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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

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Marc Fauwel

Aconteceu comigo!

São cinco e meia do domingo, dia 15 de fevereiro de 2010. Acabou de me acontecer uma coisa tão espantosa que é minha vez de dizer ao mundo o que tantos já disseram e dizem a cada segundo: em matéria de sexo, tudo pode acontecer.

Hoje, acordei sabendo que passaria o dia sozinho e resolvi ir passear no Rio Sul e aproveitar para comprar sapatos. Entrei numa sapataria cheia de clientes e com umas oito vendedoras, todas bonitinhas, como se o patrão tivesse escolhido a dedo uma por uma. Naturalmente, fiquei olhando mais para elas do que para os sapatos e, de repente, notei que uma delas tinha uma bundinha empinada e redonda. Ela estava usando uma legging preta justinha e não se via marca nenhuma de calcinha. Logo adivinhei que ela devia estar usando uma fio-dental toda atoladinha no rego daquele bumbum sensual. Meu pau logo deu sinal de vida, pulsando na calça. Eu não conseguia tirar o olho da menina e estava decidido a tentar alguma coisa.


Ela andava para lá e para cá, atendendo as pessoas, levando sapatos ao caixa, indo ao estoque e ajudando clientes a experimentar. Cada vez que ela andava, as dobrinhas da bunda com as coxas se alternavam, me deixando cada vez mais alucinado de vontade de tocar naquele corpo gostoso. Eu queria que ela me notasse, mas o movimento era tanto que ela nem percebia que eu estava olhando. De repente, quando resolvi relaxar o assédio e olhar um pouco para os sapatos, ouvi uma voz pertinho de mim: “Se precisar de alguma coisa, meu nome é Kátia, tá?” Enquanto ela falava, meu olhar se dirigiu instintivamente para o meio das pernas e percebi a legging preta justinha. Era ela! Procurei imediatamente o rosto, meio sem jeito, agradecendo e olhando bem nos olhos, mas saquei que ela havia notado que olhei para o seu corpo. Ela saiu e eu continuei fingindo que estava olhando sapatos, mas o encontro me deixou muito mais excitado que antes. Eu precisava descobrir se ela também tinha se interessado.


A sapataria é enorme (não quero dizer o nome), mas dei um jeito de não perder a Kátia de vista, até perceber que ela me notou. Assim que tive certeza, comecei a me "esconder" para ver se ela me procurava e logo descobri que sim. Embora ela fosse bonitinha e interessante, eu só pensava na bunda empinada estava me sentindo como um cavalo no cio, com sede de sexo. Comecei a procurar o rosto dela, os olhos, em busca de algum sinal. No início, ela me evitou, talvez hesitando um pouco, mas logo parou de resistir e começou a me fazer sinais discretos com a cabeça e com os olhos, para que eu esperasse. Eu respondia ansioso, dando a entender claramente que eu queria ficar sozinho com ela. Minutos depois, ela me fez sinal para segui-la ao estoque. Meu coração quase saiu pela boca.


O estoque ficava em cima da loja. Assim que a porta se fechou atrás de mim, vi que outra vendedora vinha descendo e me apavorei, mas logo ouvi a voz da Kátia: "Mary, por favor, tá legal?" e a da outra: "Já te dedurei alguma vez?" Logo entendi que coisas como a que estavam acontecendo comigo pela primeira vez na vida, e que me pareciam milagre, deviam ser bem comuns para aquelas vendedoras. A tal Mary passou por mim com um sorriso, parecendo dizer com os olhos: "Aproveita, sortudo!" Quando cheguei no estoque, vi a Kátia no fundo, segurando a porta do banheiro aberta e me chamando com o dedo.


Assim que nos trancamos, nos agarramos num beijo selvagem, molhado, cheio de excitação, enquanto nossas mãos procuravam o sexo um do outro. Pude sentir, através do tecido fino da legging, a carne macia dos grandes lábios e a fenda que me encheu de desejo. Tinha que ser rápido. Ela se virou para a pia, baixou a legging e eu pude ver a bundinha branca, pequena mas perfeita, empinadinha, com o fio da calcinha entre os dois gomos lindos e rechonchudos. Abri a calça e grudei nela ainda de cueca, me esfregando muito e sentindo meu pau molhado deslizar no tecido. Eu teria ficado horas fazendo isso, mas não tínhamos tempo e logo senti uma mão me empurrar e vi a fio-dental descer até o meio das pernas. Baixei a cueca e vi meu pau duro como uma estaca saltar dela apontado para o teto. Kátia se virou rápido, agachou, pegou nele com força, baixou um pouco, abocanhou a cabeça e deu umas chupadas intensas, o suficiente para me levar ao máximo da excitação. Depois, pegou o pacotinho que eu estendi, abriu, pôs a camisinha no meu pau com toda a facilidade, tornou a virar-se de costas, apoiou-se na pia e arrebitou o bumbum lindo, pedindo "Agora me fode, vai", sorrindo e se preparando para o prazer maior. Pincelei a buceta depilada com meu pau e um mínimo de pressão bastou para que a cabeça dele mergulhasse na dentro da bucetinha encharcada e acostumada ao sexo rápido. Kátia jogou a cabeça para trás, deu um gemido e começou a esfregar o clitóris com os dedos, pedindo: "Soca forte, vai..." e contribuindo com movimentos de cintura que faziam meu pau entrar até o talo.


Infelizmente, tudo tinha que ser rápido; mais de cinco minutos de ausência poderiam chamar a atenção da gerente. Agarrei Kátia com as duas mãos e soquei o mais rápido e forte possível, até ouvi-la começar a gemer forte e sussurrar "Vai, mete gostoso... Assim... Mais forte... Quero gozar... Ahhh..." e entrar num orgasmo intensíssimo que a obrigou a se segurar na pia. Meu próprio orgasmo não tardou a vir e eu perguntei se podia gozar dentro. É calro que a resposta foi não, mas Kátia saiu de mim e rapidamente tornou a se agachar na minha frente, arrancando-me a camisinha para receber meu leite em cheio no rostinho, que eu pude olhar melhor de perto pela primeira vez. Apertando meu pau com torda força, disparei vários jatos fortes, me segurando para não urrar, enquanto Kátia impedia o esperma de pingar na roupa e no chão, recolhendo-o todo com a mão e já se levantando para se lavar. Tentei repor meu pau dentro dela, mas fui impedido com um "Tá louco, cara?!", o que comprovava a sua lucidez e experiência em rapidinhas no horário de trabalho. Como ela monopolizou a pia, me limpei o melhor que pude com papel higiênico, fechei a roupa e fiquei esperando instruções sobre como sair dali. Instantes depois, ela abriu a porta e, me puxando pela mão sem dar a menor atenção a duas vendedoras que estavam no estoque, me fez descer desabalado a escada, se despediu com um estalinho, abriu a porta e refundiu-se no movimento da loja.


Saí daquela sapataria tão zonzo que, se tivessem enfiado a mão no meu bolso da frente e me tirado a carteira, eu não teria sentido. Fiquei menos de dez minutos naquele estoque de sapataria com uma menina de corpo deslumbrante que nem me perguntou se nos veríamos novamente. Ela queria uma rapdinha e encontrou um cara que também queria, nada mais. Estou aqui em casa, ainda cheio de imagens desses momentos loucos e dizendo a mim mesmo que, se um outro me contasse, eu não acreditaria.

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