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Erotexto é um blogue dedicado ao erotismo que tem por característica uma rica diversidade de estruturas narrativas. Seu objetivo é triplo: entreter, desenvolver o interesse pela escritura e - o principal - motivar a reflexão sobre a libido e a busca do prazer, cujo fundamento biológico acredito ser de caráter essencial e universalmente bissexual.

Erotexto tem formato fixo. A primeira página comporta a última narrativa proposta (não necessariamente a última criação). O material arquivado consiste de contos e relatos classificados por categoria sob a rubrica "EroStock" (coluna à direita), bem como séries, novelas e folhetins. Para conhecer a acepção em que cada estrutura narrativa foi tomada, convido o leitor a clicar em "Pequena Teoria da Narrativa", aqui acima.

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Marc Fauwel

Meus Gêmeos*


Hoje é segunda-feira e ontem... Bem, ontem foi um domingo tão único que não posso deixar de registrar por escrito o que aconteceu nesta casa. Se vou ou não conservar este registro, ainda não sei, mas sei que preciso escrever.

Sou mãe de três filhos: uma menina de quinze anos que ainda mora comigo e meu marido, e dois gêmeos de dezoito anos que já estão na faculdade e dividem apartamento com colegas. Por uma fatalidade, tive os gêmeos muito cedo - aos quinze anos - por isso, nunca me senti realmente mãe deles, mas um tipo de irmã mais velha. Eles estão razoavelmente autônomos, mas ainda assim, vêm passar todos os fins de semana aqui em casa. Moramos num amplo apartamento de prédio antigo de Copacabana, a poucas quadras da praia. Sendo assim, de sexta à noite a segunda de manhã, eles voltam um pouco à infância de filhinhos-da-mamãe que tiveram até bem pouco tempo.

Neste fim de semana, meu marido levou minha filha com duas coleguinhas à nossa casa de praia, na Região dos Lagos e eu fiquei aqui para receber os gêmeos. Não gosto que eles fiquem sozinhos no apartamento senão vira bagunça. Já vivi a experiência de encontrar a turminha de ressaca num domingo à noite e também "vestígios" de  festinhas um pouco mais ousadas. Prefiro que eles façam isso quando tiverm o canto deles.

Ontem, domingo, eles tomaram café e foram para a praia por volta das 10 horas. Passei o dia cuidando da casa, lendo e vendo filmes. Eles voltaram por volta das três da tarde um tanto elétricos, mas não quiseram me dizer por quê. Não tomaram banho e ficaram num vaivém irrequieto de um cômodo para outro da casa. Imaginei que fosse alguma coisa ligada a meninas porque era um tal de telefonar e ir para o computador que não parava mais. Como toda paciência tem limites, à certa altura, perguntei qual era a razão de tanta agitação. Foi um dia quentíssimo e aquilo estava me deixando duplamente irritada. Mas eles não quiseram dizer nada e não davam sinal de que o vaivém fosse parar. Eram quas cinco horas da tarde e os dois continuavam só de sunga do quarto para o banheiro, do banheiro para a cozinha, da cozinha para o balcão, etc. Não suportando mais, exigi que fossem tomar um banho e trocar de roupa.

Depois de mais uma meia hora de "enrolação", fui para a porta do banheiro e ordenei que os dois entrassem imediatamente no banho. Não posso me queixar dos meus filhos em termos de obediência; eles logo vieram e eu disse que só sairia do banheiro quando os visse no box. Nosso banheiro tem um enorme box retangular e meus filhos sempre tomaram banho juntos. Bruno passou por mim e foi mais ou menos direto para o chuveiro. Mas o Pedro ficou no meio do banheiro olhando para mim com um sorrisinho enigmático e, de repente, começou a me puxar e dizer que eu também ia ter que tomar banho. Tentei resistir, mas logo o Bruno saiu do chuveiro e veio ajudar o irmão. Gritei, me debati, mas não tive como lutar com dois marmanjões e acabei indo parar no chuveiro de saia e camiseta.

Ontem foi, de fato, um dia abafado e escaldante; eu estava precisando de um banho fresco. E como já me aconteceu várias vezes de entrar no chuveiro com meus filhos para tomar um banho rápido de verão, logo tirei a saia, a camiseta e fiquei só de calcinha. Eles me deixaram sob a ducha e ficaram na minha frente. Aproveitei para tentar sondar a razão de todo aquele alvoroço e perguntei como estava a praia. Eles se entreolharam rindo, mas desconversaram e só contaram o trivial. Logo percebi que a turminha devia ter "aprontado" alguma. Tentei pressioná-los, mas só obtive a revelação de que algo havia acontecido quando eles foram para a água com uma certa Tatiana que eu já sei ser danadinha. Logo imaginei que o tema era sexo.

A conversa estava muito instrutiva, mas de repente notei que os dois estavam tomando banho e nada de tirarem as sungas. "Só eu vou tomar banho direito aqui ou a moda agora é tomar banho vestido?", perguntei em tom de brincadeira. Eles se entreolharam mais uma vez e então – só então – percebi o quanto as sungas dos meus filhos estavam cheias na frente. Eu, que não tenho papas na língua, caí em cima deles, perguntando se aquela era a razão do banho de roupa. Eles ficaram encabulados, sem saber o que dizer, mas logo o Pedro, que é mais atirado, foi tirando a sunga e dizendo que não havia nada de mais. O membro dele estava em arco, não duro mas bem armado e grosso. Bruno riu de nervoso e não queria se desfazer da sunga. Foi preciso que nós dois o despíssemos a força e ele ficou lá, parado, tapando o sexo com a mão, todo vermelho, enquanto o irmão caía na pele dele e – dando com a língua nos dentes – dizia que ele não podia nem ver um "boquete".

"Que linguajar é esse? Foi para isso que eu eduquei vocês? E que história é essa? Isso foi hoje, na praia?", perguntei, bastante séria. Acabei apurando que a tal Tatiana, que realmente não é flor que se cheire, foi para a água com os dois e, não satisfeita com o lindo dia de sol, resolveu dar ao Pedro uma demonstração da sua habilidade oral, e isso na frente do Bruno, o espectador privilegiado. Tudo ficou claro para mim: os dois estavam excitadíssimos com a cena oral no mar azul! Fiquei olhando para os dois machinhos que eu tinha diante de mim, um mais ousado, exibindo o seu atributo máximo com ar de desafio e o outro, mais tímido, mas não menos taradinho, tentando sem êxito fazer com que o seu entrasse em completo repouso.

Pedro não tardou a botar as manguinhas de fora e dizer que agora era a minha vez de tirar tudo. De fato, eu ainda estava de calcinha, mas, com toda a naturalidade, fui tirando. Sou muito cuidadosa com a minha aparência e, embora não me depile completamente – coisa que nem minha filha deixa de fazer -, mantenho meus pelos aparados bem rasinhos; até porque são castanhos e, sendo miúda, vou muito à praia de bikini. Mas assim que me vi com minha calcinha nas mãos e começando a lavá-la com sabonete, percebi que o Bruno mal estava conseguindo conter uma ereção monstro. Desta vez, fiz vista grossa e fingi não ter percebido enquanto meu filho sem malícia, visivelmente constrangido, pressionava o sexo com ambas as mãos. Quanto ao Pedro, me olhou sem nenhum pudor, mas logo voltou a implicar com o irmão.

Enquanto meus filhos se engalfinhavam como cão e gato no chão do box, fiquei olhando para eles e me pus a avaliar seus corpos. "Como cresceram rápido! No outro dia mesmo batiam na minha cintura e eu imobilizava os dois segurando-os pelos punhos! Agora, são dois grandalhões muito mais altos que eu, com o peito largo, braços e coxas fortes, barrigas de aço e sexo plenamente desenvolvido de glande bem exposta. A verdade é que eles estão sexualmente maduros e é óbvio que, se o Bruno ainda está de 'espectador', deve estar sendo castigado pelos hormônios. Deve ter sido uma tortura para ele, coitadinho, a cena do irmão sendo chupado pela tal Tatiana. Mas que menina vadia, também!" concluí, indignada.

Perdida nessas considerações sobre meus filhos, custei a "acordar" e perceber que o Pedro tinha tirado a calcinha das minhas mãos... e vestido! Ele estava na minha frente, de costas, rebolando para o irmão com a minha calcinha totalmente enfiada no rego fundo da bunda branca, tão lisa quanto a minha. Meus filhos, como meu marido, só têm pelos nas coxas e nas axilas. Com essa mania de depilação, eles se raspam os pelos do sexo; parece que as meninas preferem. Caí na gargalhada vendo meu filho de calcinha, mas percebi que o Bruno o olhava com ar de reprovação. Antes que ele pudesse evitar, o Pedro se virou para mim. Bruno fez um muxoxo me olhando nos olhos. Fiquei pasma, diante do meu filho com o sexo completamente duro saindo pela lateral da minha calcinha e – confesso aqui - sem fala ao vê-lo tão dotado!

Ele não estava rindo, mas também não estava sério; sua expressão era de expectativa. Ele queria continuar e não era brincadeira, mas queria minha aprovação e não tinha certeza de que a obteria. Seu rosto era de desafio e falso humor, apenas para que eu não levasse as coisas para o lado grave. Bruno estava em silêncio, colado no ladrilho, olhando alternadamente para mim e para o irmão. Pela primeira vez desde a entrada no banheiro, eu não sabia o que fazer, estava sem controle de mim mesma. Pedro estava muito próximo; eu sentia a presença pulsante do seu sexo a centímetros do meu corpo. Olhei para o Bruno, mas ele estava tão incapaz quanto eu de raciocinar. Contudo, não havia sinal de reprovação; apenas, talvez, de surpresa diante desse irmão que estava ousando o inesperado, o inédito e o interdito. Consegui dedicar alguns segundos à minha tomada de decisão quanto a ficar ou sair do box.

Assim que o Pedro percebeu que eu havia decidido ficar, ele me segurou pelo antebraço e levou minha mão até o seu sexo. Senti o calor e a dureza dele nas costas da mão, mas Pedro só soltou meu braço quando o empunhei francamente. Descobri que meu filho de dezoito anos tem um pau talvez tão grande quanto ou maior que o do pai dele. Bruno se aproximou para ver. Pedro chegou ainda mais perto, esfregando seu corpo contra o meu e fazendo movimentos de cintura, masturbando-se às minhas custas. Ele pôs as mãos espalmadas no ladrilho, uma de cada lado da minha cabeça e roçou os lábios na minha orelha. Ainda não entendi bem por quê, mas o fato é que comecei instintivamente a masturbá-lo lentamente enquanto, com a outra mão, procurei seu saco, que descobri grande, firme e rugoso. Ouvi a respiração ofegante do meu filho e não tive dúvidas de que ele iria até as últimas consequências.

De repente, Pedro me segurou pela cintura e me fez girar, tomando o meu lugar contra a parede, ao mesmo tempo que fazia um sinal para o irmão. Bruno veio cautelosamente me abraçar po trás. Afaguei primeiro o seu rosto manso e senti seu membro roçar em minha bunda. Procurei-o. Fiquei por alguns momentos masturbando suavemente meus dois filhos, que ondulavam contra o meu corpo passando-me seu calor, sentindo seus beijos na nuca, na orelha, nos lábios. Pedro passou a me acariciar os seios, depois a barriga e, finalmente, a vagina, que não pude deixar de oferecer aos seus dedos ávidos que me penetravam e esfregavam o clitóris. Minha exicitação foi aos píncaros e também comecei a ficar muito ofegante, me sentindo pronta.

O golpe de misericórdia veio quando meu filho Pedro procurou minha boca e enfiou sua língua profundamente nela, enquanto seu pau deslizava entre minhas coxas. Não havia mais como adiar o inevitável; eu estava pronta e ele sabia disso. Bastou que ele se abaixasse um pouco para me pegar pelas pernas, esperar que eu me enroscasse em seu pescoço para suspender-me e fazer-me descer sobre seu membro. Gemi quando o pau atravessou-me as entranhas e me vi empalada no meu filho tão forte e viril, sentindo seu peito forte contra meus seios e suas mãos enormes agarrando minhas coxas para me fazer subir e descer como se fosse uma menininha. A excitação já era tanta e seu pau me preencheu tão completamente que gozei quase instantaneamente, soltando o corpo em suas mãos e choramingando de prazer a cada estocada.

Por trás de mim, Bruno me acariciava as costas, a bunda e a área por onde o irmão me penetrava. Ele não me beijava na boca, só o rosto, as orelhas, o pescoço, os ombros. Adivinhei seus dedos em contato com o saco do irmão e me perguntei se esses gêmeos já teriam experimentado o sexo um no outro. Mas meus pensamentos não se detinham por muito tempo em minha mente porque o pau do meu filho audaz entrava e saía furiosamente da minha vagina em chamas. Agarrada ao seu pescoço, eu mal conseguia manter os olhos abertos. Nosso ritmo tornou-se regular e tive a impressão de que um orgasmo contínuo havia se instalado em mim. A resistência do meu filho Pedro me surpreendeu, a mim que estava acostumada com o pai dele, um homem que considero extremamente resistente em matéria de orgasmo.

Só abri os olhos quando ouvi Pedro chamar o irmão. A um sinal seu, Bruno deitou-se no chão do box e Pedro me colocou sobre ele, abraçada. Em seguida, ele mesmo pegou o pau do irmão e o introduziu em minha vagina. A única diferença que senti foi a da maneira de entrar. Bruno gemeu forte e começou a me afagar os cabelos, dizendo que eu era a mãe mais linda do mundo. Embora ele tivesse um sexo grande como o do irmão, ele me penetrava suavemente, com infinito cuidado. Docemente excitada, entrei no movimento, olhando para o rosto do meu filho amável e beijando seus lábios enquanto o sentia oscilar dentro de mim. Percebi que com Bruno eu fazia amor e com Pedro, sexo. Entreguei-me a um vaivém delicioso que me devolveu a segurança e me relaxou profundamente.

Enquanto eu estava enlevada pelo sexo com meu filho gentil, senti um calor molhado percorrendo-me do períneo ao início das costas. Era a língua do Pedro. Abri os olhos, prevendo o que viria, mas eu estava por demais amolecida pela excitação e pelos orgasmos para contestar. Eu faço sexo anal com o pai dos meninos, mas há toda uma preparação envolvida, e não se tornou um hábito entre nós, sobretudo porque – não sei por que – ele não procura tanto para isso. A língua do Pedro começou a trabalhar avidamente o meu cu enquanto, com as mãos, ele me abria amplamente a bunda. Tentei dizer não, mas a convicção não foi suficiente porque – devo confessar – excitadíssima com sua língua, passei a desejar que ele me comesse por trás. Resolvi me entregar de vez.

Senti Pedro ensaboar-me a bunda e imediatamente procurar o orifício com um dedo, que ele penetrou fundo. Isso, somado aos movimentos do meu outro filho, que continuava a me penetrar pela frente com seu grosso pau carinhoso multiplicou minha excitação e me levou novamente ao orgasmo. Pedro introduziu um segundo dedo em meu cu, fez alguns vaivéns e deixou-os lá para acostumá-lo ao alargamento. Respirei fundo. Ele tornou a me ensaboar e senti desta vez a cabeça do seu pau pressionando o orifício. Relaxei-me ao máximo para facilitar a entrada e logo senti o repuxamento característico. Gemi alto, não tanto de dor, mas de susto com a dilatação súbita. Bruno me perguntou o que estava acontecendo, eu disse, ele sorriu, chamando o irmão de tarado. O longo membro percorreu meu cu até o talo, desnorteando-me de tesão. Me agarrei ao Bruno e me aprofundei em seu pau como se fosse minha âncora. Minha cabeça começou a formigar e devo ter perdido a consciência por uma fração de segundos.

Voltei a mim sentindo os grossos membros gêmeos alternando-se no vaivém em meus dois orifícios. O prazer se tornou indecifrável; eu jamais vivera uma dupla penetração e estava experimentando a primeira com os meus próprios filhos! Enlangueci deixando minha cabeça pender no ombro do meu filho bom, que me afagava o cabelo e cochichava coisas bonitas em meu ouvido. Enquanto isso, o filho macho, o filho viril, o filho puramente sexual ativara a sua máquina de guerra, o seu aríete, que me dilacerava a cada investida. Mas não posso negar que amei cada centímetro daquele diâmetro que me alargava como eu nunca havia sido alargada, proporcionando-me uma sensação indescritível. Tive vontade de falar, como eu falo com o pai deles, mandá-lo me rasgar, meter mais e mais, me comer como ele não tinha comido nenhuma outra, mas fiquei encabulada e guardei para mim as palavras lúbricas. A cada retirada do pau, eu tinha a impressão de que o Pedro arrastava com ele as minhas entranhas. Mas assim que o túnel aberto se fechava, eu imediatamente desejava de volta o que o abrira tanto. E ele logo voltava, para o meu maior prazer. Pedro arfava, gemendo muito e investindo com força, redobrando a velocidade dos vaivéns e a intensidade das investidas. Percebi que o seu orgasmo vinha chegando e me preparei para os momentos mais intensos. Bruno deve ter tido a mesma intuição porque ele parou dentro de mim, deixando meu sexo preenchido mas em repouso. Pedro acelerou, acelerou, acelerou, até explodir num gozo desvairado que me encheu de calor e inundou-me as entranhas. No último estágio, senti a base do seu pau ampliar mais ainda a entrada, abrindo-me como eu jamais fora aberta. Por fim, ele desabou por cima de mim e fiquei entre meus dois filhos, sentindo-os aprofundarem-se como se o lugar deles ainda fosse o interior da mãe. Pedro pulsava enquanto deixava-me suas últimas gotas.

Quando Bruno recomeçou a movimentar-se, ocorreu-me que, se eu quisesse ter na memória o sabor do esperma de um de meus filhos - isso me pareceu importante -, não poderia deixá-lo ejacular dentro de mim. Assim que Pedro se afastou para se lavar, fiz os últimos movimentos com Bruno e saí dele, indo colher sua glande inchada com os lábios. Senti pela primeira vez na boca o membro de um dos meus dotados filhos. Encharcado e duro, ele me preencheu completamente. Senti na língua a parte inferior da glande e admiti o duro pau o mais que pude em minha garganta leiga porém treinada de esposa de um homem fanático por sexo oral. Bruno gemeu forte e agarrou-me pela cabeça, forçando-me a aprofundá-lo o mais possível, até não conseguir mais controlar-se e despejar em vários jatos o seu esperma quente em minha boca. Degustei lentamente o sêmen generoso do meu filho doce, deixando-o propagar-se em minha língua e impregnar-me as papilas antes de engoli-lo com lascívia. Em seguida, lambi avidamente aquele o órgão grande e bem feito, corpo do meu corpo, até não mais sentir na boca o menor travo do sumo.

Meus filhos tiveram que me ajudar a levantar, me enxugaram, me vestiram. Além de enfraquecida, fiquei sem saber o que dizer por longos minutos, talvez vinte, trinta. Quando pus as idéias em ordem, chamei os dois, pedi que se sentassem e os fiz jurar que jamais contariam o que houve entre nós ao pai deles ou à irmã. Bruno me perguntou se o que fizéramos era incesto. Eu disse que sim, mas que há vários tipos de incesto e que o nosso não passaria de uma única experiência. Pedro confessou que sempre tivera vontade que aquilo acontecesse. Encerrei a conversa e espero de todo coração que eles mantenham o juramento. Amanheci hoje pensando no assunto e aflita com a intuição de que ele não está encerrado. Mas, por enquanto, a única coisa que fui capaz de fazer está aqui e é este relato que acabo de redigir.



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(*) Esta narrativa adaptada por mim é baseada nas fantasias reveladas ao longo de meses de conversas regulares com uma amiga chamada Flávia X. Embora ela jamais tenha praticado o incesto, tem sonhos e fantasias incontroláveis em que seus filhos são os protagonistas. Quero dizer que só me permiti escrever sobre o tema porque Flávia tenta encarar o incesto de um modo despido da carga patológica habitualmente relacionada ao tema.
Marc Fauwel

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