programinha para que todos saíssem satisfeitos do nosso último encontro. Ninguém se vestiu, ficamos de cueca e ela de calcinha.
Por volta das 5h, a Cléia se deitou de novo na minha cama e nós ficamos conversando sobre um monte de coisas, até que, não sei bem por quê, cada um começou a falar do que tinha feito em matéria de sexo. De repente, o Fa foi se sentar na beirinha da cama, bem ao lado da Cléia, sem se acanhar de exibir uma ereção que teimava em não baixar. Cléia sorriu e acariciou a coxa lisa do meu amigo mais jovem e inexperiente. Embora já tendo completado dezoito e sendo muito exibicionista, o Fa ainda não tinha transado até hoje e confessou isso à Cléia com toda a simplicidade, o que, aliás, multiplicou o interesse dela pelo garoto virgem do grupo. Enquanto ela passava a mão em sua coxa, o pau dele pulsava na cueca. Eu estava encostado na janela, tomando uma Coca geladinha, olhando para os dois na cama, enquanto o Tato, sentado no chão, folheava negligentemente uma revista alemã da minha coleção pornô. Olhando a cena, eu me dizia que a Cléia era uma menina super legal que não merecia em nada o tratamento que recebia na escola. Pela primeira vez, eu via alguém quase da minha idade que não considerava o sexo como algo extraordinário, mas como parte natural da vida. A Cléia estava transando porque queria e isso não me transmitia a idéia de que ela estivesse “dando” para a gente, mas uma idéia de troca. Nós éramos 4 amigos fazendo sexo como quem brinca ou lê ou come.
Aos poucos, a brincadeirinha na cama foi ficando excitante. O Fa se virou para a Cléia e começou a afagar seus seios, que me pareceram inchados, com os bicos espetados para fora. De longe, eu a vi se movendo voluptuosamente, convidando-o a continuar a explorar seu corpo. Ele se colou todo nela e o contato quente do pau duro com a sua coxa a excitou, porque ela logo respondeu com um beijo demorado na boca, abrindo as pernas para acolher a coxa dele entre as suas e já baixando sua cueca e passando a mão pela bundinha branca e lisa, que começou a se mexer. Ele beijou a Cléia, depois mamou os peitos dela, levando-a a gemer e sussurrar alguma coisa que eu não ouvia. Pela posição dos dois – a coxa dele encaixada entre as pernas dela –, ele devia estar esfregando sua xoxotinha e isso devia estar alucinante para ela.
Quando olhei para o Tato, ele estava com a mão no pau, semiduro na cueca, olhando a cena. De repente, ele me fez um sinal e percebi que ele estava chamando minha atenção para... a bunda do Fa! Ele fez cara de tesão, imitou com a mão a ondulação das costas e da bunda e, puxando os braços para trás e jogando a cintura para frente, concluiu com o gesto clássico de meter. Fiquei espantado, mas tive que reconhecer que a posição do Fa favorecia a forma da sua bunda. Elevada pela coxa da Cléia, ela estava realmente empinada e redondinha. Tive que admitir que, com o Fa completamente de costas, pareciam duas meninas trepando na minha cama. Perto de mim, o Tato começou a ter uma ereção monstro. Ele acabou liberando o pau da cueca e, do meu ponto de vista, eu via aquela vara enorme espetada no final das coxas, contra o fundo da barriga e ocultando o umbigo. Ele a empunhou e começou se masturbar bem devagar, sem nenhuma intenção de gozar.
Nunca imaginei que um dos meus amigos pudesse ter inclinações bissexuais, mas, ao que tudo indicava, depois de ter transado com a Cléia, Tato estava excitado pelo Fa. Isso me fez pensar sobre o sexo, essa coisa tão antiga, tão primária, mas tão misteriosa. Nós éramos quatro corpos jovens e bonitos, capazes de proporcionar prazer uns aos outros, mas, por causa de um decreto da nossa cultura, da cultura brasileira, da cultura local, das nossas culturas familiares, estávamos tacitamente divididos em dois grupos totalmente desiguais: éramos três homens e uma mulher. Cléia também aceitava isso sem discutir, mas de repente tudo me pareceu injusto e absurdo. Voltei a olhar para os dois na cama, depois para o Tato excitado pelo Fa, e entendi o quanto tudo estava errado e precisava ser repensado em função do prazer e da liberdade de explorar esse prazer, um direito de todos. Me pareceu mais do que óbvio que o Fa está equipado para dar prazer tanto ao Tato quanto à Cléia, já que ele o excitava tanto quanto a ela! O jogo sexual seria muito mais equitativo se todos dessem tanto quanto recebessem ou, ao menos, se cada um desse na medida do interesse provocado. Quando tudo isso ficou bem claro na minha mente, olhei significativamente para o Tato e mostrei que concordava plenamente com seu ponto de vista expresso em mímica. Passei a encorajá-lo a chegar perto da cama e tomar parte nas brincadeiras do casal. Poucos minutos depois, Tato se levantou.
Cléia e Fa estavam se beijando como dois novos namoradinhos. Ela estava certamente brincando com o pau e as bolas dele, porque ele dava umas recuadelas coma bunda e ameaçava: “Não faz isso, menina...!” Tato chegou perto da cama, sentou-se perto do travesseiro, logo atrás da cabeça do Fa e ficou olhando-os se beijarem. Ele olhou para o corpo dos dois e fez um gesto para mim com o punho e o antebraço, querendo indicar que o nosso amigo estava de pau completamente duro. Eu ri e o encorajei a ir adiante, mas nem foi preciso porque a Cléia passou a mão em seu rosto pedindo um beijo. Tato se apoiou completamente nas costas do Fa e deu umbeijo longo. Ao mesmo tempo, Fa passou para cima da Cléia, que o acolheu, escancarando as pernas. Em segundos, Fa estava dentro da Cléia e sua bundinha branca e lisa começou a pular, fazendo a menina gemer sem parar de beijar Tato.
O clima erótico ficou a mil. Os corpos dos meus amigos ondulavam juntos, sincronizados. Minha excitação chegou ao pico e senti que era hora de participar da orgia. Me aproximei da cama, olhei para a Cléia, que piscou convidativamente. Resolvi me sentar na beira da cama e pôr a mão na coxa do Tato, que continuava sentado pouco abaixo da cabeceira. Assim que toquei em sua coxa, Tato percebeu que não era a Cléia, mas dando vazão à abertura que ele tinha mostrado antes, pegou minha mão e levou-a até o seu pau. Acho que fazia uns cinco anos que eu não tocava num pau que não fosse o meu. Ele começou a pulsar e o fluido lubrificante a brotar pelo furinho e escorrer pela cabeça. Fiquei curioso e excitado com aquele membro tão parecido com o meu, mas tão maior, grosso a ponto de me impedir de fechar o polegar com o indicador. Tato começou logo a mexer a cintura, usando minha mão para se masturbar enquanto não parava de beijar Cléia cada vez mais lascivamente.
Mas o espetáculo estava tão rico que eu não podia me concentrar só no Tato. Ver a bunda do Fa entre as coxas da Cléia também estava me alucinando e, para o prazer dos meus sentidos, Tato e Fa começaram a se alternar nos beijos na Cléia, que retribuía gemendo e sorrindo, chamando os dois de gostosos, dizendo que achava o Fa um  menino lindo, etc. A imagem de que os meus amigos estavam se beijando “por tabela” me encheu de tesão e me encorajou a dar um passo a mais. Tocando na coxa da Cléia por baixo, eu a induzi a dobrar bem as pernas e envolver o corpo do Fa. Depois, passei a mão pelas costas dele até chegar em sua bunda. Ele olhou para trás, ensaiou um protesto, mas a Cléia e o Tato logo o repreenderam brincando. Continuei meu percurso até chegar ao saco dele, que comecei a massagear enquanto acompanhava seus movimentos para dentro e para fora da Cléia. De vez em quando, eu escapulia propositalmente para o rego da bunda perfeita do meu amigo, acariciava cada gomo, excitado com a curvatura pronunciada e feminina das costas dele. Isso o relaxou e ele começou a trepar bem mais languidamente com a Cléia. De vez em quando, eu espiava lá na interseção dos dois corpos, punha a mão, sentia o tronco de pica molhado e liso entrando e saíndo, duríssimo e em sua máxima grossura. Depois, com um dedo, sentia as bordas, irregulares como pétalas de cravo, dos lábios entumecidos da buceta encharcada, os grandes lábios macios e carnudos, a pele esticada e lisa do inferior do orifício... O saco redondo,  inchado e frio do Fa vinha a cada meio segundo bater na minha mão, encerrando cada mergulho de cabeça nas profundezas daquela gruta quente e misteriosa, recém-descoberta pelo meu amigo mais jovem.
Cléia continuava dividida entre duas bocas ávidas, as arremetidas do Fa e as minhas carícias. Imaginei que a excitação dela devesse ser imensa porque suas bochechas estavam vermelhas e brilhantes. Em dado momento, Tato, de joelho ao seu lado, puxou-a pela cabeça, convidando-a a chupar o seu pau. Mas ela não conseguiu virar o pescoço o quanto precisava. Foi então que propus que ela e Fa trocassem de posição, que Cléia passasse para cima. Aceita a proposta, Cléia se empalou no Fa e começou a cavalgá-lo, enquanto Tato continuava de joelhos oferecendo o pauzão armado. Ela teve que escancarar a boca para envolver a cabeça, mas logo vi meio pau desaparecer entre os seus lábios. Cléia começou a chupá-lo com apetite, enquanto Tato, apoiando as mãos na própria bunda, revirava a cabeça mal reprimindo um grito.
Meu tesão era indescritível, vendo nossos quatro corpos nus, nossos paus, bocas, coxas, bundas, a trepada, a chupada, o calor, os gemidos, o cheiro... Sabendo que a Cléia não recusaria, olhei para ela e fiz sinal de que ia entrar na brincadeira. Ela sorriu com os olhos. Fiquei um tempinho de pé na extremidade da cama, assistindo ao espetáculo majestoso da trepada, sua bunda de mulher subindo e expondo a vara vertical do meu amigo para despencar logo em seguida, ocultando-a e deixando de fora apenas o saco espremido contra as coxas fechadas. Quando a Cléia parou um pouco – certamente para me esperar – me colei por trás dela, sentindo meu pau no rego quente da sua bunda, e comecei a apertar os peitinhos e a torcer os mamilos espessos e durinhos, fazendo-a quase gritar (ela teria podido; estávamos sozinhos em casa) e soltar o pau do Tato, que ela não tinha parado de chupar. Fiquei assim durante uns minutos, até que resolvi tentar o que eu nunca tinha experimentado. Passando a cabeça do pau bem na zona de contato entre a Cléia e o Fa, lubrifiquei bem, pedi à Cléia para quase se deitar no peito dele e comecei a pincelar seu rego e o cuzinho, ajudando com saliva grossa da coca-cola recém tomada. Cléia entendeu, mas não protestou e se ajeitou, soltando completamente o peso do corpo sobre o Fa, para me facilitar ao máximo. Separei um pouco os gomos da bunda dela e, depois de descobrir satisfeito que a abertura do cuzinho era em forma de funil, encostei a cabeça do pau e comecei a forçar. Forcei, forcei, venci a resistência do anel e comecei a passar. Assim que a cabeça entrou toda, senti a resistência oferecida pelo pau do Fa que estava todo na buceta. Pedi à Cléia para subir um pouquinho e, assim que a resistência cedeu, enterrei meu pau até as bolas. Ela deu um pulo, mas logo voltou a sentar no Fa. Assim que nós dois conseguimos entrar completamente nela, começamos a nos coordenar para pistonear alternadamente o cu e a buceta. Cléia começou a gemer alto e gritar: “Ai, como é gostoso! Isso... Mete tudo! Vai! Assim... Quero vocês dois dentro de mim...!”
Acho que só ator pornô agüenta muito tempo numa DP. Em questão de minutos (5 no máximo), fui ficando louco para gozar. E o Fa também, mesmo estando na buceta! Cléia deve ter percebido isso pelos nossos gemidos e e fez uma coisa inesperada. Ela olhou por cima do ombro e me disse: “Fica”. Em seguida, ergueu-se um pouco para deixar escapulir o pau do Fa e recuou para abocanhá-lo e chupar com vontade. Ouvi o Fa dando um gemido muito forte e começando a gozar na boca da Cléia diante dos olhos esbugalhados do Tato, que exclamou um “Caralho!” antológico. Isso me deixou com tanto tesão que, com mais algumas mexidas, explodi num gozo intensíssimo que me fez grudar na bunda da Cléia socando curtinho e ejaculando em jatos longos. Gozei tudo dentro dela, sentindo meu pau pulsar com tanta força que tive medo de dilacerar o cuzinho. Cléia estava totalmente arreganhada e beijando o Fa, dividindo com ele o leite que ela tinha recebido na boca. Eu não parei de socar até a última gota. Tato ficou tão excitado com a cena que começou a tocar punheta, direcionando o pauzão para fora, com medo de gozar na cama. Mas assim que a Cléia percebeu, puxou-o para a cama e o convidou a gozar no peito e na barriga do Fa. Ele chegou a protestar com um “Ei!” que deixou Tato meio sem graça, mas a Cléia e eu insistimos em coro, até que o Fa autorizasse. Por trás da Cléia, pude ver o Tato se ajoelhar na cama e começar a gozar quase imediatamente, esvaziando os seus 18cm em vários jatos no corpo do Fa. À medida que as pocinhas se formavam, a Cléia espalhava o creme pelo peito dele, em torno dos mamilos, no umbigo, demonstrando uma verdadeira intimidade com tudo que, para nós, era tão novo. Ela terminou chupando o pau do Tato até deixá-lo limpinho, segurando a vara dele com a mão esquerda e passando a direita toda melada nos peitos, olhando para nós e sorrindo. Eu, pensativo como sempre, me censurei por não ter fotografado tudo. Terminamos num banho, esfregando as costas uns dos outros como se sempre tivéssemos feito isso. Como eu disse no início, foi um dia mágico.
Uma palavra final sobre nosso trabalho. Ficou perfeito. Vamos tirar dez.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu gostaria de receber um parecer seu. Obrigado!