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Caro Visitante,

Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

Uma comunicação contínua com o leitor faz-se através da rubrica "EroNovas", a primeira da coluna à direita. Meu e-mail está à sua disposição. Para reagir a uma publicação, clique na palavra "comentário", abaixo de cada texto.

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Que Erotexto possa excitar de modo agradável, são e prazeroso, inspirar o leitor a escrever suas próprias histórias e principalmente, motivar a reflexão.

Marc Fauwel

Auxiliar de Fotógrafo

Caro leitor, tomei a liberdade de publicar o primeiro relato da Vanessa, uma menina saudável que graças à família curte sexo de uma maneira muito livre. Temos nos correspondido por email e ela se mostrou interessada em publicar seus textos. Vanessa tem muito caminho pela frente, e ela sabe disso, mas não lhe faltam o senso da excitação pelo texo e as idéias. Se ela perseverar, será uma boa autora. Todos sabemos como são escassos os textos eróticos de autorAs. Espero que tenham aprovado a minha iniciativa e apreciem o seu relato que é, segundo ela, 100% real.

Marc Fauwel
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Meu nome é Vanessa. Quando descobri o blogue do Marc, li tudo e acabei escrevendo para ele dizendo que ele tinha me inspirado a escrever e pedindo dicas. Tenho certeza que foi por pura gentileza que ele acabou me deixando publicar no Erotexto uma historia tão amadora quanto a minha. Se apesar de tudo muita gente ler e gostar, pretendo continuar escrevendo. Minha história aconteceu há pouco tempo. Eu sou carioca, tenho 18 anos, estudo num colégio de freiras (pois é!) muito tradicional no Rio e adoro a natureza. Tenho um amigo que adora fotografia; o nome dele é Cláudio. Já saímos várias vezes para fotografar lugares sensacionais e desta vez fomos parar no Parque Lage, um paraíso pertinho do Jardim Botânico. Espero que gostem de como eu vou contar esse dia tão especial.

Vanessa C. S.
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Naquele dia, Cláudio estava a fim de fotografar flores e insetos e queria que eu fosse junto para ajudar com o equipamento. Fui para a casa dele e de lá a gente foi para o parque Lage, ao lado do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Chegamos a uma da tarde, não tinha ninguém e ele pôde fotografar à vontade. Encontrou besouros, formigas, aranhas e até um sapo enorme. Também fotografou flores e uns troncos de árvore que ele achou bonitos. Nem aquele corte de pau-brasil que fica exposto na entrada escapou! Lá para as 4h ele tinha terminado o que ele queria, mas como a gente não tinha nada para fazer, ele resolveu nos fotografar. Ele tinha feito foto de flores, me pediu para posar perto de árvores segurando flores nas mãos ou com arranjos de flores no cabelo, tipo capa de CD de música celta. Também tirou fotos de nós dois juntos, beijando flor, comendo flor, fazendo umas poses estranhas, tudo muito criativo como só o Cláudio consegue inventar.

Eu estava super relaxada, amando o que eu estava fazendo, em harmonia com a natureza, posando para as fotos sem nem me tocar com a máquina, esquecendo o meu corpo e fazendo expressões faciais super naturais. Cláudio estava adorando, tirando uma foto atrás da outra. Isso criou um clima legal e tudo começou a ficar meio mágico. Engraçado como as coisas rolam, não é? Eu me lembro do momento exato. O Cláudio me pediu para abraçar uma árvore e olhar para ele. Quando eu fiz a pose, minha blusa deve ter subido um pouco mais e a tatuagem de libélula que eu fiz para ficar bem coladinha com a calcinha do biquini deve ter aparecido totalmente. Só sei que o Cláudio adorou, disse que a foto ia ficar linda e pediu para a gente fazer mais fotos assim. Na segunda foto, fiquei bem de costas para a máquina, abraçando o tronco de uma árvore enorme, com as pernas bem abertas. A gente ainda fez umas 2 ou 3 fotos assim e comecei a sentir que o Cláudio estava adorando aquilo. Aí botei a imaginação para funcionar e, sem ele ver, num momento em que ele estava testando a bateria do fotômetro manual, abri os botões da minha jeans e tornei a virar de costas, desta vez deixando aparecer a calcinha cor mostarda que combinava super bem com marrom do tronco. Só ouvi um "Uau!" e ri, mandando o Cláudio parar de zombar de mim e tirar logo a foto. Depois dessa foto, ele perguntou se eu não queria baixar mais um pouco a calça para ele tirar uma foto em que a forma do bumbum e a textura da pele fizessem contraste com o tronco da árvore. Eu gostei, baixei a calça até o final do bumbum e a gente fez a foto que, by the way – já vi as fotos – ficou linda.

Parecia equipe profissional, ele na frente procurando lugares e eu atrás com a maleta de equipamento. A gente fez mais umas fotos e acabou chegando perto daquela cachoeirinha que fica do lado direito da casa. Não tinha ninguém. Cláudio virou, olhou para mim e perguntou, meio sem jeito, se eu toparia tirar a roupa toda, quer dizer, toda não, mas ficar só de calcinha. Pensei um tempinho e me toquei que se a gente já tinha feito tanta foto, isso só tinha que acontecer mesmo. Cláudio tem uns 20 anos, é bonitinho, já ficamos ene vezes juntos em festas de amigos e só não transmos porque não rolou; não tinha por que negar ficar pelada perto dele. Topei e ele ficou todo contente. A gente ainda olhou bem para ver se vinha gente mas não tinha ninguém daquele lado. Que delícia fazer isso! Toda menina devia fotografar na natureza. A sensação de ficar assim, quase nua, sentindo o calor do dia contra o corpo e os pés descalços na terra fria é muito massa. E a presença do carinha te fotografando, ali pertinho mas ocupado por trás da câmera dá aquele tesaõsinho gostoso, parecido com o que a gente sente quando sabe que tem um vizinho olhando escondido da janela do prédio em frente.

Tirei fotos perto da água e das pedras, de frente, de costas e de lado. Foto inocente, tipo "integração com a natureza", nada de mais. Mas sempre chega uma hora que o clima muda, quando a gente está sozinha com um cara legal e bonitinho. Rolou uma outra foto em que ele ficava de um lado do laguinho e eu, do outro, tinha que deitar de bruços na beira com uma perna dentro d’água. Ele queria que aparecesse a calcinha bem entre as coxas e eu não estava conseguindo fazer aparecer. Ele chegou perto e pediu para me colocar na posição. Ele se agachou por trás de mim, dobrou um pouco mais a minha coxa, me pedindo para não mexer. A foto - estou olhando para ela -, ficou super sensual. Aparece todo o corpo de perfil, meu rosto virado para a câmera, meu seio esquerdo, bem pontudinho, o biquinho quase encostado na pedra, o bumbum, a dobrinha da coxa da perna direita estendida e o pedacinho de calcinha mostarda que o Cláudio queria que aparecesse. Ainda tem o reflexo do meu corpo na água; é minha foto predileta! Bom, mas esse lance de vir me colocar na posição certa me alterou toda, fiquei acesa quando senti a mão do Cláudio no meu corpo. Não mostrei nada, ele também não, mas os dois ficaram com aquele tesão esperando para ser despertado.

Devia ser umas 4 e meia quando rolou uma nova etapa. A gente fez umas fotos juntos com a máquina no tripé e regulada para automático. Ele queria foto comigo de calcinha e ele todo vestido prá fazer contraste – o lance dele é mostrar contrastes, já deu para sacar, né? Para mim, a melhor série foi uma em que a gente ficava abraçado mas um de costas e outro de frente, mudando só a posição das mãos. Nas fotos eu estou só de calcinha, estreitinha, ele de black jeans e camiseta preta; dá o maior contraste, ver o bumbum bem empinado ao lado da cintura de um corpo de homem vestido, depois eu de frente e o bumbum gostosinho dele na calça. Como eu disse, a gente tinha que ficar mudando a posição das mãos e a máquina tirava uma foto por segundo. A última foto mostra o começo do lance que rolou, mas a memória acabou e não deu para continuar fotografando, senão teria sido um arraso. O lance de ficar mudando as mãos não deu outra, você pode imaginar onde foram parar as mãos! Nas últimas 10 fotos a gente começou a brincar com a mão na cintura do outro, só de colocar a mão na frente mas sem encostar, claro. Só que, na última, eu estava de frente e ele colocou uma pontinha do polegar para dentro do elástico da minha calcinha, tipo mostrando que ia baixar – ficou super sensual! Aí a máquina deu um zumbido e a memória acabou. O que ninguém vê na foto é que eu tinha feito a mesma coisa e, se desse para ver os dois lados, meu polegar está enfiado na calça do Cláudio com a minha mão bem por cima do zíper, sem fazer nada, claro, mas lá pertinho. Só faltava rolar alguma coisa. Só sei que o Cláudio nem voltou para a máquina e, de repente, senti a mão dele entrando na minha calcinha. Na mesma hora, virei de costas até ficar toda encostada nele. Ele estava super excitado, dava para sentir a dureza, principalmente porque ele me agarrou pela barriga e começou a se esfregar na minha bunda que ficava quase toda de fora com aquela calcinha enfiada. Mesmo cruzando as pernas e apertando as coxas para ele ir com calma, eu estava ficando cada vez mais molhada e não consegui impedir que o dedo encontrasse o meu clitóris. Aí não segurei mais, descruzei e abri um pouquinho as pernas para liberar a mão dele.

Só de contar isso eu estou toda molhada de novo! Imagine-se sozinha com um carinha super gostoso no maior paraíso, você quase nua e ele todo encostado em você te tentando te fazer gozar. Loucura! Minha mão foi sozinha para trás abrir a calça e o zíper do Cláudio, deixando ele me agarrar só de cueca. Eu estava louca para ver, pegar, mas, ao mesmo tempo, estava adorando a mão dele me massageando com o corpo dele colado no meu. De repente, ele cochichou bem no meu ouvido: "Você é gostosa demais, Vanessa; eu sempre quis que isso acontecesse." Isso me deu mais gás e eu coloquei a minha não por cima da mão dele e apertei ainda mais entre as minhas pernas, até que o dedo dele desceu e entrou quase todinho em mim. Me empinei toda para trás, agarrei o Cláudio pelo pescoço e comecei a chupar a orelha dele e falei para ele entrar e sair com o dedinho. Aí ele me surpreendeu: me soltando um momento, ele baixou minha calcinha até o final do bumbum e tornou a me agarrar, mas com toda força, com uma mão enquanto, com a outra, ele entrava e saía de mim com o dedo. Correspondi assim que pude: quando ele afrouxou um pouco a pressão, baixei um puco a cueca dele. Ele agradeceu e continuou com o dedo. Comecei a gozar, claro, quase gritando para ele não parar nem que o mundo acabasse.

Mas, ao mesmo tempo, ele estava tão alucinado que nem percebeu que estava forçando a entrada em mim... por trás! Eu estava apavorada, não podia deixar entrar, claro, mas também não era justo falar alguma coisa ou desarmar com a mão. Resolvi deixar ficar entrando e saíndo só um pouquinho, a cabecinha. E eu gozando, gozando, gozando sem parar, molhando muito, toda arrepiada de tesão e com as pernas bambas que nem elástico; eu poderia ficar sentindo aquilo por horas a fio. Mas acho que de repente ele começou a perceber que se a mão dele estava na frente e o pau estava encaixadinho atrás, só podia ser "lá" e ele ia acabar cedendo; aí ele pressionou. Não foi por maldade não, foi puro tesão e qualquer cara normal teria feito a mesma coisa. Eu, com medo de não conseguir segurar, inventei que queria me apoiar na árvore que tinha logo ao lado e consegui escapar daquela posição. Como nas fotos que a gente tinha feito, coloquei as mãos espalmadas contra o tronco grosso e áspero enquanto o Cláudio veio por trás e começou a massagear os meus peitos e minha barriga, com seu pau entre as minhas coxas, me tocando por baixo. Eu mal estava aguentando de vontade de dar para ele.

Naquela posição, ele podia me penetrar a qualquer momento, agora na frente. Ele não estava mais aguentando de vontade e começou a insistir para eu deixar. Perguntei se ele tinha camisinha e a resposta, claro, foi não; ele nunca imaginou que fotografar no Parque Lage fosse dar nisso, coitado! Mas vaja a cena: eu toda empinada para trás com o troço dele deslizando todo duro entre as minhas coxas, só esperando a menor chance para entrar assim que a cabeça encaixasse e eu dissesse sim. Além disso, o tesão aumentava com ele passando a mão pelos meus peitos e apertando e puxando a cada vez que os mamilos ficavam entre dois dedos, ou então alisando a minha barriga e descendo até lá embaixo, massageando o meu clitóris, que estava tão sensível que chegava a doer. Mas sem camisinha, nem pensar. Eu não tinha medo nenhum que ele tivesse Aids, não era isso, mas não queria ficar grávida e eu sabia que estava ovulando porque quando estou fico subindo pelas paredes. Socorro! Eu tinha que pensar em alguma coisa!

Aí veio a idéia. Virei de frente e abracei o Cláudio com todo carinho, cochichando no ouvido dele se ele não queria fazer uma coisa que eu adorava: um 69. Ele se iluminou todo e falou que nunca tinha feito um 69 decente. Vibrei. Estendi no chão a canga que eu tinha trazido e pedi a ele para deitar costas porque eu queria ficar por cima. Pude ver pela 1a vez aquilo que estava me deixando louca e que eu não podia deixar entrar. Não era nenhum pau de ator pornô italiano, mas mesmo assim era bem grande e grosso. Para mim o que é mais importante num pau é ele ser bem feito, e isso, ele era. Detesto quando é cheio de pele, torto, essas coisas. O do Cláudio não era nada disso e quando eu peguei senti que estava bem duro e que enchia a minha mão.

Assim que sentei no rosto dele, senti a linguinha do gato passando entre os lábios. Eu queria dar muito prazer a ele, em troca da penetração que não pôde rolar por falta da camisinha. O pau do Cláudio encheu minha boca todinha até o fundo. Comecei chupando como um picolé, depois fiz entrar e sair como se fosse uma transa. Ele mexia a cintura e enfiava a língua todinha em mim. Eu estava de quatro com as pernas escancaradas, os cotovelos no chão e agarrando as coxas do Cláudio, que se contorcia todo. Ele enfiou o polegar em mim e começou um vaivém com ele, sem parar de lamber o meu clitóris e mexendo a cintura cada vez mais rápido. Eu sentia a cabeça do pau dele bater lá no fundo e apertava os lábios com toda a força para provocar o gozo. Ficamos assim um tempinho, até que, a certa altura, Cláudio me pediu para massagear seu saco enquanto chupava, mas eu mal tinha começado quando ouvi um gemido, senti uma estocada forte e os jatos na minha boca, vários jatos, os primeiros indo diretamente para a garganta. Cláudio estava com muito tesão contido. "Não para! Não para!" ele pedia, gemendo e se contorcendo enquanto, com uma mão, ele enfiava dois dedos na minha buceta e, com outra, massageava com força o clitóris, me alucinando de tesão. O excesso do gozo desceu pela minha boca e pelo pau dele, que não dava nem sinal de amolecer, mas tomei coragem e continuei chupando porque senti qeu isso estava dando um prazer louco a ele. E como ele gozou! Nunca vi! Quando ele parou de gozar, lavei o pau dele com a língua, como uma gata, lambendo do talo à cabeça, sugando e engolindo. Ele ficou super feliz de ver que eu engolia e me disse que é raro as meninas toparem. Eu jamais engoliria se fosse outro cara, mas acabei raciocinando que eu não tinha motivo para desconfiar do Cláudio, que eu conheço há um tempão, sei que é de boa família e que frequenta gente do mesmo nível que ele.

Deixei o pau dele novinho em folha, lindo, latejando contra a barriga. Aí fui me virando e olhei para o Cláudio bem nos olhos dizendo que tinha uma surpresa. Ele me olhou intrigado e eu sorri, pegando no pau dele e sentando, deixando entrar tudinho. Cheguei a rir da cara de espanto que ele fez. Eu disse: "Agora que eu te esvaziei, já pode!" Ele riu e recomeçou a me comer com carinho, acariciando os meus seios e me fazendo sentir o pau dele entrar e sair bem devagar. Comecei a ajudar, cavalgando suavement nele, mas logo interrompi com medo do Zé gotinha (minha mãe é que usa esse nome) ou que ele ficasse a fim de gozar de novo. A gente se abraçou e ficou se beijando na boca, de língua, ele alisando as minhas coxas, minha bunda, eu brincando de passar os biquinhos dos meus seios de leve no peito dele. Foi uma transa super boa, ao ar livre e numa tarde linda.

Vou terminar dizendo que o que é legal, comigo e o Cláudio, é que mesmo ficando juntos, a gente não sente aquela obrigação de continuar. No dia seguinte, eu fui à casa dele para ver as fotos e nada tinha mudado entre nós; éramos os mesmos amigos de sempre, e isso foi muito bom. Quem me dera que todos os meninos fossem assim!

Vanessa C. S.

Um comentário:

  1. Marc, costumo ser bastante cética quando me apresentam um conto erótica como sendo de autor feminino, mas a Vanessa me convenceu, mesmo se o conto dela não passar de sonho de uma cabecinha fantasiosa. O vocabulário e as idéias são de mulher, eu mesma escreveria desse jeito. Sou uma paraense fã de cariocas e de fotografia, e esbarrei no Erotexto por acaso, por causa dos Googles da vida. Mas não saí decepcionada. Beijos.
    Celma (Belém, PA)

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