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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

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Marc Fauwel

A Odisséia de Aninha (folhetim, episódio XV)

15. Cariocas são gostosos

Quando a luz se acende e as imagens do elegante apartamento de balneário inundam as retinas de Gabriel, ele se sente numa espécie de Olimpo cercado de mármore e vidro. Stéphanie lhe diz para ficar à vontade enquanto desaparece no corredor. Escolhendo a esquerda, ele vai até a enorme janela que preenche toda a parede frontal da sala de estar e descobre a orla iluminada com o imenso mar sombrio. Com um toque no ombro, Stéphanie lhe pergunta se ele comeria com ela um resto de risoto de camarão que ela fez no almoço, e se ele gosta de vinho branco. Ele não conhece o prato e só tomou o vinho Mosteiro que sua mãe compra no supermercado em garrafões de 5 litros e deixa guardado para os dias de festa, mas aceita prontamente e os dois jantam conversando animadamente na cozinha. Stéphanie constata espantada que esse menino de dezoito anos lhe faz bem e descontrai a tensão que a oprime com a proximidade da inauguração da butique. Enquanto ela fala, puxando os erres com sua entonação francesa, Gabriel admira a beleza fina dessa mulher, tão diferente do que ele e seus amigos estão acostumado a considerar beleza. E ao mesmo tempo que ela é inteligente e tem um olhar extremamente vivo e penetrante, ele percebe que às vezes ela se detém contemplativamente em seu rosto, num ombro, num braço, na mão espalmada sobre a mesa, na superfície do seu corpo. Ele então faz o mesmo e explora mais livremente esse corpo estrangeiro tão saudável e de pele tão branca. Stéphanie está de saia e blusa, uma blusa clara de gola curta amplamente aberta que deixa ver parte dos seios agora soltos (ele reparou que a primeira coisa que ela fez ao entrar foi trocar de blusa, e que pôs a nova sem nada por baixo). Sempre conversando, mas sob o suave efeito de meia garrafa de vinho, ambos sentem uma afinidade muito específica, uma afinidade epidérmica.

Findo esse jantar saboroso e leve, Stéphanie se levanta e puxando Gabriel pela mão, leva-o até o salão, apagando a luz ao passar pelo interruptor. Diante da imensa janela, iluminados apenas difusamente, ela abre botão por botão de sua blusa e pegando as mãos dele, coloca-as gentilmente sobre seus seios olhando-o fixamente nos olhos para ver sua reação. Ele olha para as próprias mãos preenchidas pela carne macia, sentindo a suave cócega dos bicos nas palmas e ouvindo a respiração de Stéphanie, longa e profunda, cheia de desejo. Ele e a conduz até o sofá mais próximo, sentando-se ao lado dela e inclinando-se para abocanhar e sugar os seios que ela oferece com a mão, olhando o com volúpia. Ela geme e se oferece à boca ávida do rapaz, que lhe suga os mamilos, depois puxa-o para beijá-lo profundamente, procurando a língua, sorvendo a saliva, essa saliva fina e suave dos jovens. Enquanto isso, sua mão vai explorá-lo, acariciando as coxas, percorrendo-as no sentido do corpo e finalmente pousando sobre a sunga onde a vida pulsa firme e regularmente. Gabriel, sentado de pernas abertas sem parar de beijá-la, sente-a percorrer seu corpo. É uma maneira diferente daquela que ele conhece, uma maneira  sensual e delicada, respeitosa da novidade e ao mesmo tempo igualitária. Pela primeira vez, ele não se sente como o macho que domina uma fêmea para saciar seu próprio desejo, mas parte de um todo que extrai prazer de uma experiência conjunta. Ao mesmo tempo, ele sabe que tem tudo para agradar qualquer mulher, mas está apreensivo, sentindo-se vulnerável. Ela o acaricia: sunga, coxa, sunga, barriga, sunga, peito, sunga..., até que seus dedos vem puxar o elástico e ele sente seu membro já duríssimo armar-se, livre.

Grosso, ultrapassando a altura do umbigo e envolto num prepúcio moldado pela glande notavelmente volumosa, o membro de Gabriel imediatamente chama a atenção de Stéphanie, essa mulher de trinta anos a quem não falta experiência. Ela o empunha às cegas e percorre de cima a baixo por alguns momentos, mas logo interrompe o longo beijo molhado para ver o que tem na mão. Gabriel sorri, ainda encabulado, diante dessa estrangeira boquiaberta que, entusiasmada, lhe dá um ruidoso beijo no rosto e exclama um "Bravo!"  acentuando fortemente o "o" e fazendo essa flor rara desabrochar gentilmente enquanto Gabriel e cruza os braços por trás da cabeça como quem diz "sirva-se!", manifestação inofensiva mas flagrante do egocentrismo inerente à sua educação sexual.

E é o que ela faz: ela se serve. Abrindo bem a boca, ela envolve a cabeça molhada e a prova, saboreando o fluido sutilmente adocicado que brota abundantemente do orifício. Gabriel fecha os olhos e deixa-se levar pela sensação inebriante das preliminares.
- Hmm.... faz ela, salivando muito, explorando com a língua o contorno característico da glande.
- Chupa... chupa... Assim, ti... gata... sussurra Gabriel.

Toda animada e pondo-se de joelhos diante dele, ela termina de tirar-lhe a sunga, admirando suas coxas e contemplando a longa barra escura que parece surgir do saco e destacar-se verticalmente contra o fundo da barriga plana. Gabriel se acomoda no sofá, deslizando um pouco mais para a frente enquanto a francesa se prepara para estimulá-lo longamente até que seu membro esteja tão duro que não mais amoleça até o final do orgasmo. Com os seios entre as coxas dele, que ela acaricia com as mãos, Stéphanie se deleita com o vaivém da glande que desliza por sua língua e céu da boca, permitindo de vez em quando que ela avance mais na garganta, mas ciente de que é impossível fazer com Gabriel o que ela faz com o comum dos seus amantes. Por mais profundamente que ela o admita, seus lábios chegam no máximo pouco além da metade do tronco maciço que a força a escancarar os maxilares. Ela antegoza o momento em que ele a abrirá, penetrará e a fará subir pelas paredes pelo mero alargamento. Eufórica, ela se pergunta se vai oferecer-lhe tudo. Gabriel não é seu primeiro homem brasileiro e ela sabe que todos pedem o que muitas mulheres não estão preparadas a ceder. Ela não se decide, mas quer experimentar com ele. Ela promete a si mesma examinar com carinho a questão um pouco mais adiante. Agora, ela se concentra numa felação que deixa o rapaz completamente sem fala.

Gabriel nunca teve problemas de resistência. Talvez por suas dimensões, a sensibilidade seja menor, mas ele mesmo não sabe explicar por que é capaz de chegar ao orgasmo em segundos através da masturbação e paradoxalmente passar longos minutos entregue ao vaivém no mais apertado dos orifícios, como foi o caso tantas vezes, por exemplo, com o Moacir, seu inseparável amigo de infância. Ele ainda se espanta ao constatar que poderia passar horas com a francesa ajoelhada entre suas coxas, manipulando o seu membro, empunhando-o com força e sugando ruidosamente a cabeça. Todo esse estímulo o excita, sem dúvida, mas não o leva às angústias do orgasmo precoce. Seu desejo aumenta pela sensação da rigidez crescente do seu sexo, mas não ameaça explodir a qualquer momento.
- Vem comigo, diz a mulher, interrompendo a felação e levando-o mais uma vez pela mão, desta vez até um estranho cômodo.

Numa espécie de estreito corredor ladrilhado situado entre o que parece a Gabriel ser uma entrada de serviço e um banheiro muito confortável mas sem vaso, a água brota da parede em centenas de jatos finos. Stéphanie começa a espalhar sabão líquido pelo seu corpo, encabulando-o ao invadir-lhe a bunda e lavar-lhe o ânus como se fosse o umbigo. Ela o faz rapidamente, sem deixar que seu membro amoleça, ora masturbando-o, ora dando-lhe chupadinhas vigorosas. Visivelmente, ela quer banhá-lo sem estragar o trabalho preliminar. Em seguida, ela se lava, ensaboando a frente enquanto lhe pede que se ocupe das costas. Ele gosta do seu corpo de mulher feita, os seios redondos e pesados no tamanho exato, as coxas grossas e a bunda ampla e bem desenhada. Stéphanie é magra mas não tem o corpo insuficiente como a maioria das meninas que Gabriel vê no dia-a-dia. Ela é um pouco mais baixa que ele e lhe dá a impressão de que a mãe Natureza não poupou materiais nobres para construí-la. A palavra que lhe vem à mente é "saúde". Ele espalha sabão pelo seu pescoço e ombros sentindo seu sexo resvalar-lhe abunda. De vez em quando, ela o masturba um pouco, apenas para mantê-lo assim, vivo e fremente, mas é desnecessário; extremamente excitado e vendo-a tão receptiva, Gabriel precisa apenas percorrer o rego ensaboado para encontrar o que o seduz ali e agora. Stéphanie se empertiga e arregala os olhos ao contato certeiro da glande, mas não conseguindo reprimir a curiosidade que a invade desde o início, ela cede, apenas procurando com a mão o pulso de Gabriel para seguir com ele nesse percurso temerário.

E é o instinto que guia esse jovem tímido cujo histórico traz mais experiências com vizinhos e amigos do que com mulheres. Em contato com o orifício ensaboado, o membro direcionado pelo punho só precisa avançar para começar a expandi-lo. Apreensiva, mas muito excitada, Stéphanie entrega-se à volúpia da pressão crescente exercida pelo corpo que lentamente vai abrindo caminho no seu. A mão com a qual ela controlava o pulso de Gabriel passa agora para a barriga, detendo-o ao menor sinal de desconforto, sem contudo impedi-lo de prosseguir. Ele a puxa pelas ancas enquanto desliza pouco a pouco pelo estreito esfíncter. Admirada e trêmula, sentindo-se realmente empalar no poderoso membro, ela olha para trás.
- É aí que... você gosta mais... não é? pergunta ela com voz aspirada, procurando com a língua a boca de Gabriel.
- Mm-hm, responde ele, beijando-a.
- Mas não goza... está bem... mon chéri? Vamos lá para dentro... Quero te dar mais prazer, quero te dar tudo. Promete... que não goza agora? ela pede, lânguida, integralmente fêmea.
- Está legal... a gente para... responde o rapaz, lutando contra o desejo natural do corpo de ir até o fim.

Tudo não durou mais que alguns minutos, digamos quinze, vinte, contando com o banho propriamente dito. Novamente guiado pela mão, Gabriel percorre o longo corredor do apartamento até chegar a um dos quartos.
- Vem. pede a francesa, indo até a cama e oferecendo a paisagem integral do seu sexo ao jovem que continua no auge do desejo. Entrando de joelhos na cama, ele mergulha entre suas coxas, passando a língua pelos lábios rosados e já receptivos, arrancando um gemido de Stéphanie.
- Ahhh... lambe bem... assim... gostoso.... Oui... oui...

Sentindo-se bem nessa cama confortável e ampla, Gabriel se aplica com afinco a essa tarefa felina. Ele lambe, percorre, explora, cutuca, suga.
- Aqui... um pouco mais para cima... pede a francesa, indicando o clitóris. Assim... Ahhh! Que delícia! Forte... Mais forte... Assim... Hmm... Estou gozando, Gabriel... Não para, por favor... Oui, fais-moi jouir... me faz gozar... Oui....

E ela se desmancha num primeiro orgasmo infinito com a língua desse anjo negro que ela levou para a cama. Colando as coxas junto a si, ela lhe faculta ao máximo o acesso, sugerindo que ele passeie nos entornos, idéia que ele não percebe inicialmente, até que ela o empurre a cabeça com o pé para que vá mais baixo e acaricie com a língua o local atacado há pouco, no banho. Ele encontra e pincela o cu ligeiramente aberto, provocando em Stéphanie uma excitação tal que ela se masturba furiosamente esfregando o clitóris e penetrando-se com os dedos, ingressando num novo orgasmo ao contato de sua língua.
- Vem... Prends-moi... Vem me comer... geme ela, não suportando mais a pressão do desejo.

Gabriel que está de joelhos entre as coxas da francesa. dá-lhe tapinhas com a glande. Ele viu isso em alguns filmes e se sente "amaciando" a região que está para penetrar. Um par de lábios generosos e carnudos enquadra a fenda rosa e molhada. Ele avança, encaixa a cabeça na entrada bem visível e a enterra até o fundo de uma vez só, vindo ficar frente a frente à  francesa que, forçando a cabeça para trás e erguendo os seios, solta um gemido alto e longo.
- É grosso, Gabriel... Ele me abre e preenche toda...  e eu adoro isso.
- Você é gostosa, gata, de corpo. Quero te comer muito, foder muito essa bucetinha.
- Então fode, mon lapin, meu coelhinho, porque eu só paro quando você parar.

Ela diz isso agarrando com força a bunda de Gabriel, que precisa se conter para não protestar; em seu bairro, não é comum as mulheres tocarem os namorados aí, por medo de por em dúvida a masculinidade. Mas Stéphanie é doze anos mais velha que ele e se apossa com tanta naturalidade do seu corpo inteiro que Gabriel se vence e a deixa livre. E ela o explora, não só apertando-lhe a bunda, mas introduzindo-lhe a ponta do dedo, causando-lhe um prazer inconfesso encoberto por sobressaltos, e pavor de que ela vá mais além. Ele então redobra na intensidade dos vaivéns mas, ao contrário do resultado esperado, isso parece estimulá-la ainda mais a brincar com seu traseiro. Ele acaba virando-a de costas para penetrá-la de quatro e evitar esse jogo inédito e por enquanto constrangedor.
- Você é gostosa demais, reitera ele, vendo-a por-se de quatro.
- Então come mais, meu lindo! convida ela, com voz sorridente.

Todo o seu sexo está exposto. Com o polegar, Gabriel massageia gentilmente o cu dessa aristogata lânguida, enquanto a penetra novamente. Solidamente apoiada nas mãos e joelhos, passando a língua nos lábios, a francesa degusta cada centímetro da deliciosa invasão. A cada impacto de Gabriel em seu corpo, ela acaricia-lhe o saco com os dedos, causando um arrepio novo para ele. Gabriel percebe que essa mulher é ativa no sexo, uma novidade para ele. As poucas com quem ele teve mais intimidade limitaram-se a fazer o que ele mandava – escravas –, sem iniciativa para obter prazer, ao contrário dessa gringa que vai o tempo todo em busca do que gosta. Segurando-a pela cintura e golpeando-a com curtos impactos secos, Gabriel a ouve gemer, exprimindo desinibida o seu prazer. Ela anuncia cada orgasmo e ele se enche de orgulho por levar às estrelas uma mulher muito mais experiente que ele, mais velha e ainda por cima estrangeira.

Quando por fim, tomada pelo estado de gozo, ela desmorona, ele continua a penetrá-la deitado sobre dela, sentindo-a desfalecer, no paroxismo do prazer. Ela choraminga dizendo-lhe coisas que ele não entende, nessa língua tão sensual que é a dela e que ele nunca tinha ouvido. Ela ondula para sentir o membro profundamente cravado no seu corpo e o peso de Gabriel sobre suas costas a excita tanto que ela desejaria ficar assim para sempre. Mas ele resistiu por muito mais tempo que o comum dos homens que ela teve e não demora muito mais a anunciar que vai gozar, alterando o ritmo das investidas e da respiração. Só então Stéphanie se dá realmente conta de que eles fizeram tudo sem proteção. Numa fração de segundos, ela avalia se o momento é apropriado para ela e se pode confiar nesse jovem desconhecido. Que vida terá ele: devassa ou comportada? Com quem ele anda? Como será esse subúrbio carioca de que ele pouco fala? Ela nunca teve a menor inquietude com seu corpo; seria burrice expor-se a um risco ainda maior do que o de estar fazendo sexo há duas horas sem preservativo.
- Vem, diz ela amistosamente, enquanto sai dele e se deita de costas para que ele termine onde quiser, em seu corpo, mas fora dele. Gabriel a escala nervosamente, pressionando com força o tronco do membro, até poder despejar copiosos jatos de esperma em seus seios, formando poças que a francesa espalha com as mãos, cobrindo os mamilos e gemendo ainda com os resquícios de seu último orgasmo.
- Mon petit amant Brésilien, meu amantezinho brasileiro, diz ela com deliciosa pronúncia, olhando sorridente para o jovem todo ofegante sentado sobre sua barriga. Você me fez delirar, sabia?
- Gostou tanto assim? pergunta ele, sinceramente curioso.
- Mm-hm, ela responde, acariciando o membro que começa a amolecer entre seus seios.
- Também achei muito bom.
- Isso fica entre nós, promete? Você é amigo da Ana e ela vai trabalhar para mim. Acho que não convém que ela saiba.
- Pode deixar, não digo nada não. Por falar em Aninha, deve ser tardão. Ela deve estar esperando e eu não tenho a chave.
- Olhe, o Henrique, irmão do meu amigo, costuma ficar aqui, mas resolveu de repente ir passar uns dias no Rio. Você não quer dormir aqui? De manhã eu te levo.
- Eu quero, mas tenho que ligar para a Aninha.
- Ótimo! Então ligue para ela.

Aninha fica espantada, mas substima demais Gabriel e superestima demais sua futura patroa francesa para sequer supor um contato íntimo entre eles. Ela atribui o convite ao cansaço de pegar o carro para levá-lo e já imagina Gabriel instalado pela francesa num quartinho dos fundos para passar a noite. Dando um risinho sarcástico, ela apenas pede a Gabriel que chegue por volta das 8h porque Soraya trabalha e ela vai à loja pedir demissão. Gabriel se compromete a chegar no horário. Assim que ele desliga, Stéphanie o pega pela mão e arrasta para o banho. Não é preciso mencionar que eles verão o dia amanhecer no quarto, mas sem ter pregado o olho.

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