Seja bem-vindo!

Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

Os botões "Índice" e "Resumos" propiciam acesso fácil aos textos e uma visão global do conteúdo do blogue.

Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Anos depois... Tomás*

Há muitos anos atrás, tive uma relação com um colega de escola mais novo, uma relação única que, embora incompleta, foi muito intensa e prazerosa. Já perdi a conta de quantas vezes rememorei aqueles minutos febris passados no meu quarto, em que os dois adolescentes que éramos tentamos fazer sexo como gente grande! Nossa vida e nossos corpos se transformaram, nos casamos, contituímos família e perdemos quase completamente o contato, a não ser pelos rápidos acenos esporádicos de uma calçada para outra do centro da cidadezinha onde moramos. Foi num desses encontros, mais precisamente o último, na quinta-feira, 9 de abril, às vésperas da Páscoa deste ano de 2009, que se deu o episódio que vou narrar.

"Lá vem o Tomás", pensei com meus botões, avistando o homem de farta cabeleira castanha rosto hereditariamente imberbe, sentindo uma leve tensão com a lembrança de que, já nos tempos de escola, ele era motivo de zombaria nos vestiários por não ter nenhum pêlo no corpo. Pela primeira vez em anos, Tomás parou, sorridente e descontraído, e me convidou para tomar um café no bar do Otávio. Aceitei imediatamente, sem revelar meu espanto. De pé junto ao balcão de zinco, começamos a conversar sobre trivialidades: família, emprego, dinheiro, a crise atual, etc. Eu não estava com pressa, mas, ao cabo de uns vinte minutos, foi-me parecendo exagerada a inclinação do Tomás de continuar ali, jogando conversa fora com um ex-colega de escola com o qual ele não desenvolveu intimidade ao longo da vida e – mais estranhamente ainda – para o qual ele "dera" na meninice. Pensei com os meus botões que talvez ele tivesse algo mais a me dizer, talvez algo importante.

Foi só após uns quarenta minutos que o Tomás resolveu me propor sair do bar do seu Otávio. O carro estava "logo ali", disse ele, e nós poderíamos continuar o papo em sua casa porque a esposa e filhos tinham ido passar a Semana Santa na casa de praia e ele só iria para lá no domingo de Páscoa. Aceitei perguntando-me o que ele poderia ter de tão importante a me contar. Não nego, o caráter sexual da nossa relação pretérita voltou-me imediatamente ao pensamento; mas a atitude, a voz e a linguagem corporal do Tomás não assinalaram qualquer reciprocidade quanto a isso. Ao chegar à casa dele – eu nunca estivera lá – fomos direto para a sala e nos sentamos num longo sofá bege de tecido rústico. Tomás ofereceu-me uma generosa dose de uísque, serviu-se e começou a falar mais ou menos nos seguintes termos.

"Cláudio, o que vou dizer-te não pode sair daqui. Nem minha mulher sabe e, dependendo do modo como venha a saber, vai ter o maior choque de sua vida. Como bem sabes, temos um casal de filhos, a Talita e o Bruno, de doze e dezesseis anos. Pois bem, na semana passada, tive que dar um pulo aqui em casa, no meio do expediente e, quando ia abrindo a garagem, vi dois pares de pernas saírem correndo pela porta que dá aqui para dentro de casa. Cheguei a ver que esses corpos estavam nus, mas quando entrei em casa, o Bruno e um amigo estavam de bermuda e camiseta conversando na cozinha. Meu filho está transando com meninos e eu não sei o que fazer! Até agora, calei sobre o assunto, mas minha cabeça está a mil por hora e, mais dia menos dia, vou ter que ter uma conversa com o Bruno. Acredita, foste a única pessoa no mundo com quem me ocorreu falar nesse assunto e a coincidência do nosso encontro é extremamente providencial."

Tomás disse isso num fôlego só e toda a sua atitude havia mudado. Já não havia a serenidade de antes e seu olhar estava transtornado. Pensei um pouco para dizer algo pertinente, mas a única coisa que me ocorreu dizer foi: "E isso está te excitando, não é, Tomás?" Ele me olhou inclinando o rosto como um cachorro espantado, ficou calado por alguns instantes e pondo a cabeça entre as mãos, entrou num riso nervoso dizendo: "É... é isso... tens razão, Cláudio... que loucura! Isso está me excitando barbaramente! A possibilidade de que o meu filho seja homossexual está mexendo comigo da maneira mais imprevisível."

Ele continou falando até esgotar o que tinha a dizer e parou com os cotovelos sobre as coxas e o queixo apoiado nos punhos fechados, olhando-me fixamente.
- Estás com quantos anos, Tomás? perguntei.
- Quarenta, e tu?
- Quarenta e cinco. Tinhas treze anos, eu dezessete, e fizemos a mesma coisa que o teu filho, há quase trinta anos atrás, aduzi, trazendo à tona o que me pareceu ser a verdade essencial e profunda de todo aquele monólogo.
- Mas...
- "Mas" o quê, Tomás? A única diferença, contigo é que optaste por uma vida heterossexual. Mas nós dois sabemos o quanto gostaste do nosso encontro único e que, não fosse a tua família repressora, o terias repetido dezenas de vezes comigo e reproduzido com muitos outros. Estou inventando alguma coisa?
- Não, Cláudio. É verdade. O que fizemos marcou-me profundamente e não se passa uma semana sem que eu pense naquele dia em tua casa.
- Ao contrário dos outros meninos, que riam de ti, eu te achava muito desejável, com aquela bundinha muito empinada e rechonchuda, e o corpo tão liso. Não tinhas um pêlo, te lembras?
- Haha! É verdade! Isso me encabula! exclamou ele, corando.
- Por quê, se é a verdade e o mais puro elogio?
- Meu corpo continua liso como o de uma lumbriga. Só me despontaram pêlos acima do pinto, no saco e axilas, e assim mesmo bem poucos!
- Eu gostaria de ver isso, respondi, meneando a cabeça e olhando para ele com o olhar sonhador de quem está com a mente voltada para o passado.
- Continuaste procurando pessoas do mesmo sexo? desconversou ele.
- Eventualmente, respondi. Casei-me, tenho filhos e minha vida em família, mas mantive uns contatos que me facultam um certo alívio dessas pulsões despertadas há tantos anos.
- Pois eu, não. Nunca mais tive o menor contato físico com homens. Dei várias escapadelas, mas sempre com mulheres. Em duas ou tês ocasiões mais prementes, procurei prostitutas, porque elas não se opõem a atender a pedidos "bizarros". Mas homens, jamais.
- Imagino que terias dificuldades se continuasses hoje com tendência passiva. Terias que fazer tudo na maior discrição. Se conseguiste aliviar-te assim, tanto melhor.

Um momento de silêncio brotou, longo e frágil, interrompendo a sonoridade densa e brilhante da conversa, que se tornara descontraída após deslocada do seu eixo. Após o que talvez tenham sido uns dois minutos, Tomás voltou a olhar-me, depois olhou para o chão sem focalizar os motivos do tapete e para a parede oposta sem focalizar os quadros, hesitou e por fim, decidiu-se.
- Tenho uma proposta que, para mim, seria a única possibilidade de...
- Diz, respondi, atento.
- Nosso banheiro social é muito bonito e espaçoso, com um chuveiro de água forte e farta. Se quiseres...
- Podemos tomar um banho, completei.

Respirei profundamente e foi a minha vez de percorrer com olhar vago o aposento em que estávamos, tentando encontrar um motivo único que me fizesse levantar-me e despedir-me. Uma fotografia da família toda sobre um móvel antigo, por exemplo, ter-me-ia dissuadido. Mas não havia nada, motivo algum; éramos dois adultos sozinhos com tempo disponível. Aceitei diante do olhar admirado do Tomás.

O banheiro era, de fato, um luxo: um amplo espaço central com piso de mármore verde cercado por duas pias, um box, uma bela banheira redonda de hidromassagem, um conjunto de armários embutidos, secadores para as toalhas em uso e uma janela francesa dando para um espaço interno fechado no qual eles fizeram um pequeno jardim. E muitos espelhos. Tomás foi diretamente pegar uma toalha enquanto designava uma cadeira aonde eu pusesse minhas roupas. Como sempre fui desinibido, comecei logo a despir-me. A temperatura da quinta-feira passada foi, por si só, um convite à nudez. Os espelhos refletiram meu corpo de homem de quarenta e cinco anos, moreno, de estatura média, o cabelo ainda quase completamente escuro e traços faciais viris. Notei que Tomás me olhou discretamente, talvez indagando se teria tomado a decisão certa. Meu sexo estava ligeiramente enrijecido, o suficiente para não parecer completamente pendente. Eu podia quase sentir os corpos cavernosos enchendo-se muito lentamente de sangue, aguardando o momento propício para erguê-lo. Tomás também despiu-se e pude ver pelo espelho, quase trinta anos depois, seu corpo branco e quase completamente desprovido de pêlos. Fiquei feliz ao descobrir que suas coxas ainda eram grossas e arredondadas, e que ainda formavam duas dobras pronunciadas com o peso da bunda que continua carnuda e rija. Quando estávamos completamente nus, Tomás foi até o box, ligou a água e me convidou a entrar sob o jato ligeiramente morno, copioso e pesado, entrando em seguida e fechando a pesada porta deslizante de vidro.

Assim que me virei, Tomás aproximou-se, envolvendo-me o saco com uma mão e levando, com a outra, a minha mão à sua bunda. Minha ereção foi imediata e Tomás olhou demoradamente o meu sexo.
- Perdi a conta de quantas vezes na vida me lembrei dele pulsando duro contra o meu corpo.
- Eu também sonhei muitas vezes com a bunda perfeita que eu espiava no vestiário do judô, na ginástica, na piscina...
- Mas era tão rápido!
- O suficiente para levar-me ao delírio em punhetas homéricas que eu dedicava a ti, no banheiro de casa!
- Eu quase não me masturbava. Só pensava nos meninos passando a mão na minha bunda, de pau duro, com tesão, me espremendo na fila... Eu sonhava com alguns deles me pedindo para pegar seu pau, sentar no colo, mal imaginando como seria ser penetrado mas desejando intensamente que isso acontecesse.
- Vem, pedi, convidando-o a virar-se para que eu o pegasse por trás.

Quase trinta anos depois, meu sexo ainda reconhecia aquele corpo que ele conhecera em profundidade.
- Ahhh! Que gostoso poder sentir isso outra vez, fez ele, pondo uma mão para trás para tocar-me.
- Não abriste a boca em nossa única vez.
- Eu era muito novo! Eu não tinha nada a dizer; só desejava.

Continuamos durante algum tempo assim, grudados. Eu ora acariciava-lhe as laterais côncavas da bunda, ora separava os dois gomos rechonchudos para sentir meu pau bem colado no fundo do rego, ora explorava o seu sexo, mais discreto que o meu, mas igualmente duro e ávido de sensações tácteis. Enquanto sentia meu pau pulsar, eu passava do seu pau para o saco, me insinuava entre suas coxas, depois voltava pelo lado e massageava os ralos pelinhos da pélvis e a barriga ainda razoavelmente plana. Tomás, de mãos espalmadas contra as minhas coxas, esfregava-se em mim com movimentos circulares, recostando a cabeça no meu ombro. Senti que ele me queria dentro dele.

Na parede oposta do longo box desse magnífico banheiro há um armário com material de banho, de onde Tomás tirou um frasco de lubrificante. Ele o pôs na minha mão, mandou-me fechar a torneira e saiu do box. Quando saí, vi-o debruçando-se na pia e oferecendo-me uma bunda exuberante, empinada como eu a vi há tantos anos, mas maior, fazendo-me lembrar a garupa de um cavalo puro-sangue. O sombreado da região anal reteve o meu olhar como o de um hipnotizado. Por entre as coxas transparecia a pele rugosa do saco e a extremidade do membro pendente. Aproximei-me e pondo um joelho no chão, afastei gentilmente os dois gomos e avistei o orifício raiado, que me pareceu de fato intocado desde o nosso encontro de há décadas. Observei-o durante alguns segundos, sentindo na ponta dos polegares a firmeza da carne da bunda. Depois, me aproximei, meu nariz tocou a pele, absorvi o ar quente, úmido, perfumado de sabonete, e colei minha língua ao períneo, percorrendo-o no sentido ascedente até sentir as contrações do cu nervoso. Tomás gemeu e seus dedos tocaram-me o queixo quando ele agarrou firmemente o saco para massageá-lo. Continuei explorando seu cu, dando cuspidinhas e lambendo, tentando invadi-lo com a ponta da línga e sentindo nas mãos as contrações musculares das coxas de Tomás.
- Mete, Cláudio... Ele só foi teu, suplicou ele.
- Espera um pouco. Não quero deixar de fazer nada que possa aumentar nosso tesão mútuo, respondi, apertando seus dois gomos com força e separando-os, como se eu não quisesse perder essa nova oportunidade de guardar para sempre na memória o que eles ocultaram por tanto tempo.
- Então com  o dedo, pelo menos, implorou ele, ávido de prazer.
- Está bem, respondi, já encobrindo a entrada com a ponta do indicador, fazendo Tomás empertigar-se.

Enquanto eu ia imprimindo uma força leve para que o meu dedo entrasse sem nenhuma dor, pude constatar o quanto o orifício anal de Tomás parecia intacto. Se ele mentiu e teve, sim, experiências homossexuais depois daquela nossa, devem ter sido quase inóquas, talvez sem penetração. E se ele introduz alguma coisa no cu para excitar-se, deve ser algo bem pequeno e liso que não alterou em nada a anatomia do ânus. Fiquei deslumbrado com a perfeição daquele pequeno diafragma tão bem protegido. Tive vontade ficar contemplando para não esquecer, mas Tomás me lembrou que seu tesão estava se tornando insuportável.

Levantei-me olhando meu membro e vi um fio de pré-esperma escorrer até o chão. Olhei Tomás pelo espelho e esse breve encontro deu-me a entender que eu podia prosseguir sem medo... e sem proteção. Dei-lhe uma piscadela e empunhando meu sexo, percorri o rego até encontrar o ponto de entrada. Tomás repousou o tronco na bancada da pia, empinou-se ao máximo e me deu a entender que estava pronto, indicando-me um grande frasco de creme hidratante. Espalhei creme na glande e untei a região anal. Em seguida, fiz alguns vaivéns para expandir a carne elástica, o que fez Tomás dar gemidos intensos mas implorar-me que não parasse. Senti o anel interno ceder o suficiente para acolher ao menos a cabeça entre as paredes do apertadíssimo cu. Tive que dizer a Tomás, já contorcendo-se, ofegante, que tentasse relaxar a região ou, se não soubesse, que fizesse força para fora, porque isso me ajudaria a entrar. Ele adotou a segunda opção. Ao mesmo tempo que a borda do cu expandiu-se, ampliei a pressão e senti minha glande sendo tragada até desaparecer completamente, forçando Tomás a flexionar um pouco as pernas para combater o desconforto inicial do pau encaixado em seu máximo diâmetro no orifício praticamente virgem, e fiquei imóvel.

Alguns momentos depois, perguntei se estava tudo bem, ele me mandou prosseguir. Então, agarrando-o fortemente com as duas mãos pela cintura, avancei o corpo, como se fosse dar um passo, sentindo minha coxa esquerda tocar na sua. Tomás não só ofereceu resistênca como recuou um pouco e foi o efeito conjunto dos nossos esforços que permitiu que o meu pau mergulhasse enfim nele e eu acolhesse em minha cavidade pélvica a bunda redonda e quente do meu amigo, que jogou a cabeça para trás com um gemido forte, soltando um longo "Ahhh!" que me pareceu ser a liberação de uma válvula submetida há muito a uma imensa pressão. Depois disso, seu corpo todo relaxou-se, inclusive a bunda, que envolveu meu pau como uma almofada, acolhendo-o confortavelmente.

Foi o próprio Tomás que iniciou os movimentos lentos e ritmados, fazendo seu cu percorrer meu pau do talo quase ao final da cabeça e voltando pelo caminho inverso, com uma habilidade que não deixou de espantar-me. Logo entramos num ritmo ideal, que produzia em mim ondas de tesão e dava consistência crescente à minha ereção. Em pouco tempo, o cu relaxado adaptou-se completamente e a área de contato aumentou consideravelmente, como se agora meu pau estivesse sendo envolvido por um anel deslizante de um ou dois centímetros. Que espetáculo, vê-lo de cima, entrando e saindo, grosso e duríssimo, por entre os dois gomos brancos, ainda tão firmes e redondos! Lembrei-me da nossa transa de adolescentes, quando essa mesma visão me excitou tanto que desencadeou o orgasmo.

Mas na quinta-feira passada, Tomás e eu não estávamos pressionados por nada. Viráramos adultos, tínhamos tempo e queríamos prolongar o prazer ao máximo. Quando senti que, se continuasse com as estocadas, acabaria gozando, saí de dentro dele e pedi-lhe que se virasse e sentasse na pia com as pernas abertas. Tomás estava transfigurado pelo prazer, corado, sorridente, as pupilas dilatadas. Olhei para o seu pau, que devia ter estado completamente duro, mas já amolecera um pouco sem contudo perder o volume. Não o achei grande, mas o saco, a glande e o corpo do pau me pareceram muito proporcionais. Colhi o saco por baixo e acariciei o pau, sentindo-o imediatamente começar a endurecer. Tomás me pareceu um pouco espantado com essa manipulação, o que é compreensível, já que em nosso encontro juvenil fui 100% ativo e não toquei em seu sexo. Sorri em sinal de que ele ficasse tranqüilo – eu não estava fazendo nada por obrigação –, e voltei a concentrar-me no pau, que já havia crescido em minha mão, tomando seu comprimento de cerca de 16cm de comprimento por 4cm de diâmetro.
- Tamanho médio, mas mais para grosso. Gosto muito.
- Hmmm! Está uma delícia, Cláudio. Não para!

Empunhando o pau para cima, lambi, mordisquei e suguei o saco, arrancando gemidos de Tomás. Depois, puxei-o carinhosamente e envolvi a glande com a boca, sentindo na língua a sua conformação inferior e a fina pele do freio, completamente esticada. Comecei a sugar, arrancando do orifício a baba lubrificante e passando-a em toda a cabeça com a língua. Na mão, eu podia sentir as vigorosas pulsações do membro agora rígido como... um pau. Tomás pôs uma mão na minha cabeça e forçou-me a engolir mais, o que fiz, sentindo a cabeça deslizar céu da boca adentro até ir bater no palato mole. Embora o pau de Tomás não fosse enorme, a grossura me forçou a escancarar o maxilar inferior para acolhê-lo todo na boca. O toque no fundo produziu saliva grossa e logo todo o membro estava envolto nela. Trabalhei com a cabeça, fazendo-o entrar e sair como se ele estivesse copulando com a minha boca. Cada vez que a glande ultrapassava meus lábios, Tomás emitia um gemido, prenunciando um orgasmo monumental que eu ainda estava longe de querer ver acontecer. Suspendi a felação deixando meu amigo contorcendo-se de tesão, sentindo o orgasmo iminente desfazer-se. Quando me ergui, seu pau continuou em riste, meio curvado para a esquerda, pulsando acima da barriga.
- Não vais levar-me ao orgasmo? Estou excitadíssimo!
- Quero comer-te mais, respondi, olhando-o nos olhos.
- Que fome! respondeu ele, cheio de entusiasmo, com um sorriso malicioso e em nada afeminado.
- Vamos para o quarto, pedi.
- Está bem, assentiu, já saltando da pia.

Chegando ao quarto de casal, um amplo cômodo repleto de móveis coloniais, pedi a Tomás que se sentasse na beira da cama e em seguida deitasse de costas com as pernas para o alto, o que ele fez prontamente, sorrindo como um garoto. Apoiei-me nelas com as mãos, forçando-as ao máximo contra as laterais do seu corpo, expondo bem os testículos volumosos. Passei saliva viscosa na cabeça do pau, depois em seu cu, que massageei e penetrei suavemente com um dedo. Tomás gemeu e seu pau pulsou contra a barriga. Ainda apoiado com as mãos espalmadas em suas coxas, encostei brevemente a glande no orifício, apenas para encaixá-la no ponto certo e forcei lenta mas firmemente, fazendo meu pau deslizar até o talo e quase arrancando um berro de Tomás, berro que acabou não saíndo para tornar-se expressão de surpresa: não havia dor. Meu pau desapareceu completamente em seu cu e seu saco veio colar-se à minha pélvis. O pau duro convidou-me a iniciar uma suave punheta enquanto o meu entrava e saía lentamente do cu morno e acolhedor. O rosto de Tomás iluminara-se de prazer e ele movia os braços como se espreguiçasse.
- Fui um louco de jamais ter procurado por ti todos esses anos! Como pude ficar sem isso, Cláudio? perguntou ele com voz tranqüila, passando as mãos na colcha colorida.
- Cheguei a me perguntar isso também, respondi. Nunca mais tiveste parceiro masculino? Nunca? O ritmo da penetração se estabilizara e senti que eu poderia mantê-lo assim pelo tempo que quisesse.
- Nunca! Na verdade, quando transamos, voltei para casa muito "grilado" – era esse o termo, na época – com a minha tendência homossexual e decidi me voltar exclusivamente para o sexo oposto. Continua... Assim... Está ótimo nesse ritmo.... Teu pau é muito gostoso.
- Pois eu tive as minhas doses de sexo anal e oral com uma certa regularidade, o que não prejudicou em nada a minha relação conjugal – muito pelo contrário, respondi, sorrindo para agradecer o elogio.
- Imagino, senão não estarias mais casado. Cláudio, quero te dar de quatro, pode ser?
- Claro.

Eu o comi de quatro durante uns bons minutos, depois ele se deitou de bruços e o penetrei assim, colado ao seu corpo. Tomás ondulava, oferecendo-se, fazendo-me penetrá-lo o mais profundamente possível, gemendo e dizendo que jamais sentira nada de tão gostoso. Passamos mais alguns bons minutos assim, ondulando em fases opostas para que eu pudesse afundar-me nele até o talo. Quando senti o orgasmo vir, retirei-me e esperei a sensação esvair-se. Enquanto Tomás permanecia languidamente na mesma posição de bruços, abri mais uma vez seus dois gomos e lambi seu cu quente e agora entreaberto, conseguindo introduzir nele a ponta da língua, fazendo meu amigo gemer e oferecer-se plenamente.

Foi nesse momento que pude sentir o quanto Tomás estava ávido de sexo. Ele não queria gozar, apenas recomeçar interminavelmente o que ele só conhecera em nosso breve encontro de juventude e interrompera definitivamente logo em seguida. Ele queria que eu o comesse num dia por todas as vezes que ele desejou ter sido comido ao longo desses quase trinta últimos anos. Tornei a olhá-lo, admirado com a juventude do seu corpo, que passaria facilmente por um corpo de homem de trinta anos, com carnes firmes, bom tônus muscular e formas definidas. Só o rosto de Tomás tem quarenta anos. Mas um rosto que fora quase angelical na juventude não consegue se tornar feio. O rosto imberbe e os olhos azuis dão-lhe, apesar dos traços bem marcados e certos vincos nitidamente atribuíveis ao sofrimento, um aspecto ingênuo de adolescente perdido. Não trocamos carícias. O fato de estarmos nus e fazendo sexo não teve nenhuma conotação afetiva. Nenhum de nós demonstrou estar carente de nada além de sexo. Tomás estava experimentando uma espécie de "desassossego" e eu estava disposto a satisfazê-lo. Nada mais.

Do sexo na cama, passamos para outros móveis e outros cômodos, depois as janelas e até – como os dois adolescentes que são o filho dele e o amigo – a garagem! A cada vez que eu chegava à beira do orgasmo e interrompia a penetração, Tomás passava por uns momentos de satisfação e languidez, mas logo voltava a sentir o que ele definiu como "vazio" que reclamava imperativamente por preenchimento.

A última etapa do nosso périplo sexual pela casa se deu na cozinha. Já eram 11h da noite – estávamos juntos há cerca de cinco horas – quando Tomás teve a idéia de me pedir para penetrá-lo com "coisas". Procuramos no banheiro e nos quartos por frascos e tubos arredondados e anatômicos, mas foi em vão. A não ser um frasco de desodorante que consegui introduzir confortavemente em seu cu, nada nos pareceu satisfatório. Tive então a idéia de propor que voltássemos à cozinha (já havíamos lanchado duas vezes mas não feito sexo nela) e procurássemos alguma coisa na geladeira na esperança de encontrarmos pepinos ou cenouras.
- Cenoura, não, opôs-se Tomás. Cenoura arde; só é bom com camisinha.
- Ahá! Vejo que já experimentaste! Vamos procurar outra coisa, então. Pepinos? Abobrinhas?
- Prefiro, respondeu ele, já abrindo a gaveta de legumes e me passando sacos plásticos e um pote de margarina.
- Hum! Vai ser o "Último Tango"?
- O último? Não sei... Vamos ver, respondeu ele, com o mesmo sorriso maroto de antes.

Lavamos e secamos os legumes. Meu pau foi endurecendo enquanto eu imaginava o que faríamos. Percebi que Tomás também estava bem excitado, o que não se revelava tanto pelo seu pau, mas pelo seu estado de exaltação. O "vazio" ia ser novamente preenchido e isso o deixava agitado. Quando tudo ficou pronto, ele se debruçou na pia da cozinha. Eu untei com margarina uma abobrinha bem reta de cerca de 17cm x 3cm e o deixei ver antes de lhe pedir para separar as nádegas. Quando encostei a extremidade do legume na entrada, vi que o cu pulsou como se tentasse mordê-la, capturá-la. A avidez de Tomás era tanta, que ele me pediu para enfiá-lo de uma vez, o que fiz, vendo o verde do vegetal deslizar para dentro com impressionante facilidade ao som dos gemidos de Tomás, que empinou a bunda ficando na ponta dos pés.
- Me fode gostoso com ela... Assim...
- Te lembras do meu pau? Devia ser dessa grossura, uns 3cm.
- Só lembro que era gostoso, mais foi tão pouco... Fode... Assim...

A abobrinha verde e lustrosa entrava e saía do meu amigo, arrancando dele gemidos loucos súplicas de que eu não parasse. Mas o diâmetro de 3cm não era mais grande coisa e eu queria experimentar outros, maiores. Procurando na pia, encontrei uma segunda abobrinha, desta vez com uma forma interessante. Uma das extremidades era redonda, depois afinava até o meio e tornava a engrossar. O diâmetro da "cabeça" era bastante impressionante, talvez uns 4cm ou mais, o do meio devia ter uns 3cm e o comprimento do todo chegava a 20cm. O salto seria grande em relação ao legume inicial, mas não tínhamos nada a perder e o meu amigo estava cheio de tesão. Untei abundantemente a extremidade e apliquei-a entre os deliciosos gomos lisos do Tomás, que ele abriu tão logo. Ao seu sinal, comecei a fazer um vaivém para acostumar o orifício ao novo diâmetro. Tomás logo sentiu que teria que vencer uma nova etapa, mas seu cu estava receptivo e foi tragando porções de diâmetro crescentes da abobrinha número 2, até a dimensão máxima – eram cerca de 3 dedos meus -, o que o fez quase urrar de prazer... e alguma dor. Quando empurrei mais e o legume foi deslizando quase sem atrito para dentro dele, Tomás sentiu um prazer tão grande que teve uma pequena emissão de esperma sem sequer se tocar. Ele me disse: "Parece que estou gozando" e quando olhei, vi um fio esbranquiçado escorrendo do seu pau, fenômeno que se repetiu outras vezes em que a ampla cabeça da abobrinha entrou. Em pouco tempo, consegui introduzi-la praticamente inteira no cu faminto do meu amigo, que a devolvia com suas próprias contrações e me pedia para tornar a enfiá-la com força e bem fundo. Consegui enterrar os 20cm em seu reto, deixando de fora apenas um cabinho cotó e esperando que ele a expelisse por si. Quando a tirei definitivamente, Tomás precisou esperar que o cu escancarado voltasse ao diâmetro normal. Aproveitei para ajudar a relaxá-lo cuspindo muito em seu interior e lambendo-o para arrancar-lhe uns outros tantos gemidos de prazer.

Eu estava me preparando para continuar naquela progressão crescente de dimensões de legumes a enfiar no cu do meu amigo quando, por curiosidade, abri o armário da pia e vi uma dessas maçanetas de mostruário, isto é, um retângulo de porta com a maçaneta instalada. A maçaneta consistia simplesmente de uma esfera de cerca de 5cm de diâmetro, talvez um pouquinho mais. Imediatamente me veio à mente o esperma gotejante que eu vira sair sem masturbação, provavelmente provocado pela forma arredondada da abobrinha. Peguei a maçaneta, fiz a proposta ao Tomás e a aprovação foi imediata. Lavei a maçaneta, untei completamente com manteiga e encaixei-a no rego, ainda um pouco incrédulo. A placa de madeira era de fácil manuseio. Eu só tinha que pressioná-la e soltá-la para fazer o vaivém de relaxamento. Senti que Tomás queria muito que seu cu a engolisse inteira, mas a pressão do cu contra a esfera era total e havia um ponto que parecia não poder ser ultrapassado. Expliquei-lhe que a elasticidade do cu é algo prodigioso e que tudo depente dessa fase de alargamento e relaxamento. Ele então relaxou-se ao máximo e eu continuei durante alguns minutos com meu vaivém crescente de pressão.
- Isso não pode ferir, Cláudio? perguntou Tomas, meio inquieto.
- Não, porque estou acostumando o teu cu com o novo diâmetro. É ele que vai dizer se o suporta ou não.
- Agora, quando chegas ao final, eu sinto a mesma coisa que o fim da prisão de ventre causa, mas é como se a abertura ainda fosse insuficiente para deixar passar.
- Mas dá prazer ou só dor?
- Não, dá prazer, e muito! Mas estou um pouquinho preocupado.

Foi então que me ocorreu usar de outro recurso. Deixando a maçaneta de lado, untei a mão e enfiei três dedos no cu do Tomás, trabalhando nele para relaxá-lo e alargá-lo ao máximo enquanto eu massageava seu pescoço, suas costas, sua bunda. Isso foi tão prazeroso que Tomás teve uma nova emissão de esperma ralo sem se masturbar. Não tardei a conseguir introduzir um quarto dedo, isto é, mais de 5cm, que Tomás acabou acolhendo com prazer redobrado. Eu já podia voltar à maçaneta.

Mais uma vez, untei a esfera metálica e a encaixei no cu que logo acolheu uma boa porção. Tomás debruçou-se na pia e ofereceu-me a bunda com muito desejo. Fui trabalhando minha base de madeira tanto no sentido da pressão quanto com movimentos circulares, perguntando ao Tomás o quanto a maçaneta ia se aprofundando. Vários minutos se passaram até que o máximo diâmetro se encaixasse no anel, causando em Tomás uma forte sensação de repuxamento que ele me disse sentir irradiar-se até o meio das coxas. Empurrei um pouquinho mais e subitamente senti a placa de madeira sendo atraída para a bunda de Tomás: o cu tragara a bola. Pude até mesmo largar a placa. A maçaneta estava encaixada nele.
- Ahhh! gemeu Tomás, desabando literalmente na pia.
- Entrou gostoso? perguntei.
- Nem sei o que dizer, Cláudio! A sensação é tão intensa que me faz pensar num elástico esticado ao máximo e que está pronto para estourar. Mas com essa bola, depois que se ultrapassa esse estágio e ela entra, a gente vai à lua!
- Agora vem a melhor parte. Vamos tentar fazer a maçaneta entrar e sair várias vezes, como se fosse a cabeça de um pau gigante.
- Caramba! Está bem.

Segurei a placa-suporte e puxei lentamente, mas o cu de Tomás resistiu, mantendo a maçaneta aprisionada, causando dor. Foi preciso paciência e um certo esforço para retirá-la. Quando, por fim, ela saiu, o cu ficou escancarado, com um diâmetro imenso. Antes que ele voltasse ao normal, voltei a encaixar a bola nele e pressionar. Desta vez, ela foi prontamente tragada, arrancando de Tomás um gemido realmente expressivo.
- Isso é bom demais... Não para, por favor!
- Não vou parar. Quero te fazer gozar assim.

Tomás e eu "pegamos o jeito" e a maçaneta começou a entrar e sair de seu cu como se fosse uma imensa glande. Cada vez que ela entrava, Tomás sentia o prazer violento de uma primeira penetração e, cada vez que saía, o vazio arrebatador de algo que precisa imperativamente voltar para dentro. Nas primeiras vezes, cada penetração fazia com que um fio de esperma ralo escorresse do seu pau, amplificando a sensação de prazer. Ele olhava incrédulo para o fio transparente e para a pocinha que ia se formando no chão.
- Isso é porque não te masturbas. O esperma só escorre assim quando está acumulado.
- É uma sensação deliciosa, como se fosse um gozo suave, arrepiante, mas sem espasmos.
- Eu sei. Quando quero sentir isso, acumulo esperma durante uma semana e consigo provocar o mesmo efeito me masturbando e interrompendo repetidamente o orgasmo.

À medida que o cu de Tomás foi se acostumando ao diâmetro da maçaneta, pude fazer com que ela entrasse e saísse cada vez mais rápido. Isso foi levando-o a um tipo de torpor e, segundo ele, uma ampliação do âmbito do prazer, que passou a ocupar não só a área anal como a área genital inteira, além de um arrepio geral do corpo. Seu pau entrou em ereção, mas eu lhe disse para não tocá-lo em hipótese alguma e continuei a foder seu cu com aquela esfera metálica, num ritmo constante e que o fez emitir um gemido baixo e contínuo até que, subitamente, num "Ahhhnnn", ele explodiu num orgasmo violentíssimo que o fez contrair as nádegas como se fosse arrancar a maçaneta de sua base de madeira. Seu pau começou a ejacular, levando Tomás a se masturbar vigorosamente.

Só foi possível puxar a maçaneta de dentro de Tomás quando o seu orgasmo cessou por completo e com ele as últimas pulsações. Ele estava esgotado, suas pernas bambas e não foi sem dor que seu cu, que logo se adaptara ao pequeno diâmetro do eixo da maçaneta, teve que expandir-se uma última vez para expelir a esfera. Voltamos ao quarto e Tomás deitou-se de bruços para descansar.

Mas aquilo tudo tinha me deixado muito excitado e com vontade de ter o meu próprio orgasmo. Então, sentando-me de pernas abertas pouco acima da cabeça de Tomás, pedi-lhe que me chupasse até o gozo, o que ele aceitou sem dificuldade. Meu pau logo endureceu em sua mão e ele começou a mamar, aplicando a língua com espantosa destreza sob o freio enquanto sugava com força para extrair meu sumo. Em seguida, deixando-o deslizar até o fundo da garganta, iniciou o vaivém. Eu estava muitíssimo excitado com toda aquela brincadeira com legumes e a conclusão apoteótica com a maçaneta. Em pouco tempo, vendo meu pau desaparecer entre os lábios do meu amigo e ressurgir encharcado de saliva grossa, vendo a cabeça do Tomás entre as minhas coxas grossas e peludas, vendo a curvatura pronunciada das suas costas, sua bunda branca, lisa, ampla, firme, que tinha sido tão fodida durante horas a fio, vendo tudo isso, atingi um grau extremo de excitação e foi finalmente a minha vez de explodir num orgasmo copioso que chegou a fazer meu amigo engasgar, enchendo sua boca de esperma denso, que ele foi engolindo corajosamente até deixar meu pau limpo e reluzente de saliva escapar de sua boca. Assisti já com saudades a esse desfecho magistral, desejando uma próxima vez, mas uma próxima vez que não estivesse num futuro tão distante em relação a essa quinta-feira quanto essa quinta-feira estava em relação ao nosso primeiro encontro no passado.

Foi por volta das 2h da manhã de sexta-feira que Tomás me deixou em casa, após este que foi o dia de sexo mais longo das nossas vidas. Ele me agradeceu por ter zerado seu "sexômetro" em atraso e não só me garantiu que voltaríamos a nos encontrar em breve, como prometeu que procuraria outras relações masculinas. Ontem foi dia de Páscoa e tenho certeza de que o Ressuscitado está bem mais satisfeito agora, com a sua nova ovelha desgarrada, do que quando ela fazia parte do rebanho!

-----------------
(*) Excepcionalmente, este texto não está redigido em português carioca, mas numa espécie de híbrido de português do Brasil e de Portugal, notadamente no que toca o tratamento pronominal.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu gostaria de receber um parecer seu. Obrigado!